Qual foi o vídeo-jogo que você vídeo-jogou hoje?

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acabaramosnicks
Membro Novato
# 09/out/20 12:23
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Lembro que quando meu filho era pequeno, por exemplo, os Mega Man não conseguimos fechar nenhum, eram muito difíceis.
Porra, mega Man era muito difícil mesmo, céu loco.

O primeiro Doom, por exemplo, raramente alguém fechava sem recorrer a cheats ou após insistir muito, as vezes semanas ou meses.
Esse eu não joguei na época, mas depois de véio eu peguei pra jogar e zerei. Isso foi lá pra 2010.

Sinto que essa necessidade de urgência da galera, foi para os jogos. Hoje vejo videos de moleque fazendo run e fechando um jogo inteiro em 15 minutos. Que graça tem isso?

Eu não acho que tenha muito a ver, não... Claro que é impossível ter os fenômenos isolados porque se trata de pessoas, mas acho que tem mais a ver com o que eu descrevi o outro post.

A graça do run é você (o jogador que o fez) se desafiar e conseguir. Quantas vezes o cara não tentou e falhou?

acabaramosnicks
Membro Novato
# 09/out/20 12:25
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Hoje, qualquer jogo vc pega quente 1 ou 2 finais de semana e zera. 40 horas.
Perdeu-se a graça.

Bem colocado. Acho que tem a ver também com a indústria querendo vender mais. Como ela vai te vender o próximo jogo se vc ainda não terminou o primeiro?

Buja
Veterano
# 09/out/20 12:33
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é quase como um filme altamente interativo


Isso pra mim não é jogo. A ideia do jogo é justamente ser desafiador.
Motivo pelo qual quase todo jogo que se dedica ao multiplayer faz sucesso.
São pessoas reais se desafiando. Por isso arcade nunca morre.

Esse negocio de seguir historinha montada, e dado momento,
voce aperta A pra uma coisa ou B pra outra coisa, é chato baguarai.

Buja
Veterano
# 09/out/20 12:43
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Eu nao sei se voces jogaram super mario world de snes, sem a ajuda de ninguem, sem tutorial, sem nada.

Já é dificil zerar o jogo seguindo a reta direto pro chefão.
Dai, quando vc consegue isso, Voce descobre que fez, sei la, 80 fases e o jogo tem 100 fases.
E voce fica, poooooha, cade as 20 fases que faltam.

Dai voce fica é meses naquela bagaça de cartucho, entrando em tudo que é fase e tentando descobrir
quais delas se passam com chavinha e portão normal.
E voce vai descobrindo cada coisa legal, cada passagemzinha que nem imaginava.
Voce vai pro mundo da estrela, e cai na fase "tubular". Dois anos pra passar aquilo.

Quando voce finalmente zera o jogo, ja valeu o investimento que seus pais fizeram no video-game.
Mas ainda tem mais uma infinidade de jgoos legais pra jogar e zerar. Era desafiante.

Tudo faz parte da historia: a dificuldade de se conseguir cartuchos, a dificuldade de joga-los,
a dificildade de conseguir fazer algo rebentado no jogo, e a dificuldade ainda muito maior de
convencer seus amigos de que voce conseguiu fazer aquilo.

Ah que nostalgia. Ou eu fiquei velho, ou as coisas perdem a graca mesmo.
Ainda jogo muitos joguinhos, mas tudo da era antiga. N64, play1, snes, gba, muito arcade....

Lelo Mig
Membro
# 09/out/20 13:49 · Editado por: Lelo Mig
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acabaramosnicks

"acho que tem mais a ver com o que eu descrevi o outro post."

Entendi. Jogos casuais, fechar rápido para comprar outro rapidão, diminuir a porcentagem de gente que desiste do jogo......."buáaaa, mamãe eu não consigo fechar o joguinho, acho que vou processar a Nintendo e depois me suicidar"

O mercado!

Lembram de um game infantil chamado Frogger? Mano, aquilo era joguinho prá guri pequeno e era difícil bagarai!

