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      Opinião sobre Timbres do Korg M50

      Autor Mensagem
      Jefferson_CE
      Veterano
      # jan/12


      Olá galera,

      Gostaria de opiniões sobre os timbres de Metais e Strings do Korg M50. Alguém tem esse teclado e pode me dizer sua opinião sobre esses timbres se comparado ao Juno-Di, pois acho os dele muito fraquinho, inorgânico! Quero uns metais bem bacanas e strings marcantes, principalmente nos Mellotrons! Adoro aqueles strings das bandas Britânicas Oasis e Coldplay.

      Só queria reforçar minha certeza na compra do M50, pois não tem para vender na minha cidade, então não tenho como testar! Vou ter que comprar na net

      Grato amigos!

      Edson Caetano
      Veterano
      # jan/12
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      Comparar um M50 com o Juno Di é sacanagem, o primeiro é um synth entry level, bacaninha, mas muito limitado nos timbres principalmente nos metais, nas madeiras, o segundo já é um workstation mid level, com muitos recursos a mais, muitos mesmo e timbres muito bons

      Pode comprar sem medo de ser feliz

      macba
      Veterano
      # jan/12
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      Também possuo um e recomendo. Não se compara com o Juno Di.

      Artref
      Veterano
      # jan/12
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      O M50 não se compara ao Juno Di, é outra categoria.

      Quantos aos metais e Strings, já vem com uns bons de fábrica. E você pode conseguir resultados ainda melhores e mais adequados para o que você quer editando fazendo uns layers.

      Jefferson_CE
      Veterano
      # jan/12 · Editado por: Jefferson_CE
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      Valeu galera. A principio eu pensei em ficar só com o m50, mas gosto do Di, principalmente pq ele tem timbres bem decentes de EP (minha paixão) e Synth, além de ter uma polifonia bacana, posso dividir o teclado em varias partes no editor, e isso quebra um galho danado nos covers que minha banda faz, principalmente pq eu gosto de colocar detalhes minuciosos, mas o que mais me incomoda são os timbres de metal e string dele. Preciso de timbres melhores. Eu não sou profissional, mas sou exigente com a timbragem. Vi que a polifonia do M50 é menor, e isso afetaria no modo Performance no trabalho que faço. Então acho melhor ficar com os dois. Acho que seria um bom casamento. Obrigado pelas opiniões, foram muito importantes para minha decisão.

      Felipe Guilherme Ruffato
      Veterano
      # jan/12 · Editado por: Felipe Guilherme Ruffato
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      Por coincidência testei um M50 hoje, e de todos os timbres, o que mais me impressionou foi o de cordas, violinos, strings, perfeitos, a sensação é de ouvir o instrumento original mesmo. muito bons,

      Só não gostei de uma coisa do M50, achei as teclas muito ruins, o espaço entre ela em repouso e pressionada é muito curto. Isso para execução de piano acho que pode prejudicar um pouco, mas em questão de timbre, acho uma puta máquina.

      MAB Keyboard
      Veterano
      # fev/12
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      Jefferson_CE

      Possuo os dois teclados, um M50 73 e um Di.

      Gosto do Di pela praticidade de carregar, da possibilidade de tocar arquivos mp3 diretos do pen drive, de poder conectar um microfone extra direto no teclado, de ter o controle do volume de cada uma dessas possibilidades independente, da polifonia de 128 notas, etc., mas te garanto que em matéria de timbre, ele não acrescenta nada ao M50.

      Eu particularmente o comprei para facilitar minha vida quando preciso tocar em coisas pequenas e não tenho que estar carregando o M50 73 que é bem maior, mais pesado e bem mais caro. E em show o Di quebra meu galho como controlador.

      O M50 já te suprirá completamente.

      R Santiago
      Veterano
      # fev/12
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      Jefferson_CE

      Pode comprar tranquilo. É um baita teclado pude testar e ele tem muito som bom :)) metais e strings sempre foram pontos fortes da Korg. Em relação ao Mellotron se já não tiver alguma coisa pronta vc vai conseguir editar um sem problemas. Editei uns dois Melotrons no X5D (faluta e strings) e ficou muito bom. Com certeza no M50 vai dar para fazer algo muito melhor :))

      Jefferson_CE
      Veterano
      # fev/12
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      Poxa, agora fiquei na dúvida. Você acha que devo me livrar do Juno DI e ficar apenas com o M50 MAB Keyboard? Eu tava pensando em pegar o de 61 teclas, mas se for pra se livrar do Di, então teria que ser o 73 pra mais versatilidade.

      Pode me informar algo com relação a montagem de Perfomance? No Di eu posso colocar no Spit até 16 partes divididas pelo Keyboard Range. Como funciona isso no M50? Isso é muito importante pra mim.

      MAB Keyboard
      Veterano
      # fev/12
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      Jefferson_CE

      Brother. O M50 também trabalha com 16 timbres em Split ou Layer, é muito fácil de fazer, e se faz no teclado mesmo com toques na tela touchscreen ou se desejar pelo programa editor que já vem incluso.

