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      "Casamento" ruim entre amps e pedais. Até onde isso é fato?

      Autor Mensagem
      jpdiman
      Veterano
      # jul/11 · Editado por: jpdiman
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      Edit: Fora do assunto do tópico, vou pesquisar no fórum de guitarra mesmo, heh

      erico.ascencao
      Veterano
      # jul/11
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      MauricioBahia
      Sendo extremamente teórico: um pedal que seja mais "brilhante" pode não casar legal com um amplificador Fender-like, por exemplo. Não tenho nenhum caso prático de casamento ruim...

      MauricioBahia
      Moderador
      # jul/11 · Editado por: MauricioBahia
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      erico.ascencao: Sendo extremamente teórico: um pedal que seja mais "brilhante" pode não casar legal com um amplificador Fender-like, por exemplo.

      E, teoricamente, seria o caso simples de tirar um "tico" de agudo na guitarra e/ou pedal. Vale a pena lembrar que há guitarras mais agudas que outras!

      Valeu!!!!!!

      MMI
      Veterano
      # jul/11
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      MauricioBahia

      Penso que existe sim esse papo de pedal casar com amplificador.

      Como disseram ali atrás. Quase tudo pode ser considerado um pré, mas em se tratando de guitarra, melhor deixar por um instante essa denominação de pré para o amplificador em si. Quando passamos para pedais, existem pedais e pedais. Um boost, que só dá uma empurradinha no volume, pode ser um pedal de drive, assim como alguns pedais já mandam um som distorcido. Vou te dar um exemplo... Na Fender Clapton, vem aquele boost ativo de médios. Aquilo fica lindo num amplificador valvulado quase crunchando, ao se acionar vem um drive bem interessante típico do Clapton, especialmente se ligada num amp tipo Bassman, fica perfeito. Se fizer o mesmo num amp bem limpo, especialmente SS, não tem graça nenhuma. Claro que totalmente inútil ou imprestável nenhum pedal (minimamente descente) pode ser. Com alguma regulagem sempre se acha alguma utilidade e depois entra o gosto pessoal.

      Outra questão é o que se chama a grosso modo de graves, médios e agudos nem sempre são as mesmas frequências exatamente e a mesma curva. Eu ia traduzir este texto, mas estou completamente sem tempo para isso, desculpe. O que quero dizer é que a curva do amp deve "casar" com a curva do pedal.

      Danilormiranda
      Veterano
      # jul/11
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      Bom no meu caso acho q não chega ser fato, basta apenas ter coerência partindo do princípio de equalizações, se baseando em:

      - tipo de ampli q puxa mais para o grave, médio ou agudo,

      - tipo de distorções, drives ou hi gain q vc gosta

      - tipo de captador, single ou humbucker....

      Ex: Ñ da para usa Captador single q tem característica bem aguda e as vezes médias, juntamente com pedais hi gain em ampli tipo fender q tem bastante brilho... não vira, vc encontrará dificuldades para regulagem....

      Eu acho q tem como vc ter um casamento de pedais e ampli desde q vc mantenha um balanceamento de frequência... equilibrando regulagem dos pedais com característica de ampli e tipo do captador ou vice-versa.

      dei uma viajada legal aqui nesse tema, mas sei lá.. não sei se conseguir passar o q penso a respeito ou se conseguir ajuda ou atrapalhar hehehehe mas merece stick viu... muito interessante e bem abordado

      abraço

      ogner
      Veterano
      # jul/11
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      Não sei, mas tenho a impressão que isso acontece mais em valvulados, pela dupla Tone Stack/valvulas usadas. Apesar de alguns ja terem dito acima que mudando de Laney SS pra Fender SS sentiu dioferença. Ou o contrario.

      JJJ
      Veterano
      # jul/11 · Editado por: JJJ
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      Eu sou um "desses" que disse que alguns pedais casam ou não casam com algum ampli, com certeza.

      É o meu gosto, claro. E admito controvérsias e críticas, evidentemente.

      Exemplo 1: não gosto de pedais de modulação "exagerada" (sei lá... um phase tipo EH com "color" - ou "tone" - ligado, digamos) em amps valvulados com som clean bem puro. Motivo: acho que acaba com a sonoridade original do amp, colorindo demais.

      Exemplo 2: Pedaleiras de simulação (POD, V-amp, Tonelab, etc...) prefiro ligar em amps SS extremamente neutros. Motivo: justamente para o som do ampli não influenciar a simulação desejada.

