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      Bom pré-amp pra gravação com VST. Mas o que o torna bom?

      Autor Mensagem
      T-Rodman
      Veterano
      # ago/10
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      trashit hc
      sim, esse mesmo. Como já ouvi por aí, é um bom pré, mas não muito bom overdrive.

      shoyoninja
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia
      Uma vez que o pré consiga trabalhar com a impedância alta da guitarra, não importa se ele vai alterar o sinal ou não.

      É perfeitamente válido usar o pré para dar essa "empurrada". Por empurrar eu entendo aplicar um pouco a mais de ganho no sinal para ter um crunch logo de cara. Desde que não ocorra clipping, tudo certo.

      makumbator
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: makumbator
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      MauricioBahia
      Existe essa coisa de "empurrar" o som com um pré-amp real num ambiente VST? Não seria mais lógico usar um pré amp virtual? Afinal estamos emulando a realidade num mundo digital. Enfim, o sinal "emburrado", real, não seria limitado pelo software?


      Claro que sim! Vc mesmo não usava tubescreamer com o vintage amp room? Ou era outra pessoa?

      Bem que qualquer modo, acho estremamente válido. Os testes que eu fiz aqui com o tubestation(que é um pré valvulado) me deu sons diferentes do que eu obtinha apenas no VST, e também diferente dos gerados pelo Prodrive II. Além de ele responder de maneira diferente de acordo com o volume do pré(coisa que o Prodrive não faz, é igual em todo o curso, apenas com a diferença de volume).

      Isso sem contar que ele me deu MUITO mais volume com menos ruído, ou seja, melhorei muito minha relação sinal/ruído nas distorções hi gain(e não apenas, pois o canal de overdrive do Tubestation é lindo)

      No fim das contas, o que importa é a diversidade sonora, e a qualidade obtida(de acodo com o gosto de quem toca), o de menos(na minha opinião) é ficar encucado se é "pecado" ou não misturar o universo do real com o virtual.

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      makumbator: Claro que sim! Vc mesmo não usava tubescreamer com o vintage amp room? Ou era outra pessoa

      Acho que era o ogner... Eu já usei pedais com VSTs, mas é pra colorir o som. Prefiro fazer tudo via software. Vintage Amp Room e esse carinhas aqui http://www.bbesound.com/products/stomp-boxes/stomp-ware.aspx ou similares. O Zoom H4 pré-amplifica o sinal num bom nível.

      No fim das contas, o que importa é a diversidade sonora, e a qualidade obtida(de acodo com o gosto de quem toca), o de menos(na minha opinião) é ficar encucado se é "pecado" ou não misturar o universo do real com o virtual.

      Tembém acho. ;-)

      Abs

      guitarg3
      Veterano
      # ago/10
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      no caso de ja possuir uma fast track pro.. se eu fosse usar um pre ampli eu ligaria a guita no pre ampli e o pre ampli na fast track.. ae eu tentaria colocar o maximo d volume possivel sem clipar tanto no pre ampli como na fast track pra se ter um resultado bom?

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
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      guitarg3

      O maior volume possível, mas sem clipar a entrada em nenhum dos dois estágios(tanto do pré quanto na interface). A interface vc confere no medidor do software de gravação, e no pré vc avalia com o ouvido(desligando qualquer efeito ou processamento em VST que esteja colocado na pista virtual(delay, reverb, etc...)

      guitarg3
      Veterano
      # ago/10
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      e eu vou ter uma melhora consideravel será usando a pré-ampli + fast track pro? na gravaçao de guitarra e baixo e voz

      Minow
      Veterano
      # ago/10
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      guitarg3
      Tudo depende do mic que você usa, das condições da sua sala e da sua experiência.
      Considerando que você usa bem o seu equipamento, sim, vai.

      MMI
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: MMI
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      MauricioBahia

      A questão é: preciso muito mais que uma Fastrack pra ser feliz?