      Quanto a questão do Di, você deve avaliar se vai ser necessário continuar com ele. Se sim, bom. Então faz como eu, compra o M50 73 para usar como teclado principal e fica com o Di para as coisas pequenas.

      Agora caso não seja necessário continuar com o Di, ou você precise vendê-lo para poder comprar o M50 73, fique tranquilo que o M50 lhe suprirá perfeitamente.

      DuduXP
      Veterano
      # fev/12
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      Eu não sei o Di, eu possuo o M50 61 e um Juno Stage com duas placas SRX, a 07 e a 96, me desulpem a maioria, mas na minha opinião os pianos do Juno Stage são melhores que os do M50, são mais limpos e mais expressivos, essa é minha opinião, em alguns outros sons o Roland é melhor sim que o Korg.

      Jefferson_CE
      Veterano
      # fev/12
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      DuduXP
      O Stage, ainda mais com placas SRX, não é a mesma coisa que o Di. As comparações foram com relação ao Di apenas. Stage já é outro naipe.

      adao chagas
      Veterano
      # fev/12
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      Certa vez eu fiz um teste com um QS8 e um QS6, ambos ligados ao mesmo amplificador e compartilhando o mesmo cartão de timbres, de maneira que as "waves" lidas pelos dois teclados eram as mesmas. O QS8 produzia sons mais encorpados. Há uma diferença ainda maior quando se compara o MS50 e o Di e eu mesmo já tive os dois ligados ao mesmo amplificador. O MS50 produz um som mais definido, com "peso" e os efeitos são mais presentes. Até fiz alguns timbres de órgão no Korg que, apesar de serem menos elaborados dos que eu fiz no Di, têm mais "pegada". É óbvio, porém, que há superioridade de timbres em ambos os lados, mas o Korg sempre leva vantagem na entrega do som.
      A maioria das pessoas não sabe diferenciar timbre de qualidade de áudio, mas é esta última que acaba fazendo diferença para elas.

      Artref
      Veterano
      # fev/12
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      A maioria das pessoas não sabe diferenciar timbre de qualidade de áudio, mas é esta última que acaba fazendo diferença para elas.

      Opa, fale mais a respeito, fiquei interessado.

      kokada
      Veterano
      # fev/12 · Editado por: kokada
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      Por que o timbre selecionado no modo "Sequencer", fica diferente do "Program"? Ele não importa os efeitos do Program? Fica magro o som... Tem como importar todos os efeitos automaticamente?

      Ah editando a pergunta, já que não tem como remover, descobri aff legalzim, ele importa tudo do Program em uma opção, gostei!

      Artref
      Veterano
      # fev/12
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      kokada
      Legal você ter descoberto como importar, mas saiba que você não precisa importar todos. Tem efeito que está ali incialmente "seco" (Dry), ou seja: não está atuando no som, a não ser que você use um comando.

      Por exemplo, muitos pianos elétricos vêm com um PHASER configurado, usando slot de efeito. Mas você vai nos parâmetros de efeito e ele está com o ajuste em DRY (seco), e com o comando de quantidade no Knob 4 (Exemplo). Ou seja: é um efeito que só vai aparecer se você girar o knob, e que se você não for usar na música, nem precisa ser copiado.

      Outro exemplo que te dou: pianos acústicos geralmente vem com um efeito de ressonância configurado, chama "piano body/damper". É um efeito usado pra simular a ressonÂncia das cordas de um piano de verdade, e ele gasta efeito pra isso. MAs eu por exemplo nunca copio esse efeito. No meio da banda, ao vivo, ele não fará a mínima diferença; atééé parece que alguém no palco ou no público vai ouvir a ressonância do timbre do piano do teclado, hahaha. Então, não copio.

      Em resumo, estou tentando te dizer pra dar uma olhada nos efeitos antes de sair copiando e gastando slot pra isso, pois tem coisa que você não precisa copiar. Como você tem 5 Slots pra usar pra TODOS os timbres, tem que ter critério pra copiar e dividir pra todos.

      Jefferson_CE
      Veterano
      # fev/12
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      Alguém pode me explicar como é a questão do bancos de memória do M50 para timbres/perf editados? Quantos cabem?!

      Artref
      Veterano
      # fev/12
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      Banco vazio tem um inteiro pra Combi e uma parte de um para Programs.

      Mas todos os timbres dos bancos presets podem ser apagados, editados e sobreescritos.

      kokada
      Veterano
      # fev/12
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      Artref
      Nossa, agora complicou, não entendo esse papo de Slot... isso é no modo Sequencer certo? Você está falando de Insert de efeitos, é isso? Eu importei todos os efeitos do Program do piano principal pra Track 1: IFXs, MFXs, TFX (nem sei direito o que é isso rs) - isso quer dizer que estou usando 3 slots? Eu achava que eram 5 insert effects pra cada timbre... to falando besteira?

