Backing Tracks sem Direitos Autorais?

    Autor Mensagem
    Zwipek
    Membro Novato
    # 24/jan/20 22:48


    Olá.

    Como já comentei em outro tópico, que não teve uma resposta sequer inclusive... gravar multi-canais com MIDI tem sido um grande desafio.

    Aderi as backing tracks e gravei a guitarra sobre as tracks. Resultado ficou do meu agradado, mesmo que distante de uma pegada profi.

    Mas eu quero ter um material para divulgar um pouco da minha habilidade e como sou uma negação na produção, quero saber se:

    Existem backing track sem direitos autorais ou direitos liberados para uso em um EP ou até CD full?

    Ou seja de eu gravar 10 improvisos com backing tracks, existe algum site ou fórum onde eu posso adquirí-los e usá-los.

    Não sei se me fiz entender, mas qualquer coisa volto e respondo eventuais dúvidas.

    Espero que dessa vez alguém possa dar uma ajudinha.

    Gracias.

    Del-Rei
    Veterano
    # 24/jan/20 23:47
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    Zwipek
    Cara, numa pesquisa rápida aqui, digitei no Google "free backing track" tem uma penca. No Youtube tem várias.

    Um aceno de longe!!!

    Zwipek
    Membro Novato
    # 24/jan/20 23:54
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    @Del-Rei

    Opa, agradeço pela rápida resposta.

    Porém me refiro a gravações que estejam de fato livres, para evitar complicações. Digamos, se eu postar a backing track livre apenas com meus solos 100% autorais.

    Me lembro de um site (que não recordo o nome, nem como encontrei na época) onde cantores usavam gravações de nível profissional apenas para cantar e usar como material de trabalho.

    Enfim, quero veicular a música sem eventuais represálias ou brigas por direitos.

    Não imagino usar comercialmente, mas sim em vídeos do próprio youtube como música de fundo, etc.

    E não quero ter que tirar conteúdo upado depois.

    Del-Rei
    Veterano
    # 25/jan/20 00:03
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    Cara... Ainda acho que com uma consulta você descobre isso. Mais rápido do que esperar alguém te responder aqui.

    Por exemplo, achei esse site que vende as tracks. Tem até um chat dentro do site, se você quiser tirar alguma dúvida:

    https://www.elitebackingtracks.com

    No Youtube tem diversas músicas gratuitas pra usar como fundo de vídeos (music background for videos), em que os criadores liberam à vontade para uso. Normalmente os criadores pedem apenas para que, quem for usar, credite o nome do compositor da música na descrição do vídeo.

    Devem ter várias BTs nesse esquema.

    Um aceno de longe!!!

    JJJ
    Veterano
    # 25/jan/20 08:29
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    Cara, hoje em dia, tudo depende do tipo de licença das coisas. Tem desde free total, onde pode tudo, inclusive usar comercialmente sem sequer mencionar quem fez, até restrição total (só pode ouvir e, mesmo assim, se pagar!). No meio desse branco e preto, vários tons de cinza.

    Como saber? Cada caso é um caso. Tem que procurar a informação em cada BT.

    Se não tiver, considere como o pior caso (não pode).

    JJJ
    Veterano
    # 25/jan/20 08:31 · Editado por: JJJ
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    Ah, guarde a info de cada peça. Pode ser útil, caso o dono dos direitos mude de ideia.

    The Man Who Sold The World
    Veterano
    # 25/jan/20 18:18
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    Zwipek
    no melhor cenário, pegue BTs que tenham o contato do autor, mande um email contando seu interesse em usa-la comercialmente, assim pode até chegar num acordo com a pessoa
    as opções seriam comprar os direitos por um valor determinado, pagar uma porcentagem do arrecadado para o autor ou até ele liberar livre de custos pra voce

    mas nunca faça isso sem informar o autor do trabalho, mesmo que ele disponibilize a trilha no youtube ou em algum portal, pode dar um rolo grande pra voce

    Zwipek
    Membro Novato
    # 29/jan/20 19:49
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    Agradeço pela ajuda, pessoal.

    @JJJ @The Man Who Sold The World @Del-Rei

    Cabe agora analisar e até mesmo entrar em contato com pessoas que tenham produzido BTs de meu interesse.

    Abraço!