      Pequeno gafanhoto, uma Fastrack não é necessária para sua felicidade. Deixe essa vida consumista, o caminho da felicidade não passa por aí. Tente por este lado, que passa por aqui.


      Velho, tem tido tão poucos debates legais aqui no FCC ultimamente que acho que é nosso "dever" como amantes da música esmiuçar possibilidade e prover algumas respostas.

      É vero!


      T-Rodman

      achei o pre amp Marshall que vi no estúdio. Se chama JMP-1.

      Este preamp está fora de produção há um tempo. Simula muito amps famosos da Marshall, é muito legal, mas inferior aos Mesa atuais, como disse outro colega.

      Sobre válvulas. A utilidade delas em um pré é justamente colorir o som, comprimir e etc. Pode ser uma vantagem ou não dependendo do som que você quer e da forma como você gosta de gravar...

      É verdade, mas vai muito além disso. Quanto a isso e ao Avalon, leia abaixo...



      MauricioBahia

      Existe essa coisa de "empurrar" o som com um pré-amp real num ambiente VST? Não seria mais lógico usar um pré amp virtual? Afinal estamos emulando a realidade num mundo digital.

      Falando sério agora... Primeiro já aviso que não tenho experiência nem nunca mexi com uma Fastrack, minha pior interface é uma Digidesign Mbox que quase não mexo nela. Se sua dúvida é do uso da Fastrack, nem sei se vale a pena ler o livro que estas mal traçadas desandaram a transcorrer...

      Existe prés e PRÉS (com letras maiúsculas). Mas você está se referindo à "bom pré-amp" no título do tópico... Como todos bem sabemos (a maioria que discutiu neste tópico), nós guitarristas temos um grande diferencial de usarmos e adorarmos distorção, raríssimos outros instrumentos fazem uso disso e esta é a razão de gostarmos das válvulas. Então, prés dedicados a guitarras, como o JMP-1 que o colega T-Rodman citou ou os que tenho, Mesa Triaxis e Rectifier Studio Preamp, são dedicados para distorcer principalmente. Prés de estúdio, como o Avalon ou outro excelente que é o Joemeek (são prés valvulados com compressores ópticos muito bons, sendo que os compressores são na minha opinião o ponto alto deles) chegam a dar um drivezinho, mas longe de uma distorção ou um drive que os guitarristas estão habituados.

      Como exemplo vou falar do Mesa Rectifier Studio Preamp (vou chamar só de Recto daqui para frente para facilitar). É um pré que tem toda a construção e sonoridade de um cabeçote, só que sem o power, com alguns detalhes incluídos. Por ser um pré para guitarra, tem um loop dentro deste pré, em paralelo e não em série, ou seja, dá para se controlar o quanto de sinal vai para o loop através de um pot. Eu o comprei muito mais para ligar num power e ter o som de um rectifier em conjunto com o Triaxis que tem o som mais para a linha Mark, isso tudo em falantes de 12'. Mas por ser um pré de estúdio também, ele tem uma saída exclusiva para se ligar a uma mesa de som ou interface para gravação, inclusive para isso é necessário mudar uma chave na frente para uma posição chamada "warm record", a sensação é que serve para tirar as abelhas. Tem também um pot chamado "recording output", ou seja, regula a saída do sinal que vai para a mesa/gravação. Aqui também existe a dificuldade para não deixar clipar, o Recto joga um sinal distorcido que parece um caminhão tentando entrar num estacionamento de shopping lotado. Mas com esse pot bem regulado, o Recto joga o sinal distorcido de um Rectifier (cabeçote) para a gravação em linha de forma bem satisfatória, duvido que numa gravação alguém sinta falta do power distorcendo, mas claro, se houver, ajuda muito. Assim, considero que um Recto (bom preamp dedicado para guitarras) mandando o som distorcido famoso dos Rectifiers para uma Fastrack e daí para um Guitar Rig (exemplo de VST), para usar efeitos e simulação de falantes e microfones, com certeza vai ficar muito legal.

