Cadastro no exército do Estado Islâmico

Autor Mensagem
Wuju Wu Yi
Membro Novato
# jun/15 · Editado por: Wuju Wu Yi
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Black Fire
Como eu disse, pra que isso seja válido como um argumento, é necessário que ambas as partes aceitem, a priori, a Bíblia como Palavra relevada de Deus, e isso não é de forma alguma uma verdade auto-evidente, portanto, fora de discussões intra-cristãs, um apelo à Bíblia deve vir necessariamente acompanhado de provas de sua validade, ela não pode apelar pra si mesma, do contrário deve ser descartada.
Fora de discussões entre cristãos, a menos que você possua provas documentais que deem testemunho da Ressurreição de um Profeta, não pode apelar a esse fato para provar que Mohammad não foi um Profeta.


Como eu também disse, as sagradas escrituras existem a pelo menos 500 anos antes do alcorão. e como eu disse, qualquer pessoa séria e não tendenciosa vai considerar que é uma fonte mais fiel aos textos originais do que uma versão toda adulterada por um homem de procedência e comportamentos suspeitos e esquisitos como muhamed, tirando os islamistas, que creem nisso por fideismo puro.

é muito conveniente você se proclamar profeta com base em uma religião e pegar os fundamentos dessa religião e moldar a sua própria pessoa, de forma que retire tudo que o refute, e acrescentando novas coisas que o de força.

qualquer pessoa acharia isso no mínimo suspeito, tirando os muçulmanos pelo fideismo que já citei.

Fora que indo mais além, apenas os descendentes de Isaque viriam a ser profetas. O povo árabe é descentente de Ismael. Ou também convenientemente não tem isso no alcorão?

Não, você pensa que me refiro aos católicos porque obviamente não tem nenhum conhecimento sobre a História do Cristianismo, ou saberia da enormidade de seitas filo-cristãs que pululavam na época do advento do Islã, e pensa que só existiam católicos de um período arbitrário qualquer até a Reforma.

Ultimamente eu me preocupo apenas com coisas úteis, que o tempo já não se encarregou de lidar. Mas admito que são curiosidades interessantes. Porém me preocupo com isso tanto quanto com odim ou com poseidon. Eventualmente vou ler a respeito. mas não é prioridade.

Então "perdoe-me" pelo meu erro "terrível"

Apelo ao Sheike desconhecido que "uma veiz lá eu vi falando coisas que confirmam as asneiras que eu falo". Quem era esse sheike?

Primeiro, eu não estou tentando validar nada dianta da sua visão, apenas estou lhe contando algo que me ocorreu, e lhe explicando porque prefiro acreditar nisso do que na sua opinião, a qual eu não confio.

e segundo, eu não faço idéia de como se pronuncia ou se escreve o nome daquele shake. o povo arabe tem nomes complicados para nós ocidentais. não que isso seja relevante, obviamente.

Isso é mais um argumento estilo "Contradições da Bíblia", é tentar reduzir os Livros ao que cabe dentro da própria ignorância e achar que está os atacando, quando, na realidade, está atacando coisas que só existem na sua cabeça.

Aqui você não disse nada.

Além do mais, aparentes contradições estão presentes fartamente na Bíblia, algumas até hoje não explicadas pelos melhores teólogos (ver Principles of Biblical Interpretation de Louis Berkhof), isso invalida a veracidade da Bíblia?

primeiro que preciso confirmar isto por mim próprio. a sua palavra não me basta. e certamente não vou fazer tão logo.

segundo que o alcorão, por ser uma versão totalmente adulterada da biblia original, apresenta muito mais incoerencias e discrepâncias. até em coisas básicas como essa dos 8 e 6 dias, que o suposto profeta muhamd se descuidou e esqueceu de anotar direito. acho que pra alguém supostamente guiado diretamente por Deus ele está meio fraco na atenção hum.

enfim, para todos os efeitos a biblia deve ser a fonte primeira de consulta, jamais o alcorão. está é mais antiga, melhor embasada, e menos sujeita a erros (blasfêmias) de um camarada qualquer, descentente de Cam e Ismael, que saiu por ai cometendo milhares de assassinatos por capricho, de acordo com a "ordem" de alá que ele mesmo escreveu.

Piano ON GRACE
Veterano
# jun/15
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Não acredito nisso. Se esses dois tivessem uma historia junto, não sei...

então por qual motivo a Bíblia e o Alcorão são vendidos separados?

Wuju Wu Yi
Membro Novato
# jun/15
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Piano ON GRACE
Porque o alcorão é uma versão da bíblia que muhamed alterou severamente. e devido as alterações, trasmite uma ideologia bastante diferente das escrituras sagradas originais. tornaram-se livros semelhantes mas distintos.

cafe_com_leite
Veterano
# jun/15
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Eu curto a bíblia sagrada porque é mais vintage

Konrad
Veterano
# jun/15
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sallqantay

Pode ter achado minha pergunta redundante, mas ao responde-la citando uma obra (Odisséia) por outra (Ilíada), confundido-as completamente, além de falar que Homero (autor) era o personagem (Ulisses/Odisseu).... Trocou alhos por bugalhos totalmente....