    Casper
    Veterano
    # 31/jan/20 14:02
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    Caro Zwipek:

    O senhor quer gravar um álbum em cima de BT?

    É isso? Karaokê instrumental de guitarra?

    Porque não aproveita e pede para alguém tocar também?

    Zwipek
    Membro Novato
    # 01/fev/20 01:04
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    @Casper

    Nobre Casper,

    Como comentei no primeiro post, não estou conseguindo reproduzir sons de guitarra MIDI com a qualidade desejada. Optando por utilizar as backing tracks eu poderia ao menos solar com certa liberdade usando temas criados por terceiros, ainda que a lead guitar estivesse longe do ideal.

    A ideia deu certo, mas não como eu desejava em um primeiro momento. Para testar os solos e improviso tudo saiu muito bem.

    Mas a ideia de usar as BTs de terceiros com solos próprios para utilizar em vídeos do YT, foi o que podemos chamar de ideia de jerico.

    Casper
    Veterano
    # 01/fev/20 10:59 · Editado por: Casper
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    Caro Zwipek:

    Parabéns por perceber o caminho equivocado.
    Minha sugestão é investir um tempo para aprender a fazer sua música toda original, usando algum software para fazer as partes de fundo, digamos assim.

    Sugiro o Reason.

    O caminho é mais complicado mas o resultado mais que compensa.

    Filippo14
    Veterano
    # 01/fev/20 14:48
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    Zwipek

    Cara, se você tiver Mac. usa o Logic, tem um tipo de faixa de batera chamada drummer. Mega intuitiva e que soa muito bem para falar a verdade.

    Além disso, eu tentaria gravar o baixo ou fazer MIDI, que para coisas simples é beeeem simples de fazer (nem tenta tocar, usa o mouse) e tentaria fazer todas as camadas de outros possíveis sons com a guitarra ou em casos extremos, usar MIDIs para teclados. Para teclados, pense em tríades e tétrades abertas, soam sempre muito bem para strings, pads, horns e mesmo pianos e eletric pianos, mas ainda assim tentaria resolver as questões mais tecnicas sendo criativo na própria guitarra.

    Abs,

    Zwipek
    Membro Novato
    # 02/fev/20 14:37 · Editado por: Zwipek
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    @Casper

    Tive minha parcela de tentativas utilizando um DAW chamado Ableton, que por sinal é mais voltado para a música eletrônica. Mas mesmo nele consegui explorar alguns conceitos de campo harmônico e até de diferentes tempos como 6/8, 3/4 e andamentos aos quais eu não estava habituado.

    A experiência foi interessante, mas o que me frustrou foram as sonoridades que soaram muito artificiais e, como já citei antes em outros posts, saiam com pouca intensidade por algum motivo ainda desconhecido (mas que eu atribuo a precariedade dos equipamentos que não são pensados para essa finalidade).

    Agradeço pelas dicas e verificarei o software sugerido por você, pois pode me ajudar bastante. Segurei procurando mais informações relacionadas aos equipamentos de gravação.



    @Filippo14

    Uma das minhas maiores decepções nas gravações foi justamente a sonoridade artificial das baterias que reproduzi no DAW utilizado.

    Eu cheguei a fazer aula de bateria para compôr algo com o instrumento, e aprendi coisas interessantes. Consegui reproduzi-las mas os timbres ficaram extremamente artificiais, seria um desrespeito com ouvidos treinados gravar algo daquela forma e chamar de rock ou blues.

    Eu não tenho Mac, mas cogitei a possibilidade de rodar o programa em uma SandBox para sentir um pouco desse feeling intuitivo ao qual você se referiu. Antes disso, vou conferir vídeos no Youtube específicos para o desenvolvimento de baterias eletrônicas usando o software recomendado.

    Gravar MIDI foi um desafio dos grandes usando a Boss GT-1 com o Ableton. O som sai com pouca intensidade. Eu testei o Audacity gratuitamente para ver se o problema era o software e a constatação foi que deve ser alguma questão de hardware, pois a gravação saiu com baixo volume também. Ou seja, preciso encontrar uma forma de gravar com qualidade.

    O que me chama a atenção é que meu professor de guitarra 10 anos atrás conseguia gravar suas linhas de guitarra sem maiores problemas. E não me lembro dele utilizar microfones caríssimos ou coisas do tipo.

