Idolatria da mediocridade

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Schelb
Veterano
# 18/jan/21 16:18
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Uai Lelo, pra mim tá dentro do estilo .. mas não conheço muito a banda. Vc diria que é oq?

Rebuke
Membro Novato
# 18/jan/21 18:32
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entamoeba

O tópico não é sobre venerar a acrobacia. Não sei de onde você tirou isso. É sobre venerar um deus do rock tocando sujo e fora do tempo.

fernando tecladista
Veterano
# 18/jan/21 18:32
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Rebuke
lembrei de você hoje






Lelo Mig
Membro
# 18/jan/21 20:09 · Editado por: Lelo Mig
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Schelb

"Uai Lelo, pra mim tá dentro do estilo .. mas não conheço muito a banda. Vc diria que é oq?"

O The Who é uma banda que surgiu nos anos 60, no que costuma-se chamar de British Invasion e evolui para um Hard Rock/Classic Rock.

Cara, uma vez escrevi um "verdadeiro tratado" sobre Rock Progressivo aqui no FCC. Eu tô tentando linkar mas não estou achando, é post antigo.

Como tenho ele salvo no PC (porque é um textão) vou colar aqui. É um guia definitivo para quem quer conhecer Rock Progressivo e desfazer algumas confusões. Se quer conhecer Prog, se inicie por aqui.

(espero que o Rebuke, dono do tópico, não se importe. E se algum modera achar e conseguir linkar, pode apagar este post):


Progressivo - Guia Definitivo

A origem do estilo é acidental, surge com a inclusão de elementos mais sofisticados nos arranjos e nas composições, com a introdução de elementos exóticos e demais detalhes, até então, não usuais no rock e na música pop. Só irá se tornar um “movimento” no final dos anos 60, ligados a outras manifestações culturais que propunham sofisticar a arte em geral. Na música, em específico, combatiam a música burra, alienante e limitada musicalmente.

A origem do nome vem do termo em francês “Progressive”, relativo a progresso, no sentido de evolução. A tradução correta do termo para a língua portuguesa, seria “Rock Progressista” e não “progressivo”.

De maneira geral, o movimento se inicia nos circuitos universitários da Inglaterra, por jovens de classe média, com melhor acesso a educação; boa parte deles oriunda dos estudos de música erudita em conservatórios formais. Muito por isso, o teclado será um instrumento fundamental e diretamente ligado ao estilo. Junto aos teclados o apetite pelas novidades tecnológicas que a era espacial prometia. Ainda que brote na Inglaterra e seja posteriormente considerado como um estilo “europeu”, o Rock Progressivo será fortemente influenciado pelo movimento psicodélico, que acontecia muito forte, nos EUA na época. Principalmente a chamada “cena de São Francisco” será determinante ao gênero. O jazz, entre outros, se fará muito presente nos Experimentais, e o contrário, a assimilação dos músicos de jazz a “pegada rock” irá gerar o Fusion.

O movimento começa a delinear-se em meados dos anos 60. Os Beach Boys gravam Pet Sounds no final de 66 e os Beatles o Sgt Peppers no início de 67; ambos os álbuns, ainda que não sejam progressivos, utilizam orquestrações, arranjos não convencionais e instrumentação diversificada e são divisores de águas, influindo no conceito de tudo que viria ser gravado posteriormente. Nessa mesma época o Jefferson Airplane e o Gratefull Dead consolidavam a cena Psicodélica de São Francisco.

No mesmo período bandas como Vanila Fudge e The Doors, entre outras, colocavam o órgão Hammond como o instrumento de frente, acima da tradicional guitarra. Paralelamente, artistas como Frank Zappa e Arthur Brown, despontavam com experimentações não convencionais, inusitadas e fora dos padrões de mercado.

Em maio de 1967 o Procol Harum lança a canção A Whiter Shade A Pale. Com a melodia principal sendo uma releitura de um tema de Bach e uma letra poética, simbólica e inusitada, bastante incomum para a época, e atinge, sem querer, as paradas de sucesso. Ao mesmo tempo o Moody Blues, que até então fazia um “british pop” romântico, lança o álbum Days Of Future Passed contendo a canção Nights In The White Satin; um álbum conceitual e orquestrado. Para muitos, este é o marco inicial do progressivo: a primeira canção progressiva: A Whiter Shade A Pale, e o primeiro álbum com uma orquestração conceitual composta para o tema e não apenas um “arranjo decorativo”, uma canção com uma “orquestra de fundo”: Days Of Future Passed com a canção Nights In The White Satin.

Diferente de outros estilos, o progressivo já nasce ramificado. Sua divisão não se dá por rupturas e sim porque ele “brota” em diversos locais e eventos ao mesmo tempo, principalmente na Europa. E estes ramos divididos se subdividem ainda mais, como uma raiz. O Progressivo não é um estilo musical, é uma forma de fazer música. Por isso bandas tão diferentes sonoramente se enquadram no estilo. É a proposta que define o que é ou não progressivo.
Das feiras folk aos festivais psicodélicos até as exposições de artes plásticas o estilo vai contaminando as cenas. Ele já nasce com focos distintos: O movimento Psicodélico, a Cena Londrina, a Cena de Canterbury, a Cena Folk e diversas cenas alternativas ligadas ao teatro, artes plásticas, feiras medievais e a movimentações de universitários e hippies.

