Fale sobre a sua biblioteca de música.

    Autor Mensagem
    Die Kunst der Fuge
    Veterano
    # nov/13


    Fala ae, galera!

    Minha biblioteca de música é uma das coisas mais organizadas que eu tenho e, apesar de ter sido toda de graça, é praticamente a minha posse que eu considero mais valiosa.

    Por esse e outros motivos, tenho curiosidade em saber como é a biblioteca de outras pessoas que também gostam de música erudita, então espero que vocês contribuam aqui neste tópico.

    Podem falar livremente o que julgarem relevante sobre as suas bibliotecas, mas se precisarem de algum direcionamento, podem responder algumas perguntas de interesse:

    - Em que formato estão suas bibliotecas? (mp3, vinil, cds, todos, etc)
    - Vocês possuem alguma meta para completar as suas bibliotecas? (por exemplo: desejam ter toda a coleção de sonatas para piano do Beethoven, etc..)
    - Vocês pretendem ouvir sua biblioteca inteira mais de uma vez?
    - Vocês priorizam gravações integrais de artistas?
    - Vocês priorizam algum artista, forma composicional, formação instrumental, ou qualquer coisa do tipo ao montarem suas bibliotecas?

    Enfim, algumas perguntas que eu lembrei. Vou ter que dar uma saída e daqui a pouco vou postar sobre a minha. Lembrem-se que as perguntas são só uma orientação, escrevam livremente sobre as suas bibliotecas!

    ps: Apareçam, usuários sumidos (cellolover, Starry night, Dr Nick, Gutovysk, etc)

    makumbator
    Veterano
    # nov/13
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    Die Kunst der Fuge

    Pelo título achei que você falava de biblioteca de partituras. No momento estou em processo de informatização do material que tenho (bastante coisa). Cheguei até a pegar umas monografias que tratam da organização e classificação de partituras para fins de banco de dados. É trabalhoso!!! Mas no fim terei toda a informação disponível em um programa, e posteriormente bastará ir incrementando com o que for entrando na coleção.


    Mas indo pelo lado de gravações, aqui minhas respostas:

    Em que formato estão suas bibliotecas? (mp3, vinil, cds, todos, etc)
    A maioria em CD, alguns poucos em mp3 ou arquivos digitais correlatos (Flac, ape, etc...)

    - Vocês possuem alguma meta para completar as suas bibliotecas? (por exemplo: desejam ter toda a coleção de sonatas para piano do Beethoven, etc..)

    Tenho algumas metas, mas não são paranoicas e nem realmente definitivas. A maioria das que tinha já alcancei (ter minha versão preferida completa do Cravo bem temperado, das Bachianas, dos principais concertos de contrabaixo, etc...)

    - Vocês pretendem ouvir sua biblioteca inteira mais de uma vez?

    Ouço o que me dá vontade, sem ter obrigação em escutar algo que não revisito a algum tempo ou coisa parecida.

    - Vocês priorizam gravações integrais de artistas?

    Não.

    - Vocês priorizam algum artista, forma composicional, formação instrumental, ou qualquer coisa do tipo ao montarem suas bibliotecas?

    Sim, priorizo os meus compositores preferidos sendo executados pelos meus músicos preferidos. Em termos de formação sou bastante eclético, mas gosto muito de quartetos de cordas, sonatas de um instrumento solista e piano e peças de grande orquestra. Tenho predileção por barroco tardio e classicismo, mas também gosto de outros períodos.

    Lelo Mig
    Membro
    # nov/13 · Editado por: Lelo Mig
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    Die Kunst der Fuge

    Primeiro é importante frisar que sou ouvinte, mas sou colecionador, então tenho um enfoque um pouco diferente do geral.

    Em que formato estão suas bibliotecas? (mp3, vinil, cds, todos, etc)

    - Perto de 1.000 CDs.
    - Perto de 2.000 Vinis.
    - Perto de 300 Fitas K7 (esperando pacientemente para serem convertidas a uma mídia mínimamente decente).
    - Perto de 300 Fitas VHS (idem acima).
    - Perto de 1.000 MP3
    - Poucos DVDs

    - Vocês possuem alguma meta para completar as suas bibliotecas? (por exemplo: desejam ter toda a coleção de sonatas para piano do Beethoven, etc..)

