Reviews e Dicas de CD´S

Autor Mensagem
Dave Grohl
Veterano
# jul/05
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Banda : Late!
Cd : Pocketwatch

Pocketwatch é o primeiro e único cd da banda Late! , um projeto paralelo de grunge que não obteve tanto sucesso como Temple Of The Dog ou Mad Season. Este cd tem uma sonoridade puxando para o Nirvana, com várias músicas minimalistas. Possui uma música que narra uma história e duas que são instrumentais. Foi lançado em meados de 1993 em versão apenas em K7 com meras 50 mil cópias, todas esgotadas e sem pretensão de relançamento.

O album começa com um tema instrumental "Pukey The Little Puppy", uma música em Drop D , claramente uma música que precisaria de um vocal, mas não sei por quais motivos ficou como instrumental.

Em seguida temos uma paulada, a música Petrol Cb, uma mistura de Nirvana na Fase Bleach com Alice In Chains , inclusive no final da música há um dedilhado que as três bandas usaram, o que mostra as semelhanças que os grunges tinham entre si, o vocal com distorção e a letra psicodélica são os destaques desta porrada na cara.

Depois do agito temos o descanso, com uma música calminha , apenas voz e violão, a linda Friend Of a Friend, no qual o eu lírico é o próprio autor da música. Música simples que poderia ter sido gravada pelo Pearl Jam em uma de suas experimentações acusticas, pois é bem semelhante, assim como Alice In Chains nas suas canções acústicas e até o proprio Nirvana.

Temos agora a música que destoa em relação às outras, Throwing Needles tem melodias marcantes, mas é a única sombria do cd, apesar de boa música não chama muito a atenção do ouvinte, é pesada e rápida.

temos agora a músca "Instrumental" Just Another Story About Skeeter Thompson, ela tem um fundo intrumental bem pesado e a frente o vocal fala uma historia, que como diz o titulo fala sobre Skeeter Thompson, um ex roadie do Nirvana e atual Roadie do Foo Fighters, o destaque desta música é para o instrumental, bem pesado.


Ai temos outra música lentinha, Colour Pictures of a marigold, uma música básica de grunge, lentinha, calminha, com baixo simples, pronta para ouvir e relaxar, tb com uma letra um tanto psicodélica. Destaque para as vozes sobrepostas do refrão.

Após a calmaria vem a música mais "Nirvana" do cd, pesada e rápida, bem crua, com refrão repetido várias vezes e bem colante, uma das melhores do cd.

agora vem a melhor do cd, winnebago, letra sem sentido porém música rápida e ríspida tudo que um bom grunge gosta, destque para a bateria que mostra clara influencia de Led Zeppelin.

Bruce é outra música instrumental, mas esta foi feita mesmo pra ser instrumental, é daquelas músicas lentas e pesadas, muito boa, uma das melhores tb.

o Album fecha com a baladinha Milk, com letra infantil porém muito atrativa é ótima pra ouvir passeando de carro, muito boa música com refrão pesadinho e verso lento.



Integrantes da banda :

Vocais : Dave Grohl
Guitarras : Dave Grohl
Baixo : Dave Grohl
Bateria : Dave Grohl

Italo_NC
Veterano
# jul/05
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The Beatles ou White albun (Album Branco)

Só tem música 10!!!!

Paul tocando bateria em Back to USSR, a base de Dear Prudence, o baixo de Obladi Oblada (não concordo que tenha sido eleita a música mais chata do mundo), The Continuing Story Of Bungalow Bill, While My Guitar Gently Weeps tem solos animais, Black Bird é única com o violão bem arranjado, sem falar em Rocky Raccoon, I will, Julia, Mother nature's son, e Revolution (que Lennon gravou deitado no chão do estúdio). É um dos melhores discos deles, senão o melhor. Os únicos que chegam perto da genialidade são Rvolver, Rubber Soul e Sgt. Pepper's.