Antes de fazer uma listagem ou relação de álbuns essenciais, é importante apresentar estas vertentes, sua evolução e estabelecer uma linha de tempo básica. Os anos entre parênteses, após a denominação, não se referem ao início e fim do segmento, e sim ao período de maior “representatividade” do mesmo.

Árvore Genealógica Progressiva.

- Raizes: (1960 - 1967) - The Beach Boys, Jefferson Airplane, Beatles e etc.
Obs: Não são considerados progressivos, mas foram fundamentais para o surgimento do estilo.

- Pré Progressivo: (1965 - 1968) - Pink Floyd, Frank Zappa, Moody Blues, Procol Harum e etc.
Obs: Bandas Psicodélicas, Experimentais e British Pop comuns na época. Alguns, posteriormente, irão se tornar progressivos, mas ainda não o são neste momento.

- London Scene: (1968 - 1970) - King Crinsom, The Nice, Atomic Rooster e etc.
Obs: São as bandas pioneiras no circuito universitário Londrino atuante no nascimento do termo Progressivo. O Pink Floyd transita no psicodélico e aqui.

- Folk Progressivo: (1968 - 1972) - Jethro Tull, Fairport Convention, The Pentangle, Renaissance e etc.
Obs: Oriundos do cenário de feiras folk e de cultura medieval europeia, muito comum entre os hippies europeus. O Jethro Tull transitou do chamado hard blues até o sinfônico, mas é considerado um expoente do folk.

- Experimental/Fusion: (1968 - 1972) - Frank Zappa, Matching Mole, Brand X e etc.
Obs: Experiências sonoras rítmicas e harmônicas não convencionais, o uso de atonalismo, dissonância, elementos do erudito moderno, do jazz experimental, música exótica e etc.

- Classic Prog: (1970 - 1972) - Camel, Gentle Giant, Curved Air, Focus e etc.
Obs: Conceito meio genérico que inclui as bandas “puristas” imediatas à London Scene. O Focus, apesar de holandês, sonoramente é uma banda clássica.

- Symphonic Prog: (1970 - 1972) - Yes, Genesis, Emerson, Lake & Palmer e etc.
Obs: De maneira geral, são também bandas clássicas, porém se utilizaram mais complexamente do conceito sinfônico para conceber seus álbuns, geralmente conceituais e com suítes.

- Canterbury Scene: (1970 - 1974) - Caravan, Soft Machine, National Health, Gong, Happy The Man e etc.
Obs: Cena, paralela, nascida em Canterbury bastante influenciada pelo experimentalismo, pelo jazz e há um certo toque de humor “non sense” em algumas bandas. O Camel, às vezes, é citado aqui por conta de sua estreita relação com o Caravan.

- Krautrock: (1970 - 1974) - Faust, Can, Guru Guru, Amon Dull II, Popoh Vuh, Embryo e etc.
Obs: Corrente de bandas alemãs que unem experimentalismo e psicodelia extremos. A maioria é altamente experimental e a futura Ambient Music será muito influenciada por algumas delas também.

- Zeuhl: É um subgênero dentro do estilo, criado por Christian Vander líder da banda Magma. Zeuhl significa “Celestial” no idioma Kobaian que foi criado e é utilizado pela banda Magma. No entanto, outras bandas acabaram se ligando a este estilo – Magma, Eskaton, Archaia, Zao, Offering, Noa e etc.

- Electronic: (1970 - 1974) - Kraftwerk, Tangerine Dream, Vangelis, Kitaro, Mike Oldifield e etc.
Obs: Corrente fundamentada em tecnologia, eletrônica e instrumentos fabricados pelos próprios músicos. Há uma forte presença alemã, mais experimental, agressiva e extrema, sucessores diretos de compositores eruditos modernos, como Stockhaussen. A linha “não alemã” é mais “ambiente” mais melódica e se tornará a raiz para a New Age e Ambient Music.

- German Hard e Hard Prog: (1970 - 1974) - Satin Whale, Eloy, Nektar, Triunvirat, Murphy Blend e etc.
Obs: Mais cruas e pesadas, pouco sinfônicas e geralmente com teclados na linha de frente. O Triunvirat pode ser classificado junto com os sinfônicos ou clássicos. O Nektar é inglês, é mais psicodélico, mas se mistura ao movimento alemão, pois aconteceu neste cenário. As bandas não alemãs são as chamadas de Hard Prog. Alguns incluem o Deep Purple (fase In Rock, Machine Head e Fireball) nesta categoria. O Rush caminhou desde o Hard Prog de Fly By Night até o Neo Prog de Moving Pictures, esta aqui classificado, apenas por conta da transição inicial de banda hard para Prog.
As vertentes alemãs, Kraut, Electronic e Hard, muitas vezes se fundem.

