A grandeza de uma etnia.

Autor Mensagem
Edward Blake
Membro Novato
# out/15


A grandeza de uma etnia

Por Stephen Krugman

Estamos sendo obrigados nos dias atuais a ouvir diversas tolices do esquerdismo infantil muito presente no meio universitário e jornalístico brasileiro. Gostaria de responder a todas elas, mas devido a falta de espaço desta coluna pretendo responder apenas a duas, utilizando o mesmo argumento.

Insistentemente a esquerda festiva brasileira vêm falando na “guerra por petróleo”. Em primeiro lugar isto não é totalmente verdade e além do mais, se fosse, não haveria problema algum nisso. O fato pode ser explicado pela gloriosa história dos Estados Unidos, que começa quando bravos homens da Grã-Bretanha ocuparam aquela terra. Esta população tinha o nobre orgulho de sua própria raça. Sabiam que eram o povo escolhido por Deus para coordenar, disciplinar o mundo e comandar adequadamente as outras raças para que elas também encontrem paz e felicidade. Isto se mantém até hoje e por isso a América é uma nação próspera, ao contrário do que ocorreu no Brasil, onde os portugueses tinham inicialmente condições de se orgulharem da própria raça, mas preferiram o caminho pecaminoso de igualar-se a outras visando os prazeres carnais e dessa forma copiando as práticas pecaminosas das etnias a quem lhes deveria dar uma educação civilizatória adequada. Após os ibéricos caírem no pecado, apenas os verdadeiros cristãos da América do Norte obtiveram a confiança de Deus para melhorar o mundo onde vivem. Para isso, é importante que os recursos necessários para ao progresso e a felicidade de todos os povos possam ser de acesso desta raça escolhida, porque somente ela é capaz de usar as riquezas adequadamente. Infelizmente o petróleo, um bem tão importante, está justamente debaixo de uma terra repleta de infiéis. Além de realizarem práticas religiosas satânicas, os infiéis não aceitam a supremacia da raça que apenas deseja-lhes conduzir ao bom caminho. Então torna-se necessário o uso da força para que o petróleo fique realmente nas mãos de quem deseja paz e prosperidade para o mundo e não com quem promove o ódio e deseja fortalecer o terrorismo para atacar as bases da civilização cristã e atacar a nação escolhida por Deus. Ainda mais quando se trata de libertar um povo que vive sob o jugo de um tirano que leva-os a morte e destruição. Aquele povo está tão oprimido que só pode ser libertado por uma raça superior a ele, por isso existe a necessidade dos brancos cristãos norte americanos. Condenar a tentativa dos escolhidos de fazer um bom uso do petróleo do Iraque é uma inversão de valores. O caminho da liberdade para todo o planeta está no reconhecimento da supremacia dos brancos cristãos da América e na aceitação da possibilidade deles se esforçarem para fazer o melhor possível aos seus irmãos, que não tiveram a mesma sorte de serem agraciados por Deus.

Outra tolice repetida pelos esquerdistas baderneiros é que o presidente George W Bush não tem legitimidade por não ter tido a maioria dos votos. A eleição do republicano não teve a menor anormalidade, isto porque a constituição dos Estados Unidos da América valoriza a liberdade em primeiro lugar e portanto tem leis para evitar os excessos de democracia. Se isto não ocorresse, não haveria liberdade e sim a tirania da maioria, que ao colocar um governo socialista no poder, expropriaria a riqueza legítima dos indivíduos trabalhadores e obstinados através de impostos, em prol de programas sociais que favorecem os vagabundos, algo que embora seja mais comum na Europa e no Brasil, aconteceu também nos Estados Unidos, com Franklin Roosevelt e Bill Clinton, algo que a sociedade americana honesta quer esquecer para sempre. O lamentável acontecimento só existiu porque a América foi invadida por povos exóticos que ao tanto se multiplicarem, fez os legítimos americanos abençoados por Deus se tornarem minoria.