Wasted Years
Veterano
# ago/05
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Rush- 2112

Rush com certeza sempre foi uma das bandas mais marcantes do prog rock (rock progressivo), com os vocais agudos e das famosas e difíceis linhas de baixo de geddy lee, a guitarra versátil de Alex Lifeson e a rápida e precisa bateria de Neil Peart, considerado um dos melhores bateras do mundo do rock. O Cd conta com o famoso medley cujo nome é o título do CD, este medley conta com a ótima overture e a famosa pelos agudos de Lee temples of syrinx

tréquí listí:
2112
A Passage to Bangkok
The Twilight Zone (ñ confundam com twilight zone do disco killers do iron maiden, outro ótimo disco)
Lessons
Tears
Something for Nothing

Prince
Veterano
# ago/05
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David Bowie - Low (1977)


O ano do levante punk, 1977, foi fundamental para a história do rock. Mas David Bowie já pressentia os sintomas da estagnação. Trocou a Inglaterra pelos EUA, onde deu entrevistas chamando o rock de "música de gente burra". Anunciou sua adesão à soul music "plastificada" do sul dos EUA. Acabou sendo, portanto, um precursor da disco music. Depois de dois anos, ele parte para Berlim, onde concebe o revolucionário Low. Bowie é atraído pelo rock alemão, em que as experiências com a eletrônica na música são desenvolvidas em graus obsessivos. A medida que contribui para a genialidade do disco é a convocação do tecladista Brian Eno, que se destaca com suas texturas musicais, especialmente nas faixas instrumentais - descritas como um "deserto futurista congelado por sintetizadores" - que deram origem ao gênero cold wave.

Dogs2
Veterano
# ago/05
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Esse daqui é só pra quem gosta de música de verdade


Mike Oldfield - Amarok

Faixas:

1- Amarok (60:02)



Mike Oldfield sempre foi um cara inovador, tentando criar sons com um toque de sua personalidade. Multi-instrumentista, lançou em 1973 Tubular Bells, um marco na música instrumental. Foi lançando ótimos trabalhos, mas a gravadora Virgin começou a explorá-lo, obrigando-o a lançar CD's mais pops, new ages... E essa tortura continuou, até que em 1990 ele lança esse monstro musical.

Independente do seu tempo (uma hora de música), ela torna-se tão interessante e imprevisível que não tem ao menos 10 segundos de música que não contenha alguma surpresa. Ela passeia por vários estilos, desde o rock, música erudita, africana, celta, flamenco, húngara, protuguesa, indiana e com muitas partes agitadas e solos de guitarra em outras partes.
A riqueza de Amarok é algo precioso, inacreditável. E pensar que Mike Oldfield tocou todos os 60 instrumentos da música (entre eles alguns um tanto quanto exóticos, como colheres, unhas, dentes, escova, etc.). Essa música possui o que chamamos de montanha russa emocional, passando por momentos calmos, alegres, viajantes...

Como se não bastasse isso tudo, ela possui muitas partes engraçadas, outras que dão susto, uma mensagem em código MORSE mandando Richard Branson se f**** (Richard Branson que era o responsável na Virgin pelo trabalho do Mike, mas que obrigadva ele a lançar CD's que ele não gostaria de ter feito) e uma tribo zulu cantando e batucando um ritmo hipnotizante, cantando com arranjos muito bem feitos pelo Mike uma letra (também feita pelo Mike) que diz: "Sondela uSomandla Sukuma Wena Obengezela".

Sem dúvida um monstro musical que conquista as pessoas.