- Italian Prog: (1970 - 1974) - New Trolls, Formula One, Banco Del Mutuo Socorsso, Le Orme, Premiata Forneria Marconi, Goblin, Area, Quella Vecchia Locanda, Il Baletto Di Bronzo e etc.
Obs: O movimento progressivo foi muito forte na Itália e há bandas em todos os subgêneros dentro dele; é um mundo à parte. Convencionou-se colocar todos italianos na mesma classificação. Porém, para quem deseja se aprofundar mais, será preciso dissecar um movimento dentro do movimento.

- Brazilian Prog: (1970 - 1974) - Mutantes, O Terço, Som Nosso de Cada Dia, Recordando o Vale das Maçãs, Bacamarte, A Barca do Sol, Marco Antônio Araújo, Violeta de Outono e etc.
Obs: Assim como na Itália o movimento foi bastante forte no Brasil. Também, por aqui, haviam bandas dos mais variados estilos. É menos diverso que o italiano, o Yes é a maior influência da maioria e em muitas há elementos de música brasileira. No entanto, ficou bastante restrito a guetos específicos em festivais alternativos e comunidades hippies. Passou praticamente despercebido no cenário nacional. A cena Prog Brasileira é mais conhecida no exterior do que internamente e é presença constante em rádios gringas especializadas em Prog, como a Aural Moon.

- Art Rock: (1970 - 1974) - Be Bop De Luxe, Roxy Music, Supertramp e etc.
Obs: Música de boa qualidade instrumental, porém com uma proposta menos complexa, mais palatável e com um apelo mais para o Pop. Pode se dizer que é um Pop Sofisticado, alguns álbuns de Elton John, por exemplo, poderiam entrar aqui.

- R.I.O - Rock In Opposition - (1972 - 1975) - Henry Cow, Univers Zero, Stormy Six, Cassiber e etc.
Obs: Movimento filhote do Experimentalismo e do Kraut Rock, bastante indigesto, onde a busca pelo experimentalismo e ruptura com as regras são levados ao extremo. Como bem diz o nome, “Rock em Oposição”, o movimento surge em oposição as bandas que descrevo a seguir.

- Pomp Rock, Rock de Arena e Classic Rock - (1972 - 1978) - Kansas, Styxx, Asia e etc.
Obs: É, basicamente, uma derivação do Art Rock que cresceu de meados dos 70 ao início dos 80 se apoderando de estilos diversos. É o movimento responsável por “extinguir” com a antiga Era Progressiva. O Rock de Arena leva o Progressivo ao mainstream Pop Televisivo e Radiofônico e o promove a Dinossauro. Ainda que existam bons, bem feitos e interessantes trabalhos de algumas bandas, o termo “dinossauro” se refere a ficar grande demais, obsoleto e sem mais espaço. Álbuns triplos, solos de bateria de 20 minutos, tanques de guerra dentro de estádios e etc., as bandas chegam à beira do bizarro em termos de ostentação e custos.
Perde-se totalmente a noção do que é ou não “progressivo”; muitas bandas transitaram, musicalmente, nessa linha tênue; alguns discos do Journey, Queen até mesmo Scorpions poderiam ser listados aqui.

- Neo Prog: (1980 - 2000) - Marillion, Pallas, Pendragon, Illuvatar, Anglagaard, Ozric Tentacles, Porcupine Tree, Ars Nova, Gerard, Par Lindh Project e etc.
Obs: O Marillion experimentou algum sucesso comercial Pop radiofônico, mas o que o exclui da lista dos “Pomp Rock ou Rock de Arena” foi seu compromisso fiel com o progressivo clássico. O movimento do Neo Prog acontece sem glamour; é o progressivo de volta ao status underground de bandas desconhecidas. Estas bandas apontam para as bandas clássicas como o Genesis, Yes, Pink Floyd, ELP e etc. Nos anos 80 e 90 elas fundam um cenário independente, são responsáveis por ressuscitar o estilo, resgatam antigos fãs, angariam novos e criam um Festival Itinerante (o Prog Festival) que se mantém ativo até hoje.

- Prog Metal: (1990 - 2010) - Dream Theater, Angra, Queensryche, Fates Warning, Nightwish e etc.
Obs: Ainda que muitas se autointitulem como Progressivas, os puristas não aceitam estas bandas como parte do movimento progressista. São consideradas apenas uma vertente do chamado Heavy Melódico. A não aceitação destas bandas pelos puristas do prog, tem como argumento de que a sofisticação e “complexidades técnicas” não são em prol da composição musical e sim destinada ao exibicionismo técnico e virtuosismo individual. Somente o Dream Theater goza de algum prestígio entre os progressivos, mesmo assim, apenas alguns álbuns.

- Progressivo Moderno: (1990 - atual) - Meshuggah, Tool, The Mars Volta, Opeth, Porcupine Tree, Spock´s Beard, Harmoniun, Hexvessel, Daemonia Nynphe e etc.
Obs: Bandas modernas, com sonoridade moderna, contudo fiéis ao conceito progressivo original. Sejam por sua sonoridade ou pelo conceito. Algumas fazem um rock sinfônico ou folk moderno, outras, como Meshugga e Opeth, ao contrário do Heavy Melódico, têm como proposta musical a sofisticação e nova abordagem de estilos tradicionais, como Trash, Black e Metal.
Entram aqui, com muitas reservas, algumas bandas da cena mais recente, conhecida como Djent. As “reservas” são pelos mesmos motivos do chamado Prog Melódico.