Buja

Cara, eu sou muito lúdico. Acho que nessa parada de game, sou bastante infantil. Eu "entro no jogo"... me sinto o carinha lá dentro matando mobs.

Então eu gosto de jogos que possuam história (na linha RPG), desde que não fique só de falação e aperta X. Que tenham um modo ação grande, bastante coisas a resolver e decidir, quests não muito claras (você precisa pensar e descobrir) e etc.

Todos os Diablo, Baldur´s Gate, Dragon Age, Mass Effect e etc... cara, adoro este tipo de jogo e embarco neles... me envolvo.

Wild Bill Hickok
Membro Novato
# 09/out/20 14:42
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O negocio é jogar MOBA ou RPG de mapa aberto

acabaramosnicks
Membro Novato
# 09/out/20 15:16
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Lelo Mig
Não cara, vc não entendeu. Ou eu me expressei mal, ou vc não viu meu post da página anterior.

O que eu quis dizer foi mais na seguinte linha:

nego chega cansado do trampo e quer tirar um dia na semana pra brincar no play station pra variar ao invés de fazer o de sempre assistindo filme ou rede Globo; nego esse que não passou parte da infância ou adolescência jogando como eu ou o Buja. Nego esse que não dura cinco minutos jogando Contra, ou que olha a capa do Contra e nem se interessa porque dá pra ver o serrilhado nas bordas. Esse cara é um jogador muito casual, ele quer apertar X e ver o personagem fazendo tudo sozinho, não quer se frustrar tentando passar da mesma fase a semana toda ou ficar caçando uma chave que deixou para trás num mapa gigantesco sem nem ter pistas porque senão não tem como destrancar a porta para um puzzle complexo. Esse cara quer bater o carro no Gran turismo a 200kmh e continuar a corrida como se fosse um Hotwheels. Ele não quer se dar o luxo de ter que pensar mais do que seguir o caminho que a setinha indica.

Esse tipo de jogador casual é a maior parte do mercado hoje, é o que fez as produtoras de jogos saírem da riqueza pra chegar no patamar gigante onde estão hoje. É pra esses caras que elas querem (ou têm que) vender o jogo. E o cara que quiser jogar sério, que vá para o multiplayer, que vire ppl ou qualquer merda do tipo.

Buja
Veterano
# 09/out/20 15:22 · Editado por: Buja
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acabaramosnicks

Descreveu perfeitamente os players de hoje !!!!
Alias, descreveu tambem boa parte dos guitarristas novatos de hoje.
Querem plugar a guitarra no amp, apertar o botao de distorcao, e sair through the fire and flames hahahha

Lelo Mig
Membro
# 09/out/20 15:24
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acabaramosnicks

Entendi sim, e não estou criticando. De qualquer forma é o mercado. A demanda.

Eu compreendo, é preciso vender, desenvolver jogos não é coisa fácil.

Mas, têm um lado bem legal.... assim como banda de rock, têm tantos jogos, tantas opções, tantas coisas novas e antigas, que não jogamos por desconhecer ou estar em outra vibe, que se garimpar acha muita coisa legal, que atende ao seu gosto e te diverte.

Têm muita coisa que não joguei ou quero rejogar, e com os emuladores ou versões "remasters" não posso reclamar de não poder jogar games que curto.

acabaramosnicks
Membro Novato
# 09/out/20 15:26
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Buja
Isso pra mim não é jogo. A ideia do jogo é justamente ser desafiador

Isso pra você! Tem uma porrada de gente que começou jogando esses bagulho mole, pra essas pessoas o conceito de vídeo game é algo nesse estilo. E quem quiser desafio, que vá pro multiplayer.

Essa parte da interação é bem interessante. Eu lembro que um dos jogos que eu mais joguei de todos foi pokémon pra game boy. Tem muita coisa que vc acabava descobrindo conversando com os amigos, e tinha vários monstrinhos que só evoluem quando você o troca com um amigo! Quer dizer, sem a interação, sem a parte social, uma parte do jogo fica faltando. Vários dos jogos mais atuais parece que te jogam para o lado oposto.