      Mas vamos para compressores de estúdio. O Avalon custa o dobro do Recto, então vou falar do Joemeek que é muito legal, mas é mais barato que um Recto, mas em última análise é parecido. Ambos tem um excelente pré, compressor, um bom equalizador e o Joemeek ainda tem o De-esser. Digo de compressor de estúdio, mas ao vivo o Clapton usa um Carlos Tube Preamp e o John Mayer usa este Avalon aí, antes que alguém reclame, mas servem bem para preamps de gravação e para isso foram pensados. Antigamente, na maioria das vezes os preamps utilizados eram aqueles que estavam nas mesas dos estúdios de gravação. A procura por diferentes timbres e cores no som acabou levando os engenheiros a recorrer aos prés externos, além dos que já existiam no mixing console do estúdio. São excelentes, e na verdade são feitos, para microfones. Ele está ali para amplificar o sinal gerado pelo mic que é de 0,7-1 milivot por uma razão de 5000:1 ou até mais. Como esse sinal não é tão diferente do sinal de um captador de guitarra ou um piezo de violão, estes ficam legais também, mas não são dedicados para guitarra. Você também consegue um drivezinho se botar no talo o drive e reduzir o ganho (a saída, o "master"), o que pode ser interessante para se somar ao som do VST, dessa vez completo, com tudo que tem direito. Tem uma coisa legal que a própria válvula mesmo se "estourar" um pouco, dá um drive suave e ás vezes agradável, comprimindo o som de forma bem bacana. Aí é uma questão de usar um colorido diferente, de válvula, ao invés do pré SS da sua placa (costuma ser um pré bem modesto), como o Fastrack, por exemplo. Mas, se alguém tem uma Fastrack já tem um pré, de toda forma e na verdade, não precisa de outra. Eu acho muito legal, acho que fica bem melhor. Mas outros podem não notar diferença ou achar que muda pouco e não compensa, aí é opinião e discutir isso é f**... É meio como usar um pedal analógico e outro digital (depende do pedal, do gosto, do que se quer...), para mim soa bem legal e melhora o som do VST. Com o adendo que o pré fica legal para gravar em linha (na minha opinião), mas fica legal para baixo, para microfonar o amp, para microfone de voz ou mesmo para um teclado. Se compensa, se vale, depende do que você quer, do quanto você ganha e disponibiliza para isso e do uso que vai fazer, a resposta é "sei lá!".

      Abç

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      MMI: Tente por este lado

      ULALÁ!!!!!

      Ainda não li a parte séria, hehe, mas lerei com muita calma pq agora tá um falatório dos infernos aqui e não consigo me concentrar...

      Vlw!!!

      ps. eu uso esse pré amps virtuais: http://www.d16.pl/images/redoptor/redoptor-persp-big.jpg ou esse http://www.g-sonique.com/gweb/products/Twisthead-VS-206/Twisthead-VS-2 06.jpg

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
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      MMI

      É por aí mesmo. Belo texto.

      Seria legal vc editar e colocar uns espaços nos parágrafos, para facilitar a leitura.

      MMI
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia

      Achei um pré muito louco que você pode curtir...
      É o TubeUlent preamp, dá uma lida no review. Um bichinho muito doido, tem válvula de pré e de power, mas funciona como pré e só consegue empurrar sozinho um fone de ouvido, não um falante de 12'. Dá para plugar na entrada, no loop, na cadeia de pedais... Muito louco.

      MMI
      Veterano
      # ago/10
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      makumbator

      Esqueci, desculpe. Já fiz... hehehehehehehhe

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      MMI

      Os programas VSTs que simulam amps, pedais, caixas, mics, como o Amplitube, Guitar Rig e outros, dependem fundamentalmente do nível de volume de entrada pra fazer seus cálculos a fim de modelarem a realidade. A questão do pré amp, no meu modo de ver é que vc não pode extrapolar na pré-amplificação pois esse programas, normalmente tem um "limiter" pra evitar a clipagem digital. Então se vc mandar ver no pré amp pra empurar o som do amp VST, o que vc terá é um sinal chapado/distorcido entrando no VST. Aquelas frequências das válvulas, provavelmente serão perdidas no limitador. Então, imagino, que teremos distorção, porém, literalmente limitada, o que não acontece na vida real, certo?

