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      Bom pré-amp pra gravação com VST. Mas o que o torna bom?

      Autor Mensagem
      ogner
      Veterano
      # ago/10
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      trashit hc

      Lembra dessa gravação
      http://forum.cifraclub.com.br/forum/16/238727/p1#6949860

      Aumentei um pouco e ela esta clipando por excesso de output na Track

      http://www.4shared.com/audio/jAqwUVu2/JAM-OGNER-FCC-NOVA.html

      Se vc colocar um volume alto nos fones vai ver que o som clipa, estraga, e nao por causa dos fones, e sim pelo excesso. É um tipo de ditorcão digital...

      A distorção digital pode aconrecer em entradas altas de mais ou saidas altas demais, tem que ser bem monitorado os volumes,

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      braddock: Será que com um preamp de qualidade o som vai melhorar absurdamente?

      Eu não consigo imaginar que isso seja possível. Penso assim na minha visão de quase leigo:

      (1) O sinal limpo é gerado pela guitarra, (2) o pré-amp o amplifica, (3) a interface converte pra digital criando uma imagem digital pré-amplificada do sinal limpo e a manda via USB pro micro. Nesse interim, as impedância são casadas automaticamente

      A meu ver, o pré-amp "de qualidade" vai fazer o "dever de casa", que é amplificar o sinal sem que ruídos indesejáveis atrapalhem essa amplificação. No mais você vai poder colorir o som com algum tipo de sonoridade proveniente do pré-amp, criando um sinal "colorido".

      Agora, esse "dever de casa" já não é feito por um Fast Track da vida? E o que a Fastrack faz é tão inferior de deveríamos gastar centenas de dólares num pre-amp "de qualidade"?

      Será que não poderíamos colorir o som de maneira similar no próprio VST?

      Abs

      trashit hc
      Veterano
      # ago/10
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      ogner

      Lembra dessa gravação
      http://forum.cifraclub.com.br/forum/16/238727/p1#6949860

      sim.

      Aumentei um pouco e ela esta clipando por excesso de output na Track

      sei.

      Se vc colocar um volume alto nos fones vai ver que o som clipa, estraga, e nao por causa dos fones, e sim pelo excesso. É um tipo de ditorcão digital...

      A distorção digital pode aconrecer em entradas altas de mais ou saidas altas demais, tem que ser bem monitorado os volumes,
      entendi!!

      como eu sempre uso pedal antes dos VST's, é melhor eu ajustar o volume no pedal, e deixar um volume baixo no IN, e OUT, nos VST's??

      ogner
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia
      Será que com um preamp de qualidade o som vai melhorar absurdamente?

      Da mesma forma que ja disse por aqui que o upgrade das minhas gravaçoes quando sai da placa onborard para a Fast Track Pro foi muito mais notado no quesito "processamento" doq timbristico...Mas essa "folga", "tranquilidade" do processamento mes fez melhorar o timbre consequentemente.

      Agora esperar que colocar um preamp valvulado de U$500,00 na frente da placa vai deixar seu timbre lindo, maravilhoso, esquece..Balela...Gravação digital é 95% suor!! To falando de guitarras!!

      ogner
      Veterano
      # ago/10
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      trashit hc

      Acho que vc esta errando nas entradas!! Seus volumes de entrada não estão legais!! Eu acho!!!Tem que monitorar tanto o volume e o drive fo pedal, quanto o controle de entrada do Windows e os controles de IN do Daw e depois os Volume~Ganho do amp que vc escolher simular.

      A consultoria custa 100,00/H

      é melhor eu ajustar o volume no pedal, e deixar um volume baixo no IN, e OUT, nos VST's??

      Cara, suor. Teste, mexe ve se melhora, mexe no outro, volta, aumenta um e baixa o outro...E assim vai!! 95%

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      ogner

      Da onboard pra uma interface dedicada acredito que tenhamos um salto grande, até o pq o áudio é pré-processado na interface. Por isso a latência é reduzida drasticamente pois o micro já recebe o sinal pronto uso. Além da qualidade da conversão A/D/A que pode ser muito melhor que uma onboard, que não tem por excelência gerar um áudio de qualidade na maioria dos casos que tenho visto.