    Não exatamente. Mas sempre que possível, se encontro ou trombo com algumas coisas que considero importante,(como ter a mídia original) eu adquiro.
    Por exemplo: Machine Head do Deep Purple. Tenho o Vinil adquirido no Brasil nos anos 70. Depois adquiri a edição box comemorativo de 30 anos em CD. Mas adiante, trombei, com o vinil original de 1972, 180 gr, Warner/EUA (o lançamento original)... comprei! E assim, com vários outros álbuns que possuo, entre eles, Pink Floyd Dark Side, quadrifônico.

    Por conta de adquirir o lançamento original ou alguma edição comemorativa, muitos álbuns possuo repetidos, as vezes até 4 ou 5 do mesmo, em diversos formatos.

    - Vocês pretendem ouvir sua biblioteca inteira mais de uma vez?

    Pretendo viver o suficiente para ouvir tudo diversas vezes.

    - Vocês priorizam gravações integrais de artistas?

    Não gosto de coletâneas, compilações e etc. Gosto do trabalho por inteiro, a integralidade e sentido da obra completa.

    Se só uma música ou parte dela é boa o artista não é bom o suficiente para eu ter seu álbum. E se esta música ou parte é tão boa que eu deseje tê-la, o MP3 me salvou.

    Obs: Tenho um monte de coisas ruins que eu acho boas!

    - Vocês priorizam algum artista, forma composicional, formação instrumental, ou qualquer coisa do tipo ao montarem suas bibliotecas?

    Sou de fases...Tenho a quinzena Progressiva, a quinzena Erudita, a quinzena Hard 70, a quinzena Black Music 70 e etc.

    Mas minha coleção é centrada principalmente no período de 65 à 75 que eu acho o mais criativo da música pop. (entendam por pop TUDO que é "não erudito").
    Na música erudita não tenho período específico e sim predileções que vão do Barroco de Albioni e Vivaldi à nossa era com Stravinsky e Stockhausen, passando por tudo e quase todos.

    Mas confesso uma pitada de preferência pelo impressionismo de Debussy e as intenções melódicas de Rachmaninoff.

    Adler3x3
    Veterano
    # nov/13 · Editado por: Adler3x3
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    Nunca consegui me organizar, e não vai ser agora que realizar este feito.
    Não tenho tanto espaço e a minha coleção esta espalhada e distribuída entre a casa da cidade e da praia.
    Uma pequena parte organizada em estantes, outras guardadas em armário, outras em caixas, nem sei aonde esta tudo.
    Tenho até algumas raridades como alguns discos bem antigos lá por volta da primeira ou segunda década do século XX
    Fitas cassetes tenho centenas mas não consigo ouvir, os meus aparelhos estouraram o cabeçote já faz tempo, e o último que tinha e funcionava, a minha mulher jogou fora.
    E tenho que mandar consertar o duplo deck que tenho.
    E muito antes do mp3 e antes do midi eu gravava músicas no formato "mod" e passava para o cassete, e ouvia música eletrônica no carro.
    Nem vou citar os grupos e músicos pois o meu gosto musical é muito amplo.
    Nem tinha um ano e nem andava já ficava sentado perto do móvel que tinha um sistema de som razoável mas mono, e escutava somente os discos do meu pai, e alguns discos de criança.
    Que eram em sua maioria clássicos de 78 rotações (e quebravam muito fácil) , e alguma coisa da música brasileira da décadas de 30 e 50, músicas militares mas também com os primeiros Lps.
    E o meu avô parterno me levava para viajar pelo interior do Rio Grande do Sul de Charrete visitando fazendas, onde sempre se tinha uma excelente recepção com hospedagem, boa comida e boa música, e lindas paisagens, que até hoje estão na minha memória.