    Então precisarei entender o que está acontecendo, passo-a-passo.

    Mas aprecio cada uma das dicas e a boa vontade das pessoas que, como você, contribuíram para solucionar minhas dúvidas. O registro fica aqui para ajudar pessoas que eventualmente possam enfrentar desafios parecidos.

    Para finalizar o comentário, acho importante destacar: o problema não foi no Ableton, que é um software reconhecido por diversos artistas, sobretudo no universo da música eletrônica.


    Abraço!

    makumbator
    Veterano
    # 02/fev/20 16:10
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    Zwipek
    E não me lembro dele utilizar microfones caríssimos ou coisas do tipo.

    Ele gravava em linha. Cabo direto na interface e pronto (com simulações de amp e caixa fica bem legal).

    Uma das minhas maiores decepções nas gravações foi justamente a sonoridade artificial das baterias que reproduzi no DAW utilizado.

    É que se você apenas usar o midi sem instrumentos virtuais de alta qualidade fica ruim mesmo. E mesmo com instrumentos virtuais bons demanda edição pra equalizar, comprimir, ter ambiência, dar o toque humano, etc...não é um neg[ocio automático.

    Zwipek
    Membro Novato
    # 02/fev/20 19:21
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    @makumbator

    Eu nunca reparei no modo como ele realizava as gravações, mas sei que a qualidade ficava boa. Captava o timbre exatamente como ele desejava.

    Cabo direto na interface? Me desculpe a completa ignorância com relação ao assunto.O amp é simples daqueles para treinar no quarto. Conta apenas com uma saída aqui para cabo P2/P3, que posso conectar no PC/Notebook.

    Quanto aos MIDI de bateria ainda terei de explorar as opções que um dos colegas de fórum recomendou. No momento não tenho a intenção de me aprofundar exageradamente na bateria. Criar uma base aceitável seria mais do que o suficiente.

    Estou mais focado em explorar harmonias e elaborar o som de guitarra. Gosto de tocar baixo também, mas não vou focar nisso agora. Primeiro tenho que resolver a questão da qualidade de gravação em si.

    Sua dica da gravação em linha foi valiosa, obrigado!

    makumbator
    Veterano
    # 02/fev/20 19:38
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    Zwipek
    O amp é simples daqueles para treinar no quarto

    Nem precisa de amp. Basta interface e simuladores de amp e caixas (tudo virtual). Obviamente pode-se usar saída line out do amp também (e usar caixas virtuais). Dá pra usar distorção de pedal, pré amp de pedal ou rack + caixas virtuais, usar a saída de pedaleiras (que tenham simulação de amps e caixas), e etc... Tem "n" formas diferentes de se ter um bom resultado.

    Casper
    Veterano
    # 03/fev/20 08:53
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    Caro Zwipek:

    1) É possível fazer uma bateria muito totalmente excelente em qualquer DAW. Mas fazer ela soar realmente como um baterista tocando requer bastante prática. Até onde eu sei, todos os "automatic humazizer" são um lixo.

    2) O mestre makumbator disse tudo: o esquema é enfiar o sinal da guitarra direto no PC e fazer tudo virtual, os resultados serão bem melhores que se usar equipamentomédio. Só vai ficar melhor (usando equipamentos "reais") se o senhor tiver tudo de altíssima qualidade ($$$$$), um ambiente acusticamente favorável e souber muito bem microfonar (que é uma arte por si).

    Zwipek
    Membro Novato
    # 04/fev/20 18:29 · Editado por: Zwipek
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    Pelas pesquisas que fiz, reparei que no meu caso um adaptador P2/P10 tende a não funcionar da maneira desejada devido a impedância.

    Fiquei particularmente curioso com relação ao DI e me parece ser uma boa alternativa para captar o timbre sem interferências e cortes abruptos (desses inclusive já estou farto pois minha pedaleira frequentemente corta a frequência e provoca leves chiados indesejados, sobretudo durante a gravação).

    Pelo que vocês comentaram nesse tópico também, creio que uma melhor alternativa seria captar o timbre mais natural possível e colocar os efeitos processados digitalmente apenas na fase que chamarei grosso modo de "ajuste fino".