Durante quase quatro séculos os nobres brancos cristãos americanos tiveram consciência de seu dever e jamais se miscigenaram, afinal, eles conheciam o valor da unidade étnica. Sabiam que para haver progresso era necessário pureza, virtude, integridade, orgulho das origens, obstinação para o sucesso de seus negócios e aversão à decadência comportamental. O contrário ocorreu no Brasil, onde os brancos portugueses, antes um povo também bravo, passaram por um processo de decadência moral, deixando a virtude de lado e priorizando os prazeres sexuais. Disto surgiu um povo fraco, vagabundo e misturado, sem a unidade necessária para criar progresso. É por isso que este país vive a situação de atraso e imoralidade.

Infelizmente a decadência comportamental que existe na América do Sul desde seus primórdios chegou aos Estados Unidos na década de 1960, devido à imigração de povos estranhos e também por causa da infiltração da KGB nos meios divulgadores de opinião. Esta enfermidade afetou até alguns jovens membros do abençoado grupo branco e cristão, que por luxúria resolveram negar a própria superioridade ao se juntarem à luta pelos “direitos civis” e caírem em um mundo repleto de drogas, sexo promíscuo, música satânica e até de homossexualismo. Houve também os danos causados pelos protestos “pacifistas”, que ao deterem a nobre tentativa da América de barrar o avanço comunista pelo mundo, fizeram o Vietnã se tornar um país onde reina a tirania e a miséria. A perda dos valores morais fez a gloriosa nação americana sofrer até hoje com criminalidade, vícios e anarquia. O desejo da sociedade americana de restabelecer ordem foi expresso primeiro com a eleição de Reagan e do primeiro George Bush, e agora com seu valente e corajoso filho. Este último sabe também que é necessário restabelecer a ordem no resto do mundo e para isto, torna-se crucial a libertação do Iraque. A maioria dos americanos conhecem a necessidade da ordem por terem sentido a desordem na pele e por isso repudia o ressurgimento dos protestos “pacifistas”.

Muito provavelmente os esquerdistas infantis que dominam a vida pública brasileira tentarão caluniar minha pessoa e meu artigo, qualificando-o de racista, mas felizmente existem as poucas pessoas lúcidas que ainda restam neste país. Estas, saberão muito bem que este texto não é racista porque não prega ódio a nenhuma cor de pele ou religião. Não há uma etnia que eu a qualifiquei como inferior. O que fiz foi simplesmente reconhecer a grandeza óbvia dos devotos anglo-saxões que povoaram a América em seus primórdios.

One More Red Nightmare
Veterano
# out/15
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General Patton
Membro Novato
# out/15
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Digno.

General Patton
Membro Novato
# out/15 · Editado por: General Patton
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Os Conservadores e a Democracia

A maior evidência do estado de letargia em que se encontra o pensamento conservador nos dias atuais é a presença de articulistas tido como conservadores escrevendo que Hugo Chávez, Maduro, Evo Morales, Rafael Correa, Cristina Kischner, Lula e Dilma são ameaças à democracia. Ao escreverem isso, estão inferindo que ser leal à democracia é algo digno de aplausos. Não é. Qualquer um que leu um mínimo da longa tradição do pensamento conservador, passando por Aristóteles e chegando a Hayek, sabe dos males que a democracia causa. O verdadeiro conservador abomina a democracia.

Hugo Chávez, Maduro, Evo Morales, Rafael Correa, Cristina Kischner, Lula e Dilma são o típico produto que uma democracia pode oferecer: um sistema corrompido em que um povo corrompido elege líderes corrompidos. Em uma democracia, a maioria pervertida e indolente utiliza o sistema eleitoral para extrair renda da minoria decente e laboriosa. A democracia restringe a liberdade, a liberdade de trabalhar, investir, empreender e fazer o que bem entender com o próprio dinheiro. Não é à toa que países como Brasil, Chile, Espanha, Portugal, África do Sul e Coreia do Sul têm carga tributária muito maior hoje, quando têm sistemas políticos democráticos, do que tinham nos anos setenta, quando não tinham esses pervertidos sistemas. E foram os regimes não democráticos que fizeram esses países prosperarem.

