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【FIXO】 Glossário de termos usados em bateria e percussão

Autor Mensagem
Amok
Veterano
# abr/05


Galera do fórum

Este tópico foi criado para tentar esclarecer alguns termos usados em bateria e percussão. A bateria, como a conhecemos atualmente, teve origem nos EUA, no começo do século XX, a partir das bandas de Dixieland em New Orleans. Procurando concentrar os diversos tambores da seção de percussão de uma orquestra (ou banda fanfarra) em um único músico, foi criado o kit de percussão ou Setup, que simplesmente é a bateria como a conhecemos hoje. A principal mudança foi o desenvolvimento de ferragens que permitiram que o bumbo e os pratos de fanfarra fossem tocados com os pés. Nasciam então o pedal do bumbo e a máquina da chimbal. Os primeiros kits (ou setups) eram compostos de bumbo, caixa, chimbal e eventualmente, peças adicionais de percussão como blocks e washboards. Com o tempo, pratos maiores foram sendo acrescentados, bem como os tons e o surdo, chegando à configuração que conhecemos hoje.

Amok
Veterano
# abr/05
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A seguir, vou tentar postar um glossário com os termos mais usados em bateria e percussão. Por favor, se alguém conhecer nomenclatura adicionais, poste aqui. Muitos termos são em inglês, devido à propria origem do instrumento.

Glossário :

Peças da Bateria

Automático : É o mecanismo que aciona a esteira. Ver Caixa.
Bass Drum: Veja Bumbo
Batedor: Peça do pedal do bumbo que toca a pele. A “cabeça” do batedor pode ser feita em diversos materiais (feltro, plástico, madeira), que resultam em diferentes sons ao tocar a pele.
Bell: ver Cúpula
Bumbo: O maior tambor do Kit. É tocado com o pé (ou pés) através do pedal. Seu diâmetro varia habitualmente entre 16” e 26” e a profundidade entre 14” e 22”
Caixa: O principal tambor do kit, junto com o bumbo. Normalmente é um tambor raso, com profundidade entre 4” a 10”. Sua principal característica é a existência de uma esteira de aço sobre a pele de resposta, acionada por um mecanismo que permite a regulagem de tensão e controla o contato com a pele.
Chimbal: É o conjunto de dois pratos contrapostos, montados em uma estante que permite o acionamento com os pés. Geralmente são usados pratos de menores dimensões, entre 10” e 15”. Os pares de qualidade são formados de pratos de características diferentes, normalmente com o prato inferior mais pesado. É o prato mais versátil do kit, que permite ser tocado com os pés , com as mãos ou ambos.
China: Prato de efeito caracterizado pela borda “invertida” e cúpula achatada. O som lembra gongos orientais, daí o nome. Normalmente é montado invertido, com a cúpula para baixo. Os diâmetros mais utilizados vão de 16 a 20”
Crash: Prato de ataque. Utilizado para executar acentos de alto volume. As dimensões mais utilizadas estão entre 16” e 20”.
Cúpula: Porção do prato próxima ao furo central
Esteira: Ver Caixa
Flat Ride: Ride sem cúpula. Apresenta som mais seco e de menor volume que o ride convencional.
Hats ou Hi-Hats : Ver chimbal
Kick: Sinônimo de Bumbo.
Pedal: Mecanismo que converte o movimento do pé em um toque no bumbo com um batedor
Ride: Prato de condução. Geralmente o prato de maior diâmetro do kit, utilizado para marcar a condução do tempo, do mesmo modo que o chimbal. As medidas variam entre 18” e 22”. A medida mais utilizada é de 20”.
Setup : A bateria em si. O conjunto dos tambores, pratos, ferragens e acessórios que compõem a bateria. Também conhecido como kit
Snare: Veja Caixa
Splash: Prato rápido de ataque. Utilizado da mesma maneira que o Crash, com acentos de menor volume. Os diâmetros vão de 8” a 14”. Os mais utilizados tem 10”.
Surdo: tambores de diãmetro entre 14” e 18”montados no chão ao lado do baterista. Complementam os tons com sons mais graves.
Tons ou ton-tons: Tambores de diâmetro entre 6” e 14” montados à frente do kit. Utilizados mais freqüentemente nas viradas.


É isso por enquanto. em breve eu posto termos relacionados a levadas, e descrição dos sons dos tambores.