      A questão é de um Fastrack pra um Caralho4Track Valvulado de U$1000,00 pra gravar sua guitarrista ou baixo.

      Perceba que desde o início, estou colocando a Fastrack como patrâmetro.

      Abs

      ogner
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia

      Exato. como vc mesmo relatou e eu concordo as melhorias ae citadas foram de processamento, mas claro ajudam no timbre!

      A fast track não vai melhorar seu timbre, vai te dar ferramenta pra isso.

      trashit hc
      Veterano
      # ago/10
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      ogner

      Acho que vc esta errando nas entradas!! Seus volumes de entrada não estão legais!! Eu acho!!!Tem que monitorar tanto o volume e o drive fo pedal, quanto o controle de entrada do Windows e os controles de IN do Daw e depois os Volume~Ganho do amp que vc escolher simular.
      vc pode passar umas dicas dos volumes que vc usa??
      no windows, o volume de entrada, tá um pouco a baixo da metade.
      no pedal o volume tá em 3 horas, quase no talo, nos VTS's, o studio devil que é o que eu uso, tava em 2 horas, agora diminui para 11 horas.


      A consultoria custa 100,00/H
      aceita cheque?? hehe

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
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      trashit hc

      Complementando o que o ogner está comentando sobre os níveis. É importante monitorar toda a cadeia.

      Por exemplo, se a pessoa usa um pedal ou rack digital antes da interface, também não pode deixar clipar neles, e não apenas na entrada da interface.

      Pois nesse caso se ouviria o clipping, mas a interface não acusaria o problema(uma vez que o nível dela não estaria clipando, mas a distorção digital que foi gerada antes é reproduzida por ela, e fica uma merda).

      Vale o mesmo raciocínio para pedais ou prés transistorizados antes da interface. Também não pode deixar clipar neles, pois também é uma distorção feia.

      A galera as vezes só lembra de não deixar quebrar o som na entrada da interface, mas esquecem que já pode ter clipado antes.

      Tem que se cuidar também com pedais de distorção analógica antes da interface, para que exista apenas o drive gerado pelo efeito do pedal e não distorção pelo nível sonoro ter passado do ponto.

      Como controlar tudo isso? Simples, ouça cada item da cadeia individualmente(desligando os demais), e vá "subindo"(no sentido instrumento - interface) para ver se a interação deles não cria distorção. Quando todos estiverem ok, aí sim passe a timbrar o VST.

      Depois de gravado confira com o VST em bypass, para saber se clipou alguma coisa(as vezes a gente dá uma palhetada mais forte que passa do ponto). É trabalhoso, mas vale a pena.

      T-Rodman
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: T-Rodman
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      MauricioBahia
      Pelo que já testei no mercado, aqui no baixo-custo, temos vários patamares:
      onboard < Berhinger UCA < Fast Track 1 < Fast Track2 < Fast Track Pro/Audiobox USB < Fast Track Ultra 8R/Firestudio Project
      Parei por aqui, chegando nos R$ 2500. Depois o próximo pulinho acho que já entramos na faixa dos R$ 5000, e se for ver, realmente, o ganho não é nada expressivo - além da quantidade de canais e do uso do Pro Tools no caso dos Digidesigns. O duro é sobreviver na entrada, sendo que de Fast Pro pra cima, grandes problemas eu receio que nenhum usuário tem, exceto por talvez ainda desconhecer certos plugins ou maneiras de usar a interface ou mesmo pré-amps baratos.