Então eu gosto de jogos que possuam história (na linha RPG), desde que não fique só de falação e aperta X. Que tenham um modo ação grande, bastante coisas a resolver e decidir, quests não muito claras (você precisa pensar e descobrir) e etc.

Recomendo Fallout. O New Vegas acho que é o melhor. Skyrim também é bom.

Buja
Veterano
# 09/out/20 16:30 · Editado por: Buja
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pokémon pra game boy
vários monstrinhos que só evoluem quando você o troca com um amigo! Quer dizer, sem a interação, sem a parte social, uma parte do jogo fica faltando.

Inclusive estou jogando ele pela milesima vez no tablet/emulador ( a versao que tem o charmader/bulbasauro/squirtle pra jogar de inicio). As outras ja joguei, mas essa primeirona ainda nao tinha jogado.

Mas esse lance de so ter o bicho evoluido quando vc troca, pra mim era a forcação de barra pra fazer os jovens japoneses se interagirem.
Ja é sabido que os niponicos no geral nao são la muito adeptos do blah-blah-blah. A maioria é individual mesmo.

Tao individual que eles mesmos tentam enfiar o hentai na guela, e varios animes que forçam a barra pra sensualidade feminina,
pra ver se rola mais casamentos e mais bebes. La tem mais velho que jovem, é o que dizem.

Bom, voltando pro que interessa, papo de jogo, a nintendo sempre teve esse negocio de forçar interação tambem,
com o gamecube, wii u e o switch. Tem coisa que so se consegue entrando em comunidades, fazendo cadastros e
blah-blah-blando mesmo, no puro estilo do escambo. E varios joguinhos entram no estilo de forçação de interação.

O apice ai, foi o pokemon go, que tem até teorias da conspiração envolvidas ne, pfff rsrs

makumbator
Veterano
# 09/out/20 18:21
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Lelo Mig
Lembram de um game infantil chamado Frogger?

Joguei bastante. Tinha um do Atari, bem desconhecido, que minha irmã era fera: chamava-se Bob is going home. Tinha que evitar que o personagem (Bob) morresse em vários tipos de desafios. Depois de um certo tempo ficava insano de tão rápido.

Buja
Motivo pelo qual quase todo jogo que se dedica ao multiplayer faz sucesso.

Não sei. tem muito multiplayer bosta (Apex Legends é um exemplo recente). Por outro lado, tem jogos clássicos singleplayer que são eternos. Vou voltar a citar Resident evil. O RE4 é de 2005 (lançado originalmente no gamecube). Mas até hoje tem bastante gente que joga, que faz live, speedrun, que faz desafio proposto por si mesmo (tipo jogar só na granada, só na faca, sem levar danos, etc...). É algo que exige tanta habilidade quanto jogar multiplayer em bom nível.


Mesmo os RE1 e 2 que são menos "randômicos" que o 4 ainda continuam sendo jogados ainda hoje. O jogo do 007 nego até hoje faz speedrun e bate recorde que tem 20 anos (e pra isso o cara precisa treinar incessantemente).

Mas eu gosto de multiplayer também (joguei muito CS clássico, Day of defeat, Team fortress clássico, os BF antigos...), mas realmente prefiro singleplayer. A origem dos jogos eletrônicos foi singleplayer (mesmo que sem história) e é o que realmente ainda me atrai neles.

Ultimamente, o único jogo multiplayer que participo com frequência é o BF1. E mesmo assim tem que ser no console, pois cansei da quantidade de kacker que tem no PC.

acabaramosnicks
Membro Novato
# 09/out/20 19:27
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Buja

Descreveu perfeitamente os players de hoje !!!!
Alias, descreveu tambem boa parte dos guitarristas novatos de hoje.

Bem isso kkkkk acho que é uma tendência das pessoas hoje, provavelmente o tal do imediatismo do tópico do Erick Dutra

Sobre a interação.

Cara, nunca tinha pensado por esse lado, é bem plausível mesmo. Eu acho que não precisa ter mais bebês porque se a população crescer, fudeu. Mas de qualquer maneira, pouca interação social pode ser ruim pra saúde geral das pessoas de diferentes maneiras.