Prince
Veterano
# ago/05
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Bob Marley And The Wailers - Natty Dread (1974)

Política e religião, diversão e militância convivem problematicamente nos discos de reggae. A tensão entre esses opostos é fonte de toda a riqueza musical de Bob Marley. O rastafarianismo tem aspectos interessantes (a reinterpretação subversiva de textos bíblicos, o combate a todas as formas de opressão, o abandono da esperança no paraíso celeste), mas também possui facetas ingênuas e até ridículas (a Babilônia como a origem de todo o mal, milenarismo político, culto a Hailé Selassié, imperador etíope). Natty Dread é o disco mais brilhante, mais furioso, mais sincero da carreira de Marley. Ao mesmo tempo, seu trabalho mais frágil e mais poderoso. Vários clássicos estão presentes: a conhecidíssima "No Woman, No Cry", a incandescente "Lively Up Yourself" e o hino rasta que dá título ao álbum. Instrumentalmente, é um disco límpido, cristalino.

laidy_of_the_storm
Veterano
# ago/05
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eu indico o cd na balada pra quem gosta de techno
pra quem gosta de rock Foo Fighters
pra quem gosta de rock nacional felecidade instantanea do cpm22

joao calo
Veterano
# ago/05
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Ramones - Ramones (1976)


Numa discografia básica esse CD não poderia faltar. É o disco de estréia dos mestres do punk rock, The Ramones, e que os impulsionou para mais de 20 anos de carreira e mais de 2000 shows por todo o mundo, conquistando fãs em todos os quadrantes do globo. E claro, é a capa que mais retrata o jeito Ramones de ser, os músicos de jaqueta de couro e calças jeans.

Produzido por Craig Leon, os quatro rapazes Nova York trazem toda a essência punk nas quatorze músicas desse CD gravado não Plaza Sound do Radio City Music Hall. E vale sempre lembrar que desses clássicos, os Ramones ainda tocavam quatro das músicas desse disco em suas apresentações, tendo inclusive os tocado no seu último show.

Mantendo a pegada forte de suas músicas quando tocadas ao vivo, esse disco foi extremamente fiel a origens dos Ramones: cru, direto e rápido, sem maiores preocupações com produções ou eventuais maquiagem nas músicas. São os três acordes e ponto. Faixas toscas, que causariam rugas de preocupação nos pais que pegassem os filhos ouvindo essas músicas. Sem maiores experiências em estúdio e com muito ruído ao redor das músicas, o disco foi gravado.

A primeira música, Blitzrieg Bop, traz o clássico hino entoado nos shows: "Hey Ho! Let's Go!", sendo, sem dúvida nenhuma, uma entrada com o pé direito na discografia da banda, indispensável para qualquer amante do gênero. Seguem ainda outros hits: "Beat on the Brat"; "Judy is a Punk"; "I wanna be your boyfriend", uma linda balada de amor punk; "Chain Saw"; "Now I wanna sniff some glue", que mostra uma das maiores diversões para os garotos da época.

Além das músicas acima, ainda há as seguintes: "I don't wanna go down on the basement"; "Loudmouth"; "Havana Affair"; "Listen to my heart", uma música onde também é percebida uma pontada de amor; "53rd & 3rd"; houve a escolha do cover de Jim Lee, "Let's Dance", que soou como uma autêntica música dos Ramones; "I don't wanna walk around you" e "Today your love, tomorrow the world" fecham essa belíssima obra do punk rock. É um marco, um clássico!

freedom call
Veterano
# ago/05
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Iced Earth - Horror Show

O Cd muito importante da historia do Iced, por varios fãs do Iced começarem a curtir o som dos caras por esse Cd, e por mostrar ao mundo o seu potencial e seu ótimo Heavy Metal promissor. O album tras como tema das músicas os classicos do terror do cinema mundial. Mas vamos ao que interessa, o review das músicas do Cd:

01. Wolf
02. Damien
03. Jack
04. Ghost Of Freedom
05. Im-Ho-Tep (Pharaoh's Curse)
06. Jeckyl & Hyde
07. Dragon's Child
08. Transylvania
09. Frankenstein
10. Dracula
11. The Phantom Opera Ghost