O que ouvir?

A Discoteca Fundamental na linha do tempo:

Raízes: Psicodelia, Experimentalismo, Folk (Pré Progressivo):

10 Álbuns Pré Prog

(1966) - The Beach Boys - Pet Sounds – (Surf Music)
(1967) - Beatles - Sgt Peppers – (British Pop)
(1967) - Frank Zappa - Absolutely Free – (Experimentalismo/Fusion)
(1967) - Jefferson Airplane - Surrealistic Pillow – (Psicodélico)
(1967) - Love - Forever Changes – (Psicodélico)
(1967) - Moody Blues - Days Of Future Passed – (British Pop)
(1967) - Pink Floyd - The Piper At The Gates Of Dawn – (Psicodélico)
(1967) - The Zombies - Odessey & Oracle – (Psicodélico)
(1968) – Van Morrison – Astral Weeks – (Folk/Fusion)
(1969) - Fairport Convention - Liege & Lief - (Folk)


Rock Progressivo Top 10:

Imagino, que independente de um critério particular, a grande maioria dos críticos colocaria entre os 10 álbuns mais importantes do Progressivo, pelo menos um, dos álbuns abaixo listados.
Obs: Seguem por ordem cronológica, e não por preferência ou grau de importância e, também, sem repetir bandas, já que algumas delas, nas “listas oficiais”, teriam mais de um álbum entre os 10 fundamentais do movimento:

(1969) -King Crimson - In The Court Of Crimson King - (Classic/Experimental)
(1971) - Focus - Moving Waves - (Classic)
(1971) - Van Der Graaf Generator - Pawn Hearts - (Classic/Experimental)
(1972) - Gentle Giant - Octopus - (Classic/Experimental)
(1972) - Jethro Tull- Thick As A Brick - (Folk Progressivo)
(1972) - Yes - Close To The Edge - (Symphonic Prog)
(1973) - Emerson, Lake & Palmer - Brain Sallad Surgery - (Symphonic Prog)
(1973) - Genesis - Selling England By The Pound - (Symphonic Prog)
(1973) - Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon - (Psicodélico/ Classic)
(1974) - Camel - Mirage - (Classic)

Refaço, abaixo, a “mesma lista” , só que agora, com meu crivo pessoal, com o meu álbum favorito ou que eu acho mais significativo de cada uma das mesmas bandas listadas acima, mantendo a ordem:

(1974) - King Crimson - Red - (Classic/Experimental)
(1971) - Focus - Moving Waves - (Classic)
(1970) - Van Der Graaf Generator- H To The He Who Am The Only One - (Classic/Experimental)
(1973) - Gentle Giant- In A Glass House - (Classic/Experimental)
(1975) - Jethro Tull - Ministrel In The Gallery - (Folk Progressivo)
(1973) - Yes - Tales From Topographic Oceans - (Symphonic Prog)
(1971) - Emerson, Lake & Palmer - Tarkus - (Symphonic Prog)
(1972) - Genesis – Foxtrot - (Symphonic Prog)
(1975) - Pink Floyd - Wish You Were Here - (Psicodélico/Classic)
(1974) - Camel - Mirage - (Classic)

Fora os 18 acima (entre as duas listas) segue uma discografia para quem quer realmente conhecer progressivo. Nesta listagem tentei ser isento. Há alguns álbuns que não gosto e outros de preferência pessoal. Contudo, procurei priorizar álbuns definitivos e importantes para se conhecer bem o gênero, entender seus “nichos, ramificações”, o quanto influenciaram seus contemporâneos ou posteriores. A descrição de um “rótulo básico” à frente do título, visa apenas facilitar a escolha do ouvinte; assim não apreciando de uma vertente em especial, você poderá optar em não gastar tempo com álbuns que provavelmente não irá gostar e escolher um outro trajeto que julgue mais agradável dentro de seu gosto pessoal. Algumas correntes, são conhecidas como bastante indigestas, são muito difíceis de assimilar, não agradam a grande maioria das pessoas, e são de audição até impossível para alguns. Indicarei com (*) e (**) alguns álbuns de audição considerada difícil ou muito difícil. Alguns são “Level Nightmare” (***)!
Seguem, sem ordem de preferência ou de importância, apenas na linha do tempo:

100 Álbuns Essenciais - by Lelo.