      Pensando assim, acredito que o resultado é o som da guitarra distorcido e amplificado pelo simulador, mas ele não interage, apenas recebe uma distorção num "sabor" X ou Y.

      Por fim temos um sinal distorcido e limitado, que pode ser muito bonito. O ponto fraco é que perdemos a possibilidade de reamp total, já que o som original da guitarra já entrou distorcido no simulador. Tudo bem, é um caminho, mas não sei se vale gastar muito para ter este "sabor".

      Por outro lado, temos o pré-amp apenas para mandar volume pro simulador (ou VTS, como queira) e o VST vai cuidar do sinal pq ele tem pré-amps também! No manual da Softube aconselha experimentar boostar seus amps virtuais com pré-amps virtuais.

      Enfim, eu acho que são mundos diferentes e que podem ser mesclados pq enfim, o que importa é a música, que por sinal, não vê pré-amps... :-)

      Se compensa, se vale, depende do que você quer, do quanto você ganha e disponibiliza para isso e do uso que vai fazer, a resposta é "sei lá!".

      É por aí que penso, mas eu não indicaria um iniciante partir para equipos top pois com um Fastrack ele poderá fazer muita coisa boa, criativa e de ótima qualidade, com tenho visto aqui no FCC.

      Abs

      makumbator
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: makumbator
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      MauricioBahia
      A questão do pré amp, no meu modo de ver é que vc não pode extrapolar na pré-amplificação pois esse programas, normalmente tem um "limiter" pra evitar a clipagem digital. Então se vc mandar ver no pré amp pra empurar o som do amp VST, o que vc terá é um sinal chapado/distorcido entrando no VST. Aquelas frequências das válvulas

      É verdade, mas por outro lado, eu acho que essas interfaces mais baratas(fast track, jam lab, e afins) tem pouco volume. Sempre que eu uso uma dessas na ligação pura(eu uso bastante uma jam lab) sou obrigado a subir muito o ganho, aí o ruído impera.

      Tanto que uso um pré barato na guitarra(MIC200) justamente para subir o som, e não pela cor dele. Concordo contigo, mas acho que em determinada faixa de preço de interface um pré externo ajuda demais a melhorar a relação sinal/ruído, pois eu nem aumento muito o ganho da válvula dele, é mais o ganho de volume mesmo.

      O ponto fraco é que perdemos a possibilidade de reamp total, já que o som original da guitarra já entrou distorcido no simulador.

      Por isso que eu gosto de misturar, agora estou usando o pré valvulado da 56inc(que dispensa o mic200, pois tem a saída poderosa), mas em outras pistas da mesma música as vezes uso o prodrive II e em outras apenas o VST ou apenas o pocket pod. Gosto da mistura de timbres em guitarra hi-gain, e isso ajuda no efeito "parede sonora". Até porque eu já gosto de gravar trocentas pistas mesmo, então quanto mais variedade melhor.

      Não sei se comentei, mas comprei até uma ilok no ebay só pra usar o POD Farm standard que eu peguei grátis da Line6,(no mês que eles lançaram o platinum na nova versão liberaram o registro grátis da anterior),eu fiz a inscrição e deixei guardada até ter a ilok. Foi mais uma change de novos timbres(e que custou apenas 66 reais, que foi o valor da ilok).

      Quando gravo coisas em que não quero a parede sonora, escolho a forma(se vai ser VST puro, prodrive, tubesacreamer, tubestation, pocket pod). Acabo ficando com mais opções. OU ás vezes até faço a parede só em uma fonte(só alterando a EQ).