1 - Wolf - O Album começa arrasando, é pra levantar qualquer defunto, principalmete a bateria, é uma das melhores q eu ja ouvi, eo vocal excente do Barlow e o backing vocal do Schaffer completam a magia da música
2 - Damien - Essa é uma das melhores músicas do album, tem a participação de um coral no inicio, e o refrão e um dos mais marcantes do Cd é um daqueles que você ouve e fica cantando o dia inteiro
3 - Jack - É uma música bem rapida e agitada tambem, o refrão e o inicio com pedal duplo é o destaque da música e outra vez o Matt arrasando nos vocais
4 - Ghost Of Freedom - É a unica música que foge do tema do Cd, ele fala da liberdade amercicana, é baladinha bem dahorinha
5 - Im Ho Tep (Pharaos Curse) - Esse é um dos destaques da parte mais Trash do Cd, mas tem uns Riffs mais melódicos

Depous eu posto mais

Ed_Vedder
Veterano
# ago/05 · Editado por: Ed_Vedder
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Pearl Jam - Live at Benaroya (Unplugged)

Live at Benaroya poderia ser apenas mais um álbum ao vivo do Pearl Jam, mas este é bem especial e merece sua atenção. Pra começar, é um show acústico, e melhor do que isso, sem influencia da MTV , apenas pequenas canções preciosas executadas com muito cuidado.

Se você perdeu o caminho que esta banda tem seguido ultimamente, agora é o momento perfeito para se reiterar sobre eles. Ao longo dos últimos 10 anos, por aí, o Pearl Jam tem consistentemente produzido álbum após álbum música de boa qualidade, sendo mais ou menos ignorados pela mídia mainstream , especialmente no Reino Unido. Isto não os impede de lotar estádios em minutos, posto que o concerto gravado neste CD se esgotou em 8 minutos. E é todo para caridade, também. Se você não sabe, o concerto levantou fundos para o YouthCare, uma organização não-lucrativa que cuida de jovens sem lar.

O Set List ficou muito aberto e este show acústico é o quadro perfeito para isso. Os arranjos frágeis, entrelaçados estão despidos, espalhados e reunidos na voz de Eddie Vedder. Agora, ouça, se há uma das vozes no rock atual que consegue causar calafrios na espinha por segundos, é a deste senhor quarentão. Se você quer uma prova, ouça 'Nothing As It Seems' neste álbum. Tranqüila, com seus acordes simples e a guitarra elétrica solitária; ela soa como algo que o Pink Floyd fez orgulhosamente no seu melhor período. É grande, épica e, meu Deus, a voz, é triste, e soa cansada do mundo. Passada isso ao ouvinte com convicção arrepiante.

Comentários a parte, vamos ao que interessa. O disco abre surpreendente com uma canção que passou por muito tempo desapercebida: Of the Girl, confesso que eu mesmo não havia dado o merecido destaque a essa musica, no seu álbum de origem, o Binaural, mas neste Unplugged é impossível ficar indiferente a ela.

Após a explosão inicial, a banda tenta acalmar os ânimos, e chega com a belíssima Low Light do disco Yeld, essa canção emocionante foi composta pelo baixista Jeff Ament, e sem dúvida foi a melhor contribuição dele para com a banda, juntamente com Nothing as it seems.

Falando em emoção, Thumbing my way completa o inicio desse show, soando totalmente introspectiva, na minha opinião, ela é juntamente com “save you” a melhor noticia da banda no ultimo álbum o “Riot Act”.

Thin Air dá uma quebra no ritmo, mas em seguida uma seqüência totalmente magnífica. A bela b-side “Fatal”, e explosiva e magnífica “Nothing as it seems”, a até então inédita “Man on the Hour” composta para o filme de Tim Burton “Big Fish” e a sensacional “Immortallity” que ficou simplesmente perfeita nesse show.

Hora de relembrar o fabuloso álbum No Code, com as duas melhores musicas do mesmo, a perfeita “Off he Goes”, uma das melhores musicas do Pearl Jam, e a não menos bela “Around the Bend”.