      MauricioBahia
      Moderador
      # jul/11 · Editado por: MauricioBahia
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      MMI

      Daqui a pouco o papo vai virar para:

      "Casamento" ruim entre amps e guitarras. Até onde isso é fato?

      Mas seguindo a lógica das frequências, então há guitarras (sem pedais) que não casam com certos amps pois elas geram timbres com frequências distintas. Eu tenho uma Strat muito mais aguda que a outra, por exemplo, e com saídas diferentes.

      E aí? Casa ou não casa? heheuhe

      Abs

      MauricioBahia
      Moderador
      # jul/11
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      Up pros que acabaram de jantar! :)

      MMI
      Veterano
      # jul/11
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      MauricioBahia

      Desculpa, mudei um pouco o objetivo, né? É que escrevi em várias etapas e acabei lembrando desse boost que bem poderia ser um pedal. Essa guitarra com esse boost ninguém me tira da cabeça que foi projetada para aquele som específico, com um Bassman ou muito parecido. Até pode funcionar em outros amplis, mas não com o mesmo desempenho. Da mesma forma que uma boa archtop não casa legal com um hi-gain. Pelo menos a minha, no meu recto, a mim não agrada. Mas a Hollowbody já rola legal, fica num limite quase crunchando, meio que sem drive, com um discreto drive, eu acho muito legal.

      Na verdade, tanto uma guitarra como um pedal pode não ficar muito interessante a princípio, mas se procurar uma regulagem, acaba-se achando. Apesar que de repente um pedal de alta distorção pode virar um leve boost, mas acaba tendo alguma utilidade.

      MauricioBahia
      Moderador
      # jul/11
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      MMI: Desculpa, mudei um pouco o objetivo, né?

      Não mudou!!! Tá tudo no pacote. :) Afinal, estamos diante de um conjunto de fatores.

      Valeu!

      rafael_cpu
      Veterano
      # jul/11 · Editado por: rafael_cpu
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      MauricioBahia
      Daqui a pouco o papo vai virar para:
      "Casamento" ruim entre amps e guitarras. Até onde isso é fato?
      Mas seguindo a lógica das frequências, então há guitarras (sem pedais) que não casam com certos amps pois elas geram timbres com frequências distintas. Eu tenho uma Strat muito mais aguda que a outra, por exemplo, e com saídas diferentes.
      E aí? Casa ou não casa? heheuhe
      Abs


      Exatamente o que eu pensei!
      T+

      Binohendrix
      Veterano
      # jul/11
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      Já li muito aqui SD1 só presta com valvulados e não casa com SS. Eu uso um com meu Orange, antes do GT2 handmade, no clean do pedal (meu pedal tem simulação de clean dos amps que simula) pra um drive estilo Stones ou no canal sujo do pedal tb, antes da distorção, com o level no talo, tone zerado e só um tiquinho de drive só pra dar aquele ganho na distorção durante solos. Gosto do resultado apesar das opiniões contrárias. Testei meu set num frontman e ficou agudo. Mas tenho certeza que com paciência dava pra regular e obter bons resultados. Acho que pedal casa com qualquer amp, com as devidas regulagens. O pedal amplia o horizonte, transforma o instrumento e trás inúmeras possibilidades.

      Gareth
      Veterano
      # jul/11
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      Bom, eu acho que é tudo questão de timbragem.

      Se "não casar" vale apenas pra pedais de drive + amp, então aí sim terão os que não casam.

      Mas, se "não casar" vale pra pedais de drive como EQs e etc + amp, então acho que é só questão de sentar a bunda e timbrar, afinal, vc tem que conhecer o equipo que tem.

      Eu toco há pouco tempo, possuo 1 boss GT-10 e um Frontman 212R, e confesso que no começo pensei "puts, será que esse amp não presta!?", Coisa que me deixou bem abalado no começo, bem desanimado, pois na loja parecia tudo muito bom e usando uma gt-8 e um ampzinho wattson de 30w ~8'', estava mais audível que a abelheira que saía do amp.
      no caso, eu fazia uma ligação comum, Guita -> Input GT-10 -> Input fender, o que, nos drives, ficava MUITO abelhudo.
      Porém, a partir de que fui aprendendo a lidar com EQs e fui aprendendo a usar a pedaleira, foi melhorando o som, e tudo ficou melhor ainda quando passei a usar o send/return no metodo 4 cabos.

      Confesso que ainda estou aprendendo a usar a GT-10, algumas simulações aparentam ser mais "fechadas", mas em alguns casos eu consigo melhorar usando a EQ.

      Se formos pensar na maneira bruta, drive + amp não casa, em partes pode até ser.