Eu sempre achei que o lance da Nintendo fosse mesmo algo mais voltado não só para jogadores mais casuais, mas também mais voltado para ser uma coisa light que vc chama amigos e família para passar um tempo junto, e que os jogos são feitos de tal maneira que uma criança pode jogar junto com um adulto sem grandes problemas. Eu morei um tempo na casa de uns tios e lá a gente tinha um Wii, do meu primo menor (acho que ele tinha 7 anos na época) e era muito daora. Realmente o foco era a interação ao invés do jogo em si.

Como eu estou meio por fora e deixei de jogar há alguns anos, não sei exatamente qual é o negócio do pokémon go, mas eu acho interessante o fato de ser realidade aumentada. O engraçado é que eu e meus amigos tivemos a ideia de um jogo como o pokémon go um ano antes de ele ser lançado, pensando em realidade aumentada.

makumbator
Uma coisa interessante sobre o RE4 é que ele tinha aquele esquema de dificuldade adaptativa. Se vc se sai mal, o jogo vai ficando mais fácil, e se vc se sai bem, ele fica mais difícil. Ainda assim, no geral não é um jogo absurdamente difícil, mas ainda assim é muito divertido. Tem puzzles, tem ação, tem história, tem a parte do RPG de pegar itens pra usar combinar vender e tunar armas, etc. Bom jogo.

Agora, pera um poco. Counter strike mano. Eu joguei essa merda até não poder mais. Cé loco.

makumbator
Veterano
# 09/out/20 19:56
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acabaramosnicks
Uma coisa interessante sobre o RE4 é que ele tinha aquele esquema de dificuldade adaptativa.

Isso mesmo. E isso é bem legal.

no geral não é um jogo absurdamente difícil, mas ainda assim é muito divertido.

Sim, acho até o Resident 0 mais difícil que o 4. Acho a dificuldade dele "ideal", se podemos dizer assim. Não é aquela coisa que você passa até dormindo e nem um souls like que te faz dar rage quit de vez em quando.

Agora, pera um poco. Counter strike mano. Eu joguei essa merda até não poder mais. Cé loco.


Hahaha! CS é um clássico eterno. Mas sabe que eu gostava ainda mais da "versão" Day of defeat? Não sei se você conheceu, mas era um mod feito também sobre o Half-life (assim como CS, TF, etc...) mas centrado na segunda guerra.

brunohardrocker
Veterano
# 10/out/20 09:28
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Hoje eu completo mais um dia sem um PC gamer.

:(

Lelo Mig
Membro
# 10/out/20 12:50
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makumbator

"mod feito também sobre o Half-life"

Taí boa pedida, hein? Baixar HL no pc e jogar novamente! Duke Nuken tá na minha lista de revisiteds também!

makumbator
Veterano
# 10/out/20 20:28
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Lelo Mig

HL é um dos meus jogos preferidos de todos os tempos. E acho o 2 tão bom quanto o 1.

brunohardrocker
Hoje eu completo mais um dia sem um PC gamer.

:(


O que houve? Explodiu tudo por aí?

Beto Guitar Player
Veterano
# 13/out/20 09:27
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Lelo Mig
Sem contar que os jogos desta época são muito intuitivos, você têm que descobrir tudo jogando, não têm tutorial, não têm "setinhas" apontando o que é prá você fazer, como alguns jogos de hoje.


Pois é, cara, eu zerei esse jogo sem ajuda de ninguém, apenas quebrando a cabeça pra tentar avançar. E o pior é que tinha fases que eu ficava horas e horas para tentar solucionar, difícil pra caramba. Lembro que depois que eu zerei o jogo, comprei uma daquelas revistas que tinha o jogo todo comentado e resolvi jogar de novo seguindo a revista para achar os lugares escondidos que eu não tinha conseguido achar da primeira vez.

Fiquei puto da vida quando chegou no final e o jogo mostrou "continua...", daí eu soube que a continuação era só do PS2 e eu não tinha o PS2...
Depois acabei comprando o PS2, mas nunca joguei a continuação. Esses dias bateu a vontade de jogar e resolvi pegar o primeiro para relembrar e depois tentar zerar o segundo.