Um cover dos Ramones para animar? A banda executa “I Believe in Miracles” da forma mais pearljamnica possível. Resultado? No mínimo interessante, no máximo bem legal.

O forte da banda nos últimos trabalhos parece ser emocionar mesmo, ouça Sleight of Hand e All or None, aliás nessa ultima o Sr Mike Mcready comete um erro bisonho na execução do último solo, e compromete muito a execução dessa bela música.

A estranhíssima Lukin de No code, encerra o primeiro CD.

Pausa para aplausos e assovios

A sombria Parting Ways abre o segundo disco, parecendo explodir a qualquer momento.

A divertida “Down” é simples e direta, ótima canção, inexplicavelmente deixada de fora de “Riot Act”.

Cant Keep é uma ótima musica, mas tocada no Ukelelê ficou bem fraca, disparada a mais “chatinha” do disco.

Outra belíssima composição recente deles é Dead Man, um lindo trabalho solo de Eddie Vedder.

Há um bom número de covers aqui, que eles tocam agradavelmente e fazem do jeito deles. O clássico do Dylan, 'Masters Of War', é uma escolha lógica para o franco Vedder e é outro momento alto do álbum.

Momento épico, Black consegue ser uma musica atemporal, e confesso que fazia tempo que não via uma versão tão boa quanto esta.

Indo pelo óbvio, Crazy Mary não poedria ficar de fora, ainda bem para os fãs, mais um cover excelente, se bem que essa já é tão identificada com a banda que parece ter sido realmente feita por eles.

Menos óbvia, e bem mais divertida, é o humor-negro de Johnny Cash em '25 Minutes To Go', que revela o PJ indo todo country por alguns minutos de leve desordem; novamente a voz de Vedder passa o humor negro, maravilhosamente bem.

Nem tudo são covers, claro, e o material original é tocado belamente. 'Black' nunca soou tão emocional como aqui. Novamente, aquela guitarra elétrica solitária, solando, é o material com o qual os sonhos são feitos.

Ainda dá tempo de ouvir a clássica Daughter, não muito diferente da versão original.

Obviamente mais uma vez, a banda guarda um grand finale com Yellow Ledbetter, que há muito tempo dispensa comentários, poucas musicas conseguem se aproximar da perfeição, mas essa é uma delas.

Se vc os ignorou nos últimos anos, então esta é a sua chance de voltar a bordo. É também uma ótima introdução a eles, especialmente, se vc se viu perdido com as vasta quantia de álbuns ao vivo deles; que dão uma dica da variedade de emoções que eles são capazes de passar; melhor ainda é o álbum duplo que pode ser confortavelmente ouvido numa tacada como este aqui.

Julia Hardy
Veterano
# ago/05
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Vital Remains - Dechristianize

Na ativa há aproximadamente quinze anos, e tendo sempre à frente o incansável guitarrista e único membro original Tony Lazaro, o VITAL REMAINS. Essa album pode ser considerado uma verdadeira aula de como se deve fazer Metal Extremo!

Mas a grande surpresa deste novo CD fica por conta da presença do polêmico vocalista Glen Benton do Deicide.

Boatos à parte, "Dechristianize" pode ser considerado o trabalho mais brutal e matador da banda, pois alia de forma invejável profissionalismo e muita técnica, trazendo agressividade, peso e extrema velocidade de uma só vez, ou seja, um verdadeiro massacre sonoro, abrangendo uma visão apocalíptica com temática totalmente anticristã, muito bem representada pela arte da capa e pelo ótimo trabalho do encarte.

O CD possui ao todo nove faixas, que apesar de em sua maioria ultrapassarem os seis minutos de duração, em momento algum soam cansativas, pois apresentam excelentes variações de andamento.

Vale ressaltar também a velocidade absurda atingida pela bateria, que por sinal foi toda gravada por Dave Suzuki, que cuida também da guitarra-solo e do baixo.

