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      Gibson e sua nova linha Custom Boogie Van Les Paul

      Autor Mensagem
      Del-Rei
      Veterano
      # 17/fev/18 19:23


      Eu continuo achando que tem algo esquisito rondando a Gibson nesses últimos anos.

      A Gibson lançou mais uma série de guitarras: a Custom Boogie Van Les Paul. O instrumento está disponível em cinco cores: A Squad, Street Race, Bell Bottom, Super Hero e Stardust.

      Baseadas no modelo Custom Vans dos anos 1970, as guitarras têm braço feito com madeira maple e corpo sólido construído em mogno. Os captadores são Super Humbuckers `74.

      Todos os modelos têm três cores, que fogem do estereótipo das Les Pauls tradicionais. Como toda linha Custom da Gibson, as Boogie Van Les Paul têm preços bem “salgados”. Elas custam cerca de cinco mil dóarels.


      5 mil doletas por essas coisas esquisitas...

      Fonte: https://www.guitarload.com.br/2018/02/15/gibson-conheca-as-novas-les-p auls-da-marca/

      Site da Gibson: http://www.gibson.com/Products/Electric-Guitars/2018/Custom/Les-Paul-C ustom-Boogie-Van.aspx

      Um aceno de longe!!!

      Mauricio Luiz Bertola
      Veterano
      # 17/fev/18 19:35
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      Del-Rei
      Não é segredo para ninguém que essa corporação está mal das pernas.
      A concorrência de outras marcas (como a PRS, por exemplo), e de marcas "entry level" (inúmeras!) quebrou a "exclusividade" que essas marcas tradicionais tinham no passado. Hoje em dia, só compra uma Gibson quem tem feitiche por marcas. Aliás, esse é o único ativo que essa corporação tem: O nome...
      Guitarras não são produtos de alta tecnologia, e qualquer fábrica relativamente bem equipada e com trabalhadores minimamente especializados as pode produzir em economia de escala e lucrar.
      Abç

      renatocaster
      Moderador
      # 17/fev/18 19:49 · Editado por: renatocaster
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      Sobre a LP que originou o título deste tópico, pelo que vi das specs, é uma LP "tradicional" em termos de hardware e construção, não? Chama mais atenção a pintura personalizada. Se for essa a principal diferença, não me "escandaliza" tanto. Afinal, é apenas uma pintura diferente do usual, do comum.

      Tocabilidade e timbre aparentemente não são afetados. Mas que a pintura é estranha, isso é verdade, rsrsrs.

      Mas e isso aqui, gente? O que é, afinal? É uma guitarra, ou um bumerangue? rsrs

      http://www.gibson.com/Products/Electric-Guitars/2018/Custom/Modern-Fly ing-V.aspx

      Delson
      Veterano
      # 17/fev/18 21:32
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      Del-Rei
      Achei muito esquisitas. Parece de brinquedo, sei lá. Igual aquela nova do John Petrucci, não me chamou a atenção. Pelas specs, parece uma LP Zakk Wylde, com uma pintura ainda mais bizarra.

      renatocaster
      É uma guitarra, ou um bumerangue? rsrs
      É a guitarra do BÁTIMA, kkkk

      Voltando pra LP do tópico, eu fico pensando que a Gibson tá tão desesperada que tá fazendo reedições de guitarras de sua pior época: os anos 70, kkkkkkk

      Na moral, minha cabeça dinossauro não consegue aceitar Les Paul com braço de maple.

      renatocaster
      Moderador
      # 17/fev/18 21:51
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      Pô, me desculpem qualquer coisa, eu sei que o tópico foi sobre a Custom Boogie Van LP. Mas quanto mais eu vasculho o site, mais coisas "estranhas" eu acho...rsrsrsrs.

      Olha isso:

      http://www.gibson.com/Products/Electric-Guitars/2018/Custom/Modern-Dou ble-Cut-Custom.aspx

      Meio "puxada" pras PRS, não?

      Assim, eu vejo a Gibson tentando inovar, sair do lugar comum, e até certo ponto isso é muito válido. Mas acho complicado alcançar êxito muito mais por conta do nome que ela carrega. É conhecida por produzir instrumentos mais tradicionais, icônicos, históricos.

