E se a esquerda fosse como a direita, nessa questão de fake news?

Autor Mensagem
Trop
Veterano
# 02/ago/20 17:20
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https://pcdob.org.br/noticias/manuela-davila-processa-roberto-jefferso n-por-espalhar-fake-news/

Achei essa notícia sobre a ação dela contra o Roberto Jefferson.
Aqui está omitida uma parte importante: "pede reparação de danos morais devido à divulgação de informações com intenções eleitorais."
Se ela pedir essa reparação por calúnia, ela mesma admite que a frase é crime de vilipêndio, se ela pedir por difamação, daí tá sussa.
O caso do Jean é diferente.
Mas é isso, a notícia é de maio de 2020. O caso não foi julgado e está fora do âmbito da CPI. Vcs que forem acompanhar, prestem atenção nesse detalhe de como será dada essa reparação. E se ela vai conseguir. Pq ela peticionou com base em crime eleitoral, o que não me parece, pela data em que o Roberto Jefferson fez a publicação. Mas se esse for o caso, o juiz vai decidir.

Silspiders
Membro Novato
# 02/ago/20 18:08
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Notícias falsas não são crime. Se forem enquadradas em calúnia, injúria ou difamação, os atingidos devem acionar a autoridade judiciária. Não fizeram.

Trop, essa frase é sua. Eu destaquei a frase "não fizeram", respondi que fizeram e você veio cheio de argumentos relativos, mas não disse que estava enganado, que acionaram a 'autoridade judiciária'. É em cima disso que eu respondi tudo adiante.

Tá entendendo? Você propagou uma informação que inventou.

Depois disse que ela foi para Nova York, na conversa lembrei errado, que foi Miami, e disse que ela foi pra lá fazer o enxoval. Ela disse que não fez enxoval. Você se apegou à localidade e não disse que estava enganado sobre ela ter feito enxoval.

Eu trouxe também outra situação sobre o Jean Wyllys, que você incluiu nesse bolo do "não fizeram', que ele representou contra Alexandre Frota, contrariando a sua invenção.

Qual a dificuldade, caro? Diz que estava enganado, aí você viaja lindo, sem culpa. Normal se enganar. De resto são opiniões que eu não concordo sobre aborto, vilipêndio etc.

Trop
Veterano
# 02/ago/20 18:58
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Silspiders
Achei que não tinham feito por base de vc ter falado que os casos estavam sendo investigados pela CPI. Sem problema, vc falou que os atingidos entraram com ações individualmente e eu trouxe uma fonte do próprio partido dela. Acho que aqui a gente se entendeu agora.

Eu entendi que vc trouxe um trecho de um depoimento dela à comissão dizendo que nunca tinha ido a Miami. Concordei, mantive o que eu disse e dei provas do que eu disse.

Ter feito enxoval ou não, ter ido pra Vice City ou Liberty City não muda nada. Ela nasceu em família rica, casou com um marido rico e segue desfrutando de um padrão de vida que só o capitalismo pode proporcionar. Por isso que os demais sócios do Iate Clube que o marido pertence resolveram baní-la.

Qual a dificuldade, caro? Diz que estava enganado, aí você viaja lindo, sem culpa. Normal se enganar. De resto são opiniões que eu não concordo sobre aborto, vilipêndio etc.
O que eu comentei na notícia é que se ela pedir reparação por calúnia, quem está considerando vilipêndio é ela. Não é mais a minha opinião.
Uma pena que essa informação fundamental para a compreensão do caso tenha sido omitida da notícia.

LeandroP
Moderador
# 03/ago/20 07:38
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um padrão de vida que só o capitalismo pode proporcionar.

kkkkkk

Silspiders
Membro Novato
# 03/ago/20 09:38
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Exclusivo: detalhes inéditos da investigação do Facebook que derrubou perfis bolsonaristas

Silspiders
Membro Novato
# 03/ago/20 10:45 · Editado por: Silspiders
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um padrão de vida que só o capitalismo pode proporcionar.