Absolutamente recomendável para quem gosta de Metal Extremo!

whiplash.net

Guimoloco
Veterano
# ago/05 · Editado por: Guimoloco
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Pra qm gosta de Bilnd Guardian, dou a dica do live, eh mto bom!!!

Depois de lançar um dos melhores CDs de heavy metal dos últimos anos, A night at the opera, os alemães do Blind Guardian provam mais uma vez por que estão entre os melhores metaleiros da atualidade. Seu novo álbum, Live, que registra os melhores momentos da última turnê, é de dar água na boca e ainda serve de introdução para quem ainda não conhece o trabalho da banda.

Dez anos se passaram desde o primeiro - e único - álbum que eles gravaram ao vivo. No entanto, desde Tokyo tales, de 1993, o som do Blind Guardian sofreu significativas mudanças e é isso o que mais se nota em Live. CD duplo, foi gravado durante a turnê de divulgação de A night... e traz músicas de todas as fases do grupo. Obviamente, há maior destaque para as gravadas depois de Tokyo tales. Mesmo assim, clássicas como "Valhalla", "Majesty", "Welcome to dying", "Lost in the twilight hall" e "Journey through the dark" estão presentes. Também não ficaram de fora "Lord of the rings" e a favorita dos fãs "The bard´s song (in the forest)". Essa, como acontece em todos os registros ao vivo do Blind Guardian - oficiais ou não - é entoada pelo público em uníssono com o vocalista Hansi Kürsch. Inclusive, mereceu um single especial, recém-lançado, que mostrava como platéias diferentes reagem a seus acordes.

O maior atrativo de Live, no entanto, são as faixas que, gravadas depois de 1993, foram registradas ao vivo pela primeira vez. Muitas passaram por simplificações para se encaixarem no formato "ao vivo". No entanto, a perda de recursos como efeitos e coros foi amplamente compensada pela energia da banda. Dentre elas, os destaques vão para "Into the storm", "Nightfall", "The script for my requiem", "Born in a mourning hall", "Bright eyes", a excelente "Imaginations from the other side", "Time stands still (at the iron hill)", e "Mirror mirror". Completam o álbum"War of wrath", "Harvest of sorrow", "The soulforged", "Mordred's song", "Under the ice", "Punishment divine" e "A past and future secret.

A excelência de Live deve-se à produção esmerada e, principalmente, ao entrosamento dos integrantes. Afinal, o grupo é um caso raro no mundo do metal: mantém quase a mesma formação desde seu surgimento há 17 anos. Além de Hansi Kürsch (vocal), André Olbrich e Marcus Siepen (guitarras) e Thomas "Thomen" Stauch (bateria), hoje conta com o baixista Oliver Holzwarth. Merece também destaque o tecladista Michael Schüren que acompanhou a turnê.

Retirado de omelete.com.br

Dehumanizer
Veterano
# ago/05
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Rainbow - On Stage
Esse eh o album onde Dio se supera no vocal e Blackmore esmirilia na guitarra
Na minha opiniao, eh o maior cd gravado ao vivo q jah existiu, a maioria pode nao concordar mas eh, esse cd tem um grande classico do Yardbirds, a musica Still I'm Sad, tem tbm um super clássico do Deep Puple, Mistreated, tudo isso pra deixa o cd melhor do q jah eh!!!
Na turne do album rising, Blackmore e Dio gostaram tanto das performances q resolveram fazer um album ao vivo e dai surgiu On Stage
Tem tbm um super classico, a musica Catch The Rainbow, na sua melhor versao.
Podemos destacar o fato de Blackmore ter resolvido tocar blues, jah q ele nao eh muito amigo dese estilo musical, ele compos um blues para rebater as criticas feitas por ele nao tocar blues.
o Album eh de 1975, feito com musicas tocadas em shows ocorridos na Alemanha.

Musicas do cd
1. Over The Rainbow/Kill The King
2. Man On The Siver Mountain
3. Catch The Rainbow
4. Mistreated
5. 16th Century Greeensleeves
6. Still I'm Sad

PunkPodreHc
Veterano
# ago/05
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Um cd bom é o da FLORIBELA q a minha irma compro,
Ela dança q é uma beleza.

