Lula - Bola dentro / Bola fora

Autor Mensagem
LeandroP
Moderador
# 01/ago/21 11:06
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Qual o produto fabricado em um país a US$ 800,00/kg é vendido em outro país por US$ 80.000,00/kg? Sendo que este produto não é beneficiado, muito pelo contrário, pois perde a qualidade a medida em que troca de mãos. Quem financia o tráfico é o próprio combate ao tráfico. Uma guerra com mais de meio século de existência e que só perde, a sociedade sempre perde.

ProgVacas
Membro Novato
# 01/ago/21 11:29
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LeandroP

Conversa mole essa de quem financia o tráfico é quem compra.

entamoeba
Membro Novato
# 01/ago/21 11:34
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LeandroP
Qual o produto fabricado em um país a US$ 800,00/kg é vendido em outro país por US$ 80.000,00/kg?

Nióbio? Grafeno? Não sei do que você está falando, mas empreendedor com sangue nos olhos precisa investir nisso!

LeandroP
Moderador
# 01/ago/21 14:26
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entamoeba

É o segundo pó branco viciante produzido na América. O primeiro é legalizado.´

Um deles é doce e o outro é amargo.

entamoeba
Membro Novato
# 01/ago/21 14:40
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LeandroP

Estava vendo o vídeo. Pro PCC o inimigo é o Estado? Os caras são empreendedores, mesmo, defensores do laissez faire. Deixa o Drinho conhecer melhor o PCC. Vai virar fã!

ProgVacas
Membro Novato
# 01/ago/21 15:51
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entamoeba
Nióbio? Grafeno?

Arapuca

LeandroP
Moderador
# 01/ago/21 15:51
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entamoeba

rs

megiddo
Membro
# 19/set/21 16:27
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https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/09/lula-pressiona-pt-a-retoma r-debate-sobre-regulacao-da-midia.shtml

ProgVacas
Membro Novato
# 19/set/21 16:39
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megiddo

Você leu só a manchete ou o artigo todo?

megiddo
Membro
# 19/set/21 17:05
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ProgVacas
12 minutos, em pleno domingo?

ProgVacas
Membro Novato
# 19/set/21 17:23
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megiddo

Veja quanto tempo demorou para me responder...

Mas é sério... Gostaria de ler esse artigo. Você assina? Pode colar aqui?

megiddo
Membro
# 19/set/21 18:28
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ProgVacas
https://outline.com/xeY23d

Drinho
Veterano
# 19/set/21 18:52 · Editado por: Drinho
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Lula - Bola dentro / Bola fora

Esse aí é tudo dentro, com direito as duas bolas e o taco...

ProgVacas
Membro Novato
# 19/set/21 20:01
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A imprensa era o alvo principal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando ele se prepara para discursar no palco do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC no último dia 31, num evento organizado pelo PT para marcar os cinco anos do impeachment de sua sucessora, Dilma Rousseff .

O líder petista começou a reclamar da ausência de emissoras de televisão no local, mencionou como críticas que fazem quando fala em regulamentar os meios de comunicação e por fim queixou-se-se do tratamento de jornais, revistas e TVs quando uma Operação Lava Jato estava no seu encalço.

Citando um novo livro lançado pela Fundação Perseu Abramo , ligada ao PT, Lula mostrou contrariedade. "Aqui não tem um capítulo do papel da imprensa no golpe", observou, referindo-se ao impeachment de Dilma. "A gente está coagido a não mexer com a imprensa. É melhor apanhar e ficar quieto."

A um ano da eleição presidencial e apontado pelas pesquisas como favorito para vencer uma corrida , Lula decidiu reabrir o debate sobre um dos assuntos que mais geraram controvérsia nos 13 anos em que o PT governou o país, a criação de um novo marco regulatório para os meios de comunicação .

Embora ninguém no partido discorde dele sobre a necessidade de modernizar a legislação do setor, uma iniciativa de Lula causou desconforto em muitos petistas, que temem dar munição para os obrigatórios do PT num momento em que Lula busca alianças para disputar a sucessão de Jair Bolsonaro.

"Foi inoportuno, porque ainda não há debate consolidado sobre o tema no partido", diz o deputado estadual José Américo Dias (SP), que foi secretário nacional de comunicação do PT. "Lula deveria ser preservado para atuar como uma espécie de árbitro quando essa discussão estiver mais madura."

O ex-presidente relançou o debate durante a viagem que fez pelo Nordeste no fim de agosto. O tema surgiu primeiro quando um representante de uma rádio comunitária do Maranhão o questionou numa entrevista coletiva. Nos dias seguintes, o próprio Lula tomou a iniciativa de voltar ao assunto .