      Por exemplo, na Será que é isso que eu necessito que eu gravei sozinho no tributo do Titãs, usei em muitas pistas o pocket pod sozinho, e em umas poucas o prodrive II com o pocket pod simulando caixa.

      E sabe que eu também tinha essa neura de não poder mais mudar o som do drive se o gravasse definitivamente(o que acontece com os pedais). Mas eu notei que na maioria das vezes eu não mudava o som da guitarra depois da gravação mesmo quando tinha a chance(no VST puro), então desencanei com isso.

      MMI
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia

      Entendi sua dúvida... A questão é que num Rectifier preamp, por exemplo, você vai mandar um belo som distorcido, bem legal.
      Tudo o que você pode querer é dar uma arredondada com um efeito (delay, por exemplo) ou uma mexidinha com simulador de caixa ou microfone. Esquece reamp porque no fim das contas você está com um timbre Mesa Rectifier, o que não é pouco. E tem o tal pot de saída para se acertar o sinal e não clipar, acho que até aí tudo certo...

      A questão é que nos prés de estúdio, ou os que não são específicos para guitarra, também existe esse pot antes de sair o sinal. Mas eles também tem um na entrada, seria meio como um amplificador de guitarra com pot de ganho e master. Só que a distorção deles são bem sutis, diferentes da que guitarristas estão acostumados, é meio um "crunchzinho", para você ter um parâmetro. As frequências das válvulas não são perdidas no limitador. Dá um "sabor diferente" sim.

      Só para comparar, o Mesa Rectifier tem 6 válvulas 12AX7, enquanto os que não são feitos para guitarra geralmente tem 1 ou 2. No Mesa, cada uma das válvulas dá um "sabor" diferente, então mudei e dexei ao meu "paladar".

      Quanto a indicar a um iniciante, talvez não seja o caso, mas depende. Acho que mesmo iniciante, desde que tenha certeza do que quer, o cara deve comprar o melhor possível para evitar trocar de equipo várias vezes, o que dá muitos prejuízos. Então se for para um iniciante que quer gravar guitarra, violão, microfones e está projetando um futuro estúdio, talvez seja o caso de comprar um pré. Mais uma vez, "sei lá!". Hehehehehe

      guitarg3
      Veterano
      # ago/10
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      uma duvida sobre pre amplis.. se eu tenho uma fast track pro.. ela tem 4 entradas sendo duas pra microfones condensadores.. todo pre ampli ja vem com phanton power? e se eu quiser usar os 4 canais teria q usar um pre ampli pra cada canal?

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
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      guitarg3

      pré de microfone já vem com phantom power(normalmente). Mas os exclusivos de guitarra não vem(por motivos óbvios), pois eles não foram feitos para conectar microfone.

      Caso vc queira usar prés externos para cada canal em separado, é claro que teria que usar uma unidade para cada microfone. Ou pré com várias conexões independentes.

      THRASH3R
      Veterano
      # ago/10
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      Um pré-amp valvulado só tem nexo então se voce deseja adicionar drive ao som do instrumento?

      Se a sua intenção é gravar uma guitarra com um amp de verdade, em uma caixa com falantes de 12 microfonando, um pré-amp não necessita ser valvulado, é isso? ja que o drive vai vir do seu ampli e o microfone soh vai captar ele. Ou estou errado?

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
      · votar


      THRASH3R

      Depende, pré de microfone valvulado não é feito para dar distorção e sim para esquentar e aveludar o som, e pode ser usado para gravar guitarra(tanto microfonada, quanto em linha, mas com outra coisa gerando o drive, podendo ser pedal, amp, vst).

      Mas é claro que o pré pode ser transistorizado, e há muitos assim.