Pleonasmo
Membro Novato
# 13/out/20 10:57
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Lelo Mig
Então eu gosto de jogos que possuam história (na linha RPG), desde que não fique só de falação e aperta X. Que tenham um modo ação grande, bastante coisas a resolver e decidir, quests não muito claras (você precisa pensar e descobrir) e etc.

Todos os Diablo, Baldur´s Gate, Dragon Age, Mass Effect e etc... cara, adoro este tipo de jogo e embarco neles... me envolvo.


Vai no dragons dogma, vampyr, the witcher, fallout (menos o 76). Esses são os que lembrei de cabeça que possuem história, envolvimento, rpg.
Um que gostei muito pela história foi vampyr, cheio de escolhas difíceis e nenhuma é 100% boa.
Mad max e todos os metros 2033 não são exatamente rpgs mas tem aquela imersão.

lamas92
Membro Novato
# 15/out/20 13:28
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Pra quem gosta desses jogos mais "dazantiga", uma solução barata para matar a saudade sem zerar o cofrinho é o Raspberry Pi, uma plaquinha relativamente barata, pequena (do tamanho de um celular), na qual já tem as conexões necessárias (HDMI - som e áudio, wifi, BT e 4 USB) para vc plugar um teclado, mouse e/ou controles PS.
Há várias soluções já prontas de OS voltadas pra jogos, com várias plataformas disponíveis (NES, PS, etc).

Olha um exemplo:
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1247912043-retro-game-raspberr y-pi-3-2-controles-snes-14-mil-jogos-_JM

(não sou eu, ok!)
Vale à pena!

Buja
Veterano
# 19/out/20 18:39
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Zerei o pokemonstro fire red de game boy advance! Sonho de infancia realizado.

Zailux Wizaikroph
Membro Novato
# 20/out/20 02:12
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Dead by daylight

M.André
Membro Novato
# 20/out/20 10:54
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acabaramosnicks
Buja

Bah... Sou player das antigas. Comecei no atari, passei pelos 8 bits com o nintendinho, 16 bits com o Snes e várias gerações seguintes com outros consoles (3DO, Psx, N64 e afins). Os Mega Man eu zerei quase todos... O Super Mario World também, abri todas as fases sem ajuda nenhuma. Só fuçando no jogo. Mas era outra época... Haviam poucas revistas de jogos no mercado (e nem sempre traziam alguma matéria sobre o que tu estivesse jogando) e a internet só começou a aparecer lá pelo início do N64, de modo que não tinha onde pesquisar dicas e afins. Trocava dicas e estratégias com meus amigos que jogavam os mesmos jogos. Sem falar que até os jogos piratas eram caros então poucas vezes se conseguia jogos novos (essa foi a época de ouro das locadoras, um verdadeiro paraíso pra qualquer player), então eu acabava ficando expert nos títulos que eu tinha.

Mas também era uma época onde eu só estudava (ensino fundamental e médio), então tinha bastante tempo pra me dedicar aos jogos. Meu último console de mesa foi o X360 e confesso que não me sinto muito atraído pelos jogos recentes. Sei lá, me parecem muito mais fáceis comparado com os antigos. Não sei se pelo fato da minha rotina atual não me permitir despender muito tempo nos jogos ou se pelo fato de eu cansar mais rápido hoje em dia...

Voltando ao tópico... Estou quase acabando o River City Ransom do 3DS e me preparando psicologicamente pra iniciar mais um Fire Emblem depois. (Essa série é o inferno de difícil).

Insufferable Bear
Membro
# 21/out/20 09:08
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se vocês continuarem com esse papo de boomer de "sou das antigas" eu vou contar pros mods que vocês desvirtuaram meu tópico

acabaramosnicks
Membro Novato
# 01/nov/20 18:40
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Falando de jogos...