      Pode ser viagem minha, mas a aceitação de instrumentos conceitualmente mais modernos não agrada a uma boa parte dos usuários. Acho que a Fender de certa forma sofre com o mesmo problema. Já algumas outras marcas não "sofrem" com isso.

      MMI
      Veterano
      # 17/fev/18 21:51
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      Del-Rei

      Talvez esteja no fim. Pelo menos da forma que conhecemos...

      Falencia?

      NeoRamza
      Veterano
      # 17/fev/18 23:12 · Editado por: NeoRamza
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      renatocaster
      Meio "puxada" pras PRS, não?
      É, só que feia.

      Pode ser viagem minha, mas a aceitação de instrumentos conceitualmente mais modernos não agrada a uma boa parte dos usuários.

      Eu não concordo muito. Acho que as pessoas não estão gostando das "modernidades" de algumas marcas. Penso que é a Gibson que não está conseguindo convencer com suas inovações. Pois enquanto isso empresas como a Suhr e a Kiesel inovam e deixam muita gente com a GAS atiçada.

      renatocaster
      Moderador
      # 17/fev/18 23:32
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      NeoRamza

      É, só que feia.

      Hehehehe.

      Eu não concordo muito. Acho que as pessoas não estão gostando das "modernidades" de algumas marcas. Penso que é a Gibson que não está conseguindo convencer com suas inovações. Pois enquanto isso empresas como a Suhr e a Kiesel inovam e deixam muita gente com a GAS atiçada.

      Pois é, tem isso também. A Music Man também é outra que procura inovar, e normalmente acerta. Essa nova Majesty do Petrucci é uma guitarra incrível, robusta, modernosa. Não compraria, mas é um conceito totalmente novo.

      Uma linha da Gibson que eu achava interessante era a Dark Fire, que inclusive nosso amigo MMI tem (ou tinha? rs) uma. Sempre achei essa guitarra maneira pacas.

      JJJ
      Veterano
      # 18/fev/18 09:24
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      Que tem problemas, sabemos há tempo. Mas, a cada lançamento, parece que querem cavar a sepultura mais um pouquinho!

      Mauricio Luiz Bertola
      Veterano
      # 18/fev/18 10:58
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      JJJ
      Que tem problemas, sabemos há tempo. Mas, a cada lançamento, parece que querem cavar a sepultura mais um pouquinho!
      Exatamente...
      Abç

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 18/fev/18 11:44
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      Se eu fosse milionário comprava essas bagaça tudo.

      Luis A.
      Membro Novato
      # 18/fev/18 13:18
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      Meio "puxada" pras PRS, não?

      Na minha opinião o design lembra mais as Gibson MIII do que as PRS...

      renatocaster
      Moderador
      # 18/fev/18 13:42
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      Luis A.

      Na minha opinião o design lembra mais as Gibson MIII

      De fato o shape do corpo é praticamente idêntico. Mas todo o resto é bem diferente, pois essa MIII está muito mais para uma "superstrat".

      MMI
      Veterano
      # 18/fev/18 16:53 · Editado por: MMI
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      Muita gente tende a julgar e avaliar a guitarra pela pintura e visual... Sinceramente acho que isso é de menos, mas essa pintura é meio esquisita. Eu vejo como uma LP Custom toda esquisita, braço de maple, captador estranho (não tenho ideia do que se trata), escala de Richlite... Fora a pintura, é tudo que eu não compraria numa Gibson. kkkkkkkk

      Falaram aqui em instrumentos conceitualmente mais modernos... Pessoalmente acho que o "conceito moderno de guitarra" une preço, qualidade, marketing inteligente, talvez um apelo de consumo (inserido no marketing, mas só reforçando um ponto da ideia). Tudo que essa guitarra não tem, pelo menos para mim. Remetem a linha ao pior período que a Gibson teve - pior que tem gente que chama as guitarras de "vintage" e agora inventam de fazer reedição, para entrar na onda. É tudo muito estranho, que o mercado "peça" este tipo de coisa (afinal não é possível que não haja um estudo antes de lançar), que algo meio bizarro assim encontre fãs e que nem por esta guitarra, mas que afundem a empresa assim.