A “defesa da democracia” pode ter sido um mal necessário para os conservadores durante a Guerra Fria, quando havia a ameaça de algo ainda pior que a democracia: o comunismo. Os países comunistas eram ruins porque tinham um sistema econômico fadado ao fracasso, e não porque não tinham liberdade de atividade política e liberdade de expressão. Quem conhece um mínimo de história sabe que a consequência das liberdades políticas é quase sempre um sistema econômico cada vez mais parecido com o comunismo. Não foi por outra razão que Franco e Pinochet tiveram que jogar a democracia no vaso sanitário e dar descarga para colocarem seus países no caminho da prosperidade. E a China de hoje tem a economia que mais cresce no mundo porque é comunista só de nome, pois tem um sistema econômico que valoriza a livre empresa e um sistema político blindado às perversidades da democracia.

Quando se fala que há violação da liberdade de imprensa em Cuba e na Venezuela, o que deve ser criticado é o fato de haver restrição à circulação de ideias boas, como a defesa do livre mercado e da propriedade privada. Liberdade de imprensa não deve ser defendido como algo abstrato, para qualquer ideia. Liberdade de imprensa irrestrita favorece o marxismo cultural. É por causa da liberdade de imprensa que existe difusão da perversão moral e sexual, defesa de direitos humanos para bandido e o chororô contra a “má qualidade da escola pública e do posto de saúde público”, o que é uma inversão de valores, pois nisto está implícito que os indolentes que recebem educação e saúde de graça do governo devem desfrutar da mesma qualidade daquela que é oferecida para quem trabalha e guarda dinheiro para pagar por estes serviços.

Os falsos conservadores que “defendem a liberdade de imprensa” passaram por uma situação complicada quando em 2009, finalmente houve em um país latino-americano, Honduras, pessoas sérias que resolveram pôr fim à baderna que ocorria no continente. Para isso, obviamente tiveram que sufocar os órgãos de imprensa saudosistas do desastroso governo deposto. E nesse caso, ficar do lado da liberdade de imprensa foi ficar do lado dos arruaceiros. Liberdade de imprensa no Brasil deveria existir apenas para jornais, revistas e sites que defendem ideias minimamente decentes. Revistas como Caros Amigos, Carta Capital e Fórum, que difundem um rol enorme de ideias tortas e pervertidas, deveriam ser fechadas, assim como ocorreu com o jornal Última Hora.

Dizer que ex-terroristas como Dilma Roussef e Franklin Martins “não estavam lutando pela democracia e sim por outro tipo de ditadura” é uma crítica fútil e estéril. Se eles estavam lutando pela democracia, eles já estavam fazendo um grande mal ao país. No Brasil dos militares, a economia crescia, as pessoas andavam nas ruas com segurança e as pessoas trabalhadoras e ordeiras tinham todas as liberdades. No Brasil do PT, a economia está estagnada, a roubalheira corre solta pelo governo, os bandidos, cheios de direitos humanos, tomam conta do país, os vagabundos são sustentados pelo dinheiro dos que trabalham e as escolas ensinam comportamentos sexuais pervertidos em cartilhas sobre sexo. A economia do Brasil democrático pode ser um pouco menos ruim do que a de Cuba, mas mesmo em Cuba, existe um mínimo de noção de ordem, patriotismo e respeito à autoridade, algo que não existe mais no Brasil há muito tempo.

Muitos podem perguntar: mas e os Estados Unidos? Não são um país próspero, decente, e mesmo assim, democrático? Em primeiro lugar, os Estados Unidos têm um povo com mais valores morais, por isso, o país pode prosperar apesar da democracia. Em segundo lugar, os Estados Unidos sempre tiveram preocupação em limitar a abrangência da democracia, para que esta não destruísse o país. Sempre houve o cuidado para que o sufrágio não fosse muito universal. Somente a partir de 1965 os Estados Unidos tiveram um sufrágio quase universal, e desde então, vêm passando por um processo de decadência cultural e moral, o que inclui a difusão do pacifismo, do feminismo, do abortismo, do gayzismo, do ambientalismo e do politicamente correto. Ainda bem que este sufrágio não é 100% universal até os dias de hoje, e isto evitou que ex-detentos na Flórida elegessem Al Gore em 2000 e que este prosseguisse com a política de assalto ao bolso do contribuinte decente.