Quem são os 41 milhões de pobres dos Estados Unidos, o país mais rico do mundo

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 14:23
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Trop
Notícias falsas não são crime

Na teoria não. Mas quantas fake news não são criadas com o propósito de difamação? Colocar como sua opinião que a educação sexual nas escolas não é apropriada é uma coisa. Falar que tal político ou partido distribui kit gay e mamadeira de piroca é outra.
E pior, o dano causado por isso é quase que irreparável para a imagem de uma pessoa/organização.

os atingidos devem acionar a autoridade judiciária. Não fizeram

Baseado no quê? A CPI da fake news tá aí. Apesar de sabermos quem incentiva a disseminação, não é fácil para o sistema judiciário encontrar e indiciar os culpados.

Se os exemplos que o Silspiders colocou de fake news estão circulando no whatsapp, como você encontra o culpado?

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 14:49
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Jonas Kahnwald
ele explica que a frase "nossa, mas você nem parece gay" seria preconceito...

Não assisti o vídeo, mas acredito que você se enganou no entendimento no geral. O preconceito não é em ser confundido com hétero e sim associar que para ser homossexual precisar ter um comportamento específico. Quando fala-se que o gay nem parece ser gay, você está praticando o estereotipo de que a pessoa precisa ter características gay (que no preconceito incluem ser histéricos, falar fino e ter jeito feminino).

Um paralelo seria falar que uma pessoa descendente de japoneses nem parece ser japones por não saber matemática. Dizer que alguém nem parece judeu por não ser avarento. Entende? É o fato de criar esse estereotipo e dar a entender que a pessoa não é o que é por não realizar essa imagem.

Trop
Estamos em 2020 e os métodos anticoncepcionais estão aí

Se você ler a bula de qualquer anticoncepcional vai ver que a chance varia e chega no máximo em 99%. Isso sem contar fatores externos que influenciam na eficácia, como alimentação, doenças e outras coisas.

Enquanto o artigo não for revogado, continuará sendo crime.
Mas como você mesmo disse, até mudar a lei é crime. É errado defender que mudem a lei? Ou vamos continuar com nossos escravos, mulher sem voto, segregação racial para sempre?

Qual a relação de dar liberdade de escolha com querer praticar o mesmo? A mulher pode ser mãe e ser a favor do aborto. Posso ser religioso e ser a favor da taxação das igrejas. Posso ser hetéro e ser a favor de casamento homoafetivo. Chama-se empatia.

entamoeba
Membro Novato
# 03/ago/20 14:55
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DarkMakerX
Quando fala-se que o gay nem parece ser gay, você está praticando o estereotipo de que a pessoa precisa ter características gay

Mas a palavra gay originalmente se refere a um estereótipo, não a um comportamento sexual. "gay", gostem ou não, é polissêmica.

gay: happy and excited

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 15:17
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entamoeba
Claro, mas não é com esse sentido que a frase "você nem parece ser gay" é dita.

Se fosse nesse sentido talvez seria pior: você nem parece uma pessoa feliz kkkk

entamoeba
Membro Novato
# 03/ago/20 15:26
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DarkMakerX
pessoa feliz

Um eufemismo para o comportamento de alguns homossexuais que, se não são efeminados, possuem trejeitos bem peculiares: entonação da voz, movimentos do corpo, jeito de se vestir etc.

Já que a palavra gay tem essa origem, penso que ela seria empregada de maneira mais adequada para descrever o estereótipo do que o comportamento sexual.

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 15:35
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entamoeba
Eu entendo o seu ponto, mas quantas pessoas sabem que a origem da palavra gay é feliz e excitada? E se esse é o intuito da afirmação, porque só não falar em português?

E mesmo com toda boa intenção da frase, é de bom tom dizer que a pessoa não parece ser o que ela é por não demonstrar um comportamento estereotipado?.

brunohardrocker
Veterano
# 03/ago/20 16:36
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DarkMakerX
O preconceito não é em ser confundido com hétero e sim associar que para ser homossexual precisar ter um comportamento específico. Quando fala-se que o gay nem parece ser gay, você está praticando o estereotipo de que a pessoa precisa ter características gay (que no preconceito incluem ser histéricos, falar fino e ter jeito feminino).


