Evolução da música (tempo)

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    IamBack
    Membro Novato
    # jan/16


    Notem que o período anterior ao barroco durou, basicamente, desde toda a antiguidade. O barroco e o clássico duraram uns 200 anos cada. Depois entrou o periodo do jazz e do rock n roll que duraram algumas décadas. Depois entrou o metal, em 80. Aí entrou o pop rock, grung, etc, em 90. Depois de 2000, chegou o metalcore e outros metais que eram muito famosos no começo desse século.
    Há pouco tempo atrás surgiu um tal de djent, mas meio que não está mais tanto nos holofotes como 2 ou 3 anos atrás. Idem para musicas eletronicas estilo avicci. O ápice já passou, embora ainda sejam famosos.
    O que esperar para o futuro?
    Estilo que atingem o ápice em 1 ano e no seguinte já somem?
    E o futuro do futuro?
    A cada 6 meses?
    A cada mes?
    A cada semana?
    Entenderam o raciocínio?

    PianoGlauco
    Veterano
    # jan/16
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    IamBack

    Provavelmente... Até porque hoje em dia a quantidade de pessoas que produzem música é muito maior do que sempre houve... E como o que determina o "sucesso" e o "ápice" é a mídia, então assim vai...

    E as pessoas ainda são conservadoras demais quando se fala em harmonia, então nesse quesito, paradoxalmente, vemos um conservadorismo absurdo, posto que as inovações ficaram restritas ao jazz e ao erudito "contemporâneo".

    E tem aquele postulado de que a cada 24 meses a quantidade de conhecimento dobra... Então por aí dá pra ter uma ideia...

    Espero que essa loucura informacional toda chegue logo ao "ápice" para que possamos finalmente crescer em consciência e relações intra e interpsíquicas...

    IamBack
    Membro Novato
    # jan/16
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    Eu havia cogitado a possibilidade mesmo de que os estilos musicais estão se saturando muito em tão pouco tempo por conta da quantidade de gente produzindo. Mas é só isso?

    Se for seguir o padrão, quando a população mundial atingir seus 10, 11 ou 12 bilhões de habitantes (próximos 100 anos), então um estilo nascerá e morrerá em pouquíssimo tempo. Isso é um absurdo. Não entra na minha cabeça.

    Filippo14
    Veterano
    # jan/16
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    IamBack
    Mas os estilos nao estao se extinguindo, grande parte das pessoas que fazem metal continuam no metal, a mesma coisa pro blues, edm, house, erudito e por ai vai.

    A questao é que a midia segue a onda e altera o foco para o que interessa a ela. O estilo sai do foco muito rapido, mas nao é que ele deixa de ser feito e divulgado.

    Pode ser que daqui uns anos as mudancas sejam mais rapidas mesmo, mas ate ai nao vejo problema, quem curte determinado som vai continuar fazendo e ouvindo e divulgando.

    PianoGlauco
    Veterano
    # jan/16
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    Filippo14
    IamBack

    Eis o ponto central... FOCO MIDIÁTICO...

    fernando tecladista
    Veterano
    # jan/16
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    . O barroco e o clássico duraram uns 200 anos cada.


    Depois entrou o metal, em 80. Aí entrou o pop rock, grung, etc, em 90. Depois de 2000, chegou o metalcore e outros metais que eram muito famosos no começo desse século.

    Tem duas confusões no teu pensamento
    Uma é misturar musica erudita com popular
    Barroco, classico e romantismo sao periodos de musica erudita, os que citou da nossa época sao musica popular

    Na época do boarroco do classicismo também existia musica popular, musica folclorica mas isso nao entra no estudo erudito.

    Outra confusão e a de misturar estilos com o periodo
    Barroco é um estilo
    Dentro dele existia o minueto, a sarabanda, ..... que são estilos, como hoje temos pagode axé metal.....

    fernando tecladista
    Veterano
    # jan/16
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    . O barroco e o clássico duraram uns 200 anos cada.


    Depois entrou o metal, em 80. Aí entrou o pop rock, grung, etc, em 90. Depois de 2000, chegou o metalcore e outros metais que eram muito famosos no começo desse século.

    Tem duas confusões no teu pensamento
    Uma é misturar musica erudita com popular
    Barroco, classico e romantismo sao periodos de musica erudita, os que citou da nossa época sao musica popular

    Na época do boarroco do classicismo também existia musica popular, musica folclorica mas isso nao entra no estudo erudito.

    Outra confusão e a de misturar estilos com o periodo
    Barroco é um estilo
    Dentro dele existia o minueto, a sarabanda, ..... que são estilos, como hoje temos pagode axé metal.....

    makumbator
    Veterano
    # jan/16 · Editado por: makumbator
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    fernando tecladista

    Outra confusão que ele cometeu é dizer que o estilo anterior ao barroco (renascimento) esteve em voga desde a antiguidade (o que é claramente equivocado), sem contar o que você citou ( misturar as coisas e dizer que depois do classicismo veio o estilo do jazz!! Esquecendo-se de uma série de períodos posteriores da música erudita, como o romantismo, modernismo e impressionismo, pós modernismo, música contemporânea, etc... ).