      Outra coisa, não sei se deveria colocar aqui: em termos de valor de venda, vale a pena trocar um Korg M50 73 por um MOX6? Tem um cara que talvez irá trocar comigo pelo MOX6. Depois é facil vender ele, mais que o Korg M50 73?

      fulaneto
      Veterano
      # fev/12
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      Jefferson_CE

      Modo Program: ( banco A,B,C,D,E sao todos editaveis, uma parte do banco E vem vazio).
      Modo Combi: ( banco A,B,C,D sao todos editaveis, banco D vem vazio).

      "os pianos do Juno Stage são melhores que os do M50, são mais limpos e mais expressivos"
      Só se for com a SRX-96 ou SRX-11 (outro nivel), pois os presents não me agradou muito.

      Artref
      Veterano
      # fev/12
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      kokada, no modo sequencer são 5 IFX para TODOS os timbres. Enquanto no modo Program, são 5 IFX só para aquele timbre. Por isso que você precisa copiar só o essencial no modo Sequencer - pra sobrar IFX pros outros timbres.

      macba
      Veterano
      # fev/12
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      kokada
      Olha no caso do negócio, acho que vale a pena para você trocar apenas se tiver muito interesse na interface de audio, você perderia na quantidade de teclas, e no geral os instrumentos são bem parelhos em termos de sons, pendendo hora para um hora para outro em nichos específicos. Se for trocar por trocar, ficaria com o M50 73. E olha que tenho o M50 61 e um MOX 8. Ou seja em termos de sons sei o que estou falando.

      gale
      Veterano
      # fev/12
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      Fala galera , eu tenho um M50. E não reclamo de nenhum timbre! Se o timbre não é adequado pra mim, ou eu edito pelo knobs da esquerda, (cutooff,resonance,release) ou se não uso os IFX'S nele, (na qual os IFX'S, eu tenho tudo!) De reverb, chorus , flanger, equalizador paramétrico, delay.. umEstou achando perfeito o teclado. No caso galera, se ficar faltando algum som.. pluga ele no seu notebook,e coloca algum timbre em SD, ou se não usa ele com Reason ou vst's...

      Jefferson_CE
      Veterano
      # fev/12 · Editado por: Jefferson_CE
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      Gosto muito da função Favorite do Juno Di: 9 bancos e 10 timbres por banco, ou seja, permite organizar uma sequencia de 90 facilmente mudados, mas vejam só, o teclado dispõe apenas de 64 user presets para combo de timbres em modo Performance. E o pior, a única solução que encontrei para o fato de o Di não segurar o som quando troca de timbre foi colocar todos os timbres que uso na música em um User Performance, dividindo-os pelo keyboard range. Resultado: agora estou sem espaço para novos presets de performance.

      fulaneto e Artref
      Obrigado pelos esclarecimentos! Eu achei um vídeo de um cara que explica exatamente como organizar os timbres no banco do M50. Ele não diz quantos timbres cabem no banco, mas aparenta ser bastante, sem falar que você falou que eles podem ser substituídos. Só em saber que o M50 cabe mais timbres editáveis do que os 64 do Juno Di já me deixa aliviado.


      EDIT: Só mais uma dúvida, o arpeggiator dele pode ser editado para tocar uma sequencia de notas que eu quiser? tipo Save a Prayer - Duran Duran

      Edson Caetano
      Veterano
      # fev/12
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      Cada banco do M50 se for igual ao K e acho que sim são 127 espaços, tem muita coisa

      Shadad
      Veterano
      # fev/12
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      Edson Caetano

      Cada banco do M50 se for igual ao K e acho que sim são 127 espaços, tem muita coisa

      Na verdade são 128 espaços, porque além das alocações de "1" a "127" ainda existe a alocação "000"

      Edson Caetano
      Veterano
      # fev/12
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      Shadad
      Verdade, sabe que nunca contabilizei o 000 hehe, mas é isso aí mesmo

      fulaneto
      Veterano
      # fev/12
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      Jefferson_CE

      o arpeggiator dele pode ser editado para tocar uma sequencia de notas que eu quiser?

      Sim, tem 1028 do Usuario totalmente editaveis , vai de U0000 a U 1027.

      Jefferson_CE
      Veterano
      # fev/12 · Editado por: Jefferson_CE
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      caramba, que p0rrada! Adeus Juno Di! Agora estou seguro do que vou fazer! Falta só completar a grana,, pois acho que vou pegar o 73 (e achar onde vende, aqui é raro achar Korg). Valeu galera, minhas dúvidas estão sanadas! Se alguém tiver umas demos para me mostrar, agradeço!

      kokada
      Veterano
      # fev/12
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      Artref
      Putz, modo sequencer só usa 5 IFXs então! Valeu pela informação!

      macba
      Eu troquei o M50 73 pelo MOX6 ontem rsrs tô muito feliz pela troca pq curto muito alguns timbres específicos da Yamaha - questão de gosto mesmo. Só sinto falta de mais teclas agora rsrs

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