De fato é um preconceito. No real sentido da palavra, pois você está com uma ideia pré concebida sobre o indivíduo e que não tem procedência. Mas tem que ver até onde isso se trata de uma falta de consciência ou de algo mais sério, que realmente ofenda alguém.
Eu poderia cometer o mesmo equívoco com algum hetero efeminado. O fato de ter trejeitos efeminados também não determinaria que o sujeito é homossexual.

-Dan
Veterano
# 03/ago/20 16:45
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Jonas Kahnwald
Se eu te chamar de bolsonarista, por exemplo, pode ser uma ofensa para você, mas não seria para outros... é só pensar um pouquinho

Seu odontologista!!

-Dan
Veterano
# 03/ago/20 16:53
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Socialismo não é um estilo de vida que renuncia bens materiais, isso é franciscanismo e afins! Socialismo é uma forma de organização social.

Quanto ao aborto, ninguém o defende! O que se defende é que ele exista como opção para mulheres desesperadas!


2020 acabando e os caras ainda tendo que ensinar o beabá das coisas...haja paciencia.

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 16:56
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brunohardrocker
Com certeza! Concordo com tudo que disse. Não quis entrar no mérito de ser ou não ofensa ou até mesmo da intenção, porque acho mais complicado (não depende só de quem fala, mas de quem escuta e do momento). Mas é isso mesmo, um pré conceito.

Lelo Mig
Membro
# 03/ago/20 17:01 · Editado por: Lelo Mig
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entamoeba
DarkMakerX
brunohardrocker

Caras, na boa... eu tenho dificuldade com essa coisa toda. Talvez eu esteja velho, ultrapassado ou seja um ET.

Não vejo problema algum em alguém me dizer:

- Você nem parece hétero.
- Você nem parece gay.
- Você parece macho.
- Você parece viado.

Etc...

Eu tô nem aí para o que a vizinha ou um user da internet pensam de mim. Se sou viado passivo, se sou nazista homofóbico, que se fodam.

Se alguém relevante e importante em minhas relações pessoais me disser algo parecido com isso eu vou responder:

- Olha eu sou heterossexual desde que nasci até esse minuto, mas se daqui 5 minutos me der vontade de chupar uma pica eu vou!

Tenho muita dificuldade em entender porque tanto melindre, tanta necessidade de se auto afirmar com o que quer que seja.

Tudo bem, até entendo que algumas pessoas sofram com preconceito, que são estigmatizadas. Nada justifica a violência, negar oportunidades... mas, concordemos ou não, é muito preciosismo em algumas situações.

Sei lá... não dá para escrever aqui o que exatamente penso sobre o assunto... deixa quieto.

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 17:29
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Lelo Mig
é muito preciosismo em algumas situações

Mas o que é precisismo pra você, pode não ser para outras pessoas! Esse é todo o ponto. É refletir e entender que as pessoas são diferentes e você pode ter uma cabeça boa e não ligar para os outros. Mas isso pode não ser verdade para todo mundo.

Você chega em uma pessoa com depressão e diz que é simples para você aceitar a vida e viver em paz?
As pessoas tem cargas emocionais diferentes, por terem vivido vidas diferentes. Eu sou branco e hétero. Eu nunca vou saber o que é sofrer preconceito diariamente por causa da minha opção sexual, gênero ou cor da pele. O que posso fazer é ouvir as pessoas que sofrem com isso e entender que se para elas uma coisa aparentemente insignificante é importante, ser simpático à causa.

Qual o sentido de fazer um comentário "você nem parece ser gay"? O que a pessoa deveria pensar disso? Que é bom, ruim, que importa?
Para ela pode ser só mais um lembrete de que ela não é "normal" na sociedade.

Lelo Mig
Membro
# 03/ago/20 17:48 · Editado por: Lelo Mig
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DarkMakerX

Entendo o que diz, esta certo...

Apenas uma correção:
"Você chega em uma pessoa com depressão e diz que é simples para você aceitar a vida e viver em paz?"

Depressão é doença. A pessoa não "fica triste" ou impossibilitada de se "animar" porque quer. Mas, entendo onde você quer chegar, muita gente trata a depressão como se fosse frescura.