Um primo meu está a criar um RPG (de mesa) do zero. Ele têm jogado com uns colegas via internet, parece que há uma plataforma dedicada a isso, e ele começou a criar seu próprio RPG. Outro dia ele me apresentou o "enredo" principal, que pode mudar durante o jogo dependendo das ações dos jogadores, e parece muito bacana. Ele têm projetado o mapa e as criaturas, desenha tudo à mão e depois digitaliza, achei bem massa.

Alguém aí já jogou RPG? O que vcs têm a dizer?

Pigeonsslayer
Membro Novato
# 02/nov/20 13:58 · Editado por: Pigeonsslayer
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Eu sou da geração do NES e SNES e concordo com muito do que disseram aí sobre os games te envolverem ponto de vc passar semanas tentando desvendar mistérios ou desenvolver estratégias para superar fases ou chefões. Mas o que eu mais gostava dessa época era que criava uma atmosfera de tribo e socialização. Eu vivia conversando com meus parças pra trocar dicas sobre os games que jogávamos, e alguns games, como International Superstar Soccer ou o seu piratão brazuca "Campeonato Brasileiro" eram prato cheio para juntar a galera da escola e da rua, aí cada um escolhia um time e montavamos uma tabela numa folha de caderno com os times e as fases, simulando o fluxograma da copa do mundo, e o que vencesse levava a grana apostada pelos demais, o que depois se converteria em outras inúmeras horas perdidas no Taito pra experimentar jogos dos consoles que não possuíamos.

Outro ponto alto dessa era foram as disputas com "os trombadinhas da rua de baixo" (eu e meus amigos éramos os da rua de cima) em torno dos então sucessos de fighting games Street Fighter II e Mortal Kombat II no arcade, o que muitas vezes acabava em brigas reais na rua e evoluía para richas entre as gangues da rua de cima e da rua de baixo. Bons tempos.

Um joguinho bacaninha que tenho jogado atualmente com meu filho é Among Us, perfeito pra quem só tem tipo aquela meia hora por dia pra jogar um game sem estresse e ainda assim tem algum grau de dificuldade. A principal dificuldade do game consiste em ser meio que multitarefa, pois ao mesmo tempo que há tasks para serem realizadas vc deve conhecer muito bem o mapa e ficar ligado nas movimentações dos outros jogadores para tentar encontrar o impostor, ou não ser pego como o impostor quando vc vai nesse papel.

Outro ponto importante da diversão é saber passar a lábia no chat, que é tão importante quanto a estratégia do jogo em si. Várias vezes fui pego matando como impostor e consegui convencer no chat que o x9 que me flagrou era na verdade o impostor. O foda desse game, assim como outros games no multiplayer são os malditos hackers, que estragam toda a diversão e competição do jogo.

Infelizmente, aquela cultura de continuar as paradas do virtual no mundo real, muito se perderam e essa geração não disfruta da mesma experiência que a galera da minha época viveu. Assim como eu não tive a oportunidade de vivenciar a época do Commodore, em que os kid tinham que digitar uma linha de programação de 30 linhas só pra poder dar o start no jogo.

Buja
Veterano
# 05/nov/20 15:08
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Hoje joguei street fighter de ps4.
Na real? Nao curti nem um pouco.

Personagens cheio de graficos, lentos, gordos, pesados.
Nada divertido.

-Dan
Veterano
# 06/nov/20 00:02
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Among us (to na hype)
Magic the gathering (sou bem nerd)

No switch joguei muito o Spiritfarer, um dos jogos mais bonitos que ja vi na vida. Um jogo de craftar onde voce controla e faz a gestão do barco do Caronte, conduzindo espiritos para o outro mundo. Mas achei repetitivo como todo jogo de gerir recursos.

Queria mesmo é o remake de thps2, mas ta caro pra bosta.

Insufferable Bear
Membro
# 06/nov/20 09:38 · Editado por: Insufferable Bear
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Buja
street fighter sempre foi um jogo mais lento, third strike é a exceção e por isso o melhor deles

joga guilty gear

lamas92
Membro Novato
# 09/nov/20 10:29
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Warzone está sugando meu tempo... Mais alguém?

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