    Com todas essas dicas e boa vontade da comunidade do cifraclub, me senti motivado a continuar com esse desafio. Assim que tiver algo interessante passo aqui para compartilhar com vocês e com os eventuais leitores que talvez tenham acessado o tópico como visitantes.

    Ismah
    Veterano
    # 05/fev/20 11:50
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    os timbres ficaram extremamente artificiais, seria um desrespeito com ouvidos treinados gravar algo daquela forma e chamar de rock ou blues.

    Claro, os anos 80, se gravou pagode com distorção e bateria artificial.

    O som sai com pouca intensidade. Eu testei o Audacity gratuitamente para ver se o problema era o software e a constatação foi que deve ser alguma questão de hardware, pois a gravação saiu com baixo volume também.

    Acredito que sua comparação esteja sendo desonesta. Veja bem, um som de disco, possui sempre várias camadas de processamento, o que é diferente de um timbre cru.

    parece ser uma boa alternativa para captar o timbre sem interferências e cortes abruptos (desses inclusive já estou farto pois minha pedaleira frequentemente corta a frequência e provoca leves chiados indesejados, sobretudo durante a gravação).

    Se estão havendo cortes, o problema deve ser outro, mas vale a pena investigar. Normalmente, quem causa isso é a máquina, que não dá conta de processar tanta informação...

    Zwipek
    Membro Novato
    # 06/fev/20 00:03
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    Claro, os anos 80, se gravou pagode com distorção e bateria artificial.

    O que eu quis dizer é que seria um desrespeito levar um material de gravação tão precária para pessoas que gostam de estilos como rock e blues, onde os timbres quase sempre são bem definidos e a qualidade é elevada. No entanto, admito que exagerei ao englobar toda a esfera rock e blues como gravações primorosas, sendo que temos muitos indie e até lo-fi precários por aí ao longo dos tempos.

    Quanto a pagode, não refuto nem endosso seu comentário pois não conheço absolutamente nada do estilo.

    Acredito que sua comparação esteja sendo desonesta. Veja bem, um som de disco, possui sempre várias camadas de processamento, o que é diferente de um timbre cru.

    Pode ser. Talvez eu esteja buscando refinamento em um terreno inóspito. A soma de produção tosca devido lacunas técnicas de conhecimento juntamente com a falta de habilidade de operar DAWs não parece ser a mistura correta para chegar aos timbres mais sofisticados.

    Se estão havendo cortes, o problema deve ser outro, mas vale a pena investigar. Normalmente, quem causa isso é a máquina, que não dá conta de processar tanta informação...

    Os cortes são frustrantes, pois o som é reproduzido com considerável fidelidade, mas em pontos cruciais das tracks algumas partes indesejadas soam e isso abala completamente qualquer tentativa de extrair um som linear e agradável.

    Ou seja, todos seriam capazes de reparar que aquilo vem à tona, comprometendo a gravação e não consigo simplesmente "limpar" aquilo. Usei a ferramenta de redução de ruídos do Audacity por sinal, que sempre me rendeu resultados interessantes quando fazia gravações lo-fi super simples para mandar ideias de progressões de acordes ou bases para colegas construírem e ajustarem suas poesias/letras. Mesmo assim, o ruído não era da frequência, parecia ser um corte mesmo, algo difícil de ajustar. Cortar aquela parte do audio foi a única forma de eliminar o problema.

    Vamos uma vez mais recordar que não tenho grandes habilidades em produção, como todos já puderam perceber pelo que foi relatado. Porém, não custa destacar as tentativas que foram feitas.

    Também fiz revisão nos cabos, que seria a primeira providência a ser tomada (no meu entendimento) e não tinha nada de errado nesse quesito.

    Ismah
    Veterano
    # 06/fev/20 06:49
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    E o que eu quis dizer, é que boa parte do que foi produzido de rock nos finais de 70, até meados de 90, usava baterias digitais, de péssima qualidade. Hoje, ainda se usa delas, ou justamente para obter aquele som low-fi, ou para haver linearidade no som (apesar de que o trigger é mais usual).

    Do resto, acredito que venha somar muito a sua vontade (que existe), um pouco de técnica e teoria - aka, um curso de produção musical.