Com relação ao resto eu concordo, entendo, mas tenho uma visão um pouco diferenciada. Não acho que seja possível viver uma vida toda sem que alguém te machuque ou magoe ao longo da trajetória. Então, creio que o fortalecimento da "vitima" é mais importante do que tentar calar o ofensor.

Preconceitos existem porque as pessoas os aprendem. Acho que estão perdendo tempo em tentar "arrancar" o preconceito de quem os tem e desperdiçando forças que deveriam ser colocadas na diminuição de preconceituosos futuros. Acho que, usando de um exemplo grosseiro, essa cultura "lacração" esta ressuscitando o nazismo. A meu ver a tática é equivocada e exemplos práticos (como Bolsonaro eleito presidente entre tantos outros), tem me convencido que estou certo.

Mas, posso estar enganado... na verdade, espero estar.

makumbator
Veterano
# 03/ago/20 19:00 · Editado por: makumbator
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Lelo Mig
Acho que, usando de um exemplo grosseiro, essa cultura "lacração" esta ressuscitando o nazismo. A meu ver a tática é equivocada e exemplos práticos (como Bolsonaro eleito presidente entre tantos outros), tem me convencido que estou certo.

Acho que eu concordo com isso. Aqui um singelo vídeo humorístico (mas om muita verdade imbuída) mostrando o quão um racista e um SJW podem ser parecidos:

https://www.youtube.com/watch?v=Ev373c7wSRg



-Dan
Veterano
# 03/ago/20 20:20
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Lelo Mig
cultura "lacração"

Consegue definir o que é isso?

Lelo Mig
Membro
# 03/ago/20 20:55 · Editado por: Lelo Mig
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-Dan

"cultura "lacração"
Consegue definir o que é isso?

Vou tentar...

Eu não sou contra a política identitária, mas acho que esta sendo feita de forma equivocada e, talvez até intencionalmente, tornando as minorias no "inimigo a ser aniquilado", acho perigoso como isso esta sendo conduzido.

Vou tentar dar um exemplo:

Imagine uma reunião com 100 pessoas pobres discutindo sobre um problema comum a todos.
Alguém diz que os brancos não têm lugar de fala ali, porque a comunidade foi fundada em consequência de uma segregação racial passada. 20% estão cerceados da discussão.
Aí alguém arvora a necessidade de ser mulher, porque elas sofrem maior discriminação e são prioridade. Então, somente mulheres negras, mais 35% não tem lugar de fala no debate.
Num dado momento se coloca a condição de mulher, pobre, negra e lésbica. Mais 20% esta afastado.
E, por fim, mulher, pobre, preta, lésbica e gorda. Mais 20% esta fora e 5% sobram para resolver uma questão, mas 5% não possuem força e os 100% de pobres estão fora do sistema, por conta de uma divisão.

Não sei se me faço claro. Mas, eu acho que a pauta que é comum a todo pobre, o que fode todo pobre, atende quase todas as pautas e deveria ser a questão foco, a questão única.

Quando o Brasil resolver isso, terá tempo, dinheiro e educação para entrar em particularidades específicas.


Resumindo, lacração, (de forma grosseira), é um preto escrever em português (língua européia), no Facebook (inventado por um judeu), num notebook (inventado por um branco) que está ofendidos porque eu fiz dreadlocks no cabelo e que isso é apropriação cultural.

E a situação real do negro? Vai mudar se eu não usar dreadlocks? É com isso que ele deveria estar se preocupando?

Eu acho que ele deveria se preocupar e lutar sobre o porque de um branco (com ou sem dreadlocks) ter emprego e ele não e na possibilidade de eu (mesmo sendo branco) ser um aliado em sua luta.

Não sei se fui claro, percebe onde quero chegar?

DarkMakerX
Veterano
# 03/ago/20 21:01
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Lelo Mig
Eu entendo o que você quer dizer e também entendo quando alguém se ofende por algo que parece pouco. Se no fim não há nenhum ataque ou preconceito velado, estamos todos bem.