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Amok
Veterano
# abr/05 · Editado por: Amok
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Dando seqüência ao nosso glossário baterístico, vou postar o significado de alguns termos mais utilizados para o estudo:

Termos utilizados em estudo:

Abertura: Toque no chimbal fechado seguido imediatamente de uma liberação do pedal. A duração da abertura pode ser determinada na partitura. Pode ser tb muito rápida com função de enfatizar um acento.
Acento: Nota tocada com mais volume
BPM: Batimentos por minuto. É a referência do metrônomo para estudo. Em levadas pop/rock, geralmente os BPM marcam as semínimas (tempos 1,2,3,4 do compasso). Veja tb em Rudimentos
Buzz Roll: Rulo de pressão; notas tocadas em alta velocidade e baixo volume, aproveitando o rebote da baqueta, resultando em um som sustentado e contínuo. Veja tb em Rudimentos.
Chop: Fill curto, que geralmente ocupa ¼ ou ½ compasso.
Doubles: Duas notas seguidas com o mesmo membro.
Double Stroke Roll: Rulo duplo. Tb conhecido como papa-mama. Cada mão toca duas vezes e se alterna com a outra, sempre seguindo os bpms. Veja tb em Rudimentos.
Drag: Seqüência de 3 toques: um duplo muito leve (double grace) com uma das mãos seguido do acento com a outra. Interpretado como uma única nota. Veja tb em Rudimentos
Fill: Virada; Frase pré-estudada que interrompe o groove e geralmente é utilizada para introduzir um novo trecho da música ou mudar o groove. Pode ser utilizado para abrir a música. Veja tb Lick.
Five Stroke Roll: Rulo de 5 toques: 2 de um lado, 2 de outro e o 5º de volta com a primeira mão, acentuado
Flam: Dois toques rápidos (um em cada mão) com o acento no segundo toque. Soa como um “trá” e é intepretado como um único tempo. Veja tb em Rudimentos.
Ghost notes: Notas de baixa intensidade tocadas durante um groove, com objetivo de acrescentar swing
Grace note: Nota fraca colocada junto a uma acentuação. Veja tb Drag.
Grip: Pegada. Modo de segurar a baqueta. Existem dois tipos de pegada mais utilizados: o Matched e o Traditional . No Matched as mãos seguram as baquetas do mesmo modo: palmas para baixo, pinça entre as falanges do polegar e do indicador, fazendo mola com os outros dedos. No Traditional, a mão esquerda (direita pros canhotos) segura a baqueta atravessada, com a palma voltada para cima, e a pinça entre o polegar e a base do indicador; a mola é feita entre o dedo médio e o anular ou entre o rebote e o indicador. Veja tb Pinça/Mola
Groove: Levada. A tocada “de fundo” da bateria.
Heel Up/Down: Posições dos pés nos pedais. No Heel Up, o pedal é tocado com a ponta dos pés e o calcanhar erguido. No Heel Down, o pé fica totalmente apoiado na sapata, apoiado no calcanhar. Veja tb Pivot.
Lick: Frase pré-estudada encaixada no groove. Veja tb Fill
Odd: Fórmula de compasso alterada, muito usada em progressivo. As odds mais utilizadas são 5/4 (Perfect Strangers by Ian Paice) e 7/4 (Limelight by Neil Peart; e metade do repertório do DT...)
Paradiddle: Combinação do Single com o Double Stroke Roll. A seqüência é do tipo DEDDEDEEDEDDEDEE. Veja tb em Rudimentos.
Pinça/Mola: é a maneira de acionar o movimento da baqueta com a mão. A pinça é formada pelo firme agarramento da baqueta entre dois dedos. A mola corresponde ao acionamento do movimento com os demais dedos. A maneira de acionar varia com o grip. Veja tb Grip.
Pivot: Técnica utilizada para tocar doubles nos pedais. O primeiro toque é dado com a ponta do pé no meio da sapata do pedal em heel-up e o segundo é dado com o pé mais avançado, em heel-down.
Rudimentos: Os rudimentos são frases percussivas originalmente criadas para o toque de caixa em bandas marciais ou fanfarra. Consistem em 14 séries de toques (e dezenas de variações) que são estudadas e memorizadas até sua execução automática. Os rudimentos mais utilizados são o Buzz Roll; o Single Stroke Roll, o Double Stroke Roll; o Five Stroke Roll; o Flam, o Drag e o Paradiddle. Para descrição dos rudimentos, acesse o link http://www.njmea.org/snarerudiments.html
Sincope: ou Síncopa; "inversão" do groove. Os tempos da caixa e do bumbo são "jogados" para frente, normalmente com atraso de uma colcheia. O resultado sonoro é uma impressão de atraso ou adiantamento do tempo. Essa técnica é utilizada de maneira escandalosa por Mike Portnoy.
Single Stroke Roll: Rulo simples; uma nota tocada alternadamente com cada mão; difere do Buzz porque segue uma fórmula de compasso. Veja tb em Rudimentos.
Swing: O balanço do groove. A capacidade de gerar pulso.