Konrad
Veterano
# jun/15
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E ainda implica com as "aspas" alheias.

-Dan
Veterano
# jun/15
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Mas e aí, o que vcs pensam do EI. Como lidar? Negociar? Explodir tudo? Justifique sua resposta. (10 pts)

daimon blackfire
Membro Novato
# jun/15 · Editado por: daimon blackfire
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é como criticar Jazz sem nunca ter ouvido uma música de Jazz toda. A propósito, existem versões do corão digitalizadas?
Parece uma dúvida boba, mas não é como se alguém fosse ler isso pra mim.

sallqantay
Veterano
# jun/15
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undefinedKonrad

Desculpa ae tio

Viciado em Guarana
Veterano
# jun/15
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-Dan
Interromper o financiamento deles seria um começo, não?

Wuju Wu Yi
Mas você não mudou nada com o tempo.
Continua postando bosta a torto e direito.

Infelizmente o bibliotecário do OT ali tá certo, você não manja de nada não.
Vai estudar e para de envergonhar a tua família com esses teus posts.

sallqantay
Veterano
# jun/15
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-Dan

EI tá longe damais para eu dar uma foda

Viciado em Guarana
Veterano
# jun/15
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sallqantay
O pipi não alcança?

Joseph de Maistre
Veterano
# jun/15 · Editado por: Joseph de Maistre
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Defendendo a liberdade de expressão
Por Geert Wilders

A liberdade de expressão está ameaçada nos dias de hoje. Não apenas na Europa, de onde eu venho. Mas também aqui, nos Estados Unidos.

A última vez que estive nos Estados Unidos foi há menos de duas semanas. Estive em Garland, Texas, onde proferi um discurso em um concurso sobre as caricaturas de Maomé.

O concurso foi realizado em um centro de conferências, onde após os assassinatos ocorridos na redação do Charlie Hebdo em Paris, uma organização islâmica tinha se reunido para pleitear limites à liberdade de expressão e a proibição de caricaturas de Maomé. O concurso sobre as caricaturas de Maomé em Garland foi organizado para que houvesse uma tomada de posição contra essa demanda. Nós jamais devemos permitir que nos intimidem.

O vencedor do concurso em Garland foi um ex-muçulmano. Havia algo muito simbólico quanto ao fato dele ser um apóstata. Segundo a lei da Sharia islâmica a apostasia é punível com a pena capital. Conforme a lei da Sharia, fazer ilustrações do profeta Maomé também é punível com a pena capital.

O vencedor do concurso desenhou um Maomé com aparência furiosa, empunhando uma espada. "Você não pode me desenhar", dizia Maomé. Logo abaixo do desenho o artista escreveu: "é justamente por isso que eu estou te desenhando"!

Esse é o verdadeiro espírito americano. Esse cartunista é um exemplo para todos nós.

Segundo a lei da Sharia islâmica, retratar Maomé é crime. Mas como americano, o artista não mora em um país islâmico. Ele mora nos Estados Unidos. E aqui nos Estados Unidos, é permitido pintar e desenhar, não importa o que diz a lei da Sharia. E também é permitido mudar de religião e virar apóstata. E não podemos deixar ninguém nos roubar essas liberdades. Se os Estados Unidos cederem e aceitarem os preceitos da lei islâmica, não serão mais Estados Unidos. Seus valores judaico-cristãos estarão perdidos. Sua civilização estará perdida. Suas liberdades estarão perdidas.

Os inimigos da nossa civilização tentam nos impor a lei da Sharia. Mal terminei meu discurso em Garland, dois jihadistas atacaram o evento. Eles alvejaram um policial na perna, mas felizmente os jihadistas foram mortos antes que pudessem causar um mal maior. Por meio da violência e do terrorismo esses dois jihadistas tentaram impor a lei da Sharia nos Estados Unidos. Graças aos corajosos policiais americanos, eles não tiveram sucesso em espalhar mais terror.

Nós jamais podemos permitir que os terroristas vençam. Se nós reagirmos às ameaças em relação às caricaturas, não mais desenhando caricaturas, os terroristas terão vencido. Mas se reagirmos desenhando e mostrando ainda mais caricaturas, o recado será claro: o terrorismo não nos afeta. Não nos intimidaremos pelo terror e pela violência fazendo exatamente o contrário que os terroristas querem. Os terroristas terão perdido.

É por isso que convidei a exposição de caricaturas Garland Mohammed para que ela fosse exibida no Parlamento da Holanda. Deveríamos exibi-la em todo o mundo livre. Na Europa e nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, em todo o mundo Ocidental livre, nós temos que tomar a posição de defender a liberdade e nos posicionar contra o Islã.

Antes de continuar, permitam-me falar um pouco sobre a minha pessoa.

Sou um político eleito, membro da Câmara dos Representantes da Holanda. Sou o líder do Partido da Liberdade. Nas últimas eleições gerais conquistamos cerca de 10% dos votos nacionais. Falo em nome de aproximadamente 1 milhão de pessoas. Meu partido não é um fenômeno marginal. Chegou a ser o maior partido em uma importante e recente pesquisa de opinião nacional realizada pela televisão.