    Filippo14
    Veterano
    # 06/fev/20 09:52
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    Zwipek

    Cara, essa batera do Logic não soa artificial, fica bem legal na verdade, só gastar um tempinho refinando na hora. Eu sou bem ruim de batera, nao uso MIDI pq acho dificil, mas essa é bem fácil

    Cara, gravar MIDI em geral, se não for com um controlador, e dos bons, fica meio coco mesmo, ainda mais com guitarra. Usa o mouse para essas coisas que fica animal.

    Nenhuma DAW soa artificial, o importante são os VSTs que vc usa e como vc programou o MIDI.

    Se serve de dica (inclusive daria essa para o meu eu mais novo) gaste um tempo com MIDI e afins, é mto abrangente e te da capacidade "ilimitada" de composição. Todo musico deveria saber mexer com MIDI e DAWs

    Abs,

    Zwipek
    Membro Novato
    # 07/fev/20 20:26 · Editado por: Zwipek
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    @Ismah

    E o que eu quis dizer, é que boa parte do que foi produzido de rock nos finais de 70, até meados de 90, usava baterias digitais, de péssima qualidade. Hoje, ainda se usa delas, ou justamente para obter aquele som low-fi, ou para haver linearidade no som (apesar de que o trigger é mais usual).

    Entendi perfeitamente e inclusive concordo. Até mesmo no Instrumental Rock virtuoso dos anos 80, algumas baterias processadas soavam de forma assustadoramente simples e mal timbradas. Mas funcionava para o objetivo final: guitarra acima de tudo e todos.

    Eu já não concordo com isso embora seja verdadeiramente apaixonado pela guitarra. Creio que o esmero ao reproduzir a sonoridade de outros instrumentos só pode agregar valor e qualidade. Contudo, pegando o contexto em que os músicos estavam compondo e produzindo, acho aceitável que tenham usado as ferramentas daquela forma que compara com a tecnologia de hoje soa até meio precária (com todo respeito).

    Do resto, acredito que venha somar muito a sua vontade (que existe), um pouco de técnica e teoria - aka, um curso de produção musical.

    Sim, durante esse tópico todo e nas reflexões que fiz a partir das respostas obtidas, pude compreender que o caminho a ser seguido agora é justamente o de aprimoramento na produção musical. Como farei isso? Eis a questão. Tutoriais no youtube as vezes são bem didáticos mas ensinam de forma muito fracionada e espaçada. Vou buscar algo mais estruturado e que aborde o tema como um todo. Espero encontrar tal material online, pois facilitaria muito a logística do processo.

    @Filippo14

    Cara, essa batera do Logic não soa artificial, fica bem legal na verdade, só gastar um tempinho refinando na hora. Eu sou bem ruim de batera, nao uso MIDI pq acho dificil, mas essa é bem fácil

    Cara, gravar MIDI em geral, se não for com um controlador, e dos bons, fica meio coco mesmo, ainda mais com guitarra. Usa o mouse para essas coisas que fica animal.

    Nenhuma DAW soa artificial, o importante são os VSTs que vc usa e como vc programou o MIDI.


    Aqui você comentou uma coisa muito pertinente: os DAWs não são culpados de absolutamente nada! É incrível como esses softwares são capazes de ajudar na organização e com tantos recursos simplificados fica difícil não se derreter em elogios aos programas.

    Se serve de dica (inclusive daria essa para o meu eu mais novo) gaste um tempo com MIDI e afins, é mto abrangente e te da capacidade "ilimitada" de composição. Todo musico deveria saber mexer com MIDI e DAWs

    Serve muito bem como dica e, coincidentemente, vai ao encontro daquilo que procuro musicalmente nesse presente momento. Como já mencionado pelo nobre @Ismah anteriormente, no decorrer do tópico pode-se perceber uma inclinação da minha parte para solucionar problemas intimamente ligados à produção.

    Então nada mais sensato e justo do que absorver novo conhecimento nessa outra esfera da música. E nisso reservo um espaço cativo para MIDI, pois funciona como solução e trata-se de uma realidade.

    Mais uma coisa interessante: Assisti um material estrangeiro disponibilizado gratuitamente no Youtube, onde um produtor desenvolvia uma música de EDM e timbrava eletronicamente as batidas. Não sei até que ponto isso funcionaria para o Rock, mas foi interessante de acompanhar. E fiquei abismado com as possibilidades que os softwares trazem. Uma verdadeira revolução, na minha modesta opinião de leigo.

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