"macetes" de produção.

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Jeff.gomes
Veterano
# nov/12
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MMI e Adler3x3
dobrar a guitarra, as vezes parece coisa de metaleiro para ganhar peso, mas pesquisando, é mais para deixar a musica mais cheia né? entre outras coisas...

fazer uns testes...

Tem gente que quando grava violão, grava a linha dele (pre do violao) e mic fone duas vezes, isso gera 4 traks somente num violão, ai é coisinha para mexer rsrs

MMI
Veterano
# nov/12
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Jeff.gomes

Na maioria dos bons estúdios se grava violão com 2 microfones próximos (tem várias técnicas) e ás vezes um condensador distante. Se a captação do violão valer a pena, botar um cabo em linha vale muito a pena, já vi salvar muito take. Para gravar em casa, ao invés de comprar um mic é melhor comprar um Fishman Aura e gravar em linha, você ganha mais.

JJJ
Veterano
# nov/12 · Editado por: JJJ
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MMI
Nem sempre gravar 2 vezes vai ficar melhor.

Sim, claro. "Nunca" e "sempre" são palavras a ser evitadas quanto à produção musical...

E, como você bem lembrou, existem equipamentos (pedais, racks, pedaleiras) que fazem um trabalho excelente de mono->stereo com efeitos já na gravação.

rhoadsvsvai
Veterano
# abr/13
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alguem poderia me explicar oque é side chain e como faz? ( em especifico entre baixo e bumbo)

makumbator
Veterano
# abr/13
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rhoadsvsvai

Dito de maneira simples:

É quando um sinal de uma pista é usada para controlar algum parâmetro de outra pista. Muitas vezes se faz em compressão de baixo e bumbo, mas há diversos outros usos.

http://www.soundzone.info/content/what-side-chain-compression

Quanto a "como fazer" vai depender de cada DAW, pois cada uma tem maneiras diferentes de se usar o sidechain

Aqui um vídeo com sidechain em outros usos:

http://www.youtube.com/watch?v=xFdNIvfozaA

waltercruz
Veterano
# abr/13 · Editado por: waltercruz
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rhoadsvsvai
é muito usado na música eletrônica, por exemplo. A idéia do sidechain é que o volume de um sinal controle o volume de outro,a grosso modo.

Por exemplo, para ter aquele kick sempre na cara, sem embolar com o baixo, eu aplico o sidechain no baixo: sempre que o kick tocar, o compressor no baixo diminui alguns dbs do volume do baixo, dando maior destaque ao kick.

É útil pra criar aqueles pads e aquele efeito de 'pumping' característicos do gênero.

makumbator
Veterano
# abr/13
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waltercruz
é muito usado na música eletrônica, por exemplo.

É, no vídeo que postei acima o cara usa o sidechain para controlar strings e wha-wha. E o mais legal é que depois ele retira o som do kick usado como controlador mas mantém o efeito do sidechain no sinal a ser controlado.

waltercruz
Veterano
# abr/13
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makumbator
exato! muito usado pra isso é uma 'ghost' track, quando precisamos de sidechain num momento onde não temos o kick (como por exemplo, num break)

rhoadsvsvai
Veterano
# abr/13
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saquei .. consegui usar no reaper ... mas só com o reacomp , n entendi como funciona o sidechain da waves. ... e n consegui um resultado legal ... quando vc quer na mesma musica um bumbo grave e um baixo gordo que apareça muito é muito dificil ajeitar.

makumbator
Veterano
# abr/13 · Editado por: makumbator
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rhoadsvsvai

quando vc quer na mesma musica um bumbo grave e um baixo gordo que apareça muito é muito dificil ajeitar.

Mas mesmo com sidechain há limites do que se pode fazer. Em vários momentos é melhor cortar as sobras de graves no baixo e ou no bumbo. O excesso deles ao contrário de dar força, deixa tudo embolado e sem aquele peso firme que muitas vezes se busca.