Contudo, estou marcado para morrer. Estou marcado para morrer na lista da Al-Qaeda e de outras organizações islâmicas como o Talibã paquistanês e o grupo terrorista Estado Islâmico (EIIS). Por mais de dez anos vivo sob proteção policial, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Morei com minha esposa em quartéis do exército, celas de prisão e esconderijos, com o único objetivo de continuar vivo. Onde quer que eu vá, policiais armados me acompanham para me protegerem.

Os jihadistas querem me assassinar, enquanto outros querem me silenciar. Não me assassinando, mas por meio de assédio legal ou político. Eles buscam a minha condenação no tribunal ou meu banimento. Tudo isso está acontecendo não em ditaduras do terceiro mundo, como era de se esperar, mas em democracias ocidentais.

Em meu país, a Holanda, tive que me apresentar perante um tribunal há alguns anos porque eu tinha me manifestado contra o Islã e a islamização de meu país. Felizmente fui absolvido. Mas agora já fui acusado novamente. E o único motivo é porque eu exponho a minha opinião. Eles chamam meu discurso de "discurso de incitamento ao ódio", contudo, nada faço além de defender os valores judaico-cristãos da nossa civilização e dizer a verdade sobre o Islã.

Há dois meses estive na Áustria, onde discursei no Palácio de Hofburg em Viena sobre a ameaça da islamização na Europa. Organizações islâmicas exigiam que as autoridades austríacas me processassem pelas minhas palavras. E no mês passado, estive na cidade alemã de Dresden, onde discursei perante 15.000 pessoas em um comício público. O Promotor Público contava com agentes no comício para que ouvissem o que eu dizia, de modo que pudessem avaliar se eu deveria ser acusado de incitamento.

Há algum espião ou promotor público nesta sala? Creio que não. Os Estados Unidos não amordaçam ninguém.

Há duas semanas eu estava em Washington DC para um encontro com membros do seu Congresso, atendendo a um convite de congressistas que desejavam se informar sobre a situação na Europa. Dois congressistas muçulmanos, Keith Ellison e André Carson, contudo, queriam me amordaçar. Eles tentaram impedir que eu entrasse em seu país. Não deu certo. Porque nos Estados Unidos as pessoas ainda são livres para se manifestarem. E eu não tenho dúvidas, os americanos nunca desistirão dessa liberdade.

Porque essa é a essência do que faz dos Estados Unidos os Estados Unidos! É o que faz os Estados Unidos serem únicos.

Há muito mais em jogo do que nossa liberdade de expressão. Nossa própria existência, nossa liberdade de existir está em perigo. Se nós permitirmos sermos autocensurados sobre qualquer coisa que dizemos sobre o Islã, logo o Islã começará a nos dizer como devemos viver, como devemos nos vestir, como devemos respirar.

Logo perderemos o direito à vida se não obedecermos os comandos da Sharia. Se cedermos ao totalitarismo, perderemos tudo, inclusive nossas vidas. É assim que as civilizações se desintegram. É assim que as democracias morrem.

É nossa obrigação garantir que isso nunca aconteça.

É claro que eu sei que embora a maioria dos terroristas de hoje sejam muçulmanos, nem todos os muçulmanos são terroristas. É claro que eu sei que os terroristas são uma minoria, mas são muitos.

Levantamentos da Universidade de Amsterdã mostram que 11% da população muçulmana de 1 milhão de habitantes na Holanda estão dispostos a empregarem a violência em nome do Islã. São 100.000 pessoas em um país de 17 milhões de habitantes.

Os terroristas podem ser apenas uma minoria, mas as pesquisas indicam que eles usufruem do apoio da maioria.

Levantamentos em meu país revelaram que 73% da população islâmica na Holanda consideram os muçulmanos que vão para a Síria lutar na jihad como heróis. E 80% dos jovens turcos na Holanda não acham que a violência de grupos como o EIIS contra infiéis seja errado. Ou seja, quatro em cada cinco.

E eu poderia perguntar o seguinte: onde estão as manifestações de muçulmanos que não concordam com a violência cometida em nome do Islã e de seu profeta? Eu não vi nenhuma, vocês viram? A maioria pode não concordar com a violência, mas também não se opõe a ela.

Não podemos enfiar nossas cabeças na areia e fazer de conta que todos esses fatos não existem. Temos que enfrentar a realidade.

Na Alemanha Nazista, também, era apenas uma minoria que cometia as atrocidades. Mas a maioria permitiu que fossem cometidas. Na União Soviética, também, era apenas uma minoria que cometia os crimes horríveis. Mas a maioria permitiu que fossem cometidos.

Conforme Edmund Burke, o grande filósofo da liberdade disse certa vez: "para o triunfo do mal só é preciso que homens bons nada façam".

Portanto, a seguir está o primeiro passo para salvaguardar nossas liberdades: compreenda os fatos, manifeste abertamente a verdade, tire as conclusões e aja em cima delas. Se não agirmos, estaremos predestinados a perder.