No próximo episódio: Termos utilizados para descrever os sons da Batera.

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Amok
Veterano
# abr/05
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AOS MODERADORES

ESTE TÓPICO AINDA ESTÁ INCOMPLETO, MAS SERIA POSSÍVEL JÁ INCLUÍ-LO EM STICK ?

OBRIGADO

AMOK

Amok
Veterano
# abr/05
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.

Soulface
Veterano
# abr/05
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Já foi! hehehehe

Amok
Veterano
# abr/05
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Soulface
Já foi! hehehehe

Vixe !!!
Valeu, cara !

Galera, esse glossário não é estático, blz ? Quem quiser acrescentar, alterar ou até mesmo discordar da minha definição de alguns termos, por favor fique a vontade. O fórum é de todos !

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Soulface
Veterano
# abr/05
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Amok
Bela iniciativa cara!
Isso vai servir até pra eu mesmo aprender muita coisa.
E assim q puder eu vou dar uma agitada no tópico de gravações lá.
É só minha encomenda chegar aqui!

DENY
Veterano
# abr/05
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Diz algo aí sobre técnica de up stroke e down stroke

Amok
Veterano
# abr/05 · Editado por: Amok
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DENY

Existem praticamente infinitas maneiras de fazer com que a baqueta toque a peça de percussão. Vc pode tocar usando a ponta, invertida, deitada sobre a caixa, rimshots, Moeller, dead sticking, e mais um balde de técnicas que devem existir mas eu não conheço ou esqueci.
O Up/Down Stroke é geralmente usado em pratos, especialmente na condução e é mais evidente ao se utilizar no chimbal. Tomando a condução no chimbal como exemplo, vc já deve ter notado que o som varia de acordo com a região do prato e com qual região da baqueta se bate. A ponta da baqueta no corpo do prato produz um som mais seco e definido, e o ombro da baqueta na borda do prato produz um som mais cheio e menos definido. O up/down stroke é simplesmente a aplicação destas variações durante a condução em um groove. Pra se tocar com a ponta da baqueta no prato, o corpo da baqueta (e consequentemente sua mão) devem estar acima do nível do prato. Este é o up stroke. Pra se tocar com o ombro da baqueta na borda do prato, sua mão deve estar abaixo do nível do prato. Este é o toque em down stroke. O modo mais simples de aplicar esta técnica é na condução de colcheia em 4/4. Nos tempos 1,2 3 e 4, vc usa o Down (mais cheio), e nos contras o UP (mais seco). Experimente tb inverter este padrão. Vc terá um resultado bem interessante , bastante usado em levada de Ska.
O UP/DOWN stroke não é usado exclusivamente em pratos. Vc pode utilizar esta técnica por exemplo na acentuação de notas em rudimentos, aplicando o downstroke como um rimshot na caixa para realizar o acento. Vc consegue variar o timbre de um buzz roll, por exemplo, ao executar estes movimentos.
Esta técnica é simples e muito eficaz na produção do swing da música. A aplicação correta é um dos elementos que diferencia o baterista músico do baterista "malabarista" que pensa que toca só porque consegue imitar um bumbo duplo em fusas a 180 bpm.

Ainda tou devendo a última parte do glossário.

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Thiago Yoshiki
Veterano
# abr/05
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Amok

muito bom esse teu glossário! mas é q eu tenho umas dúvidas sobre os tipos de caixas(essas paradas de picolo etc.etc blablabla)e para qual estilo elas são mais indicadas.
valeu!!

Thiago Yoshiki
Veterano
# abr/05
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...esqueci.
o q é aro die-cast???tem outros???

Dreamchaser
Veterano
# abr/05
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Thiago Yoshiki
aro die-cast
Mais grossos e fortes, triplos em relação aos aros standard, com a virtude de proporcionar afinação mais precisa e usualmente consegue secar certos “overtones” (harmônicos de alta freqüência).Assim, tende a criar sons secos em tambores delgados. Nos de pequeno diâmetro, por causa da grande massa destes aros, deixa-os vibrar menos livremente. Podem ser fabricados com diferentes materiais, tais como níquel ou alumínio, e qualquer um deles modifica o som do tambor.

Dreamchaser
Veterano
# abr/05
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Thiago Yoshiki
tem outros???