Nessas ocasiões, o líder petista articulou um discurso confuso, associando suas críticas à imprensa a outras questões, como a concentração de grupos setoriais no setor de radiodifusão, a desinformação nas redes sociais e os critérios do governo para distribuição de verbas de publicidade oficial.

Numa entrevista em Salvador, por exemplo, ele descartou modelos de países governados por regimes autoritários, disse ser contra qualquer tipo de censura e defendeu assim a adoção de limites para as emissoras de televisão: "Tem que ter um limite. As pessoas não podem tudo do jeito que podem ".

Lula apontou até aqui duas referências para a discussão: a legislação do Reino Unido, que prevê a concentração à economia e meios para garantir equilíbrio na cobertura jornalística, e um projeto de lei elaborado no fim de seu governo para mudar como regras da radiodifusão.

Preparado pelo ministro Franklin Martins , que chefiava a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o projeto aproveitou sugestões de especialistas, empresas do setor e representantes da sociedade que participaram da Conferência Nacional de Comunicação, em 2009.

Franklin entregou o texto a Dilma no fim de 2010, um dia antes de sua posse como presidente. A expectativa era que a proposta fosse submetida a consulta pública e depois encaminhada ao Congresso, mas isso jamais aconteceu. O governo engavetou o projeto e nunca divulgou seu conteúdo.

O documento só veio a público no ano passado, como apêndice de uma tese de doutorado defendida pelo jornalista Camilo Vannucchi na Universidade de São Paulo. Franklin forneceu uma cópia do texto em Vannucchi, mas somente depois que o pesquisador recebeu autorização de Dilma para divulgá-lo.

O projeto criava uma Agência Nacional de Comunicação para regular como concessões de rádio e televisão, mas não tocava na concentração do mercado e evitava questões que Lula tem lucros, como uma propriedade cruzada de diferentes meios de comunicação pelos mesmos grupos econômicos .

O texto mantinha limites da legislação vigente e garantia que protegem as empresas, como a exigência de quórum elevado no Congresso para revogar concessões. Além disso, proibia políticos com mandato de controlar meios de comunicação, restrição hoje imposta só a deputados federais e senadores .

Com 297 artigos, o projeto estabelecia cotas mínimas para estimular produções independentes e regionais, proibia o aluguel de horários na nota das emissoras de televisão e recomendava que todas respeitassem princípios como imparcialidade, equilíbrio e pluralismo em sua programação jornalística.

"O projeto era um bom ponto de partida e era muito comportado, sem nada que pudesse criar constrangimento", diz o professor Murilo César Ramos , da Universidade de Brasília. "É bom que Lula volte a tocar nessa questão, mas será difícil insistir no assunto sem explicar por que nada foi feito antes".

Na viagem ao Nordeste, Lula afirmou em duas ocasiões não saber por que sua proposta não avançou no governo Dilma. "Não vou discutir por que não deram entrada [no Congresso]", afirmou em Natal. Questionada pela Folha , sua assessoria informou que ele não se manifestaria sobre o assunto.

Em nota, Dilma afirmou que sua prioridade no primeiro mandato para a discussão do Marco Civil da Internet , aprovado pelo Congresso em 2014, e que o debate sobre a regulação dos meios de comunicação tornados-se inviáveis ​​depois, por causa da crise política que levou ao impeachment, em 2016.

Durante os dois governos de Lula, houve várias das meios de comunicação regular , mas a maioria não avançou. O petista chegou a propor a criação de um conselho para fiscalizar o exercício da profissão de jornalista , mas desistiu depois que a proposta foi rechaçada pelo Congresso.

Entre especialistas que participam do processo sobre o assunto no PT, há consenso de que o projeto de Franklin Martins tornou-se obsoleto, superado pelas transformações causadas na última década pelo avanço das redes sociais e dos serviços de transmissão de filmes e séries de TV na Internet.

"É necessário levantar o embargo que até hoje impediu o debate sobre a modernização do marco regulatório dos meios de comunicação", diz João Brant, ex-secretário do Ministério da Cultura e coordenador da discussão sobre o tema na campanha presidencial de Fernando Haddad (PT ) em 2018.

Em artigo publicado por uma revista da Fundação Perseu Abramo há uma semana, Brant sugeriu que sejam incluídos entre as prioridades para a discussão o combate à desinformação na internet, como políticas das plataformas que administram como redes sociais e a tributação das empresas do ramo.

Em outro texto, publicado na Folha , a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), defendeu os princípios pela Constituição de 1988 para concessões de rádio e televisão, alguns dos quais nunca regulamentados, e sugeriu mudanças na legislação que garantia o direito de resposta, sem dar detalhes.