Em tempos como esses, em que nossos dirigentes, fracos, fecham os olhos frente à perigosa ameaça do Islã totalitário, em tempos como esses em que a incumbência de soar o alarme caiu nas mãos dos cidadãos comuns, em tempos como esses a liberdade de expressão é mais importante do que nunca.

George Orwell disse certa vez: "quanto mais a sociedade se afastar da verdade, mais ela odiará aqueles a pronunciam". É por isso que a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América é tão importante. Ela é especialmente necessária para proteger a liberdade de expressão daqueles que dizem a verdade e são odiados por isso.

As palavras "discurso de incitamento ao ódio" têm um significado muito específico hoje em dia. Criticar o Islã é considerado discurso de incitamento ao ódio nos dias de hoje. É permitido colocar um crucifixo em um pote de urina. Ou retratar Israel como estado nazista. Isso não é considerado um ato de ódio. Mas se você desenhar uma figura de Maomé ou se manifestar contra a islamização ou dizer a verdade sobre o Islã, você é considerado extremista, semeador de discórdia, provocador.

O fato é que quanto mais deixarmos o Islã se aproximar de nós, menos livres se tornarão nossas sociedades. Nas décadas passadas, nossos políticos permitiram que milhões de imigrantes muçulmanos se instalassem dentro de nossas fronteiras. Eles vieram com sua cultura e sua lei da Sharia. E agora eles querem impô-la sobre nós. Em vez de dizer: se você vier ao nosso país, você terá que se adaptar a nós, nossos líderes políticos disseram: mantenham sua cultura, nós respeitamos o Islã e suas suscetibilidades. Em nenhum lugar foi pleiteado que os imigrantes se assimilassem.

E agora as nações européias se dobraram tanto que aplicam os tabus islâmicos em suas próprias leis. Eles chamam de crime de ódio quando os amantes da liberdade rejeitam os tabus islâmicos. Criticar o Islã se tornou um discurso de incitamento ao ódio, punível com nossas próprias leis.

Não estamos apenas sendo confrontados com a islamização, mas também com a tolice do relativismo cultural e a fraca mentalidade da acomodação de nossos líderes políticos. Essa covardia tem que acabar. Se essa situação continuar, ela nos levará diretamente à catástrofe.

É por isso que eu faço o que faço. Não ficarei de braços cruzados, nem deixarei que nossa civilização e democracia morram. Eu me manifesto abertamente contra o Islã e me manifesto abertamente contra nossos líderes fracos. Eu amo meu país, amo a liberdade, não quero viver na escravidão e é por isso que me manifesto abertamente.

Sem a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América, as consequências por falar abertamente são piores do que com a Primeira Emenda. Ainda assim, nossa obrigação continua a mesma: em nome da liberdade, temos que nos manifestar abertamente. Não importa quais sejam as consequências. Em nome da liberdade e dignidade, é isso que defendemos.

A verdade é a nossa arma, temos a obrigação de usá-la. A liberdade de expressão é uma coisa frágil que deve ser defendida com coragem. Enquanto formos livres para nos manifestarmos, podemos dizer a verdade às pessoas e fazê-las entenderem o que está em jogo. O establishment político, acadêmico e a mídia do Ocidente estão ocultando do povo a verdadeira dimensão da ameaça islâmica. É necessário espalhar a mensagem. Esta a nossa primeira e mais importante obrigação.

Se os imigrantes aceitarem nossas leis e valores, eles serão bem-vindos para ficarem e usufruírem, como qualquer um de nós, de todos os direitos que a nossa sociedade garante, nós até os ajudaremos a se assimilarem. Mas se eles cometerem crimes, agirem contra nossas leis, impuserem sobre nós a lei da Sharia, ou travarem a guerra da jihad, nós temos que expulsá-los.

Nós temos que parar de fingir que o Islã é uma religião. O Islã é uma ideologia totalitária cujo objetivo é conquistar o Ocidente. Uma sociedade livre não deve conceder liberdade àqueles que querem destruí-la. Conforme disse Abraham Lincoln: "aqueles que negam a liberdade aos outros não a merecem para si mesmos".

Cada loja halal, cada mesquita, cada escola islâmica e cada burca são consideradas pelo Islã como um passo adiante para meta final da nossa submissão.

E para finalizar, é bom lembrar que o Islã tem ambições globais, que todos nós corremos perigo. Devemos estar ao lado de qualquer nação e qualquer povo ameaçado pela jihad. Isso inclui Israel, a única democracia no Oriente Médio, cujo conflito com os árabes não é por causa de território, é um conflito entre liberdade e tirania. Nós temos que apoiar Israel porque nós somos todos Israel. E nunca devemos acreditar em regimes criminosos islâmicos como o Islã. Um tratado com o Estado Islâmico do Irã quanto à questão das armas nucleares é uma piada de mau gosto e uma gigantesca ameaça à segurança de Israel e de todo o Ocidente.

Eu sou da Europa. Vocês são americanos, mas estamos todos no mesmo barco. Nós devemos nos unir contra nosso adversário comum. A onda islâmica é poderosa, mas o Ocidente já a repeliu anteriormente e temos que repeli-la novamente.