      MMI
      Veterano
      # ago/10
      · votar


      THRASH3R

      A partir do momento em que você tem os prés, dificilmente você fica sem um numa gravação. Numa gravação microfonando o ampli, irá escolher e posicionar os microfones (acho legal, dependendo da aplicação, um dinâmico no falante e um condensador na ambiência) e vai ligá-los no pré. Fica muito bom para gravar violão, seja em linha (no elétrico) ou microfonando um condensador.

      papillon
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: papillon
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      e aew galera blz??
      comecei a ler o topico e esta super interessante, mt bom mesmo o assunto discutido, me desculpem se a pergunta q vou fazer ja foi comentada aqui, pois estou no trabalho e nao posso ler o topico inteiro enfim...
      eu tenho uma fast track pro, e tenho uma ME-70 da boss, sera q ficaria legal ligar a ME-70 no modo EQ do Preamp para da uma modelada no som, e um gas, visto que a fast track dexa o som mt "cru" como ja foi dito aqui!?!?
      eu ja liguei a pedaleira na placa mas nao sei o que acontece, nao gosto do som final, tenho uns monitores de audio Rokit 5 e axo o som mt sem vida qd ligo na placa mesmo na saida "rec/headphones"
      e ai, alguma dica, como faço para ter uma boa mesclagem do VST com o Equipamento hardware????
      abraçaoo
      agradeço desde já

      EDIT: eitaaa ja sou veterano, que emoção!! ;~}

      papillon
      Veterano
      # ago/10
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      up!

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10
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      makumbator
      MMI

      Interessantes observações e depoimentos... Melhor ainda é termos um debate sadio! :-))

      papillon: eu ja liguei a pedaleira na placa mas nao sei o que acontece, nao gosto do som final,

      Vc poderia mandar o sinal da sua ME-70 pras caixas/mics simulados pelo Amplitube, por exemplo. Aí vc timbra a seu gosto.

      Abs

      MMI
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia

      Interessantes observações e depoimentos... Melhor ainda é termos um debate sadio! :-))

      Sim, o que tem estado em falta nesse FCC.
      Abraço

      EduardoJannke
      Veterano
      # set/10
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      Pessoal, muito interesante o tópico, mas fiquei com uma dúvida, sobre usar um Tube Screamer como preamp:
      Tenho um TS do Robert keeley, true bypass, como faria para acertar a impedância com a fast track? Coloco ele desligado (ou ligado?) entre a guitarra e a interface?
      E se quisesse usar o timbre dele, teria que ligar ele em um pedal não-True-Bypass desligado (ou ligado) antes da interface?
      Estou tentando fugir de ter que comprar um direct box (ou pre amp hehehe)
      Abraços

      makumbator
      Veterano
      # set/10
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      EduardoJannke

      Mas não funciona com pedal true Bypass, tem que ser pedal com buffer(e o efeito em posição desligada, obviamente). O TBP manda o mesmo sinal da entrada da guitarra quando desligado(então é como se ele não estivesse ali).

      caso vc tenha qualquer pedal de boa qualidade não TBP, pode usar para esse casamento de impedância.

      MauricioBahia
      Moderador
      # set/10
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      Sei que não é exatamente o tema do tópico, que é pré amps pra guitarra, mas aqui tem um teste cego com pré-amps para microfone. Os 3 modelos variam entre U$150,00 e U$1500,00:

      http://www.homebrewedmusic.com/2007/02/24/mic-preamps-compared/

      makumbator

      +1

      Abs

      ogner
      Veterano
      # set/10
      · votar


      EduardoJannke

      E se quisesse usar o timbre dele, teria que ligar ele em um pedal não-True-Bypass desligado (ou ligado) antes da interface?

      Empiricamente, vc pode conseguir bons resultados usando somente Guitarra>Seu TS>FastTrack>DAW(esse com um VST simulando amp/caixas), basta paciência pra timbrar.

      EduardoJannke
      Veterano
      # set/10
      · votar


      Makumbator e ogner:
      Valeu pelas dicas! muito bom o tópico, vou ficar de olho para atualizações nele.
      Abraços

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