Outra opção é usar camadas de bumbos, com outro mais incisivo e sem corpo, justamente para complementar o mais "gordo". É o que muitas vezes se faz em metal pesado (aonde não tem como o bumbo e baixo não embolarem com guitarras em afinação baixa).

n entendi como funciona o sidechain da waves.

Dependendo da combinação do plugin com a DAW também há restrições e procedimentos específicos para fazer funcionar. Procure no youtube e no google por sidechain no compressor e DAW que você quer fazer.

Buja
Veterano
# abr/13
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Grave guitarra e baixo EM LINHA.

EM LINHA.
Comprar o sm57 e plugar na placa de $200 não é uma boa idéia. Nem o Behringer condenser. Nem a mesinha que você tem, nem nada.
Esqueça isso tudo pra sempre e grave em LINHA.
LINHA.
Tatue na testa.



Puts, falou TUDO que eu pretendia fazer. Comprar um shure sm 57 + behringer condenser, micorofnar ampzinho e botar isso na minha placa de menos de R$ 200, 00.
Quer dizer que to fazendo certo hoje, gravanmdo em linha e nem sabia?

Ehhhh vivendo e aprendendo. Tu me ensinou uma grande lição cara! Muito obrigado.

JJJ
Veterano
# abr/13 · Editado por: JJJ
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Buja
Quer dizer que to fazendo certo hoje, gravanmdo em linha e nem sabia?

Muita calma nessa hora... Você não citou quem disse, daí fui procurar o texto (do .omni) e veja o seguinte (que eu já ia falar):

"Além disso, tudo o que você pode comprar pra melhorar (consideravelmente) as gravações é um bom pré com uma entrada HiZ legal."

Aí é que está... Entrada de LINHA não foi feita para INSTRUMENTO. As HiZ sim, podem ser usadas "como se fosse" em linha, mas tem o casamento certo de impedância e tal para serem usadas com guitarras e baixos, inclusive elas normalmente são P10, como manda o figurino.

Buja
Veterano
# abr/13
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JJJ
Mas e pra quem usa um pre-amp antes (com saida balanceada fazendo papel de DI) e manda o sinal para um guitar link via usb?
O sinal ja chegaria certinho para a DAW, sem perda de frequencias ou deteriorização do som?

Eu uso assim hoje:

Guitarra -> set de pedais -> pre-amp (saida xlr) -> guitar link -> PC

Tambem ja usei assim, porem nao gostei muito do resultado:

Guitarra ->set de pedais -> amp -> mic de DVD -> guitar link -> PC

O que seria melhor indicado, no quesito de deixar o sinal que chega ao PC mais fiel?

Abç

JJJ
Veterano
# abr/13 · Editado por: JJJ
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Buja
Mas e pra quem usa um pre-amp antes (com saida balanceada fazendo papel de DI) e manda o sinal para um guitar link via usb?

Bom, mas isso aí não tem nada a ver com "gravando direto em linha"...

Se vai ficar bom? Depende do pré, da interface usb do guitar link (que não conheço pra dizer se é boa ou não) e mais todas as variáveis envolvidas (guitarra, cabos, etc.).

.omni
Veterano
# abr/13
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Buja
Eu acho que o Guitar Link já faz o trabalho de pré amplificar e converter o sinal pra digital.
O sinal que ele está pronto pra receber é um sinal de alta impedância (HiZ), ou seja, de um instrumento.
Se você botar a saída de um pré nele o sinal vai chegar uns 40dB mais alto do que deveria.
Não é uma boa idéia.

Casper
Veterano
# abr/13
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O texto abaixo é voltado para música eletrônica, mas tem
dicas valiosas para qualquer gênero.

fonte:

http://www.gearslutz.com/board/electronic-music-instruments-electronic -music-production/625899-modest-tips-electronic-music-production.html

Modest Tips for Electronic Music Production

So I've spent the last 2 years on and off working on my record. This was one of the advantages of stepping back from the pro audio world, finally a chance to get something of my own done. Because my day in and day out life consisted of "acoustic" instruments my skill set was almost exclusively in that direction. I always figured "it's harder to do 'live' instruments, these skills are applicable! Electronic music is easy. Heck, it's my area of concentration!"