      trashit hc
      Creio que quando você está gravando, não aparece um monitorzinho em sua DAW onde mostra a entrada do volume? - aqui em casa, eu tento gravar com o máximo de volume - monitorando para nunca atingir os picos. Se a gravação crua vira uma pilha de picos, ou seja, vazou excesso de sinal, vai aparecer a distorção digital. Voz, por exemplo é mais complicado. Tem de testar com a parte mais alta de voz na música, para depois fazer o resto dos ajustes com plugins. Pelo menos é o que estou fazendo em casa hoje em dia.
      Veja o exemplo:
      http://www.applesource.com.au/i/story_media/2007/09/logic-studio-scree nshot.jpg
      Notou que os picos nunca tocam as extremidades? é isso que eu faço na hora de gravar. Para aumentar as partes baixas, tem plugin que sobe depois o audio e deixa o máximo em 0db. Antes de eu conhecer esse plugin, alguns daqui vão lembrar que todas as gravações dos tributos que eu fazia, ficavam baixos na hora de se finalizar.

      amplexos

      T.

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10
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      Trecho do manual do Revalver da Peavey:

      Gravação da guitarra com ou sem efeitos?

      Devo usar compressores de hardware, distorção ou outros efeitos antes de gravar o sinal? É de sua preferência pessoal. Se você não pode viver sem "aquele som especial", então você provavelmente deve gravá-lo dessa forma. Mas quando se trata de compressão, EQ, reverb e outros efeitos especiais que poderiam ser produzidos via software, então você deve produzi-lo em software e não no hardware. Dessa forma, você sempre pode mudar de idéia depois. Para acessar totalmente todos as tonalidades possíveis, você deve tirar proveito de um processo chamado de "re-amplificação" (re-amping). Em poucas palavras, re-amplificação significa, simplesmente, gravar a guitarra limpa, e depois usar um plugin para alterar os efeitos/tons. Claro que, como no parágrafo acima, se você não pode viver sem "aquela distorção", você ainda pode usar módulos de efeitos como um rack de efeitos. O céu é o limite e está tudo na ponta dos dedos! Há um efeito que você geralmente deve usar antes da amostragem do sinal, chamado, limitador (limiting). É uma função que mantém o sinal de clipping digital em caso acontecer de você usar um sinal muito forte. Algumas interfaces de áudio têm um suave limitador embutido, no entanto, quando você estiver gravando uma guitarra seca a presença de distorção significa que você está enviando um sinal muito quente para o computador. Se você estiver gravando uma guitarra seca de re-amp, não deve haver qualquer distorção.

      braddock
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia
      Agora, esse "dever de casa" já não é feito por um Fast Track da vida? E o que a Fastrack faz é tão inferior de deveríamos gastar centenas de dólares num pre-amp "de qualidade"?

      Será que não poderíamos colorir o som de maneira similar no próprio VST?


      Na verdade eu estou procurando um preamp melhor para aumentar o sinal de microfone mesmo. A gravação digital é prática e bacana para o dia dia, mas fica muito artificial ainda. Uso o guitarrig para tocar de noite e praticar, mas gravo microfonando o ampli.

      Minha questão ainda vale para preamp usando microfone. Será que vale a pena gastar mais num preamp para usar com microfone? todos dizem que o preamp é a alma.. vai deixar o som mais redondo..

      O preamp da ivete dizem que custa 15 mil... hehe

      abs

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      braddock: Será que vale a pena gastar mais num preamp para usar com microfone? todos dizem que o preamp é a alma.. vai deixar o som mais redondo..

      Já ouvi isso também... XLR, Phantom Power. Outra parada. Se não me engano o Christhian usa um Behringer. Não estou certo disso.

      O preamp da ivete dizem que custa 15 mil... hehe

      Deve até cantar sozinho... Sistema Axeware 7.1® :)

      Abs

      Minow
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: Minow
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      Tem gente falando que um pré não serve pra nada, é isso mesmo?