(1968) - Frank Zappa - We're Only In It For The Money - (Experimental/Fusion) (*)
(1968) - The Nice - Ars Longa Vitta Brevis - (Classic/London Scene) (*)
(1968) -The Pentangle - The Pentangle - (Folk Progressivo)
(1969) - Frank Zappa - Hot Rats - (Experimental/Fusion) (*)
(1969) - Pink Floyd – Ummagumma - (Psicodélico/Classic) (*)
(1970) - Amon Duul II - Yeti - (Krautrock) (*)
(1970) - Atomic Hooster – Death Walks Behind You - (London Scene/Hard Prog)
(1970) - Focus - In And Out Of Focus - (Classic)
(1970) - Genesis – Trespass - (Symphonic Prog)
(1970) - Guru, Guru - UFO - (Krautrock)
(1970) - King Crinsom - In The Wake Of Poseidon - (Classic/Experimental)
(1970) - Murphy Blend - First Loss - (German Hard)
(1970) - Pink Floyd - Atom Heart Mother - (Psicodélico/Classic)
(1970) - Soft Machine – Third - (Canterbury Scene) (**)
(1971) - Can - Tago Mago - (Krautrock) (*)
(1971) - Caravan - In The Land Of Grey And Pink - (Canterbury Scene)
(1971) - Faust - Faust - (Krautrock) (***)
(1971) - Genesis – Nursery Crime - (Symphonic Prog)
(1971) - Jethro Tull – Aqualung - (Folk Progressivo)
(1971) - Trees - On The Shore - (Folk)
(1971) - Yes – Fragile - (Symphonic Prog)
(1972) – Agitation Free – Malesch – (Kraut Rock) (*)
(1972) - Aphrodite´s Child – 666 - (Classic)
(1972) - Banco Del Mutuo Socorsso – Darwin! - (Italian Prog)
(1972) - Can - Ege Bamyasi - (Krautrock) (*)
(1972) - Curved Air – Phantasmagoria - (Classic)
(1972) - Emerson, Lake & Palmer – Trilogy - (Symphonic Prog)
(1972) - Il Balletto Di Bronzo – Ys - (Italian Prog)
(1972) - Le Orme – Uomo Di Pezza - (Italian Prog)
(1972) - Nektar - Journey To The Center Of Eye - (Hard Prog/Psicodelic)
(1972) - Popol Vuh - In The Garden Of Pharaos - (Krautrock) (***)
(1972) - Procol Harum - Grand Hotel - (British Pop/Classic)
(1972) - Premiata Forneria Marconi – Per Un Amico - (Italian Prog)
(1972) - Renaissance – Prologue - (Folk Progressivo)
(1972) - The Pentangle - Cruel Sister - (Folk Progressivo)
(1972) - The Pentangle - Solomon´s Seal - (Folk Progressivo)
(1973) - Area - Arbeit Macht Frei - (Italian Prog) (**)
(1973) – Ash Ra Tempel – Join Inn – (Krautrock) (*)
(1973) - Can - Future Days - (Krautrock) (**)
(1973) - Eloy - Inside - (German Hard)
(1973) - King Crinsom - Larks' Tongues in Aspic - (Classic/Experimental) (*)
(1973) - Kraftwerk – Radioactivit - (Electronic)
(1973) - Magma - Mekanik Destruktiw Kommandoh - (Zeuhl - Krautrock) (**)
(1973) - Mahavishnu Orchestra – Birds Of Fire - (Experimental/Fusion) (*)
(1973) - Mike Oldifield - The Tubular Bells - (Electronic)
(1973) – Nektar - Sounds Like This - (Hard Prog/Psicodelic)
(1973) - Renaissance - Ashes Are Burning - (Folk Progressivo)
(1973) - Supertramp - Crime Of Century - (Art Rock)
(1974) - Genesis - The Lamb Lies Down On Broadway - (Symphonic Prog)
(1974) - Gentle Giant - The Power & The Glory - (Classic/Experimental)
(1974) - Mahavishnu Orchestra – Apocalypse - (Experimental/Fusion) (*)
(1974) - Moto Perpétuo - Moto Perpétuo - (Brazilian Prog)
(1974) - Mutantes - Tudo Foi Feito Pelo Sol - (Brazilian Prog)
(1974) - Procol Harum - Exotic Birds & Fruits - (British Pop/Classic)
(1974) - Quella Vecchia Locanda - Il Tempo Della Gioia - (Italian Prog)
(1974) - Rick Wakeman - Journey To The Center Of Earth - (Symphonic Prog)
(1974) - Satin Whale - Desert Places - (German Hard)
(1974) - Strawbs - Hero And Heroine - (British Pop/Classic)
(1974) - Som Nosso De Cada Dia - Snegs - (Brazilian Prog)
(1974) -Tangerine Dream – Phaedra - (Electronic)
(1974) - Triunvirat - Illusions On A Double Dimple - (Symphonic Prog)
(1975) - Camel - The Snowgoose - (Classic)
(1975) - Goblin - Profondo Rosso - (Italian Prog) (*)
(1975) - Gentle Giant - Free Hand - (Classic/Experimental)
(1975) – Harmonium – Si On Avait Besoin Dune Cinqueeme Saison – (French Prog)
(1975) - O Terço - Criaturas da Noite - (Brazilian Prog)
(1975) - Triunvirat – Spartacus - (Symphonic Prog)
(1975) - Yes – Relayer - (Symphonic Prog)
(1976) - Brand X - Unorthodox Behaviour - (Experimental/Fusion) (*)
(1976) - Kansas - Leftoverture - (Art Rock)
(1976) - Jean Luc Ponty - Aurora - (Fusion)
(1976) - Rush - 2112 - (Hard Prog)
(1976) - Tangerine Dream – Stratosfear - (Electronic)
(1977) - Kansas - Point Of Unknow Return - (Art Rock)
(1977) - Locanda Delle Fate - Forse Le Lucciole Non Si Amano Più - (Italian Prog)
(1977) - Jethro Tull - Songs From The Wood - (Folk Progressivo)
(1977) - Pink Floyd – Animals - (Psicodélico/Classic)
(1977) - Rush - A Farewell To A Kings - (Hard Prog)
(1978) - Jethro Tull - Heavy Horses - (Folk Progressivo)
(1978) - Rush – Hemispheres - (Hard Prog)
(1979) - Embryo - Embryo´s Reise - (Krautrock)
(1973) - Supertramp – Breakfast In America - (Art Rock)
(1980) - Marco Antônio Araújo – Influências - (Brazilian Prog)
(1981) - King Crinsom – Discipline - (Classic/Experimental)
(1981) - Rush - Moving Pictures - (Hard Prog)
(1981) - Univers Zero - Ceux Du Dehors - (R.I.O) (**)
(1983) - Bacamarte - Depois do Fim - (Brazilian Prog)
(1984) - Pallas - The Sentinel - (Neo Prog)
(1985) - Marillion – Misplaced Childhood- (Neo Prog)
(1989) - Anyones Daughter – Adonis - (German Prog)
(1990) - Ozric Tentacles – Erpland - (Neo Prog/Psicodelic)
(1995) - Meshuggah - Destroy Erase Improve - (Modern Prog/Metal)
(1996) - Ars Nova - The Goddess Of Darkness - (Neo Symphonic Prog)
(1996) - Camel – Harbour Of Tears - (Classic)
(1998) - Morte Macabre - Symphonic Holocaust - (Modern Prog)
(2001) - Opeth - Blackwater Park - (Modern Prog /Gothic/Black)
(2001) - Tool - Lateralus - (Modern Prog)
(2003) - The Mars Volta – De-Loused In Comatoriun - (Modern Prog /Fusion) (*)
(2007) - Daemonia Nynphe - Krataia Asterope - (Modern Prog Folk)
(2007) - Porcupine Tree - Fear Of Blank Planet - (Modern Prog /Fusion)
(2012) - Hexvessel - No Holier Temple - (Modern Prog Folk)

