O melhor amplificador vintage dos anos 70 e 80 !

    Autor Mensagem
    LUCATONE
    Veterano
    # 21/mai/19 18:49


    Olá galera !!! Abri esse tópico para voltarmos ao passado e falar do verdadeiro som analógico !!!

    Marantz, Kenwood, Sansui, Gradiente, Quasar, Polyvox, Pioneer... em fim, contém suas experiências sobre esses amplificadores ( tem os receives também ).

    Estou para pegar um também é estou em dúvida entre um Gradiente model 160 e um Quasar 5500 ou 8080... mas, qual vocês recomendam com uma potência mínima de 40 watts por canal e com qualidade de som ?

    Mauricio Luiz Bertola
    Veterano
    # 21/mai/19 22:42 · Editado por: Mauricio Luiz Bertola
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    LUCATONE
    Eu tenho um Gradiente S95, um Technics SA5050 e um Aiko PA3000
    Todos os 3 são muito bons, muito superiores a qualquer aparelho de audio de hoje. Esse Gradiente é da mesma época e é muito bom.
    Abç

    Ismah
    Veterano
    # 22/mai/19 02:41
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    Não sei se o fórum aqui é adequado para essa discussão, enfim...

    Existe de fato uma lacuna de amplificadores classe AB, de baixa potência... Entre outras coisas o custo geral, frente a eficiência dos classe D, que tiraram mercado deles. No entanto, ainda tem quem os fabrique de maneira artesanal ou semi-artesanal, sem ser nada gourmet - não significa que seja barato, também...

    Os antigos, em bom estado, são bacanas... Alguns no máximo pedem troca de capacitores, cabo com aterramento, e pau na mula...!

    Pessoalmente, gosto dos Cygnus e Polyvox...
    Já considerei eles para tocar um sistema "semi-doméstico"... MAS... O meu PA é um projeto já antigo e que não sai do papel... kkkk

    lamas92
    Membro Novato
    # 22/mai/19 08:44
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    Cygnus e Technics, sonhos de consumo na época...

    LUCATONE
    Veterano
    # 22/mai/19 15:38
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    Bacana galera !!! O que acham dos Quasar ? Já vi algumas pessoas falando mau deles que o som não é muito bom... isso é verdade ou esse pessoal usou caixas de som ruim ?

    MatheusMX
    Veterano
    # 22/mai/19 16:17
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    Interessante!

    Não entendo nada desse tipo de amplificadores, mas acho bem estilosos, haha.
    Como é a qualidade no geral, comparando com os bons atuais?
    Rola de fazer conversão pra tocar música digital, ou seria heresia?

    BrotherCrow
    Membro Novato
    # 22/mai/19 16:30
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    Até pouco tempo atrás meu set pra ouvir vinil era uma vitrola da Audio Technica com o amplificador embutido, com saída direto pra linha. A qualidade é boa, anos luz a frente dessas porcarias de toca-disco com "visual retrô" que a gente vê nas lojas de eletro hj em dia.

    Mas resolvi fazer um upgrade e depois de pesquisar bastante acabei fechando com uma vitrola Pro-Ject Primary E e um amplificador Onkyo A-9010. Por enquanto, estou mais do que satisfeito. Principalmente pra jazz e música clássica, o som melhorou muito.

    Mauricio Luiz Bertola
    Eu tenho um Gradiente S95, um Technics SA5050 e um Aiko PA3000
    Todos os 3 são muito bons, muito superiores a qualquer aparelho de audio de hoje. Esse Gradiente é da mesma época e é muito bom.

    Você acha mesmo que esses equipamentos antigos são melhores que os de hoje? Tipo, um Gradiente dessa época é melhor que um Luxman ou Rega moderno? Não é só nostalgia?

    macaco veio
    Veterano
    # 22/mai/19 16:57
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    é complicado, não dá pra por todos no mesmo saco e comparar Marantz com Quasar. A vantagem dos antigos é a durabilidade dos componentes e da robustez da construção e ainda de usarem transistores discretos ao inves de integrados de potência. O melhor circuito integrado de potência nunca chegará aos pés de um circuito bem projetado com transistores, não tem como, num circuito integrado o pino de saida que vai o sinal para o alto falante por mais distante que esteja ainda está muito perto do pino de entrada do sinal, só esse detalhe ja derruba o circuito integrado. Na hora da fabricação isso tem ser compensado de alguma forma.

    acabaramosnicks
    Membro Novato
    # 22/mai/19 17:26
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    macaco veio
    Aproveitando a presença de um cara com muita experiência com eletrônica de audio... eu sou técnico de eletrônica também hehe
    Qual o problema de o pino de saida estar próximo ao de entrada de sinal? Por quê não se faz mais com transistores comuns? E já aproveitando sua atenção, por quê não se usa fonte chaveada em amp valvulado?

    Mauricio Luiz Bertola
    Veterano
    # 22/mai/19 19:16
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    BrotherCrow
    Cara, eu não conheço esse equipos que vc citou.
    Aliás, devem custar muito caros e serem importados.
    Esses equipos que citei, e que possuo, eram equipamentos que sem compravam em lojas, acessíveis à classe média baixa brasileira nos anos 70 e 80. Nesse aspecto, e só pelo fato de funcionarem muito bem até hoje e possuírem potência e baixa THD, os qualifica como ótimos equipamentos dentro de um determinado nível.
    Qualquer equipamento de mesma categoria hoje são muito inferiores à esses.
    Abç