      É o seguinte, pra uma gravação de qualidade (termo questionável) o que é necessário?
      Que a tecnologia melhorou e ficou tudo mais acessível, ninguém discorda. Mas isso não significa que com uma interface de $100 dê pra gravar um disco com padrão de qualidade EMI.
      Acontece que "antigamente", pra gravar qualquer coisa você precisava de um equipamento caríssimo e inacessível para nós, pobres mortais. Agora existem equipamentos medianos e até ruins que oferecem uma nova gama de possibilidades.
      Só que existe o lance do custo-benefício. É mais do que óbvio que um bom préamp faz diferença sobre um vagabundo, senão não existiria essa diferença monstruosa de preço entre eles. Agora, chega em um ponto no gráfico de custo-benefício em que o custo passa a subir muito mais rapidamente do que a qualidade em si. É essa diferença de qualidade que custa muito dinheiro e que está entre uma gravação de CD de qualidade e uma demo gravada em um bom (bom mesmo, nada de Fast Track) home-studio.
      Isso tudo considerando que a pessoa saiba usar o equipamento que tem em mãos.

      Agora pra finalizar, se alguém diz que um pré não serve pra nada, ou que um vagabundo é "igual" um de $20 mil, é como quem diz que Mp3 tem a mesma qualidade de CD. Como é feita essa comparação? Por uma pessoa que não tem um ouvido bem treinado? Por alguém que usa uma caixinha de computador ou um fone medianos pra comparar?
      A diferença existe, ela é tênue (para a maioria), porém por menor que seja, completar essa lacuna de qualidade é muito difícil. O que a gente não pode fazer é nivelar por baixo como já é feito, partindo do princípio que "ah, mas ninguém nota...". Isso é a pior coisa que pode acontecer, é assim que começa o declínio da qualidade de qualquer coisa, seja uma gravação, a própria música, um livro que a gente lê ou a comida que a gente come.

      Basta lembrar que várias pérolas da indústria fonográfica como o Sgt Peppers, foram gravadas em quatro ou menos canais. Por melhor que fosse o equipamento usado (era sensacional para a época e continua sendo hoje em dia), não dava brecha pra edição, afinação e aquela mixagem "roubada" que a gente vê hoje em dia em 100% dos cds que escuta.

      Quanto mais a gente nivela por baixo, menor passa a ser o padrão de qualidade e daí em diante é só downhill.

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      Minow: Tem gente falando que um pré não serve pra nada, é isso mesmo?

      Se esse comentário foi direcionado a mim, discordo. A questão é gastar um monte, achando que isso é a salvação. Pra mim, a questão é mais de timbrarem e ajuste de nível de volume.

      Aliás, o tópico é justamente para expor opiniões e não definir uma regra, até pq acredito que não há regras, conforme no post que transcrevi do Revalver, acima.

      A questão é: preciso muito mais que uma Fastrack pra ser feliz?

      Abs

      Minow
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: Minow
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      MauricioBahia
      Não, claro que não foi direcionado a você.

      Não foi direcionado a ninguém, na verdade. Eu li meio que por alto a primeira página.

      A questão é gastar um monte, achando que isso é a salvação. Pra mim, a questão é mais de timbrarem e ajuste de nível de volume.

      Nesse caso de baixo orçamento, com certeza é!


      A questão é: preciso muito mais que uma Fastrack pra ser feliz?

      Depende... se você quer apenas gravar uma guitarra/baixo com qualidade usando efeitos virtuais, na minha opinião, não!
      Pra tudo existe um mínimo que viabiliza a gravação. No caso de uma guitarra com Amplitube, *pra mim* uma Fast Track é o mínimo. Pra outros a Realtek já tá de bom tamanho, e não há nada errado com isso.
      O mínimo pra gravar uma bateria já aumenta um pouco. Voz + violão idem... lembrando que mínimo não é ideal. É o que te deixaria satisfeito gastando pouco.

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      Minow

      Velho, sei que vc tem equipos top. É claro que, poxa, eu queria se vc nessas horas! heheh Mas eu fico pensando nessa galerinha que tá começando e fica viajando, querendo gastar o que não pode achando que isso é a solução. Pode ser que eu esteja errado!!!

      Então, quando questiono "Mas o que o torna bom?" é no sentido de tentar, com o debate, mostrar que se o "peopleware" for de qualidade, uma Fastrack, por exemplo, pode fazer um estrago, num bom sentido.