Ronald Reagan disse que "o futuro não pertence aos covardes, pertence aos corajosos".

Então sejamos corajosos. E asseguremos o futuro.

Shredder_De_Cavaquinho
Veterano
# jun/15
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Wuju Wu Yi
cara vc n sabe nada, na boa. o corão não é uma versão da biblia, é a raiz de uma linguagem, e um complexo sistema de saberes... e sua legitimidade não está em disputa. seu discurso é fraco...

-Dan
Veterano
# jun/15
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sallqantay
Viciado em Guarana

2 ptos. To entrando no tema agora, e por alto, o que percebo sem entrar em detalhes, que os membros do EI são extremamente fundamentalistas, agressivos seguindo a doutrina X.

Nao sei porque o foco da discussao ta nos 34 livros da tal doutrina X, uma vez que tao matando e queimando pessoas vivas, sequestrando estrangeiros e tentando chacinar jornalistas dentro de outros paises.

Claro, se tem alguem que confunde o EI, com o islamismo em geral, cabe o esclarecimento.

É ate interessante conhecer a base do pensamento dos caras, mas sobre os atos do EI, coerção e posicionamento dos outros Estados? Pensam algo a respeito ou é preciso ler as merdalhas todas escritas em aramaico para poder chegar a uma opinião?

makumbator
Veterano
# jun/15
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Joseph de Maistre
O vencedor do concurso desenhou um Maomé com aparência furiosa, empunhando uma espada. "

O desenho é genial, mas não sabia que o Wolverine era o Maomé. Isso explica muita coisa.

Wuju Wu Yi
Membro Novato
# jun/15 · Editado por: Wuju Wu Yi
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Viciado em Guarana
Cara nem vou te responder com seriedade porque sua opinião é deprimente, assim como seu vomitado posicionamento. Nem minha palavra vou te dirigir mais, porque não vale a pena.

Joseph de Maistre
Texto super esclarecedor. Ótimo. É bom e necessário mostrar pras pessoas o que elas não conseguem ver, e o que o Islã está fazendo a nível global. Eu não conhecia esse texto, mas só reforça tudo o que eu já penso sobre o Islã.

Shredder_De_Cavaquinho
Quem não sabe nada é você. Sua afirmação não tem profundidade alguma. Busque se informar sobre como se originou o Islã e o alcorão.

-Dan
Perfeito cara, só um pequeno esclarecimento. A vertente do jihad dentro do Islã, ou seja, os terroristas, é a mais fiel e que mais representa a verdadeira ideologia do Islã . muhamed o fundador, e o grande profeta para todos os islamicos, foi quem deu inicio ao jihad, e o objetivo maior do Islã se baseia nisso.

como eu já sabia, e o no texto que o Joseph de Maistre postou, está sublimemente representado, o objetivo por trás do Islamismo é a conquista mundial.

Por isso deve ser fortemente combatido em todas as istâncias.

Wuju Wu Yi
Membro Novato
# jun/15 · Editado por: Wuju Wu Yi
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-Dan
Mas e aí, o que vcs pensam do EI. Como lidar? Negociar? Explodir tudo? Justifique sua resposta. (10 pts)

Não da pra explodir tudo, porque eles são covardes e enchem o território de inocêntes, praticamente como refens.

E também não da pra negociar. O islã não abre esse tipo de brecha. Qualquer medida é apenas temporária até eles voltarem com suas atividades para atingir seu objetivo.

Deveriam reunir um conselho mundial com representantes de todos os paises e tornar o jihad um crime em todas as nações. Um crime passivel de encarceramento e contenção por meio da força.

O jihad deve ser erradicado da face dessa terra.

Black Fire
Gato OT 2011
# jun/15
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Wuju Wu Yi
Como eu também disse, as sagradas escrituras existem a pelo menos 500 anos antes do alcorão. e como eu disse, qualquer pessoa séria e não tendenciosa vai considerar que é uma fonte mais fiel aos textos originais do que uma versão toda adulterada por um homem de procedência e comportamentos suspeitos e esquisitos como muhamed, tirando os islamistas, que creem nisso por fideismo puro.


Uma pessoa séria e não tendenciosa não vai tomar um livro com séculos de existência, cuja autoria não pode ser comprovada, como fonte fiável, para se provar qualquer coisa cuja autenticidade não possa ser comprovada por outras fontes. A Bíblia e o Alcorão só tem validade absoluta fora dos seus respectivos sistemas religiosos se nos admitirmos a categoria "Fé" como epistemologicamente válida, o que é um absurdo. Se a categoria "Fé" não estiver inclusa, podem no máximo ser tomados como livros como quaisquer outros.

é muito conveniente você se proclamar profeta com base em uma religião e pegar os fundamentos dessa religião e moldar a sua própria pessoa, de forma que retire tudo que o refute, e acrescentando novas coisas que o de força.

qualquer pessoa acharia isso no mínimo suspeito, tirando os muçulmanos pelo fideismo que já citei.