Por ironia da história, o melhor partido dos Estados Unidos no século XIX era o partido que tinha o pior nome, pois era o Partido Democrático. Seu adversário, o Partido Republicano, teve como o primeiro presidente o ateu, pederasta e socialista Abraham Lincoln. Mas o nome ruim permitiu que o Partido Democrático fosse tomado por socialistas como Roosevelt e Truman, e, com isso, o Partido Republicano tornou-se o mais decente.

E para encerrar, mais uma vez o recado: quem se diz conservador e fala de democracia como se fosse algo bom é retardado mental e tem que ir tomar no cu.

Stephen Krugman

sallqantay
Veterano
# out/15
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Cut cut, aqui é o hugbox conservador?

Johnny Favorite
Veterano
# out/15
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Durante quase quatro séculos os nobres brancos cristãos americanos tiveram consciência de seu dever e jamais se miscigenaram

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

sallqantay
Veterano
# out/15
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Nego confunde etnia com cultura e raça, tudo numa grande mistureba

hu3

sallqantay
Veterano
# out/15
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O texto do General Patton ainda se salva. A República vale mais que a democracia (governo da turba ignara)

Hawklord
Veterano
# out/15
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infiltração da KGB
É sério isso ou casa escreve esses textos só de trollagem?

pianoid
Veterano
# out/15
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Após os ibéricos caírem no pecado, apenas os verdadeiros cristãos da América do Norte obtiveram a confiança de Deus para melhorar o mundo onde vivem. Para isso, é importante que os recursos necessários para ao progresso e a felicidade de todos os povos possam ser de acesso desta raça escolhida, porque somente ela é capaz de usar as riquezas adequadamente. Infelizmente o petróleo, um bem tão importante, está justamente debaixo de uma terra repleta de infiéis.

esse duende invisível é mesmo um sacana

megiddo
Membro
# out/15
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Hawklord
Seu problema é com a frase toda ou só com o trecho quotado?

Hawklord
Veterano
# out/15
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megiddo
Com o texto inteiro.

sallqantay
Veterano
# out/15
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Hawklord

Vc acha que a propaganda nao funciona em duas vias? Se os EUA vendem seu american way of life, os comunas fazem o mesmo

soft power >

Hawklord
Veterano
# out/15
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sallqantay

Não duvido que isso exista e funcione. Mas dizer que os anos 60 são culpa de agentes comunistas da KGB é um exagero no minimo

sallqantay
Veterano
# out/15
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Hawklord

Ah sim, é retórica panfletária attwhore at its finest

sallqantay
Veterano
# out/15
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Todo mundo sabe que é culpa do LSD no abastecimento de água

st.efferding
Membro
# out/15
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anticoncep na H2O pública como agente feminilizador/emboiolador do gênero masculino visando destruição total da unidade familiar tradicional conservadora cristã redentora+guia da humanidade > LSD na H2O pública

ACIDO LISERGICO
Veterano
# out/15
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Hã?

Wade
Membro Novato
# out/15 · Editado por: Wade
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Edward Blake
General Patton


Na minha época, postar com dois nicks ao mesmo tempo dava ban.

Hawklord
Veterano
# out/15
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ACIDO LISERGICO
LSD no abastecimento de água

Parece que você entrou pelo cano.

ba dun tiss

pianoid
Veterano
# out/15
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Na minha época, postar com dois nicks ao mesmo tempo dava ban.
-- Wade, Membro Novato

makumbator
Moderador
# out/15
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Wade
Na minha época, postar com dois nicks ao mesmo tempo dava ban.

Tecnicamente não foi ao mesmo tempo. Observe o horário de ambos os posts.