I was wrong.

I found out, rather quickly in fact, that I wasn't half the mix engineer I thought I was. I had "memorized" a couple of standard rock configurations that work great for drums-bass-guitar-vocals, but fell woefully short when it came to a track consisting of "anything goes." Literally the tracks ranged from piano/orchestral with percussion to beeps and boops mixed in with live drums. In other words, there was no formula. So I spent the last year re-inventing everything I do. Ground zero. Here are some of the things I've found:

1.) In my opinion the software versus analog versus VA versus digital debate is dead. An "all of the above" approach works best. I have a Prophet 5, I also have Arturia Prophet V. Sometimes either one sounds better for a given application. You can't tell the difference in a production *IF* the recording, mixing and mastering are spot on. I think a lot of this debate is dishonest; analog guys don't want to believe you can get the sound for a fraction of what they spend, and software guys don't believe hardware is a different (often better) workflow because can't afford the real thing. I'm here to tell you it's not what you have but how you use what you have.

2.) Forget overproduction. This isn't a rock track and these aren't live instruments. You generally don't need to pummel tracks with compression, EQ, saturators and inflators except for effect. Most electronic instruments and samples sound pretty good on their own. THIS WAS THE HARDEST LESSON FOR ME TO LEARN. Focus on your balance mix. Get your panning and levels. Do your automation. Make the entire track work. Then, and only then, sit back and decide what needs compression or EQ. You'll have a more even hand and won't "kill" things. Heck, there's a GS poster here (Kebu) who pretty much records EVERYTHING straight to a reel to reel two track. He pretty much does nothing. Sounds fantastic.

Anyways, I cannot stress this enough. I spent half my time THROWING OUT the garbage I put on my tracks. You don't need to "make things fat", they probably started out that way. By beefing up a few elements you can create the situation I did where everything had to be pumped up to keep pace. Before you know it the mixes were bloated and plastic from all the plugins.

3.) Synths, especially software derived, often benefit from light--and I mean really light--console/tape plugin artifacts. Plugins that incorporate the sound of a console are a great benefit here. Personally I just stuck the Waves SSL E-Channel across all the mixer channels and used that. Simplicity. The new Slate Digital Classic Console bundle looks great, but I haven't had the chance to demo it yet. I'm pretty jazzed about the new Waves MPX simulation and the audio demos were impressive. Of course there's the UAD's own Studer 800 plugin as well. In other words--a wealth of options in this department. But don't kill it. You probably shouldn't even hear it. It does give that depth and edge as a mix which is just enough to make it convincing.

4.) Spend more time tweaking your sounds and arrangement, less time tweaking your mix. Get your sounds working. Don't clutter up your arrangement with a bunch of pads, "texture" and other unnecessary stuff that's going to give you a headache while you are mixing. Automate the sounds if you need to, even if it's just the filter cutoff. It's more interesting that way. If something is just getting killed in the mix you may consider changing the sound or instrument entirely. I had some drums getting lost in the mix and/or dominating the mix--no happy medium. So I changed the sounds. If your sample isn't cutting it find a new one. There are dozens of high quality, amazing sample sets out there. This is the benefit of electronic music, the ease in which you can just substitute a sound without having to rent a room, set up all the mics, spend a day waiting for the perfect take, etc, etc.....

5.) There are some plugins that should just be used sparingly. Oxford Inflator is one example.... you can go overboard with that one. Transient Modulator/SPL Transient Designer is another. Generally speaking I found my tracks sounded better when I took these off the percussion. Too over the top. Likewise, go sparingly with the saturation plugins. Too often when mixing digitally (or working with softsynths) we get a failure of confidence pushing us to go "all out" and "make it sound analog." Just make it sound good. Don't kill it.