entamoeba
Membro Novato
# 18/jan/21 20:31
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Rebuke
O tópico não é sobre venerar a acrobacia.

Olha, acho que aquela coisa que o John Entwistle tentou fazer tinha pretensões acrobáticas! Quis bancar o bass hero pra atiçar a plateia. Aliás, todo solo tem pelo menos um pouco disso.


Não sei de onde você tirou isso.

Geração espontânea!

entamoeba
Membro Novato
# 18/jan/21 20:32
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Lelo Mig mostrando porque é o Gastão Moreira do FCC.

Rebuke
Membro Novato
# 19/jan/21 09:32 · Editado por: Rebuke
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entamoeba

Não. É alguém tocando mal e sendo por idiotas por isso.

fernando tecladista

Hahaha que horror

Schelb
Veterano
# 19/jan/21 11:02
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Lelo Mig, caramba em ... não esperava tamanho tratado sobre o tema .. hahaha. Mas foi interessante de ler. Sempre usei o termo dentro de uma compreensão própria que tinha do estilo a partir das bandas que eu curto e nunca procurei algo mais detalhado assim. Pra mim o The Who, do pouco que conheço me lembra arranjos de prog com umas coisas psicodélicas, como era comum nesse período aí, com pink floyd, Jethro Tull, Yes e por aí vai .. mas realmente tem tbm uma pegada de outros estilos e talvez as influências de prog sejam uma questão secundária na banda. Talvez sejam as músicas que ouvi também, já que não conheço tantas. Muitas vezes acho ruim categorizar muito as bandas dentro de um só estilo porque na real cada banda tem suas influências e acaba formando um combinado meio próprio, apesar de muitas vezes ser bem claro um estilo predominante. As vezes tem músicas ou albuns com mais influência disso ou daquilo também e geralmente as bandas têm uma evolução, transitando de um estilo pra outro. Enfim, apesar de não gostar tanto de categorizar as bandas, gosto de entender sobre as categorias, principalmente quando traz uma compreensão histórica dos movimentos dentro da música como você fez no seu texto aí.

entamoeba
Membro Novato
# 19/jan/21 14:41
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Rebuke
Não

"Só a minha interpretação é válida"

Lelo Mig
Membro
# 19/jan/21 15:45
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Schelb

Também não gosto muito de "rotular".... mas alguns estilos acabaram sendo categorizados por conta de movimentos, eventos e fatos, além do momento histórico.

É como a diferença de um uísque puro malte, blended ou bourbon, ou seja, as vezes é importante para situar e estes rótulos acabam acontecendo pela própria necessidade humana de categorizar tudo. O cérebro humano só funciona por comparativo.

Drinho
Veterano
# 21/jan/21 23:22
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Cacilda, eu achava que só guitarrista falava mal dos outros, mas tô vendo que o hábito se estende a outros instrumentos. Tenho muito para aprender pra dar palpite, só estou me metendo aqui porque o assunto é polêmico.

Tem shows de bandas que os caras estão mergulhados na cachaça embaixo de uma tempestade de cocaína, shows em que até o mais leigo perceberia que fulano definitivamente não está tocando bem e mesmo assim o público vai ao delírio.