:)

Edward Blake
Membro Novato
# out/15
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Impressões que um executivo norte-americano teve do Brasil

Um amigo meu, Richard Walker, cidadão dos Estados Unidos, residiu no Brasil entre abril de 2013 e maio de 2014, quando trabalhou em uma consultoria no Rio de Janeiro. Ele escreveu em seu blog o que viu no Brasil, explicando claramente porque nunca mais vai voltar. Traduzo o que ele escreveu para que os brasileiros tenham noção do país em que vivem.

"O Brasil é um país muito quente. Por causa disso, o povo é preguiçoso e muitas mulheres se vestem como se fossem prostitutas. A criminalidade no Brasil é assustadora. No pouco tempo em que lá residi, fui assaltado três vezes. Predomina a impunidade. Adolescentes não podem ser presos. Em geral, o povo brasileiro é ignorante, gosta de coisas como futebol, Big Brother, novela, carnaval, e ouve funk e pagode. Podemos perceber como o povo brasileiro é sem cultura quando observamos que os brasileiros sabem o nome dos jogadores da seleção brasileira de 1970, mas não sabem o nome dos astronautas que chegaram à Lua pela primeira vez na história da humanidade um ano antes. A corrupção na política é uma regra, a honestidade é uma exceção praticamente inexistente. Isto ocorre porque a corrupção está entranhada nas raízes da sociedade brasileira. Os políticos brasileiros são corruptos porque o povo brasileiro elege políticos corruptos. Os brasileiros elegem políticos corruptos porque acha que é o governo quem deve cuidar deles. Valores como trabalho duro, livre iniciativa e meritocracia dificilmente são encontrados. O Brasil parece um país parado no tempo. É comum ver nas ruas e nos campi universitários jovens usando camisetas do Che Guevara. Não têm a mínima noção de que o Muro de Berlim já caiu. Líderes como Lula e Dilma consideram que os aliados estratégicos do Brasil devem ser Cuba, Venezuela e Bolívia, e não Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. Brasileiros pretensamente letrados pensam que embusteiros como Luiz Gonzaga Belluzzo, Maria da Conceição Tavares, Márcio Pochmann e Leonardo Sakamoto são grandes intelectuais. Nem tudo está perdido. Recentemente, surgiu uma boa geração de cabeças bem pensantes com ideias modernas, como Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, Rodrigo Constantino e Arnaldo Jabor. Se os brasileiros se dedicassem mais tempo lendo suas colunas e seus livros, ao invés de subliteratura como Jorge Amado, Paulo Coelho e Luís Fernando Veríssimo, o Brasil seria um país muito menos atrasado. Na política, há algumas exceções notáveis de pessoas que merecem respeito, como o ministro da Suprema Corte Joaquim Barbosa, um deputado chamado Jair Bolsonaro e o General Heleno. Até a culinária brasileira não presta. O prato mais tradicional, a feijoada, visto de longe, parece um monte de cocô. O churrasco é feito sem molho barbacue. A única iguaria típica brasileira que eu recomendo é uma coisa frita feita de carne de frango cortada em pedaços pequenos, envolvida em uma massa feita de farinha."

Stephen Krugman

Konrad
Veterano
# out/15
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Edward Blake

With all due respect.

Tive a nítida impressão de que esse texto é uma hoax, escrito por brasileiro, claro. Afinal chamar o Constantino de "cabeça pensante" só pode ser coisa de tupiniquim descerebrado.

It is, indeed, all a joke.

Insufferable Bear
Membro
# out/15
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It is, indeed, all a joke.
E é mesmo, o Krugman é fictício e o josé só tá trollando, como sempre...

Shredder_De_Cavaquinho
Veterano
# out/15
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q medo...