6.) Personally I render all my audio tracks and import them into a new mix session. It saves a ton of CPU and allows me to focus on JUST THE MIX. It also, contrary to what I just said, commits you to certain sounds and vibe that was your original gut feeling. If you did your job correctly getting the sounds right this should be inspiring rather than confining. Through some experimentation I found two things to be very helpful in this stage. First, I began religiously sticking to rendering my audio at -18 dbfs. Now, when mixing to a console I'd aim around this level; I wasn't as much of a stickler in an all digital environment... levels would creep around -12 to -6 dbfs. I've re-thought things and realized: "wow, there sure are a lot of ANALOG EMULATING plugins out there.... I wonder if they sound better if you approach them like the real thing?" Well, maybe it's just subjective but I am 100% convinced that they do.

So I render all tracks around -18dbfs. Maybe a little burst transient off a drum that goes a bit above that, but for the most part I'm hovering in this range. Religiously. Zealously. It has made an impact, mostly based on the plugins that come later in the chain. Secondly I print my tracks with my light application of an analog tape simulator/saturator. It just saves CPU. I also don't like to get too fiddly with this. If I hit something "hard" I'll do it ahead of time and just roll with it. It's not like mix engineers back in the day had the option to tweak how hard someone recorded something. Heck, the recording engineer didn't have that option post-facto! So I'll just commit to it and roll on. Additionally, I have started printing tracks with essential effects. Delay, phasing--stuff that is inherent to the sound. Less to mess with later, and I only had to go back and tweak/render/import one track on an entire album that was a little too dry. It's part of the whole "commit to the sound" philosophy.

7.) One word of caution--be sparing with the stereo tracks. Don't render every last thing in stereo. Only if it needs it. If you want a softsynth to sound more "analog" render it in mono. How many classic analogs are stereo? Prophet 5? Nope. Jupiter 8? Nope. Minimoog? Nope. The Oberheims tended to have voice panning, part of their unique sound. (Which you can emulate by recording each "voice" one at a time, panning each track and mixing them down to a stereo track. I did this with the Prophet 5 on a track, sounded cool.) Sometimes it's just fun to hard pan synths left or right. Don't clutter up your center. Likewise, too many stereo tracks can clutter up your entire spectrum. Sometimes just a mono track in the center can focus a mix. Be conscious of what you are making stereo or mono. More things should be mono than you think. Seriously.

8.) As soon as you import stuff into the session the first thing you should do is housecleaning. Set up your groups. Set up your folders if you use that feature. Set up your FX if you have any idea what they're going to be (and they can be tweaked later). Label and arrange your tracks. Color code them. Assign them an icon if you are able to do that. Get your basic mix buss plugins set. Assign your meters (I always mix with TT Dynamic Range and the Roger Nichols Meters in front of me). If you're like me and pretty much rely on a "virtual console" type of setup set up your channels appropriately (Waves SSL E-Channel for me). Get the boring stuff out of the way first. Then move on.

9.) Speaking of hardware synths, I own two (Prophet 5, Juno 106). I love vintage analogs. I used to have a whole roomful. Believe it or not they are useful for some things that software just isn't quite doing yet. The main thing for me is double tracking synths. Yeah, I'll do it. Not a lot, but sometimes you just want to get a thicker, wider sound. What I'll do is record two passes of the same line and pan them hard left and right. Does wonders due to the inherent tuning/voice variance of an analog synth. Granted, softsynths do this too, and they've been getting good at duplicating the fractal nature of an analog synth.... but it's not quite there yet. I have nothing to qualify this with, it just feels different. It may be a perceptual bias. I'm convinced you probably cannot tell in a mix. Sometimes I slightly detune (master tune) one side from another. Or slightly alter the sound parameters in tiny ways that you cannot hear, but add to the stereophonic nature of the signal.