Isso é o que importa.

Música não tem pré requisito e perícia não garante resultado final, aliás, normalmente o que se vê é o oposto.

Ninguém acorda e sai de casa para tocar mal, as vezes o cara tem alguma limitação ou as vezes o objetivo do cara nem é evoluir.

Eu passei a minha vida inteira falando mal de Kurt Cobain, keith richards, ramones e por aí vai e me arrependo amargamente disso.

Hoje se qualquer um tocar na minha frente seja lá qual for o instrumento, vai ser elogiado, seja bom ou ruim. Música é festa e tem que ser assim sempre.

Lelo Mig
Membro
# 22/jan/21 00:18
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fernando tecladista

Cara não conhecia este Phanton of Opera com a Tarja e o Angra. Que coisa medonha, caraca!

marcioazzarini
Veterano
# 28/jan/21 13:14
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PQP... Um tempão que não entro no fórum, e quando chego vejo um tópico chamando John Entwistle de medíocre... kkkkkk

E olha q nem sou fã de The Who, mas compreender a importância dos pioneiros em levar o nosso instrumento para a linha de frente é fundamental pra qualquer um que queira se aventurar pelos graves.

entamoeba
Membro Novato
# 28/jan/21 14:13
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marcioazzarini

Essa nova leva de músicos é muito chata! Se a música não soar como um metrônomo marcando 7/8, eles nem prestam atenção.

makumbator
Veterano
# 28/jan/21 16:16
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entamoeba

7/8 é o novo 4/4. Nem impressiona mais. O lance agora é polirritmia sendo feita sobre fórmulas de compasso irracionais/modulação métrica.

entamoeba
Membro Novato
# 28/jan/21 16:49
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makumbator

Então... queria escrever esse negócio aí, mas nem sabia por onde começar.

Lelo Mig
Membro
# 28/jan/21 17:23
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makumbator

O entamoeba pira!!




entamoeba
Membro Novato
# 28/jan/21 17:34
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Lelo Mig
O entamoeba pira!!

É música ou é um teste psicotécnico nível hard?

makumbator
Veterano
# 28/jan/21 19:04
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entamoeba

As duas coisas!

In your face, motherfucker! Hahaha!

fernando tecladista
Veterano
# 28/jan/21 23:05
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Lelo Mig
Cara não conhecia este Phanton of Opera com a Tarja e o Angra. Que coisa medonha, caraca!

tem algumas músicas que se tem que tomar um cuidado imenso quando se pensa em fazer um cover
essa é uma
Phanton of Opera, tem toda aquela suavidade que a sarah brightman colocou, que quando se assiste o musical ao vivo já se fica com aquela cara de 'não é a mamãe" aceita-se a cantora na metade do musical
ai resolvem fazer uma versão metal deu isso

Total Eclipse of the Heart da Bonnie Tyler é outra que se alguem mexer estraga

as do Queen na mesma linha

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mas esse dia do Angra devia ter muita coisa zoada, esse som que foi pra TV no dia foi horrível, até os encontro de motos que toquei aqui na terrinha teve mixagem melhor que isso, colocaram a voz como se coloca voz em sertanejo

a banda devia já estar como climão,
esse rock in rio foi em outubro de 2011, o Falaschi saiu em maio de 2012

dizem que o angra é daquelas bandas onde todos são contratados pra formar uma banda, se for isso cada ligou o f***-se e falou... "deixar eu fritar aqui pra garantir o meu, senão rodo também.... ai virou aquelas bandas onde todos tocam e ninguém escuta ninguém

Delson
Veterano
# 29/jan/21 09:16
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fernando tecladista
Total Eclipse of the Heart da Bonnie Tyler é outra que se alguem mexer estraga

Um clássico


Lelo Mig
Membro
# 29/jan/21 12:41
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Delson

Takipariu! Isso deveria dar cadeia!

BrotherCrow
Membro Novato
# 29/jan/21 12:55
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Lelo Mig
Cara não conhecia este Phanton of Opera com a Tarja e o Angra. Que coisa medonha, caraca!
A versão da Sarah Brightman é definitiva, mas curto a versão do Dreams of Sanity. A vocalista da banda é muito boa e o Tilo Wolff do Lacrimosa faz o vocal masculino. A voz do Tilo é esquisita numa primeira audição, mas acho que adiciona um drama.



Lelo Mig
Membro
# 29/jan/21 13:35
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BrotherCrow

Cara, não me desce, não.

Conheço e gosto de alguns álbuns do Lacrimosa (Tilo), mas estes vocais metido a líricos dessas bandas de metal, eu não consigo gostar.

Esse pessoal do metal metido a erudito, (metal sinfônico) não me desce. Sempre vi de forma cômica. Nightwish, After Forever, Within Temptation e etc, eu acho tudo uma merda.

Prá ser sincero, eu não gosto da canção Phantom of Opera nem no original acho brega prá caraio.

Obviamente, é gosto pessoal, portanto subjetivo... mas, esta galera de metal sinfônico e grande parte do melódico eu acho uma piada.