Os petistas só devem tratar do assunto com maior profundidade quando começarem a discutir o programa que Lula apresentará em sua campanha presidencial em 2022. "Não é prioridade nesse momento, e o próprio Lula sabe disso", diz o secretário nacional de comunicação do PT, Jilmar Tatto.

Conselho Federal de Jornalismo Em 2004, o governo Lula propôs ao Congresso a criação de um Conselho Federal de Jornalismo, com poderes para regulamentar e fiscalizar o exercício da profissão. Elaborado pela Federação Nacional dos Jornalistas, o projeto foi rejeitado pela Câmara dos Deputados quatro meses depois.

Ancinav No mesmo ano, o Ministério da Cultura colocou em debate um projeto de Lei Geral do Audiovisual. Criava a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual e regras para produção de filmes, programas de TV e operadoras de telecomunicações. O projeto nunca foi submetido ao Congresso e foi engavetado.

EBC Em 2008, o Congresso aprovou a criação da Empresa Brasil de Comunicação , responsável pela TV Brasil, pela Agência Brasil e por sete rádios estatais. A ambição de criar um forte sistema público de comunicação foi frustrada com o tempo por cortes orçamentários e baixíssimos audiência.

Projeto de Franklin Martins Produzido pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República sob a liderança do então ministro Franklin Martins, o projeto incorporou sugestões da Conferência Nacional de Comunicação, realizado em 2009. Criava uma Agência Nacional de Comunicação e propunha novas regras para emissoras de rádio e televisão. Entregue em 2010 à presidente eleita Dilma Rousseff, foi engavetado em seu governo.

Marco Civil da Internet Aprovado cabelo Congresso em 2014, de base com num Projeto de lei apresentado POR Dilma apos sete ano de DISCUSSÃO com a sociedade, CRIOU Garantias para Usuários da Rede e Regras para Empresas Que prestam Serviços na internet, buscando Proteger a Liberdade de expressão, a privacidade e o princípio da neutralidade da rede.

ProgVacas
Membro Novato
# 19/set/21 20:31
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O projeto criava uma Agência Nacional de Comunicação para regular como concessões de rádio e televisão, mas não tocava na concentração do mercado e evitava questões que Lula tem lucros, como uma propriedade cruzada de diferentes meios de comunicação pelos mesmos grupos econômicos .

Não entendi.

Até aqui, nada demais.

O texto mantinha limites da legislação vigente e garantia que protegem as empresas, como a exigência de quórum elevado no Congresso para revogar concessões. Além disso, proibia políticos com mandato de controlar meios de comunicação, restrição hoje imposta só a deputados federais e senadores .

Alguém mentalmente são discorda?

Com 297 artigos, o projeto estabelecia cotas mínimas para estimular produções independentes e regionais, proibia o aluguel de horários na nota das emissoras de televisão e recomendava que todas respeitassem princípios como imparcialidade, equilíbrio e pluralismo em sua programação jornalística

Que pena que ficou só no cheiro... =/

"O projeto era um bom ponto de partida e era muito comportado, sem nada que pudesse criar constrangimento", diz o professor Murilo César Ramos , da Universidade de Brasília. "É bom que Lula volte a tocar nessa questão, mas será difícil insistir no assunto sem explicar por que nada foi feito antes".

Concordo com a opinião e com a crítica.
...

É um debate que interessa a todos nós.

brunohardrocker
Veterano
# 20/set/21 16:00
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> imprensa faz cobertura enviesada em desfavor do lula: é preciso regular a mídia
> imprensa faz cobertura enviesada em desfavor de opositores do lula: não se pode atacar a imprensa! é precisa respeitar as instituições! não existe imparcialidade! o ser humano é um ser político!

ProgVacas
Membro Novato
# 20/set/21 16:01
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brunohardrocker
É uma interpretação razoável... Qual a evidência?

brunohardrocker
Veterano
# 20/set/21 16:32
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ProgVacas
Qual a evidência?


Este fórum, de 01/01/2019 a 31/12/2019.

ProgVacas
Membro Novato
# 20/set/21 18:43
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brunohardrocker
Este fórum

É lixo eletrônico, chapa.

Lelo Mig
Membro
# 20/set/21 19:33 · Editado por: Lelo Mig
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brunohardrocker

Só políticos realmente democratas (o que é raro) não encana com problemas com a imprensa. Seja de direita ou de esquerda, todos, com raras exceções, odeiam da imprensa.

A imprensa tá aí para descer o sarrafo e denunciar e todo político brazuca, sem exceção, faz merda prá caramba. A grande maioria mais erra do que acerta.

Imprensa não têm que apoiar governo, a imprensa têm mais é que bater. Governante têm muito ego, alguém têm que fazê-los sangrar em tempo integral para não se sentirem deuses.