10.) Electronic music presents one unique challenge--the rampant application of lowpass filters. From a technical perspective this means that you are going to probably have low end/lower midrange mud right from the onset. Understand this. Know it ahead of time. Clean up these ranges first. Use balance and automation when you can, compression if that fails, and EQ when necessary. Think about the role each sound plays. Is it a fundamental melodic line? If so, you should probably leave its lower mids alone, highpass filter it a bit and roll with it. If it's a pad or background feel free to leave its low end intact, but scoop out the range where the fundamental notes are at... usually around 150-450hz. You don't have to "punish" it, taking it down 2-3db seems to do the trick. Especially when plenty of tracks are on top of each other muddying things up.

Consequently, the top end often suffers. This is where high shelf filters come in handy. Brightening up a couple of elements is going to add clarity and accentuate some of those harmonics that are still up there. Sometimes an almost imperceptible boost around 12-14khz can add some air that really brings things together. Be careful with your highpass filtered sounds--they can get unruly in the top end. Sometimes a lowpass filter or high band shelf can do wonders to control these sounds. Just be conscious of this. Take care of it right away. The rest of the mix will fly by once you solve this issue.

11.) It's tempting to pour on tons of reverb on synth tracks because of their origins being non-acoustic. Be careful with this. Usually a bright, short and subtle ambiance program is the ticket. Believe it or not but most synth tracks can just go in dry--it's how we're used to hearing them anyways. A few elements in the mix given this treatment is often plenty. Realize that a lot of our perception of space is based off how the snare decays--take care of that and half the battle is won. It's tempting to want to reverberate backgrounds sounds but watch out, it's easy to overdo. I know I screwed this up a few times before learning my lesson. Delay tends to work best for synth music anyways. But don't overdo it. A lot of synth sounds have a sense of space to them even completely untreated. Understand that many software synths have effects built into them--either turn them off and effect later *OR* just leave the effects on there and leave it alone later.

12.) Finding good reference music can be a pain for many electronic styles. Now if you're doing dance/club styles it's easy--tons of great things to choose from. If you're doing something like new wave or instrumental it can be more difficult. A lot of the best albums are OLD, they sound out of date, they don't remotely conform to a modern sensibility for volume, dynamics or frequency range. This was a major pain in the neck for me. So I tracked down some remastered classic albums and movie soundtracks. It was the closest I could find. Granted, I like dynamics in my music and don't care if my songs aren't as loud as everyone else (nor should they be, I'm not doing heavy metal after all). Of course, after I found my reference I had to remix everything because it wasn't even close.

The point is find some good reference before you start mixing, and that it can be a challenge for electronic musicians. Some of the better sounding stuff is being produced by small, unsigned musicians--track their stuff down and see how you measure up.

Hope this helps. If you follow the link in my signature line you can hear what I've got out now. Give me some feedback as well, I don't consider these mixes finished yet. It's kind of a demo for the real deal.

Best,


James Meeker

Buja
Veterano
# abr/13
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JJJ
Se vai ficar bom? Depende do pré, da interface usb do guitar link (que não conheço pra dizer se é boa ou não) e mais todas as variáveis envolvidas (guitarra, cabos, etc.).

Hmmmm, a interface é simples, mas funcional. O restante é de qualidade razoavel.

.omni
Se você botar a saída de um pré nele o sinal vai chegar uns 40dB mais alto do que deveria.
É mesmo? E se botar a cadeia de pedais ligado direito nele, tudo via cabo p10, sem o pre, acha que poderia dar certo?

Eu pergunto isso, porque em questao de "som", eu nao vejo diferença alguma, mas em questao de danificar o equipo é que me preocupa. As vezes estou trabalhando errado, e o negocio vai acabando a vida util rapidinho.

.omni
Veterano
# abr/13
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Buja
Provavelmente daria sim. Você já leu o manual do Guitar Link?
Sobre a vida útil, não se preocupe, você não vai queimar nada.

Buja
Veterano
# abr/13
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.omni
Valeu amigao !

waltercruz
Veterano
# abr/13
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Nossa Casper, quantas dicas boas!

waltercruz
Veterano
# abr/13
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O Blog do Kim Lajoie tem uma porção de dicas muito boas de produção. Não apenas dicas técnicas, mas ótimos conselhos de como lidar com o processo.