      Velho, tem tido tão poucos debates legais aqui no FCC ultimamente que acho que é nosso "dever" como amantes da música esmiuçar possibilidade e prover algumas respostas.

      Abs

      ps. espero que o tópico não confunda ainda mais!!! hehe

      Minow
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia
      Eu não tenho equipos tops, tenho bons microfones e tal, mas nem perto do que eu gostaria de ter pra ter uma maior gama de possibilidades (com qualidade)! É aquela velha história que os guitarristas conhecem bem, um buraco sem fundo! Hehehe

      Mas eu fico pensando nessa galerinha que tá começando e fica viajando, querendo gastar o que não pode achando que isso é a solução.

      Já perdi a conta de quantas vezes eu já fiz gente desistir de comprar coisas que não ia nem saber usar direito, achando que era o único jeito de ter uma qualidade legal... aposto que você fez o mesmo, o makumbator, o overlapping, essa galera toda.

      Claro que tudo depende do que se quer alcançar, mas é óbvio que a coisa mais importante de todas é o peopleware. Hahahaha

      Acho que ninguém deveria comprar nenhum equipamento sem antes sentir que dá 102% do que já tem e que a falta de gear é a única coisa limitando uma melhor qualidade. O problema é ter discernimento pra saber o que é luxo e o que é realmente necessário.

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10 · Editado por: MauricioBahia
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      Minow: O problema é ter discernimento pra saber o que é luxo e o que é realmente necessário.

      Esse é o cerne da questão.

      Eu não tenho equipos tops, tenho bons microfones e tal, mas nem perto do que eu gostaria de ter pra ter uma maior gama de possibilidades (com qualidade)! É aquela velha história que os guitarristas conhecem bem, um buraco sem fundo! Hehehe

      Vc tem equipos top sim seu safado! hehe Pra mim, pelo menos, eles são. :-P

      Uma pergunta:

      Vc acha que com seus equipos consegue uma gravação profissional?

      Abs

      Minow
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia
      Vc acha que com seus equipos consegue uma gravação profissional?

      Depende da gravação, tanto é que muitas são para o meu trabalho e deixando um pouco a modéstia à parte, tem uma boa qualidade.

      Mas como música é um hobby e infelizmente nem todo o meu equipamento é voltado a isso, eu não teria equipamento suficiente pra uma gravação profissional de um monte de coisas.

      Voz + Violão, talvez uma boa demo.
      Guitarra, sim. Apesar de ter o mínimo necessário.
      Cordas, apenas um canal.
      Piano, não.


      O que me limita bastante é justamente a qualidade dos prés da minha interface. Como eu não costumo usar ela pra o meu trabalho, isso deixa de ser um problema um pouco.
      Assim que entrar uma grana eu vou começar a investir em equipamentos melhores e a primeira coisa será um pré.

      T-Rodman
      Veterano
      # ago/10
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      achei o pre amp Marshall que vi no estúdio. Se chama JMP-1.
      Tem um usado no ebay à venda:
      http://cgi.ebay.com/MARSHALL-JMP-1-PRE-AMP-/200503856529?pt=LH_Default Domain_0

      Um desses é bom?
      - seria um pre amp só para guitarra.

      Fugindo um pouco dos pre amps, a última coisa que achei interessante ter e não era muito fora da realidade era um desses:
      http://www.behringer.com/EN/Products/FX2000.aspx
      - só não comprei porque não sabia a real utilidade dele, já que ambiência eu já uso via VST. E não tinha pré-amp, que eu inicialmente queria para utilizar nesse canalzinho. No final pensei que seria algo útil para se utilizar ao vivo e não no estúdio e passei.

      amplexos

      T.

      makumbator
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: makumbator
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      T-Rodman

      Tem um estúdio aqui que tem esse pré. É muito legal, mas tem alguns que acho que são um pouco melhores(mas MUITO mais caros). Como esses aqui:

      http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-149399938-mesa-boogie-dual-rect ifier-recording-_JM

      http://www.mesaboogie.com/Product_Info/Rectifier_Series/RectoPreAmps/R ectoPreAmp.html

      http://www.mesaboogie.com/Product_Info/Rackmount-Preamps/TriAxis/triax is.html

      Já brinquei com um pré dual rectifier que tinha em um estúdio aqui.