Aros estampados (Standard): São feitos a partir de diversos tipos de metais, e também isto afeta o som produzido pelo tambor. Quanto mais finos eles são, maior a dificuldade para se afinar. Muitos bateristas os preferem nos tons pois tem a virtude de proporcionar um som mais gordo, cálido do que os Die Cast Quando feitos em alumínio se obtém afinações mais agudas que com os de aço, por isto são mais usados em caixas, o que resulta num som mais estalado. Os de bronze (ou latão) proporcionam um som mais musical com grande presença de harmônicos agudos.

Aros de madeira tem como maior virtude ser tanto rígidos quanto flexíveis, dependendo esta proporção, tanto da espessura como do tipo de madeira usado. Como resultado, podem adotar-se afinações com características tanto de aros Die Cast, quando muito rígidos, quanto de aros estampados, quando construídos delgados. Contudo, o som do rimshot é consideravelmente diferente e age como uma extensão do próprio casco, o que faz com que tenha mais brilho e ressonância.


Menos canoas significa um som mais gordo e harmônicos mais complexos. Quanto maior o intervalo entre as canoas, menos probabilidades se tem de afinar a pele de modo uniforme.
Um aro de natureza “rígida” resultara na pele, numa afinação mais uniforme, embora acentuará qualquer imperfeição do tambor, tanto nas bordas quanto a circularidade. Às vezes, é produzido um som mais seco ou abafado, resultado destas imperfeições.

Amok
Veterano
# abr/05
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Thiago Yoshiki
Aguarde... Estou preparando um tópico sobre FAQs. Nesse tópico vou fornecer algumas informações que podem ajudar a escolher seus pratos, peles e tambores.

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Amok
Veterano
# abr/05
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Bom, galera, aqui está a última parte do glossário:

Termos aplicados à descrição dos sons de bateria e percussão

Abafamento: Ajuste no som do tambor (e eventualmente dos pratos) que tem por objetivo encurtar o sustain e acelerar o decay
Ataque: Tempo decorrido entre o toque e o máximo volume. Em percussão, o ataque é sempre muito rápido, mas diferenças sutis podem ser observadas ao se variar a espessura das peles as dimensões dos pratos ou a profundidade dos tambores
Bell: Refere-se ao som produzido pela cúpula do prato. Veja acima em “Peças da Bateria”.
Brilho: Presença de harmônicos agudos. Aplicado tanto a tambores como em pratos.
Click: O som do metrônomo. Marca o BPM. Veja acima em “Termos utilizados em estudo”
Corpo: É um modo de descrever um som caracterizado por harmônicos graves e sustain moderado. Um som rico nestes harmônicos é considerado “encorpado”.
Dark: “Escuro”. Termo análogo a “encorpado”, mas aplicado geralmente ao se descrever sons de pratos, como o oposto de “brilhante”. Veja tb “Brilho”.
Decay: É o tempo decorrido entre o final do sustain e o final do som após um toque.
Dry: Seco. É o som pobre em harmônicos e de decay rápido.
Explosão: Pico de volume do ataque.
Fat: “Gordo”. Geralmente se aplica a peles. É o som de ataque mais lento, geralmente seguido de um sustain encorpado
Kick: Como som, significa o ataque do bumbo. Devido as características do som do bumbo, o timbre do kick pode ser muito diferente do seu sustain. Em rock (especialmente metal) o kick tende a ser mais agudo e explosivo devido a alta velocidade com que o bumbo é tocado, para permitir melhor definição das notas.
Overtone: Harmônicos. Sons secundários produzidos pelas peles ou pratos durante o sustain.
Ping: Som seco e brilhante, característico de alguns tipos de pratos.
Rimshot: Som de alto volume obtido na caixa ao bater a baqueta simultaneamente no aro e na pele, sem abafar a pele.
Sustain: É o tempo em que a peça (tambor ou prato) sustenta o som após o ataque. Durante o sustain, revela-se a maioria dos harmônicos. Os harmônicos em si caracterizam o timbre do prato. Os harmônicos das peles ressoando com o casco do tambor resultam no timbre final do tambor.

É isso. Tem alguns termos que eu esqueci de mencionar nos glossários acima e vou postar logo a seguir.

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Amok
Veterano
# abr/05
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Aqui estão descritos alguns termos que eu esqueci de mencionar acima. Ninguém é perfeito.