A URL do blog: http://blog.kimlajoie.com

E pra quem gosta de comodidade, lá no kvrforum, compilaram o blog dele num pdf que você pode baixar em http://www.errepici.it/web/download/KLBD.asp . É uma boa pedida pra ter nos e-readers de vocês :)

makumbator
Veterano
# abr/13
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waltercruz

Nossa, é grande mesmo o PDF! Hashsah! 303 páginas.

Valeu, vou olhar com carinho!

waltercruz
Veterano
# abr/13
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Tem muita dica boa, e o pessoal tem engatado para investir num formato premium tb, que eu acho interessante.

O Kim tá com 2 itens, um que é bem básico, do tipo, uma visão geral das possibilidades da 'paleta' de cores digital: http://blog.kimlajoie.com/guides/mixing-tools-reference-guide/ e um outro de emoção na música

http://blog.kimlajoie.com/guides/emotion-in-music/

Ambos parecem bem interessante, mas não tenho nenhum dos dois.

Outro que tem itens interessantes (3 guias, um sobre reverb, um sobre compressão e outro sobre EQ) é esse blog aqui: http://getthatprosound.com

Esses guias são bacanas.

Enfim, muita coisa pra estudar preciso criar um clone meu só pra isso.

Casper
Veterano
# abr/13 · Editado por: Casper
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Caro waltercruz:

Baixei o PDF, vou dar uma lida, parece ser um
excelente documento. Foi bom alguém fazer
isso porque o Blog é confuso.


Depois de uma olhada na matéria sobre o Kevin Augunas
que saiu na SOS:

http://www.soundonsound.com.br/inside-tracks-kevin-augunas.php

De algumas formas me identifico com esse estilo
simples de mixagem.

rhoadsvsvai
Veterano
# mai/13 · Editado por: rhoadsvsvai
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fiz uma gambiarra aqui que ficou super interessante , uma dica ai pra quem quiser testar.

cansado de confiar nos meus ouvidos pra equlalizar (não tou conseguindo fazer o bumbo aparacer em uma mixagem mesmo jogando um monte de corte de grave nas outras pistas) eu coloquei o x noise (plugin que aprende a frequencia dos xiados na pista e lima eles) pra aprender o som do bumbo como se fosse chiado , ai joguei o x noise tem todas as pistas da musica menos no bumbo ..... FUNCIOUNOU é tipo um eq inteligente , gambiarra pesada ... tinha q compartilhar isso.

JJJ
Veterano
# mai/13
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rhoadsvsvai
Interessante. O problema é que vai limar todos os eventuais harmônicos e demais "ruídos" junto... Se pudesse filtrar só a parte fundamental do bumbo acho que seria mais seguro. Mas, como bumbo geralmente é um troço mais seco e sem grandes variações timbrísticas, realmente pode ser um achado.

rhoadsvsvai
Veterano
# mai/13
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JJJ
é verdade , mas todo equalizador mata certos harmonicos não? depende da intensidade q vc usa e o x noise tem um controle de trashold que da pra escolher o quanto ele mata

JJJ
Veterano
# mai/13
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rhoadsvsvai

Pois é. A ideia é interessante, sim. É que eu sou meio "conservador" quanto a mexer muito nas tracks! hehe

rhoadsvsvai
Veterano
# mai/13 · Editado por: rhoadsvsvai
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JJJ
mas equalização sempre tem né? impossivel sair todos os instrumentos sem nenhum conflito, ou é possivel O.O?

makumbator
Veterano
# mai/13
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rhoadsvsvai

mas equalização sempre tem né? impossivel sair todos os instrumentos sem nenhum conflito, ou é possivel

Ué, em orquestra se toca sem usar equalizador (obviamente...hsahsahsa!) há centenas de anos. Nem sempre é preciso equalizar ou fazer coisa alguma. Se está bom, está bom!

:)

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