      Hoje as melhores Les Paul não é a Gibson quem faz, única coisa que ainda é a única que pode carregar o logotipo tradicional e o nome do icônico guitarrista. Pode ser até especulativo e um mero palpite, mas não apostaria em uma Gibson nova que seria colecionável no futuro ou pudesse ser chamada de "vintage" nas gerações futuras só se fosse alguma M2M ou alguma muito fora da linha normal. As colecionáveis, mais impressionantes da atualidade são mais artesanais, numas destas poucas eu poderia apostar como futuras "vintage", apesar de admitir que ainda exista um peso forte das marcas e que algumas marcas produzam, em linhas especialíssimas, grandes obras. A maior parte das grandes produtoras vão ficando para um nicho barato, povão. Só que uma guitarra dessa, de 5 mil dólares, não é para este nicho. Para quem é essa guitarra, eu fico me perguntando...

      ** Apenas uma observação... A própria Gibson ás vezes usa madeiras melhores em instrumentos, com visual lindo. Mas acaba sendo coisa de pendurar na parede, porque muitas vezes não explora a sonoridade que o material poderia alcançar. Chega a dar pena o desperdício do material com um produto que poderia ser bem melhor.

      moisesbodani
      Membro Novato
      # 19/fev/18 09:07
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      renatocaster
      http://www.gibson.com/Products/Electric-Guitars/2018/Custom/Modern-Do u ble-Cut-Custom.aspx

      Meio "puxada" pras PRS, não?


      Pra mim, é uma mistura de PRS com as primeiras Schecter TSH.

      Não que isso seja exatamente algo bom...

      MMI
      Muita gente tende a julgar e avaliar a guitarra pela pintura e visual... Sinceramente acho que isso é de menos

      Eu vejo da seguinte forma: O visual não afeta a tocabilidade, evidentemente, mas eu particularmente gosto de coisas bonitas. Jamais investiria U$5000 numa guitarra que eu considerasse feia, mesmo sendo muito boa. Sempre que vou pegar uma guitarra, avalio tanto os aspectos técnicos quanto os visuais. Claro que meu posicionamento não é regra, nem deve ser, mas sei que muita gente pensa da mesma forma que eu.

      Pessoalmente acho que o "conceito moderno de guitarra" une preço, qualidade, marketing inteligente, talvez um apelo de consumo (inserido no marketing, mas só reforçando um ponto da ideia).

      Concordo! Tenho uma loja de suplementos e tenho notado uma tendência nos consumidores a buscarem produtos de qualidade, porém, num preço um pouco mais acessível (ou justo, se preferir), não só no Brasil. O pessoal só aceita pagar mais em um produto que realmente ofereça alguma diferença significativa, isso em qualquer esfera de consumo.

      A situação econômica do Brasil sempre privilegiou esse tipo de escolha mais custo x benefício, vide tópicos comparando equipamentos de entrada, se o equipamento X vale a modificação, se tagima com malagoli dá pau em fender, etc, mas vejo isso se alastrando de forma generalizada mesmo, onde as pessoas tem buscado rever o modo de consumo, não comprando mais tanto por impulso ou sem avaliar de forma mais técnica os aspectos gerais do produto e principalmente a qualidade.

      JulianoF.
      Membro Novato
      # 19/fev/18 09:10
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      Acho engraçado a relação dos guitarristas com a Gibson.

      Se lançam mais uma re-edição da 59: "a gibson não inova, quantas lp 59' ri eles podem lançar? é tudo igual!"

      Se lançam qualquer outra coisa: "a gibson só faz porcaria estranha, quem eles pensam que são para lançar guitarras que são LPs feitas exatamente como as 59?!?!".

      Achei bacana essa Custom van, pintura bacana, os captadores não conheço, mas gosto dos captadores da gibson. E em relação ao braço de maple, nada contra. É só diferente. A escala de richlite incomoda um pouco, mas também.. não muito. é só diferente, não necessariamente ruim.

      JJJ
      Veterano
      # 19/fev/18 09:33
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      JulianoF.