Hawklord
Veterano
# out/15 · Editado por: Hawklord
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Arnaldo Jabor

Edward Blake
Membro Novato
# out/15
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O ônus do populismo acadêmico

Stephen Krugman

O Instituto de Economia da Unicamp é um ônus para o Brasil. Aliás, todas as universidades públicas são um ônus para o país. Brasileiros que trabalham são obrigados a pagar mais caro pelo palito de fósforo que consomem para sustentar professores e alunos ociosos. Mas os economistas heterodoxos de Campinas são os mais nocivos porque são sustentados por dinheiro público somente para abalar a confiança dos mercados no Brasil. Os investidores estrangeiros sabem que economistas com idéias malucas podem ser nomeados a qualquer hora para altos cargos no governos. Estas pessoas defendem idéias obsoletas como o déficit público e a interferência do Estado nos negócios. Isto não passa de populismo com retoques acadêmicos. Por causa do prestígio social que nossos políticos e meios de comunicação dão a esses demagogos universitários, os investidores atribuem um risco maior a colocar seu dinheiro no Brasil, e para fazer isso, cobram taxas de juros maiores. E a alta nos juros contribui para emperrar a economia do país. Além de tudo isso, os alternativos heterodoxos são cínicos a ponto de criticar as altas taxas de juro, reclamando apenas do efeito, desconsiderando o fato de que a simples existência deles é a verdadeira causa. Trata-se de uma verdadeira inversão de valores.

A solução para este problema é fechar o IE da Unicamp. Ou então modificar completamente os seus métodos. A maioria de seus professores deveriam ter o diploma cassado. Alguns docentes de outras faculdades que também defendem o populismo acadêmico deveriam ter o mesmo fim, como por exemplo a Maria da Conceição Tavares. Ela deveria ser impedida de dar aulas. O ensino de idéias estapafúrdias afetam os investimentos de longo prazo. Os capitalistas estrangeiros não querem colocar seu dinheiro em um país onde alunos expostos ao populismo acadêmico podem no futuro exercer cargos importantes. Um país que ainda não atingiu o completo estágio de desenvolvimento não pode se dar ao luxo de ter “diversidade de idéias”. Seus centros de ensino de Economia devem ser semelhantes para haver um padrão comum de qualidade, e os cursos devem ter como objetivo a formação de profissionais competentes para o mercado. A Economia deve ser vista como um assunto técnico, sem a inclusão de temas de maconheiro como por exemplo, História e Filosofia. Marx deveria ser ignorado uma vez que sua obra não é sobre Economia e sim sobre incitação ao ódio e ao terror. Além disso, as faculdades deveriam ser financiadas com capital privado. São um ônus para o Brasil os acadêmicos que recebem dinheiro público para discutir temas enfadonhos e irrelevantes como a passagem da Idade Média para a Modernidade. A pesquisa também é um luxo desnecessário para o Brasil, uma vez que atrapalha a função principal das academias. As universidades de países em desenvolvimento devem dedicar-se exclusivamente ao ensino.

O que torna o Instituto de Economia da Unicamp ainda mais nocivo é o fato de muitos de seus docentes admirarem John Maynard Keynes. Este desgraçado não fez mais do que inventar uma forma mais dissimulada de socialismo. Alguns dizem que o socialismo keynesiano é mais moderado, mas somente o fato de ser socialismo já é suficiente para tirar as liberdades do homem. Uma das aplicações práticas do pensamento de Keynes foi o New Deal do Roosevelt, que foi um fracasso e só fez prolongar ainda mais a depressão americana. É normal porém que um instituto localizado em uma cidade de boiolas tenha simpatia por um economista boiola.

JJJ
Veterano
# out/15 · Editado por: JJJ
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Porra, eu já larguei meus dogmas esquerdistas há muitos anos. Hoje defendo ideias que o jovem Jota abominaria.

Mas esse texto inicial é a coisa mais reacionária, racista, fascista, etc. que eu passei os olhos em anos.

A maior merda que esta bosta de esquerda brasileira fez durante as últimas décadas foi, através de seus reiterados e gigantescos erros, fomentar nas mentes mais jovens alguns ideais extremamente perigosos diametralmente opostos, mas igualmente perniciosos.

Ou então é só uma trollagem...

makumbator
Moderador
# out/15
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Os pigmeus definitivamente não são uma grande etnia.

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