      Eu tenho um Virtualizer Pro(versão anterior a essa). Os efeitos são legais, eu gosto especialmente dos delays e reverbs(que são realmente bons) o pitch shifter é usável também, mas tem muita tralha inútil. A maioria dos efeitos é apenas ok.

      Só o uso para tocar em casa(nunca gravando). Ele fica no loop pós (stereo) do Bass V amp Pro. Quando vou gravar retiro ele da cadeia(pois prefiro usar os reverbs e delays de software após a gravação)

      T-Rodman
      Veterano
      # ago/10
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      ai o preço mata, rs.
      A média do JMP1 é R$ 1500, usado, rs. O dono falou que queria trocar por um Mesa Boogie V-Twin que em tese custaria o mesmo preço.

      voltando ao estudio aqui da cidade, os pre amps deles que eu quero testar são esses
      http://cgi.ebay.com/Avalon-VT-737SP-Tube-Studio-Mic-Preamp-EQ-Compress or-/390224373562?pt=LH_DefaultDomain_0

      acho que é nesse nivel que o Mauricio Bahia fala se é necessário.

      MauricioBahia
      Moderador
      # ago/10
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      T-Rodman: acho que é nesse nivel que o Mauricio Bahia fala se é necessário.

      auhhuahuhua! Por aí... Pra mim esse equipo é pra ligar direto num amp, sentir as vávulas, os famosos hamônicos pares saltando em devaneios tórridos. Pra gravação com VST não sei... Me parece excessivo.

      Abs

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia

      Pra gravação com VST não sei... Me parece excessivo.


      Realmente. Apesar que nego usava(usa) muito eles com simuladores de caixa em hardware(tipo os antigos Palmer). Tem muito disco de sucesso com esse esquema.

      http://www.palmergear.com/recording_studio.shtml

      É uma espécie de SUPER gravação em linha...hahassh!

      makumbator
      Veterano
      # ago/10
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      T-Rodman
      A média do JMP1 é R$ 1500, usado, rs. O dono falou que queria trocar por um Mesa Boogie V-Twin que em tese custaria o mesmo preço.

      É, aqui um V-twin usado:

      http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-151172102-pedal-mesa-boogie-v-t win-pre-amp-valvulado-_JM

      Gilberto Juba
      Veterano
      # ago/10
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      Minow

      Acho que ninguém deveria comprar nenhum equipamento sem antes sentir que dá 102% do que já tem e que a falta de gear é a única coisa limitando uma melhor qualidade.

      Exato!!

      shoyoninja
      Veterano
      # ago/10
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      MauricioBahia
      Fala!
      Prés tem sempre dois aspectos, seja pra guitarra, seja para qualquer coisa.

      O primeiro é a função básica de um pré: ser um estágio de ganho com impedância alta o suficiente para que não ocorram distorções no sinal que você quer utilizar. As fast tracks tem impedância de 220K na entrada de instrumentos. É alto, mas não é tão alto quanto a maior parte dos prés utilizados em guitarras. Utilizar um pré com impedância maior TALVEZ traga algum benefício dependendo da guitarra e dos captadores.

      Ainda aqui existem um monte de outros aspectos técnicos que podem ser mensurados. Mas qualquer pré bem construído que utilize amplificadores operacionais vai apresentar níveis de distorção muito baixos. Na verdade tão baixos que é difícil até de apurar. Ouvir, nem a pau.

      Nesse aspecto eu acho uma bobagem fazer um investimento para tentar alguma mudança mais radical na qualidade do timbre e da gravação. A úncia coisa onde a Fast Track poderia melhorar um pouco é a impedância, ainda assim, não acho que é algo tão terrível a ponto de comprometer uma gravação caseira.