      Não sei os outros, mas, por mim, poderiam fazer só reissues mesmo...

      renatocaster
      Moderador
      # 19/fev/18 09:39
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      MMI

      Maurição, acaba que me expressei bastante errado no meu post anterior. Quando quis dizer inovação era mais com relação a sair do "normal", do "comum" (o que não significa que seja necessariamente melhor) . Não era exatamente para dizer inovador no sentido de ser mais moderno. Como ela tem uns pontos "fora da curva" em relação a um modelo mais tradicional, foi nessa ideia.

      Mas ainda sobre isso, a Gibson nos últimos anos tentou algumas coisas nesse sentido de deixar mais moderno. Algumas engenhocas como guitarra que afina sozinha, dentre outras coisas.

      E aí, acho que entra no mérito do marketing como vc falou. Eu vejo os consumidores ainda com aquele sentimento de que as Les Pauls, bem como as Stratocasters, são instrumentos mais clássicos, e que devem ser preservados como tal ao máximo. Por isso, talvez, essas coisas mais "futuristas" não tem o apelo de consumo esperado.

      MMJr
      Veterano
      # 19/fev/18 11:52 · Editado por: MMJr
      · votar


      >.

      https://www.google.com.br/search?q=boogie+van&source=lnms&tbm=isch&sa= X&ved=0ahUKEwj9zbKPnbLZAhVCWpAKHVtSDQAQ_AUICigB&biw=1366&bih=662


      >.

      http://tnb.art.br/rede/boogievan



      >.



      >.

      MMI
      Veterano
      # 19/fev/18 12:44
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      moisesbodani

      "Avaliar" uma guitarra é bem subjetivo e cada um faz do seu jeito. Posso entender que "Jamais investiria U$5000 numa guitarra que eu considerasse feia, mesmo sendo muito boa", até porque na minha avaliação é grana demais para uma guitarra feia e tem sido cada vez mais difícil uma Gibson muito boa (eu apostaria que este não é o caso desta). Com esta grana eu compro tranquilamente duas muito boas e bonitas. Porém... Veja que aqui as pessoas avaliam muito mais o visual apenas, é uma mera foto do site (que pouco me importa, pessoalmente). Garanto que se a imagem fosse uma LP 5A maple top ia ter um monte de elogios, mesmo sendo algo muito questionável.

      JulianoF.

      Eu nunca vi uma LP que prestasse desta famigerada década de 70. Da Fender sim, se bem que por mais encantador que fosse o som, era tão porcaria que só compraria se não fosse cara.

      É uma questão de referências... Muito do que se definiu como "som de guitarra" veio do final da década de 50, década de 60 e um pouco de 70, aí lançaram a "pedra fundamental". Por mais EMG, processadores, guitarras pontudas e tudo o mais, a referência está ali. Esta referência foi criada com os parâmetros desta época.

      Para não entrar num campo muito mais pedregoso... Uma vez conversando com um fabricante de captadores, me explicaram isso... Enrolar um fio num imã e fazer um captador, que meramente capte um som da vibração de uma corda, é a coisa mais simples, besta até. Difícil é fazer o imã e o fiozinho enrolado soar como guitarra. O problema é que o "som de guitarra" definidos destes instrumentos que hoje são vintage foi feito com um imã fornecido sem tantos critérios, com fios sem tantos critérios, enrolados até "a bobina parecer cheia" (segundo relatos da época). Restou aos fabricantes desmontar e estudar uma amostra destes captadores para padronizar as linhas atuais. Por isso, dentro do que eu já experimentei e um pouco do meu preconceito, não ponho minhas fichas neste tipo de captador, pelo menos para mim.

      renatocaster

      Vixi Renatão... Escrevi tudo isso para chegar até a sua resposta. kkkkkk

      Nem era com você que eu estava me dirigindo ali não. Acho que eu tinha entendido sua posição sim. Só tinha esquecido de falar que ainda tenho a Dark Fire, bem pouco usada, mas tá lá...

      Saiu uma reportagem recente que o mercado de guitarras brasileiro sofreu um baque de 80% nesta crise. Cada vez mais, o "comum" aqui, ou "normal", é guitarra barata, para dar uns ajustes e torcer para que dê certo. Gibson Custom, com preço de 5k dólares, Richlite, esquisita, está mais para anormal. Na minha concepção. kkkkkkk

      Buja
      Veterano
      # 19/fev/18 14:16
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      MMI
      Cada vez mais, o "comum" aqui, ou "normal", é guitarra barata, para dar uns ajustes e torcer para que dê certo.