    Isto de 1954 até mais ou menos 1962 (por aí) quanto pela primeira fiz ouvi músicas com guitarra, quando fui numa apresentação ao vivo, e foi aquele boom.
    Antes ao vivo só tinha escutado música gaucha e bandas militares.
    Descendo de alemães, que tem por hábito tocar música em casa.
    E quando reunia os parentes ou fazia visitas sempre tinha coisa boa.
    Meu pai tocava flauta e gaita de boca.
    Até esta data eu não sabia o que era uma guitarra e um baixo.
    E passei a ouvir mais música moderna, mas nunca deixei de ouvir música clássica por influência dos pais.
    E assim os compositores preferidos eram Bach, Beethoven, Mozart, Haydn e outros nem tanto conhecidos do público brasileiro.
    E depois ganhei uma radiola portátil, e mais adiante um som estéreo e um violão.
    Assim a minha coleção no sentido do repertório é muito variada, iniciando com os clássicos, jovem guarda, rock e pop, progressivo e tudo mais, até a música eletrônica.
    Depois vieram os compactos simples e duplos, mais depois os Lps.
    Mais a frente com a evolução veio a fita cassete.
    Com o advento do estéreo ganhei do meu pai um gravador importado cassete "Hitachi" com um par de microfones da mesma marca.
    E aí inicie as minhas primeiras gravações caseiras de violão e flauta, que fazia por etapas.

    Midi
    São milhares, se bem que a qualidade é duvidosa, devo ter mais de 100 mil.
    Mas também ta meio espalhado gravado em cds, guardados em diferentes lugares.
    No mundo digital participei desde o início do tempo que nem existia a Internet, se obtinha os arquivos por disquete.
    Depois vieram as BBS (uma espécie de rede pré-internet), onde se trocavam arquivos com outros membros.
    Depois começou a aparecer arquivos midi em cds.´

    Partituras
    Tenho algumas dezenas no formato antigo.
    E com a era digital comecei a guardar, e esta na mesma situação dos midis.

    Música Digital
    Também são milhares e dá para estourar qualquer hd fácil, fácil, mas nada organizado.
    São coleções inteiras de Rock And Roll e Clássicos, New Age.
    Assim só em cds e dvds graváveis tenho um imenso material que não sei mensurar.

    Atualmente estou mais para escutar música independente, e a vez em quando compro um cd ou outro.
    Hoje mais me importa ter a música instrumental dentro de uma DAW.
    Quanto ao estilo no clássico prefiro o Barroco, muito embora tenho Mozart como o segundo compositor preferido, obviamente Bach ocupa a primeira posição, gosto muito de New Age e música ambiente, Rock clássico, Country, Rock progressivo, MPB e outros estilos modernos da música eletrônica (que tem uma relação muita extensa).
    Gosto até de música brasileira, as modinhas do início do século XX, mas que é difícil obter algo bem gravado.
    Não tenho restrições a estilos, o que importa é música de qualidade, isto eu aprendi desde pequeno.
    O que eram músicas para o público jovem da minha juventude hoje são clássicos.
    Fica meio esquisito pensar assim.

    E hoje já temos outros formatos como o "xml" por exemplo.
    E assim para ter no ambiente digital o meu formato preferido é o Flac.
    E tem também os formatos de músicas dos teclados eletrônicos, que também tenho um repertório razoável.
    E quase que esqueci tem as revistas com cifras e partituras.

    Metas
    Coleções completas:
    É um desejo, mas caindo na realidade é um coisa impossível.
    Só do período barroco por exemplo se fosse ter toda a coleção completa, não restariam dias de vida para poder escutar tudo.

    Músicos artistas preferidos
    Tenho vários preferidos como todo mundo tem, mas posso numa mesma ocasião comprar dois cds de estilos completamente diferentes ou até de certa forma incompatíveis entre si.
    E a questão de preferidos é relativa, você pode descobrir um novo compositor e músico (até antigo com centenas de anos) que passa a admirar.

    Agora o principal repositório é o que esta na mente.
    O repertório musical da humanidade é imensurável, limitado é certo, mas infinito para os simples mortais.