      O segundo aspecto é o de distorcer o sinal propositadamente. Seja com válvula, eq, compressão ou o que for. Nesse ponto ele atua como um efeito na cadeia de sinal. Não há como medir qualidade disso. Mais importante: você pode acrescentar efeitos similares utilizando plugins. Isso já é questão de gosto, e aqui o primeiro aspecto é deixado de lado pois se há qualquer alteração no timbre, há distorção, não importa se é desejável ou não.


      Para uso com simuladores de amps e efeitos a Fast Track é mais do que suficiente. Os simuladores ainda tem que evoluir muito para que a impedância relativamente baixa seja o ponto fraco do sistema. Isso não impede o uso de um outro pré para colorir o sinal de acordo com seu gosto.

      Abraços!

      trashit hc
      Veterano
      # ago/10 · Editado por: trashit hc
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      makumbator

      Tem que se cuidar também com pedais de distorção analógica antes da interface, para que exista apenas o drive gerado pelo efeito do pedal e não distorção pelo nível sonoro ter passado do ponto.
      vc quer dizer, não deixar passar dos 0 dB?? ficar vermelho???
      essa gravação minha foi amaldiçoada! hehe
      porque eu gravei nas pressas pra postar aqui, e nem olhei se tava clipando. mais eu sei o que é clipar!! hehe
      como vc pode ver, nas outras não tá clipando.
      que plugin é esse que vc tá usando?? hehe pro vocal??



      Como controlar tudo isso? Simples, ouça cada item da cadeia individualmente(desligando os demais), e vá "subindo"(no sentido instrumento - interface) para ver se a interação deles não cria distorção. Quando todos estiverem ok, aí sim passe a timbrar o VST.
      deixa ver se eu entendi.
      eu vou ajustando o volume do Dr.boogie, e da fast track (quando ela chegar), para não clipar, e depois ajusto o volume IN, e OUT do VST?? é isso?? hehe
      outra coisa que tá me pertubando um pouco, quando eu estiver gravando pra valer, qual é o volume mais adequado para mixar, -4db, ou -5db??? pra depois subir o volume na master né?


      Depois de gravado confira com o VST em bypass, para saber se clipou alguma coisa(as vezes a gente dá uma palhetada mais forte que passa do ponto). É trabalhoso, mas vale a pena.
      outra dúvida que eu tenho, tem a ver com o que perguntei ai em cima, e com o que vc falou agora.
      o Dr.boogie, quando eu faço palm mute, o volume sobe muito!! então eu não posso deixar passar esse cliping na hora dos palm mute, dos -5db de jeito nenhum??
      mesmo que a guitarra fiquem baixas na trilha toda, e só fique mais alto na hora dos palm mute?


      muito obrigado pelas dicas!


      T-Rodman

      Creio que quando você está gravando, não aparece um monitorzinho em sua DAW onde mostra a entrada do volume?
      sim!!

      aqui em casa, eu tento gravar com o máximo de volume - monitorando para nunca atingir os picos.
      eu também faço isso!! só naquela gravação que esqueci de olhar se tava clipando.

      Notou que os picos nunca tocam as extremidades?
      sim!

      é isso que eu faço na hora de gravar. Para aumentar as partes baixas, tem plugin que sobe depois o audio e deixa o máximo em 0db. Antes de eu conhecer esse plugin, alguns daqui vão lembrar que todas as gravações dos tributos que eu fazia, ficavam baixos na hora de se finalizar.
      nesse caso vc tá falando do vocal né??
      eu tô tendo dor de cabeça com guitarras, imagino o inferno que vai ser com vocal... hahahaha


      valeu pelas dicas!

      abç.

      T-Rodman
      Veterano
      # ago/10
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      trashit hc
      o esquema de se usar o plugin de gain com limiter serve tanto para guitarra quanto para vocal. Tudo em casa ficava baixo. Só depois que comecei usar esse artifício que melhorou tudo. Vou tentar tirar umas screens - melhor, vou tentar mixar novamente a "sera" que eu gravei no tributo do Renato Russo, que foi uma das primeiras, e que todo mundo reclamou que tava baixo o volume, só mixando, com as mesmas fontes.

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