Depois da gestão, elogia o que tiver de elogiar. Durante... é tiro, porrada e bomba!

Função da imprensa é informar, como não a quase nada a se informar numa gestão política seu trabalho é denunciar. De preferência com requintes de crueldade.

makumbator
Moderador
# 20/set/21 20:00
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Lelo Mig

Não vejo problema se a imprensa elogiar quando algo for bom/certo/adequado mesmo durante a gestão de fulano ou beltrano (evidentemente que o bom/certo/adequado é algo muitas vezes subjetivo). Mas é claro que criticar/cobrar/vigiar é ainda mais importante. Tanto o elogio quanto as críticas ácidas acabam sendo vistas como apoio irrestrito ou ataques de inimigos.

Mas é verdade também que muitos esquecem dos interesses das próprias empresas de comunicação, tratando-as como entidades neutras que apenas acompanham o desenrolar das coisas e reportam os fatos. Claro que não é assim. Da mesma forma que o político tem interesses e planos de poder, as empresas de comunicação também os tem.

Mas eu sou particularmente contra essas iniciativas de regulamentação de imprensa (seja as vindas da esquerda e as da direita). Por mim deixa rolar e cada um que recorra ao judiciário quando achar que foi prejudicado.

Lelo Mig
Membro
# 20/set/21 20:43
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makumbator

"muitos esquecem dos interesses das próprias empresas de comunicação, tratando-as como entidades neutras"

Você está certo, sem dúvida. Tanto é que 80% dos grupos de comunicação são de políticos, direta ou indiretamente.

Mas, numa democracia, sempre vai ter uma instituição contra a situação e outro à favor, como acontece hoje. Por exemplo Jovem Pan e a Folha de SP, mas poderia citar dezenas. E nem tô falando destas bostas de mídia de internet (ainda que formem opinião), tô falando de imprensa poderosa mesmo.

Têm que deixar o bicho solto, a própria imprensa duelar.

Político inteligente sabe que a imprensa não é só o Quarto Poder, é o mais poderoso de todos.

Skider
Veterano
# 20/set/21 22:06
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E essa história de um lulopetista do grelo duro ameaçando de violência contra a Tabata Amaral, no twitter, ao que o José Dirceu retwittou?

Como o velhote, que já tem antecedentes de covardia contra mulheres, é um camarada do partido, então está tudo certo. Bola dentro. Suprassumo do bolsopetismo.

makumbator
Moderador
# 20/set/21 23:04 · Editado por: makumbator
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Skider
E essa história de um lulopetista do grelo duro ameaçando de violência contra a Tabata Amaral, no twitter, ao que o José Dirceu retwittou?

Eu vi, mas não é o José de Abreu? Ele é o Bolsonarista extremista de esquerda.

José de Abreu pode tentar fazer uma speedrun para pedir desculpas:

https://www.youtube.com/watch?v=9k8VvdfM-sg

Drinho
Veterano
# 21/set/21 05:34 · Editado por: Drinho
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José de Abreu

Esse aí elogia Cuba e se muda para Nova Zelândia, segundo país mais liberal do globo terrestre, atrás apenas da Suíça.

Normal dessa turma.

Mais governo para os outros e mais Suíça para mim.

ProgVacas
Membro Novato
# 21/set/21 06:17
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Eu sigo o Zé de Abreu no twitter... Não lembro de vê-lo elogiando Cuba.

Skider
Veterano
# 21/set/21 08:40
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makumbator
O pior nem é o velhote, que tem histórico de maluquice e covardia.
Se tiver twitter, da uma olhada nos comentários alguns militantes. Só coisa boa.

Skider
Veterano
# 21/set/21 08:42
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btw, o velhote já se desculpou, de novo.
E parece que a militância moderada ficou satisfeita.

ProgVacas
Membro Novato
# 21/set/21 09:13
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Se qualquer otário me importunasse no restaurante por causa do meu posicionamento político, seja homem ou mulher, eu cuspiria na cara também.

brunohardrocker
Veterano
# 21/set/21 09:15
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Lelo Mig
Só políticos realmente democratas (o que é raro) não encana com problemas com a imprensa.

Leia-se: políticos muito bem articulados, "diplomáticos", bons companheiros. Parceiros!

A imprensa tá aí para descer o sarrafo e denunciar e todo político brazuca, sem exceção, faz merda prá caramba. A grande maioria mais erra do que acerta.
Imprensa não têm que apoiar governo, a imprensa têm mais é que bater. Governante têm muito ego, alguém têm que fazê-los sangrar em tempo integral para não se sentirem deuses.

Que bom se fosse assim.

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