Aro: Anel que tensiona a pele contra o casco do tambor
Batedeira: Pele superior. A pele onde se percute a baqueta.
Canoa: Peças fixadas no casco que servem como ponto de fixação dos parafusos de afinação. Quanto menor a massa das canoas, melhor a ressonância do casco.
Casco: É o corpo do tambor. É o que determina a característica sonora intrínseca do tambor. Maiores informações no tópico “Sobre cascos (...ou pq minha Turbo naum eh uma DW)” http://forum.cifraclub.com.br/forum/6/76395/
Die-Cast: Tipo de aro construído diretamente por fundição. Veja acima.
RIMS: Sistema de suspensão de tons pelo aro, que permite melhor ressonância do tembor e tamb~em aumenta a durabilidade do casco. A Pearl tem uma versão deste sistema patenteada como ISS
Pad: Peça feita em material elástico, geralmente borracha, usada para estudo ou como trigger
Power Hoop: Aro estampado feito em aço de 2,3 mm de espessura.
Swish: Prato que apresenta perfurações onde são introduzidos rebites que provocam harmônicos adicionais diferentes do timbre usual do prato. Geralmente usado para condução em jazz.
Trigger: Disparador. É um transdutor eletromecânico que converte o impacto em um pad (alguns pads são o próprio trigger), pele ou aro em um impulso que será traduzido para um módulo de bateria eletrônica.

É isso. Novamente, convido a todos os leitores a acrescentar, modificar ou discordar dos termos que coloquei acima. Algumas definições podem gerar alguma polêmica, mas é pra isso que o fórum serve, né ?

[ ]´s

Thiago Yoshiki
Veterano
# abr/05
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Canoa=Castanha
Rimshot=Toque estalo

Amok
Veterano
# abr/05
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Thiago Yoshiki
Valeu pelo acréscimo ! Eu num conhecia esse termo "toque estalo".

[ ]´s

isso é isso
Veterano
# abr/05
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esqueceu do rattler

que é uma corrente que você pendura no prato pra improvisar rebites

Amok
Veterano
# abr/05
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isso é isso

Num esqueci, não. Eu naum conhecia mesmo, hehe. Essa corrente eu conhecia, mas naum sabia que era esse o nome.
Valeu pelo acréscimo, cara ! Se vc conhecer mais algum termo que não tenha sido mencionado acima, coloca ae, blz ? Vou te pedir um favor: coloca os termos em Negrito (bold) pra facilitar a visualização pro leitor do tópico.

[ ]´s

Cesar Zappellini
Veterano
# abr/05
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Gostei da inciativa da matéria, a bateria como base do ritmo as vezes fica esquecida lá atrás, menos mal ficar atrás dos outros, vamos botar no glossário tímpano de vizinho chato.
é o tipo de tímpano sensível, com seu martelo não arredondado mais sim do tipo, pouco conhecido o dos chatos
um abraço galera, sou baterista
cesarzappellini@hotmail.com

thiago gustavo sweet
Veterano
# abr/05
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[b][/b]vassouras:baquetas q parecem vassouras .

thiago gustavo sweet
Veterano
# abr/05
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ei voces ja ouviram falar em robert sweet, u cara e fodão
escutem stryper a banda q ele toca e comfiram o bixo bota pa fuder

taciano_mm
Veterano
# abr/05
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Parabésns Amok pela iniciativa!
Isso é muito bom para mostrar para pessoas que acham que Bateria é um instrumento grosso, simples e sem técnica nenhuma.
Gosto muito de Bateria, porém não tenho uma e não conheço quase nada sobre a mesma.
E eu também gostaria de me informar mais a respeito para ter certeza de que eu não serei passado para trás quando for comprar a minha (o que vai demorar um pouco...) e para utilizá-la da forma mais completa que eu puder.
Então, muito obrigado pela aula!
E continue dando dicas (afinal ninguém sabe tudo né?) de efeitos que podem acrescentar sons legais, e estilos de toques, ritmos, batidas sequências, etc...

Valeu mesmo!

taciano_mm
Veterano
# abr/05
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Ah!
Outra coisa... Se puder, passe também sites, links de vídeos, ou até mesmo clipes que podem ser encontrados em compartilhadores de arquivos estilo Kazaa, que possam ajudar a todos os que desejam aprender mais e mais sobre Bateria.

Amok
Veterano
# abr/05
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taciano_mm
Seja bem-vindo ao delirante universo baterístico. Quando você iniciar seus estudos baterísticos a sério, estou certo que você irá se divertir muito com este instrumento.

[ ]´s

Locohawa
Veterano
# mai/05
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Outro ótimo tópico, melhor que o primeiro que eu vi ali em cima hehehehe

Está se superando hein Amok :)

Amok
Veterano
# mai/05
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Locohawa
Hehe. O outro tópico é util pros fabricantes conhecerem o perfil do consumidor.

[ ]´s

andremeltal
Veterano
# mai/05
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caramba muito bom isso de glossario ajuda mto tanta coisa que antigamente naum sabia mais blz pow eu queria que alguem me dissesse se vale a pena comprar uma turbo e se alguem aqui sabe se o material dela eh bom obrigado :p

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