      A sitaucao do pais nem precisa dizer, todo mundo nao so sabe, como vive a realidade.
      Mas realmente, virar pra alguem que nao vive e morre pela guitarra, que so ter uma pra tocar, aprender, ou então, tocar em showzinho, pubs, barzinho, e apresentar uma guitarra acima de 2 mil REAIS (nao dolares), que nao seja ultra mega top, é pedir pra rir do sujeito.

      Quem da 2 mil REAIS, hoje em dia, no Brasil, ta querendo uma guitarra de mogno, ebano, com captadores tops, cheia de specs, splita isso e aquilo, flamed e os escambau.

      Apresentar uma gibson, com pintura retrô (pq vintage não é e nunca será), por 5 mil dolares!!!! pelamor de Deus....
      O setor de marketing deles foi contratado com base em quê???

      A impressão que eu tenho, é que a cabeça, chefia, publicadade e gerencia da gibson não tem sequer um musico dentro.

      JulianoF.
      Membro Novato
      # 19/fev/18 14:29
      · votar


      MMI
      Eu nunca vi uma LP que prestasse desta famigerada década de 70. Da Fender sim, se bem que por mais encantador que fosse o som, era tão porcaria que só compraria se não fosse cara.

      Mas isso não quer dizer que não consigam hoje em dia fazer uma LP boa com os specs 70's like.
      Nunca vi o pessoal reclamar das sig do Zakk Wylde, e são com specs 70.
      A unica 70's original que toquei foi uma LP Deluxe com mini-humbuckers e era sensacional. Mas, não tenho experiência suficiente para afirmar sobre a qualidade ou falta dela das LP70's. Mas uma LP 2018, poderia ser feita com specs 70s, com qualidade. Possível é, talvez não para a Gibson.

      Mas entendo o que tu queres dizer sobre o referêncial. E concordo contigo, a referência de "som de guitarra" ainda é 50s~60s.
      Mas provavelmente por conta do meu gosto musical, acabo indo mais pro lado 70s / 80s.


      Buja
      A Gibson não tem interesse no mercado brasileiro. Ela tem a Epiphone para isso. E mesmo assim, uma Epi LP Standard nova, nas lojas grandes, já passou dos 3000 reais. É um absurdo, imho.

      Buja
      Veterano
      # 19/fev/18 14:30
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      JulianoF.
      É um absurdo, imho.

      Tambem acho, e ainda mais absurdo uma squier custa isso, ou até mais que isso, que eu ja vi.

      Del-Rei
      Veterano
      # 20/fev/18 00:02
      · votar


      MMI
      Falencia?

      O caminho parece obscuro mesmo. Saiu há poucos minutos uma matéria no Globo sobre a notícia que você postou.

      Realmente estou tentando entender o que esse marketing da Gibson anda pensando ultimamente.... Uma pena.

      JJJ
      Que tem problemas, sabemos há tempo. Mas, a cada lançamento, parece que querem cavar a sepultura mais um pouquinho!

      Bem por aí....

      Um aceno de longe!!!

      renatocaster
      Moderador
      # 20/fev/18 08:27 · Editado por: renatocaster
      · votar


      MMI

      Só tinha esquecido de falar que ainda tenho a Dark Fire, bem pouco usada, mas tá lá...

      Boa! Essa, se eu fosse vc, nem pensava na possibilidade de se desfazer!

      Del-Rei

      Falencia?

      O caminho parece obscuro mesmo. Saiu há poucos minutos uma matéria no Globo sobre a notícia que você postou.


      Engraçado é que basicamente eles colocaram a culpa no mercado. Não admitiram os eventuais erros estratégicos que cometeram. E eu acho que para chegar nessa situação (de estar beirando à falência), foi um pouco dos dois. Porque ao contrário da Gibson, outras marcas estão prosperando, mesmo levando em consideração essa "dificuldade do mercado".