    Wade
    Membro Novato
    # jan/16
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    Música não morre. Estilo nenhum entra em extinção enquanto tiver pelo menos um caboclo fazendo.

    O que muda é o foco do holofote. As vezes tá em um, as vezes em outro. E isso quem determina não é a música, mas o dinheiro. Normal.

    A "era da informação" ainda não se estabeleceu como muito se divulga por aí. Está engatinhando. As massas ainda são rebanhos da mídia. O pensamento coletivo ainda é o que rege o mundo do entretenimento.

    Isso tende a mudar, a partir do momento em que maiores parcelas da população forem capazes de assimilar o poder que tem de não depender de canal X ou Y para ter sua dose diária de diversão.

    Lelo Mig
    Membro
    # jan/16
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    Não confunda moda com estilo!

    Erudito, um monte de gente ainda ouve.

    O mesmo vale para Jazz, Blues, Rock e etc.

    Axé foi moda e eu não ouvia. Funk é moda e eu não ouço.

    Se você têm um gosto pessoal, e não é "Maria vai com as outras", o que você curte, pelo menos prá você será eterno. E é isso que importa.

    Adler3x3
    Veterano
    # jan/16 · Editado por: Adler3x3
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    Eu penso assim, a cada dia a música fica mais rica.
    A cada dia o repertório aumenta, com boas músicas, mas também com músicas ruins.
    E é um dos problemas da atualidade, a "dita era da informação" como foi citada, a rapidez e o montante de dados novos.
    É impossível acompanhar tudo, o que a mídia faz é divulgar o que interessa aos proprietários dela e a cadeia produtiva vinculada.
    E a classificação dos estilos esta cada vez mais complicada, com mais sub estilos, principalmente da música eletrônica e derivados da música pop/afro e outras misturas (tá vendo é difícil encontrar as palavras certas, posso ter escrito besteira, e feito uma invencionice).
    E tem muito disto pura invencionice, nem é original, até no computador dá para inventar novos estilos.

    Soultunes
    Membro
    # jan/16
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    E o futuro do futuro?

    Não fiz as contas aqui, mas Deep Purple, Queen e Van Halen tem quantos anos?

    No meu futuro devo continuar ouvindo eles heheh !!! Bach, Bethoven. Vivaldi e Paganini também continuam na lista, além do BB King e do Clapton, pronto, já pode acabar o mundo.

    makumbator
    Veterano
    # jan/16
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    Soultunes
    pronto, já pode acabar o mundo.

    Vamos estar providenciando isso, senhor!

    :)

    pianoid
    Veterano
    # jan/16 · Editado por: pianoid
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    às vezes gosto de traçar paralelos entre o século passado (aqui lembrado) e o século de Bach, seus filhos, Haydn, Mozart e do jovem Beethoven:

    o século abre com uma música polifônica alegre, com pulso vibrante e instrumentação rebuscada, com bastante uso de instrumentos de sopro - é o barroco e o jazz (embora o tempo seja sincopado)

    então por volta dos anos 50, o estilo bastante complexo e difícil de velhos mestres passa a ser superado pela nova moda de um novo estilo mais leve, simples e movido sobretudo à cordas (de violoncelos e de guitarras) - é o rococó dos filhos de Bach e o jovem rock de Elvis.

    ao longo dos anos 60/70 o novo estilo e idioma musical se solidifica e se consagra: o mais jovem filho de Bach faz fama com seus concertos para piano em Londres, assim como o quarteto de Liverpool; nos 70 a corte Vienense se encanta com o menino-prodígio Michael Jackson, mas mesmo os quartetos de corda de Haydn não têm paralelo para a psicodelia do Pink Floyd

    nos anos 80, Mozart é um adulto e jovem pai de família e é praticamente o Michael Jackson ou Elton John da época, exceto pelas vendas de ingressos ou partituras não corresponderem à fama. Pessoal estava mais interessado no metal farofa das operas de Salieri

    anos 90, Mozart se despede do mundo com um belo requiem. O jovem Beethoven faz tour por Viena assombrando a todos com sua apurada técnica no improviso virtuosístico ao piano, como um Malmsteen mais dramático, mas ainda viriam os melhores anos de sua carreira

    IamBack
    Membro Novato
    # jan/16
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    caraba, manos. o problema aqui não era saber quem sabe mais de história, mas sim que ajudasse a desenvolver o tema....pq é algo realmente curioso. só isso. deixa quieto. vlw flw !

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