BrotherCrow
Membro Novato
# 29/jan/21 17:22
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Lelo Mig
Cara, não me desce, não.
Blz. Acho a interpretação da Sandra Schleret (vocalista do Dreams of Sanity) melhor que a da Tarja, admiro a coragem de botar um vocalista como o Tilo, que é mais expressivo do que virtuoso... e acima de tudo acho legal não terem tentado transformar a música em metal! E no caso do Dreams of Sanity, não era um cover fora de contexto: era um álbum conceitual baseado no Fantasma da Ópera.

Esse pessoal do metal metido a erudito, (metal sinfônico) não me desce. Sempre vi de forma cômica. Nightwish, After Forever, Within Temptation e etc, eu acho tudo uma merda.
Aí eu concordo. Eu gostava do Within Temptation no começo, quando tinha bastante vocal gutural e era mais doom/goth do que metal sinfônico. Tristania também. Beyond the Veil foi um puta disco, depois descambou.

Lelo Mig
Membro
# 29/jan/21 22:17
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BrotherCrow

Veja bem, a galera é muito boa. Músicos bons... eu que não gosto mesmo, acho meio cafona.

Eu adoro música clássica, ouço bastante, mas não gosto muito quando rockeiro se mete a erudito. É raro eu gostar destas "operas rock", álbuns com orquestra... acho muita presepada.

E, prá piorar, apesar de eu ouvir bastante música clássica, eu quase não gosto de óperas, não gosto de canto lírico. As vezes uma ária ou outra e olha lá.

Então, cantora de rock lírica, já viu né? Não gosto de nenhuma, a Tarja sempre achei uma chata dukaraio, ainda que seja uma delícia... gosto no máximo as que possuem recursos líricos mas não cantam feito divas de opera (tipo a Anneke do The Gathering ou a Kari Rueslatten do 3rd and The Mortal), aí eu curto.

Mas, repito, é questão de gosto pessoal.

felipe bento pereira
Membro Novato
# 04/fev/21 09:58
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Lelo Mig

woooooow!!! achava que ia morrer sem ter uma explicação real do que é rock progressivo!!
antes o pessoal só falava; "rock progressivo é o rock com musicas longas!"
hahahaha então se for olhar por esse lado até Venom seria progressivo, porque se não me engano, a musica At War With Satan tem uns 20 minutos e o inicio da primeira musica do album seguinte é o mesmo do final dela!! hahahaha

O Progressivo não é um estilo musical, é uma forma de fazer música. Por isso bandas tão diferentes sonoramente se enquadram no estilo. É a proposta que define o que é ou não progressivo.

agora eu entendi o porque que Pink Floyd ser considerado, apesar de soar tão diferente das demais!!!

entamoeba
Membro Novato
# 04/fev/21 23:05
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Quando estiver me sentido um bosta, virei aqui para ouvir Total Eclipse do Amor.

ThiRPG
Membro Novato
# 04/fev/21 23:43
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Lelo Mig
Esse pessoal do metal metido a erudito, (metal sinfônico) não me desce. Sempre vi de forma cômica

Tô na mesma. A Tarja mesmo, tecnicamente pode ser o quão foda for, mas eu acho insuportável ouvi-la cantando.

Son 5
Membro Novato
# 06/fev/21 20:31 · Editado por: Son 5
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A função dele (do baixo) é dar cama para a muscia deitar em cima.

Uma frase muito boba. Pra começar que existe estilo musical que o teclado, por exemplo, não faz quase nada a não ser.... dar cama!

Seguindo esse linha de pensamento, Victor Wooten não deveria ser referência para ninguém, ou Marcus Miller,Nico Assumpção...

Na verdade, indo ainda mais além, até mesmo o slap nunca existiria!

Sendo assim, o baixo seria só mais um, e não O astro na Disco Music, no Funk original, ou seria completamente basicão no R&B e Gospel e em tantos, taaantos outros estilos como no Pagode (Ainda estariam fazendo ""dumdum...dumdum..." se não fosse Wilson Prateado), ou no próprio Forró contemporâneo, seja na evolução melódica do Xote, Xaxado, etc, ou na ousadia percussiva e também melódica do Forró moderno.

Na Bachata por exemplo, o baixo respeita muito a tal "cama", mas volta e meia faz bicordes, frases melódicas, percussividade, slap... E advinha? Fica muito legal! Imagina se essa ideia de "ser apenas cama" povoa a cabeça de cada baixista desses?

Imagina as musicas de Lulu Santos como "Um Certo Alguém", tendo o baixo conduzido por um "arrozcomfeijãozeiro", só marcando as notas, sem preencher com aquelas melodias interessantes pra caramba, que dão vida, tudo isso "porque ele tem que ser uma cama"? Santa mãe de deus, hein?

Poderia citar dezenas de exemplos. É frustrante ver uma frase dessas na seção de contrabaixo. E é justamente esse tipo de raciocínio que queima o filme do baixo entre os não-músicos e até entre alguns músicos iniciantes kkk..

Enfim, o propísito do tópico foi legal, mas a frase foi muito infeliz...

O fato de o baixo ser reponsável pela voz grave na música, não o torna necessariamente um mero apoiador minimalista, sem chance de se destacar do seu próprio jeito.

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