Fora que indo mais além, apenas os descendentes de Isaque viriam a ser profetas. O povo árabe é descentente de Ismael. Ou também convenientemente não tem isso no alcorão?


Essa noção de "Profeta" está sustentada unicamente em categorias religiosas judaico-cristãs, se elas não são admitidas a priori, ela não diz absolutamente nada, não é algo verificável por observação ou por indução, portanto não é válida em um diálogo inter-religioso. Também estão baseadas em preconceitos históricos sobre a vida de Mohamad.
Por que não podemos admitir a priori a noção islâmica de Profeta?



Ultimamente eu me preocupo apenas com coisas úteis, que o tempo já não se encarregou de lidar. Mas admito que são curiosidades interessantes. Porém me preocupo com isso tanto quanto com odim ou com poseidon. Eventualmente vou ler a respeito. mas não é prioridade.

Isso é só uma afirmação de ignorância, e ignorância orgulhosa ainda por cima.



primeiro que preciso confirmar isto por mim próprio. a sua palavra não me basta. e certamente não vou fazer tão logo.

Se ainda não sabe disso, não deveria se meter a discutir religião, porque desconhece até a sua própria, imagine a dos outros. Qualquer estudante de primeiro período de teologia tem obrigação de saber essas coisas.

segundo que o alcorão, por ser uma versão totalmente adulterada da biblia original, apresenta muito mais incoerencias e discrepâncias. até em coisas básicas como essa dos 8 e 6 dias, que o suposto profeta muhamd se descuidou e esqueceu de anotar direito. acho que pra alguém supostamente guiado diretamente por Deus ele está meio fraco na atenção hum.

A discussão sobre 6 ou 8 dias não é, salvo engano, uma contradição do Corão, mas uma discussão teológica sobre a noção corânica de ciclos, não há afirmação literal no livro que o coloque em posição contraditória sobre este assunto.
Você não leu o Corão, duvido que tenha lido qualquer Tafsir e tem noções precárias até mesmo sobre a natureza da Bíblia Sagrada, não sei como pode afirmar que tal ou qual livro é mais contraditório, e como qualifica as contradições como invalidantes.

enfim, para todos os efeitos a biblia deve ser a fonte primeira de consulta, jamais o alcorão. está é mais antiga, melhor embasada, e menos sujeita a erros (blasfêmias) de um camarada qualquer, descentente de Cam e Ismael, que saiu por ai cometendo milhares de assassinatos por capricho, de acordo com a "ordem" de alá que ele mesmo escreveu.

Mais uma vez, coisas que só tem sentido se admitirmos um sistema epistemológico alternativo que inclua a categoria "Fé".

Black Fire
Gato OT 2011
# jun/15
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O jihad deve ser erradicado da face dessa terra.


Você também não sabe o que é jihad.

sallqantay
Veterano
# jun/15
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-Dan

Eu só penso no uso da força dentro do território brasileiro

o EI parece ameaçar mais o centro do ocidente, então deixa os mano lá de cima resolverem a treta e foda se

Wuju Wu Yi
Membro Novato
# jun/15 · Editado por: Wuju Wu Yi
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O cara chato, retórico, surrealista, teórico, alienado.

Uma pessoa séria e não tendenciosa não vai tomar um livro com séculos de existência, cuja autoria não pode ser comprovada, como fonte fiável, para se provar qualquer coisa cuja autenticidade não possa ser comprovada por outras fontes. A Bíblia e o Alcorão só tem validade absoluta fora dos seus respectivos sistemas religiosos se nos admitirmos a categoria "Fé" como epistemologicamente válida, o que é um absurdo. Se a categoria "Fé" não estiver inclusa, podem no máximo ser tomados como livros como quaisquer outros.

Não estou colocando nenhuma fé na questão. Acho que você tem algum déficit de entendimento. Estou dizendo que qualquer historiador, estudioso, ou até mesmo um ateu sério e curioso, vai buscar os fundamentos ou princípios da religião baseada no Deus único, amplamente difundida nos ultimos milênios, nas fontes mais antigas e menos adulteradas, por estas serem mais fiéis as transcrições que originaram tal religião.

Esqueça o conceito fé nesta afirmação.

Essa noção de "Profeta" está sustentada unicamente em categorias religiosas judaico-cristãs, se elas não são admitidas a priori, ela não diz absolutamente nada, não é algo verificável por observação ou por indução, portanto não é válida em um diálogo inter-religioso. Também estão baseadas em preconceitos históricos sobre a vida de Mohamad.
Por que não podemos admitir a priori a noção islâmica de Profeta?


Acontece que a origem do conceito de profeta surgiu das transcrições utilizadas pelos judeos e os Cristãos, de acordo com os textos mais antigos remetente a religião do Deus único.

E nenhum preconceito histórico está sendo levado em consideração, a história de muhamed como voce mesmo disse está fartamente documentada, qualquer pessoa pode ir pesquisar seus feitos, e o fato dele ter feito modificações nas transcrições judaico-Cristãs para formar os fundamentos do Islã. Ter fundado toda a ideologia por trás do jihad, e ter "conquistado" inumeros territórios do oriente médio do ano 624 ao ano 632, sobre os pretextos que ele mesmo criou.