      Mas convenhamos, há amps (de baixo custo) que judiam bem do som.

      ogner
      Veterano
      # jul/11 · Editado por: ogner
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      É na verdade pra variar é MUITO relativo. O post do Binohendrix prova isso, explico.
      Quem não é muito experiente, de cara, pensa num DS-1 com pedal de drive, drive principal, pra solos e etc, ainda nao tendo o know how, e sem possibilidades ($$) de ter outros drives.
      Com certa experiencia, achamos outras maneiras de usar o pedal como o proprio
      Binohendrix
      Eu uso um com meu Orange, antes do GT2 handmade,
      com o level no talo, tone zerado e só um tiquinho de drive.
      Convenhamos, vc esta usando ele de uma forma, digamos, " não convencional", ele nao é vendido assim, a propaganda dele não é essa, certo? Ponto pra vc que tem experiencia e acho o lugar do pedal no seu set.

      Mas Levando em conta que um iniciante ( sao sempre eles que fazem esse tipo de pergunta, se casa ou não) vai querer/poder ter um(1) drive, e esta naquela duvida entre tantos no mercado, ate me parece pertinente a duvida, pois eles terão uma guitarra, um pedal e o amp, assim a possibilidade desse "casa" não "casa" fica mais evidente. Enfim tudo depende da big picture, situação.

      Mas na minha opinião, generalizando, existem pedais que casam melhor com certos amps sim. Não sei se daria pra fazer uma lista amp tal com pedal tal nao rola... Mas empiricamente já presenciei pedais que soaram melhor num amp que no outro...Novamente, não que não dava pra usar, ficou um lixo, mas em outro amp a timbragem foi mais facil, mais natural talvez, enfim...Ahhhh!!

      MMI
      Veterano
      # jul/11
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      ogner

      Exatamente! depende do nível de exigência. A princípio, vale tudo. Mas quem é chato com o som, acaba preferindo alguns caminhos e evitando outros.

      MauricioBahia
      Moderador
      # jul/11 · Editado por: MauricioBahia
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      ogner: Mas Levando em conta que um iniciante ( sao sempre eles que fazem esse tipo de pergunta, se casa ou não)

      Foi o que motivou o tópico. Eu pensei "Cara, fulaninho deixa de comprar um pedal "x" pq fulano, que é outro d disse que "não casa"! Foi até um tópico sobre um Frontman 112 com um SD-1. Cara, pra mim ficou ótimo, pro outro ruim!!! Então, só isso já mataria o assunto daquele tópico. Se eu achei bom e o cara achou ruim, e estamos falando por experiência, essa discrepância enorme já invalida a questão "casamento entre SD-1 e Frontman 112. Eu raciocinei que ambos, sozinhos, não podem ser responsáveis do "não casamento" suposto pelo tópico. Então só podem ser os fatores externos, como gosto pessoal, guitarra, ambiente, etc. Isso tocando sem banda, o que já muda tudo!

      Abs

      Binohendrix
      Veterano
      # jul/11
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      MauricioBahia
      E tem mais uma variável dessa equação amp + pedais. CAPTADORES. Alguns, como o que está na minha Les Paul ( malagoli hb hot), são bem estridentes. Tendem a valorizar bem mais os médios e agudos. Tenho sempre que ficar de olho nos controles de presença, treble e Tone, seja da guitarra, amp e pedais. Se usar meu set num Fender-like, a tendência é os agudos ficarem exagerados. Solução? Dedão da mão no tone da guitarra, dedão do pé no treble/presence do pedal. Simple as that.
      E tem mais um detalhe. Pedais de drive/distortion têm um certo fizz que incomoda os ouvidos de alguns. Tem gente que nunca vai gostar de pedal de drive, preferindo sempre a distorção valvulada pura. Li em algum lugar, em que o Hetfield disse que não tolera distorção de pedal e que distorção pra ele começa com amp. Já o Hammet é conhecido por usar o TS no seus solos. Mesma banda, mesmo som, opiniões contrárias.

      MauricioBahia
      Moderador
      # jul/11
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      Binohendrix: E tem mais uma variável dessa equação amp + pedais. CAPTADORES.

      Isso, a guitarra em si (madeira) e captadores. Tudo pode gerar frequência diferentes, inclusive o potenciômetro! Eu citei guitarra em outros posts até.

      Enfim, na minha conclusão, é um conjunto de fatores realmente. O segredo de tudo é testar, mas não falo em 15 minutos, mas em horas ou mesmo dias!

      Eu acho que, no final das contas, "casa" pra um e "não casa" pra outros! hehe

      Abs

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