      Por falar em outras marcas, está aí mais um aspecto que pode ter colaborado com essa derrocada da Gibson ao longo dos anos. Concorrência mais forte. Foram surgindo cada vez mais novas brands oferecendo instrumentos com qualidade "premium" e custo relativamente menor, ou equiparado.

      moisesbodani
      Membro Novato
      # 20/fev/18 08:49
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      MMI
      "Avaliar" uma guitarra é bem subjetivo e cada um faz do seu jeito.

      Nisso eu concordo plenamente. Gosto é uma questão extremamente subjetiva. Mas acredito que me fiz entender na colocação acima!

      Porém... Veja que aqui as pessoas avaliam muito mais o visual apenas, é uma mera foto do site (que pouco me importa, pessoalmente). Garanto que se a imagem fosse uma LP 5A maple top
      ia ter um monte de elogios, mesmo sendo algo muito questionável.


      Isso é um fato! Mas também entendo que o acesso ao equipamento no Brasil (que não é o seu caso! rs rs) também ajuda nisso. Quantos podem ou puderam tocar numa R9, LP Supreme ou até mesmo linha Standard ou Studio da Gibson? Querendo ou não, a galera acaba avaliando equipamento por duas variáveis: fotos e reviews de terceiros no YouTube ou até mesmo aqui no Fórum. Óbvio que não é a melhor maneira de avaliar, mas é a única metodologia que muitos tem acesso.

      Em tempo, mas não tão relacionado com o tema do tópico, lá na igreja tem um guitarrista que vive falando bem e mal de um monte de equipamento que ele nunca ouviu ou tocou pessoalmente, tudo baseado em opinião de terceiros. Eu tenho tentado abrir os olhos dele, mostrar algumas coisas novas, etc. Recentemente, durante uma apresentação, uma corda minha estourou e precisei pegar a guitarra dele como backup, usei no meu set e ele adorou a guitarra NA MINHA MÃO, mas vive reclamando da mesma. Até isso é meio subjetivo... rs rs...


      renatocaster
      Foram surgindo cada vez mais novas brands oferecendo instrumentos com qualidade "premium" e custo relativamente menor, ou equiparado.

      O famoso "mais por menos" que a maioria tem buscado atualmente!

      JulianoF.
      Membro Novato
      # 20/fev/18 09:12
      · votar


      renatocaster
      Foram surgindo cada vez mais novas brands oferecendo instrumentos com qualidade "premium" e custo relativamente menor, ou equiparado.

      Kiesel, sua linda. GAS mor. E é uma custom-shop made in usa, por 1.2k usd. Enquanto isso por 1.2k, a Gibson te vende uma Studio, se tu achar na promoção.

      JJJ
      Veterano
      # 20/fev/18 12:00
      · votar


      Epiphone, Dobro, Valley Arts, Kramer, Steinberger, Tobias, Slingerland, Maestro, Baldwin, Hamilton, Chickering, Wurlitzer, KRK Systems, TASCAM, Cakewalk, Cerwin-Vega!, Stanton, Onkyo, Integra, TEAC, TASCAM Professional Software, Esoteric.

      Essas são algumas das cerca de 100 marcas que a Gibson acumulou ao longo do tempo.
      Eu acho que esses conglomerados são grandes demais...
      Como controlar tanta coisa ao mesmo tempo?

      Alex guitar man
      Veterano
      # 20/fev/18 12:22
      · votar


      Olhei no google trends e a gibson esta no 12° assunto mais procurados na sessão entreterimento no momento.

      renatocaster
      Moderador
      # 20/fev/18 13:27 · Editado por: renatocaster
      · votar


      JJJ

      Epiphone, Dobro, Valley Arts, Kramer, Steinberger, Tobias, Slingerland, Maestro, Baldwin, Hamilton, Chickering, Wurlitzer, KRK Systems, TASCAM, Cakewalk, Cerwin-Vega!, Stanton, Onkyo, Integra, TEAC, TASCAM Professional Software, Esoteric.

      Essas são algumas das cerca de 100 marcas que a Gibson acumulou ao longo do tempo.


      Trecho da reportagem do G1:

      "Ele explicou que a empresa apostará em manter produtos de grande potencial de crescimento e eliminará os que não estejam à altura do que se necessita."

      Ou seja, muito provavelmente vão "limar" muita coisa que hoje está no portfólio deles.

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