E você está usando um argumento incorreto. O Islã e Alá remete ao mesmo Deus judaico-Cristão cujas transcrições são muito mais antigas. O Islã não é uma religião a parte como você quer fazer crer. Todo o fundamento monoteísta do Islã é baseado nas religiões judaico-Cristãs, misturadas com a cultura e religião árabe pré-islãmica. Ou seja, é uma religião derivada.

E devido a isto, o conceito do Islão de profeta não está sendo levado em consideração por causa da precedência pouco confiável e suspeita da religião, uma vez que se sabe de onde essa religião derivou, e quais são as intenções por tras de seu surgimento. Que basicamente foi adaptar a religião judaico-Cristã aos constumes e tradições árabes, além de engrandeçer ao máximo o fundador.

Qualquer pessoa que não está cega pelo fideísmo no Islã é capaz de compreender isso. Quem está sendo parcial e colocando a fé atrás da razão é você, não sou eu.

Isso é só uma afirmação de ignorância, e ignorância orgulhosa ainda por cima.

Se tua prioridade na vida é se informar a cerca de coisas inúteis que não vão fazer nenhuma diferença no teu cotidiano, é problema seu. Não te da o direito críticar quem não segue a mesma ideologia. Como eu disse, são assuntos interessantes, que eventualmente vou me informar a respeito, mas não são prioridade. Você que é ignorante por fazer uma crítica superficial como essa.

Se ainda não sabe disso, não deveria se meter a discutir religião, porque desconhece até a sua própria, imagine a dos outros. Qualquer estudante de primeiro período de teologia tem obrigação de saber essas coisas.

Eu não sou adepto da sua ridicula imposição dos 34 livros antes de poder discutir algo. E muito menos considero que é necessário estar cursando teologia para tal. As pessoas podem discutir com as informações que tem, sem discriminação.

De qualquer maneira, pelo nível que percebo da sua argumentação, suas idéias, e seu limite, um teólogo qualificado, ou até mesmo um sério estudante de teologia, discutir com você seria covardia da parte deles.

A discussão sobre 6 ou 8 dias não é, salvo engano, uma contradição do Corão, mas uma discussão teológica sobre a noção corânica de ciclos, não há afirmação literal no livro que o coloque em posição contraditória sobre este assunto.
Você não leu o Corão, duvido que tenha lido qualquer Tafsir e tem noções precárias até mesmo sobre a natureza da Bíblia Sagrada, não sei como pode afirmar que tal ou qual livro é mais contraditório, e como qualifica as contradições como invalidantes.


Ah, mas é claro que você tem criatividade pra encontrar justificativas para os deslizes do seu falso-profeta. Noção corânica de ciclos coisa nenhuma. Isso é um tapa buracos pra explicar como ele errou na hora de adulterar a transcrições judaico-Cristãs. Uma explicação muito mais simples, humana, e até mesmo obvia.

E cara, novamente, pare de achar que eu preciso te provar alguma coisa. E pior, pare de achar que é necessário conhecimento denso e profundo para perceber coisas obvias.
Eu não preciso saber montar complexos algoritmos para saber quanto é cinco mais cinco.

A farsa do Islã é tão evidente que não sinto a menor necessidade de me aprofundar na leitura do alcorão para entender ou explicar isso. E caso eu faça, sera de natureza complementar ou apenas curiosidade. Novamente, perder tempo com inutilidades não é prioridade para mim.

As contradições bíblicas que você cita, eu já ouvi dizer que há controversas entre os teologos e não posso afirmar nada por mim mesmo.
Claro que certamente não é a sua opinião que vai me convencer de alguma coisa.

E isso não tira meu direito de discutir o assunto, por mais que você seja irritantemente exigente (mesmo com uma argumentação tão mediocre).

Mais uma vez, coisas que só tem sentido se admitirmos um sistema epistemológico alternativo que inclua a categoria "Fé".

Mais uma vez preciso dizer que está errado, e já expliquei ali encima. O único que está utilizando-se de pretextos de fé (ou fideísmo no seu caso) é você.

A única parte relacionada a fé disso que eu escrevi, foi sobre ele ser descendente de Cam e Ismael.

Você também não sabe o que é jihad.

Você fala a nível teórico, alienante e fideísta como você gosta? É capaz de eu até saber, apesar de ser irrelevante. Agora a nível prático, é bem evidente o que é o jihad.


Enfim, eu nem vou responder mais você, porque basicamente isso virou uma discussão sobre a sua fé. Você não vai me convencer de nenhuma bobagem fideísta a respeito de muhamed, e as pessoas também não são bobas.

Você é um cara que só sabe acusar as pessoas de ignorância, porque deve ter lido uns punhados de livros, mas aparentemente não é capaz de pensar e relacionar as coisas. Eu não vou continuar discutindo com um cara que insiste em se fazer de desentendido sobre o assunto, e que fica com argumentos tão mediocres e apelativos que pouco tem a ver com a realidade e o cotidiano.