Sub_Zero
Veterano
# 03/ago/20 22:16
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Lelo Mig
Não sei se me faço claro. Mas, eu acho que a pauta que é comum a todo pobre, o que fode todo pobre, atende quase todas as pautas e deveria ser a questão foco, a questão única.

Pensei que já não existiam pessoas que pensassem assim.
Hoje em dia está muito difícil falar de certos assuntos, tudo é preconceito.

Lelo Mig
Membro
# 03/ago/20 23:15
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Sub_Zero

"Pensei que já não existiam pessoas que pensassem assim."

Tá extinguindo cara.

Galera não esta se dando conta (ou sou eu um completo otário) mas, sob o discurso humanitário "das pessoas descoladas e dubem", já vi (sério mesmo) até passeata pelos direitos dos cães... E assim, cada um vai lutar sua luta particular e ninguém será forte para vencer luta alguma.

Silspiders
Membro Novato
# 04/ago/20 07:20
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Lacrar é fechar, tampar. A palavra trazida para o contexto no qual eu vejo sendo usado aqui assume o significado de encerrar o debate. Como se fulano escrevesse ou falasse um comentário tão maduro, tão correto e consciente que a questão estaria por ele encerrada. Não há, portanto, mais nada o que dizer.

Ou seja... Uma gíria boba, criada sei lá por quem apenas para elogiar um sujeito que conseguiu ponderar determinado assunto de uma forma que uma maioria de pessoas concorda.

O problema é a pessoa vaidosa, que fala merda e acha que lacra. Ahhh, esse fdp fode qualquer debate. No fundo o que ele quer é ouvir/ler LACROU, CARAIO!!

O problema é que o viciado na lacração, que pelas bobagens que escreve passa a impressão que não tem nem mais controle da própria vida, não admite que haja uma resposta ao seu comentário, que deveria ser final. Aí o cara se desloca do eixo, manda mais uma bobagem sem tamanho, crente de que lacrou, mas é respondido novamente e o looping da lacração, do atleta em busca da superação, da vitória a qualquer custo... Recomeça. Só tem fim quando um dos interlocutores enjoa.

LeandroP
Moderador
# 04/ago/20 07:21
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Hoje em dia as pessoas têm voz pra falar o que antigamente não tinham.
Antigamente as pessoas ouvia/lia comentários ofensivos, piadas constrangedoras e todo tipo de bobagem, e não tinham como recorrer, senão da forma litigiosa.
Hoje elas têm voz pra dizer tudo isso, expor aquilo que as ofendem. É só prestar atenção e praticar a empatia. Não é mimimi, é a dor alheia. Os tempos são outros. E eu acho isso muito bom!

Silspiders
Membro Novato
# 04/ago/20 07:57
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Eu também acho ótimo! Essa amplificação da voz do oprimido inspira outros, mas tem contrapartida: da mesma forma a voz dos idiotas confiantes também é e também inspira.

O que pode salvar é justamente o debate de ideias, no caso do racismo das políticas de ações afirmativas, no campo da homofobia as paradas gays demonstrando que são gente feliz e que não fazem nada diferente dos héteros, porque são humanos também.

Reduzir a autoafirmação dessa gente que só quer ser respeitada como lacração é canalhice.

Lelo Mig
Membro
# 04/ago/20 10:25 · Editado por: Lelo Mig
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LeandroP

Sei lá... opiniões estão aí para serem divergentes, ouvidas, analisadas e respeitadas.

Eu, apenas acho (sem certeza) que questões maiores estão se diluindo e que essa divisão interessa ao establishment. A esquerda, por exemplo, perdeu o foco no seu grande propósito, que sempre foi o trabalho e o trabalhador (chamada causa operária) e se dissipou em questões secundárias.

Tenho um amigo gay (homossexual assumido) que não gosta da parada gay, por exemplo. Ele acha que a parada dá um tom fútil e festivo a reivindicações que deveriam ser tratadas com seriedade e potencializa a estigmatização caricatural que se faz dos homossexuais.

Silspiders
Membro Novato
# 04/ago/20 10:26
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Sou contra as pautas identitárias tomarem importância maior no debate social, também.

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