    Mauricio Luiz Bertola
    Veterano
    # nov/13
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    Die Kunst der Fuge
    O que você chama de "biblioteca"? Arquivos de partituras ou cifras (aqui o termo "biblioteca" é aplicável integralmente)?
    Se for isso tenho poucas, em meu computador, para fins "operacionais", da minha banda.
    Agora, vc está incluindo aqui quais tipos de suporte (arquvisticamente falando)? Digitais, analógicos?
    Se for o caso, possuo uns 600 vinis, uns 1000 Cd's uns 200DVD's mais um nº impreciso de MP-3 e arquivos de vídeo como AVI, RMVB, etc
    Todo as minhas obras eruditas são vinis.
    Fitas K7 devo ainda ter umas 100

    fernando tecladista
    Veterano
    # nov/13
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    uns 600 CDs uns 100 DVDs, outros 100 LPs mas isso é o total, que vai desde canto gregoriano e bach a raul seixas ou tom jobim

    mas falando em música erudita, que entendo que é o assunto pelo sub forum em sí
    aqui eu tenho algumas coleções comprada em banca de revista
    - uma coleção de história da música que tem 75 CDs que vai desde o barroco até o romantismo
    - uma coleção do arthur moreira lima, acho que foram uns 40 cds, além do erudito entra também compositores de choro e tango brasileiro
    - DVDs de ópera ouve uma revista com DVD incluso que deve ter saido por uns 2 anos, tenho todos

    algumas talvez menos importantes como:
    - coleção dos 3 tenores da caras
    - alguns da revista áudio news
    - outros de brinde de outras revistas

    - em vinil, alguma coisa avulsa comprada em sebo, e alguns de orquestra ligeira com arranjos modernos de música erudita na linha de Paul Mauriat, Arno flor, Valdo de los rios...

    no computador não tem muita coisa não

    - Vocês possuem alguma meta para completar as suas bibliotecas? (por exemplo: desejam ter toda a coleção de sonatas para piano do Beethoven, etc..)
    eu ainda gostaria de ter toda a obra de Bach pra instrumentos de teclado, mesmo que fosse em mp3

    Ken Himura
    Veterano
    # nov/13
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    makumbator
    Cheguei até a pegar umas monografias que tratam da organização e classificação de partituras para fins de banco de dados.
    Opa, Marcão! Pode me passar por email algumas? Tô num processo desses também, tem partitura aqui pra tudo que é lado e eu perco o controle do que eu tenho ou não.

    Quanto ao assunto do tópico:
    Não tenho controle nenhum sobre o que tenho. Já perdi a conta de quantos cds, dvds e Gbs de música eu tenho por aqui e ali. Preciso organizar esta pemba.

    Meus objetivos:
    Gravações e partituras de:
    * métodos de violino e viola;
    * concertos de violino e viola;
    * música de câmara com ênfase em violino, viola;
    * música de câmara de conjuntos variados;
    * integrais de sinfonias dos grandes mestres;

    Fora isso, o resto eu vou buscando pela internet quando eu precisar, tipo quando eu tive que dar uma olhada nos quartetos de corda do Webern ou nas Variações pra Orquestra do Berg. Se eu tiver que baixar e ouvir tudo o que eu "preciso" ter, não vou ter mais vida.

    makumbator
    Veterano
    # nov/13 · Editado por: makumbator
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    Ken Himura
    Opa, Marcão! Pode me passar por email algumas? Tô num processo desses também, tem partitura aqui pra tudo que é lado e eu perco o controle do que eu tenho ou não.

    Posso, é claro! Vou te mandar por e-mail.

    EDIT:

    Te mandei por e-mail o material.

    Jawbreaker
    Veterano
    # nov/13
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    - Em que formato estão suas bibliotecas? (mp3, vinil, cds, todos, etc)

    Em vários, mas a maior parte em *flac, mesmo os que eu tenho mídia física eu passo para o HD.

    - Vocês possuem alguma meta para completar as suas bibliotecas? (por exemplo: desejam ter toda a coleção de sonatas para piano do Beethoven, etc.)