John Elf
Veterano
# ago/05
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Dehumanizer
Esse não eh o Live In Germany '76?

Computer Phantom VII
Veterano
# ago/05
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Descaradinha - Vinícius Augusto

Este é o primeiro trabalho do grande artista Vinícius Augusto. Conhecido como o Rei do Arrocha, neste album, ele mostra ser o mestre da música brasileira, com 4 faixas ao todo passando por vários estilos como o Forró, o Axé, o Pagode e sempre dando prioridade ao Arrocha.
As faixas são:

1 - Descaradinha (4:35)
2 - Gostosinha (2:20)
3 - Vem, vem vadia (5:40)
4 - Dentes de Aço (7:00)

Há ainda a participação de músicos conceituados como os do Cueca Branca. Como todos os trabalhos deste grande músico o álbum conta com o uso do melhor teclado do mundo, o PSR3000.

PunkPodreHc
Veterano
# ago/05
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hahahahahahahaha
essa foi foda!

Johnny B Good 3
Veterano
# ago/05
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4 - Dentes de Aço (7:00)
melhor teclado do mundo, o PSR3000.

ahoiahioahioha 7 minutos de arrocha num timbre artificial pra caralho, com ritmozinhos do mesmo??? puta que pariu

Dehumanizer
Veterano
# ago/05
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John Elf
nao eh nao cara, eh o On Stage msm, o live in germany tbm tem essas musicas e mais um pouco, mas nao eh nao!!!
OBS:ele eh melhor q o Live In Germany

Fritz_mkvl
Veterano
# ago/05
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Aqui tem:
2 Discos do UFO
2 Discos do Deep Purple
1 Disco do Led Zeppelin

Aproveitem aí.

Computer Phantom VIII
Veterano
# ago/05
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Fritz_mkvl
Vlw.

TucanoTuca
Veterano
# ago/05
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Melhor album na minha opiniao..
The Wall Pink Floyd.. o disco todo é uma história..
não dá pra ouvir fora de ordem se não perde o sentido.
muito bom.

Dave Grohl
Veterano
# ago/05
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foi composta pelo baixista Jeff Ament, e sem dúvida foi a melhor contribuição dele para com a banda, juntamente com Nothing as it seems.

prefiro Ghost


A estranhíssima Lukin de No code, encerra o primeiro CD.

pq estranha ??

Cant Keep é uma ótima musica, mas tocada no Ukelelê ficou bem
fraca, disparada a mais “chatinha” do disco.


eu achei "Around The Bend"

Crazy Mary

não sei pq vaiaram no final, ótimo solo de órgão

Dave Grohl
Veterano
# ago/05
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Barrett Martin, baterista de muito talento do Screaming Trees.
põe talento nisso.

Dave Grohl
Veterano
# ago/05
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um belíssimo cover de "Jesus Doesn't Want Me For A Sunbeam",

música em que o Dave Grohl tocou baixo, bateria e back vocal simultâneamente

Sukrillius
Veterano
# ago/05
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Puxa! Baixo, bateria e back vocal. Como ele é habilidoso. Um gênio. Como ninguém nunca tentou isso antes?

Ed_Vedder
Veterano
# set/05
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Dave Grohl
Crazy Mary

não sei pq vaiaram no final, ótimo solo de órgão


Não são vaias, o nome do tecladista é "Boom" Gasper... e quando a galera grita o nome dele "Booooooooooooooooooooooom" parece que estão vaiando.

Dave Grohl
Veterano
# set/05
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Sukrillius

foi ironia ??

Ed_Vedder

a tá, me enganaram direitinho uhahuauha

Vinicius PF
Veterano
# set/05
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pink floyd - wish u were here
tributo a syd

Sukrillius
Veterano
# set/05
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Não. Ele é bom msm

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