    macaco veio
    Veterano
    # 22/mai/19 20:29
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    acabaramosnicks
    nenhum desses CIs de potências são para hi-fi então não tem muita importância não e mesmo assim para digamos 20khz, no cálculo a rsposta é muito maior que isso. Num projeto sofisticado a resposta de frequência é bem maior então não se pode ter uma antena na entrada. Num CI é tudo muito agarrado, é um resistor que esquenta esquentando um outro que não tem nada a ver, que numa placa de circuito estaria muito mais distante. A menos que seja um classe D, a topologia AB é a mesma tanto num CI como numa placa de circuito. O mais potente deles é o LM3886 que mal chega a 60W e esquenta igual um inferno. Imagina tudo esquentando ali dentro e desregulando tudo, tem que haver compensação pra todo lado e ate um desliga automatico quando ele não aguenta mais o calor. Grandes potencias é com transistores ou então esses LM em paralelo, com transistores é mais trabalhoso.
    por quê não se usa fonte chaveada em amp valvulado? eu acho que da pra usar sim mas acho que teria alguns inconvenientes, o primeiro deles é o perigo, fonte chaveada é boa pra baixa tensão, imagina a alta tensão não tendo o completo isolamento do transformador. Ainda tem a geração de alta frequência da fonte num amplificador que trabalha com muito alta impedância das valvulas, alta impedância é uma verdadeira antena. Também acho que o stanby, picos de alta tensão, aquecimento inicial dos filamentos, tudo isso eu acho que ia queimar transistores da fonte com frequência. Teria que ser algo muito bem elaborado que talvez não compense, os engenheiros provavelmente já analizaram tudo isso.

    LeandroP
    Moderador
    # 22/mai/19 22:55
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    LUCATONE

    Não conheço potência/receiver ruim deste período. Guardada as devidas proporções, todos eram muito bons. O segredo (se é que existe) era a combinação. De qualquer forma, o som era sempre muito melhor quando vinha de um bom rack em comparação aos aparelhos do tipo "três em um" disponíveis no mercado. A Gradiente dominava porque reunia modernidade (em paralelo às marcas importadas) e qualidade. Hoje, no entanto, independente da marca, a atenção é tudo. Porque o que tem por aí é usado, revisado, mexido, alterado, reformado, reformulado, etc.

    T-Rodman
    Veterano
    # 23/mai/19 08:30 · Editado por: T-Rodman
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    LeandroP
    como assim? não conheceu a CCE? lol
    Dessas épocas passadas eu só tive 'entry level'.
    Muita coisa da National que era funcional, mas 'nenhuma Brastemp'. Depois CCE's que sequer conseguiam gravar direito de disco pra fita.
    Depois, quando peguei Sony, já era carne de vaca de plástico.
    Aí parti pra Pioneer que quando funcionava era bom, pois queimou umas 2x o receiver de tanto esquentar.
    Pelo menos, a boa lembrança era passar tardes e noites na casa de um primo, escutando discos na casa dele, num Sony com caixas gigantes. A boa lembrança vem daí, porque simplesmente em casa não rolava nada de hi-end, rs (até que hoje em dia rola, com monitores de estúdio e fones hi-fi, mas já não tem mais nem no mercado essas caixas gigantes com amps de 300w hi-fi pra comprar).
    Sobre Gradiente, tem coisa boa e ruim também. Na época da reserva de mercado, a Gradiente comprava kits de outros fabricantes e colocava a etiqueta dela, ou seja, tem coisa aí da Gradiente que era Technics, Marantz e afins. Se procurar em tópicos específicos em forums de audio, dá pra encontrar modelos certos da Gradiente que são na verdade uma dessas joias de marcas consagradas.

    amplexos

    T.

    LUCATONE
    Veterano
    # 23/mai/19 13:15
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    Galera... estou para pegar um amplificador Quasar 5500 ou um Receiver Sansui 661... Sei que o Quasar tem mais potência mas e a qualidade de som ? Qual deles ganha ?

    LeandroP
    Moderador
    # 23/mai/19 14:16
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    T-Rodman

    CCE era pra acabar kkkkkkkk

    a boa lembrança era passar tardes e noites na casa de um primo, escutando discos na casa dele

    Passava as tardes gravando em fita k7, calculando o tempo das músicas pra não faltar ou sobrar fita rs

    Lembrei de uma música do Raul Seixas:

    ...Mas hoje o meu Samsui Garrard Gradiente
    Só toca mesmo embalo quente
    Pra lembrar do teu calor...


    acabaramosnicks
    Membro Novato
    # 23/mai/19 14:35
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    CCE a gente brinca dizendo que significa Comecei Comprando Errado hahahahahah

    Buja
    Veterano
    # 23/mai/19 14:37
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    CCE - Conserta, Conserta...Estraga

    Buja
    Veterano
    # 23/mai/19 15:16
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    Coincidentemente to ouvindo o raulzito cantar

    ...mas hoje o meu Samsui Garrard Gradiente
    Só toca mesmo embalo quente
    Pra lembrar do teu calor...

    LUCATONE
    Veterano
    # 23/mai/19 19:21
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    Galera... estou para pegar um amplificador Quasar 5500 ou um Receiver Sansui 661... Sei que o Quasar tem mais potência mas e a qualidade de som ? Qual deles ganha ?

    Ramsay
    Veterano
    # 25/mai/19 00:15 · Editado por: Ramsay
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    LUCATONE
    O amplificador Quasar 5500 fornece 50W por canal em 8 ohms.
    Já o receiver Sansui 661 fornece apenas 20 W por canal em 8 ohms, o que a meu ver é muito pouco e, pelas distorções harmônicas serem próximas, eu escolheria o Quasar 5500.

    Mas, o que havia de melhor na época eram os Marantz, os Bang & Olufsen e os Bose, que ainda fabrica, mas, para um nicho diferente.

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