Como Leo Fender trabalhou

    Autor Mensagem
    Bard
    Veterano
    # nov/05 · Editado por: Bard


    É importante olhar para as origens quando falamos de acabamentos, madeiras etc...

    Leo Fender nem mesmo aprendeu como afinar uma guitarra. Seu interesse primario era em amplificação e eletrônica. Ele trabalhou próximo a músicos, mas a sua principal preocupação era conveniência e confiança muito mais que timbre. Ele gostava de fazer vigorosas, dependentes, coisas que soassem bem, e ele estava farto de qualquer originalidade pra pensar "fora da caixa". Mas ele foi mais modificado pela conveniência.

    Eu nunca vi QUALQUER evidência de que ele escolheu Swamp Ash e Alder pelas suas propriedades tonais- nenhum rabisco. O mais perto que posso chegar é de quele as escolheu porque ele podia manter um suprimento bom a um bom preço. Então elas até ficaram populares, então ele aderiu a elas.A punica razão pelo qual ele adicionou escalas em Rosewood foi porque Leo pensava que incluir padrões em escalas de Maple ficava ruim. não por tonalidade.

    Ele usou "nitro lacquer"(se alguem souber a traduçaum pra isso me avisem) porque era um acabamento amplamente disponível usado para acabamento de carros. Quando foi a última vez que você ouviu alguem falar das propriedades tonais dos painesi laterais de um Ford '52? Era barato, protamente disponível, e haviam montes de pessoas que sabiam como espalhar isso e tinham o equipamento.

    Fender nunca foi como Gibson, que nunca perdeu sua mentalidade de produção do "velho mundo". Por que existem topos entalhados (carved tops) em uma Les Paul? Isso é legal, mas não adiciona nada ao timbre. era apenas uma base para a fabricação de violinos e topos arcados em guitarras semi-acusticas, significando "classe". Se Leo estivesse realmente conciente do acabamento do instrumento sobre a tonalidade, ele teria usado os tradicionais acabamentos de violino. Mas Leo usou o que funcionou: ele estava desimpedido pela "trdição" e pelo certo contemporanismo disso. Ele odiou quando G+L(Geoge Fullerton e Leo Fender) fizeram cópias de strato.

    Tudo a respeito de Leo aponta para um homem bem original, inovador, prático e visionário. Ele se importou com o produto, e ele conseguiu o que queria. Os que compraram isso e nas mãos de pessoas talentosas os sons do equipamento de Fedner se tornaram OS SONS.

    Eu tenho certeza que se Leo estivesse começando a Fender hoje, ele usaria algum tipo de corpos compostos e acabamento em poliéster. Ele usaria o que estaria protamente disponível em maneiras interessantes e não tradicionais. Eu não gosto das guitarras, mas um cara que lembra mais Leo Fender hoje é Parker. Parker realmente tenta misturar o que músicos querem com materiais modernos.

    A real "coisa" em fender não foi o Swamp Ash e o Nitro, foi a originalidade, dedicação, indiferença pela convenção e sua disposição em usar o que funcionasse. e essa é a real "coisa" com grandes guitarristas também. não o fato de que eles tocam em uma " '62 ", mas o fato de que els forjaram sua própria visão. (por Mike'O Malley)

    fonte original- http://www.nymphusa.com/tele/howfender.asp

    Sancast
    Veterano
    # nov/05 · Editado por: Sancast
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    Primeiro...

    legal

    22222 oirartnoc oa
    Veterano
    # nov/05
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    Interessante, um monte de gente por ae dah desculpa q nao toca bem pq nao tem tal guitarra

    Gasoline
    Veterano
    # nov/05
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    G+L(Gibson e Les Paul)
    "G+:L" no texto original. Tem certeza que isso significa Gibson e Les Paul ? Quando que Gibson e Les Paul fizeram cópias de Strats ?

    Aliás G+L é uma ótima empresa, que foi fundada por George Fullerton e Leo Fender (G+L) que fizeram excelentes strats e teles, e até hoje a empresa faz excelentes instrumentos.

    Bard
    Veterano
    # nov/05
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    Gasoline
    naum me importei em pesquisar por que o paragrafo falava sobre a gibson.

    Gasoline
    Veterano
    # nov/05
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    Bard
    Só, mas interessante o texto mesmo assim.
    Aliás, George Fullerton é um cara extremamente injustiçado pela história, ele foi tão importante quanto Leo Fender para a criação da Strat.

    Mas enfim.
    Muito bom o texto.

    Eu acho que se o Fender estivesse começando hoje, ele teria uma visão mais "Steinberger" em termos de inovação. Mas posso estar enganado.

    Iago
    Veterano
    # nov/05
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    bom texto, tirando a parte da G&L, onde vc viajou...

    Ele usou "nitro lacquer"(
    = laca nitrocelulose

    nota: as 1ªs teles foram feitas de pinho
    nota 2: a principal razão pras escalas de rosewood foi o fato das escalas de maple descascarem o nitro e ficar feio.
    nota 3: essas parkers sao feias de doer.

    Bard
    Veterano
    # nov/05
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    Iago

    obrigado pelos esclarecimentos.

    Hammer
    Veterano
    # nov/05
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    Interessante o texto... acho que tem uma certa probabilidade de ser considerado como real, o fato que acho que se destaca é o caso de na época Leo Fender foi um dos precursores do instrumento, acho que isso influenciou muito....

    Kursk
    Veterano
    # nov/05
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    Quer dizer que o Leo Fender é um tonante que teve sorte de estar perto das madeiras boas e baratas?

    Iago
    Veterano
    # nov/05
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    Kursk
    uhahuahuahua

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