    O download, pago ou não, facilitou muito isso de completar uma coleção (tipo, eu tenho 3 gravações do ciclo de sinfonias e 2 das lieder do Mahler). A não ser que sejam aquelas obras absurdamente grandes, tipo Bach ou Haydn. E só o Bach que eu pretendo completar dentre esses.

    - Vocês pretendem ouvir sua biblioteca inteira mais de uma vez?

    Se eu conseguir, sim. Só que eu pretendo é que ela aumente \o\

    - Vocês priorizam gravações integrais de artistas?

    Eu prefiro ter a obra completa, dá uma agonia de ter só um dos conjuntos de obras de um compositor, ou só uma parte de um ciclo, por exemplo. A não ser aquelas obras feitas quando o cara tinha 14 anos e ninguém ouviu, aí eu só vou fazer empenho se eu for um fã inveterado :D

    - Vocês priorizam algum artista, forma composicional, formação instrumental, ou qualquer coisa do tipo ao montarem suas bibliotecas?

    Eu naturalmente tenho meus preferidos, mas por via de regra são romanticistas, duma ponta a outra do período (com exceção do JSB, Stravinsky e Prokofiev, e venho começando a gostar do Berg). Eu venho perdendo meus preconceitos com música de câmara, mas o que mais tem aqui é sinfonia ainda.

    TG Aoshi
    Veterano
    # nov/13
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    Bom, levando em conta o quanto me interesso e o contato que tenho com música erudita, me sinto um ponto fora da curva por aqui. Não tenho uma biblioteca de música erudita. Ou ao menos não considero que tenho uma...

    Aqui tem uma daquelas coleções de música erudita "for dummies", da revista Caras, em CD (Alguém lembra dessa coleção? huashau), mas que não conta como nada. É coisa de trocentos anos atrás (hã? hã? =B), uma dessas seleções direcionadas pra quem nunca ouviu erudito, com um monte de clichês, mas que felizmente acabou servindo pra me iniciar em música.

    A única coisa aqui mais próxima de uma biblioteca musical, é uma integral das sonatas de Beethoven pelo Claudio Arrau em mp3. Só.

    Ainda no assunto, tem mais dois motivos pra me sentir um pouco fora de lugar. O primeiro é que não tenho interesse em montar uma biblioteca centrada em obras/compositores.

    O outro é que meu interesse é mais focado em performance. Pra mim o intérprete e a execução são tão importantes quanto o compositor. Só pra citar um exemplo, na maioria das vezes se for pra escutar uma interpretação/intérprete medíocre, prefiro não escutar. Dentro do possível, realmente evito execuções medianas, ainda mais quando não tenho familiaridade com o compositor/obra.

    É aí que complicam um pouco as coisas, ainda mais considerando minha predileção (leia: obsessão) por intérpretes mais antigos (ao menos em piano). A maioria dessas compilações é importada, difícil de encontrar, fora que boa parte dessas gravações foi feita pra discos de goma-laca (antes do LP).

    Esse ano até cogitei montar uma biblioteca desse jeito, essencialmente em arquivos digitais (mp3 e flac), mas como o YouTube tem suprido bem minhas necessidades, acabei nem indo muito atrás disso ainda.

    Agora, a coleção de música pop é outra história... =p

    makumbator
    Veterano
    # nov/13
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    TG Aoshi
    O outro é que meu interesse é mais focado em performance. Pra mim o intérprete e a execução são tão importantes quanto o compositor. Só pra citar um exemplo, na maioria das vezes se for pra escutar uma interpretação/intérprete medíocre, prefiro não escutar.

    Pra mim também. Inclusive sou daqueles que não concorda nenhum um pouco com o clichê de que em música erudita não há versões de cada intérprete e que isso só ocorre nas releituras de música popular.

    Pra muita gente basta ter uma versão X da música Y, e pronto, como se todas as outra fossem idênticas.

    Para mim o intérprete é um "compositor e arranjador" instantâneo, pois em última análise é ele quem dá a vida às instruções de uma partitura (que são a princípio direcionamentos abertos a vários caminhos).

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