Termino esse assunto por aqui. Pode continuar falando sobre o quanto você acredita nas bobagens do Islã se quiser, e continuar encontrando (de outros autores claro) idéias que sustentam o seu fideísmo.

Black Fire
Gato OT 2011
# jun/15 · Editado por: Black Fire
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Wuju Wu Yi
Não estou colocando nenhuma fé na questão. Acho que você tem algum déficit de entendimento. Estou dizendo que qualquer historiador, estudioso, ou até mesmo um ateu sério e curioso, vai buscar os fundamentos ou princípios da religião baseada no Deus único, amplamente difundida nos ultimos milênios, nas fontes mais antigas e menos adulteradas, por estas serem mais fiéis as transcrições que originaram tal religião.

Quais as provas de que estas fontes mais antigas são menos adulteradas? Que historiadores são esses a que você se refere? Que obras são estas? Qual historiador sério toma a Bíblia como prova de que milagres ocorreram em algum período da humanidade? Quero nomes.


Acontece que a origem do conceito de profeta surgiu das transcrições utilizadas pelos judeos e os Cristãos, de acordo com os textos mais antigos remetente a religião do Deus único.

E porque este conceito é válido? Como se demonstra, sem recorrer a uma referência circular à Bíblia, que este conceito não está adulterado nela, quais as fontes externas que provam que um Profeta é alguém capaz de realizar milagres? Quais fontes provam que Profetas efetivamente realizaram milagres? Por que não se deve recorrer a uma interpretação alegórica dos milagres apontados na Bíblia e deve-se tomá-los como acontecimentos literais? Onde estão as provas externas a ela que excluem a necessidade de fé?




E você está usando um argumento incorreto. O Islã e Alá remete ao mesmo Deus judaico-Cristão cujas transcrições são muito mais antigas. O Islã não é uma religião a parte como você quer fazer crer. Todo o fundamento monoteísta do Islã é baseado nas religiões judaico-Cristãs, misturadas com a cultura e religião árabe pré-islãmica. Ou seja, é uma religião derivada.


O Islã pode ser uma religião com uma raiz comum ao judaísmo e ao cristianismo, mas de forma nenhuma compartilha integralmente as mesmas categorias das outras duas. A coerência interna é completamente diferente.


Ah, mas é claro que você tem criatividade pra encontrar justificativas para os deslizes do seu falso-profeta. Noção corânica de ciclos coisa nenhuma. Isso é um tapa buracos pra explicar como ele errou na hora de adulterar a transcrições judaico-Cristãs. Uma explicação muito mais simples, humana, e até mesmo obvia.


Então aponte-me no Corão onde estão essas contradições. Você não é capaz, sabe porque? Porque você nunca o leu, e mesmo assim acha que pode opinar a respeito.

E isso não tira meu direito de discutir o assunto, por mais que você seja irritantemente exigente (mesmo com uma argumentação tão mediocre).

Direito de discutir o assunto tem quem conhece o que está falando, você é só alguém com muito pouco conhecimento e muita vontade de opinar.

Na moral, você não sabe o que é epistemologia, não sabe o que é uma categoria, não sabe o que é religião, não tem conhecimento teológico básico, nunca leu o Alcorão, tem noções precárias de história do cristianismo (que é a religião que você diz professar), fica falando sobre historiadores que você jamais leu, pesquisa "Contradições do Alcorão" no Google pra tentar construir argumentos, não tem nenhum interesse em encontrar a verdade e só tem muita vontade de ter razão. Me dê um bom motivo pra te levar a sério.

john s mill
Membro
# jun/15
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Joseph de Maistre

otimo texto

Black Fire
Gato OT 2011
# jun/15
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daimon blackfire
A propósito, existem versões do corão digitalizadas?
Tem essa http://www.culturabrasil.org/zip/alcorao.pdf mas eu já achei algumas discrepâncias neste texto, alguns versos estão fora de lugar.

Mas existem diversas leituras disponíveis no youtube https://www.youtube.com/watch?v=pfuY2spWdJI

st.efferding
Membro
# jun/15
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Wuju Wu Yi
Black Fire

www.empregos.com.br

cafe_com_leite
Veterano
# jun/15
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Black Fire
Então aponte-me no Corão onde estão essas contradições. Você não é capaz, sabe porque? Porque você nunca o leu, e mesmo assim acha que pode opinar a respeito.



Vixe Maria

CindyFerrari
Veterano
# jun/15
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vai que é tua sallqantay /o/

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/06/1637118-chanceler-do-iraque -pede-apoio-do-brasil-contra-estado-islamico.shtml

Wuju Wu Yi
Membro Novato
# jun/15
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cafe_com_leite
Então aponte-me no Corão onde estão essas contradições. Você não é capaz, sabe porque? Porque você nunca o leu, e mesmo assim acha que pode opinar a respeito.

Vou postar para ti, sobre apenas isso específicamente.

Surata 41: do 9 ao 12. (Falando que foi em 8 dias, pela soma do total de dias mencionados).

E em Surata 10: 3. (Falando que foi em 6 dias).

st.efferding
Membro
# jun/15
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bf peidou

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