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      Faculdade de musica vs professor particular Duka#!$@

      Autor Mensagem
      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 12:06


      Eu tava com uma duvida sobre oque é melhor, uma faculdade de música ou um professor particular excelente, tipo tudo oque uma facul ensina um professor também poderia ensinar.
      Qual mais vantajoso?

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 13:11 · Editado por: Adler3x3
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      Bem eu acho que não dá para comparar.
      O professor particular é um complemento necessário.

      Um curso de faculdade é mais abrangente segue um plano, um carga curricular pré aprovada.
      E no final fornece um diploma, que depois tem a sua importância.

      Já o professor particular complementa o que na faculdade foi ensinado de forma mais simples, a faculdade orienta, dá o caminho, no particular se detalha mais e se busca um reforço em certas partes, principalmente na prática da teoria.

      E tem uma terceira parte que é o estudo e prática por iniciativa do próprio estudantes, livros e mais livros, quanto mais ler melhor, e exercícios práticos.
      Por exemplo na teoria musical a melhor forma atualmente de aprender notação musical é praticar num bom editor de partituras. (Sibelius, Finale que são os tops, ou o Muse que é gratuito, sempre insisto neste ponto.
      Em parte num outro tópico inseri alguns links e outras dicas para iniciantes em home studio.
      Até anos atrás o rei dos instrumentos era o órgão de igreja, hoje em dia o rei dos instrumentos é uma DAW, que com um bom teclado controlador mais bons instrumentos virtuais, é agora o novo rei dos instrumentos.
      Assim dá para interpretar uma boa DAW.
      E aqui vai se aprender muito e muito, só que na prática, vai aprender texturas e vai ter que estudar outros instrumentos, principalmente a tessitura.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 13:18
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      Adler3x3
      Minha dúvida era se um professor podia ensinar tudo oque uma faculdade ensina. Entende?

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 13:24 · Editado por: Adler3x3
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      Sim entendo, mas...

      Mas não existe este tal de professor que ensina tudo o que uma faculdade ensina.

      É simplesmente impossível, tanto na teoria em existir um professor assim, como na prática.
      E se existe um professor assim, é um gênio muito acima do normal, um caso raro, um verdadeiro mestre na essência.

      Os bons professores particulares normalmente selecionam os possíveis candidatos, quando os mesmos tem potencial.

      Assim foi no passado, é no presente e vai continuar a ser no futuro.
      Por exemplo Haydn ensinou Mozart e Beethoven.
      Ensinou porque viu potencial nestes alunos.
      E deu no que deu os alunos ficaram melhor que o Mestre.

      E mesmo que existisse este tal professor que sabe tudo, o mesmo tem um limite de tempo, isto é vai ter poucos alunos.

      Por isto que comentei mais, pois o mais importante é a dedicação e perseverança do aluno, o fator humano, que vai fazer a diferença.

      Escola->professor particular->iniciativa própria em outros estudos e práticas.

      Lelo Mig
      Membro
      # 25/dez/17 14:04 · Editado por: Lelo Mig
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      xmarhunterx

      Além do que nosso amigo Adler3x3 já falou, é preciso entender que "de forma geral" o enfoque é diferente.

      Um professor, no geral, o enfoque é te tornar um musico, te ensinar a tocar, desenvolver ou aperfeiçoar qualidades de musicista.

      Faculdades, o enfoque é outro, de forma geral não ensina ninguém tocar e sim aprender música. Teoria, composição, arranjo, regência e etc.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 14:55
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      E galera porque a maioria das faculdades (senão todas) ensina em composição e regência apenas musica erudita e não música popular?

      Lelo Mig
      Membro
      # 25/dez/17 15:09 · Editado por: Lelo Mig
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      xmarhunterx

      "composição e regência apenas musica erudita e não música popular?"

      Cara é como estudar literatura ou filosofia. Você vai estudar Sócrates, Platão, Kant, Descartes e etc... Não vai estudar Paulo Coelho ou Augusto Cury.

      Não que não existam composições populares de bom nivel, mas a musica erudita, neste aspecto é bem mais complexa, composta usando elementos estruturais sofisticados e com intenção bem mais racional e não tao intuitiva.

      Tem muito mais elementos a oferrcer no sentido acadêmico.

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 15:25
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      Uma ajuda do Ken Kimura e do Jabijirous seria bem vinda.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 16:18
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      Lelo Mig
      Mas algumas vertentes da música popular como jazz e blues também tem seu nível de complexidade.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 16:21
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      Adler3x3
      Conte- me mais sobre essa tal de DAW.
      Se alguém não consegue tocar um instrumento "ao vivo", como ela conseguiria toca-lo virtualmente?

      Lelo Mig
      Membro
      # 25/dez/17 17:05 · Editado por: Lelo Mig
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      xmarhunterx

      "Mas algumas vertentes da música popular como jazz e blues também tem seu nível de complexidade."

      Cara, não tenho graduação em música, posso estar falando bobagem, mas acredito que assim como se faz analise literária numa faculdade de Letras, se faz o mesmo com estilos populares e regionais numa faculdade de Música.

      A análise de uma partitura de Tom Jobim, Cole Porter, Irmãos Gershwin, Ernesto Nazaré e etc., não são trabalhos a se desprezar.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 17:18
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      Lelo Mig
      Mas pra isso não precisa de facul. Eu tava falando, por que eles não aplicam as tecnicas de composição erudita na música popular.

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 17:30 · Editado por: Adler3x3
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      xmarhunterx

      DAW - Digital Audio Workstation
      Ou seja uma estação de trabalho de áudio.
      Que possibilita com a ajuda de um teclado controlador, ou qualquer outro tipo de controlador (pad, guitarras midi e outros) tocar instrumentos virtuais, acompanhado de tracks com outros instrumentos numa sequência programada.
      Pode ser configurada para tocar ao vivo, com simples atalhos, ou utilização de de botões especiais e até pedais, alterar a qualquer tempo os instrumentos, os efeitos e muito mais.

      Então sob este ponto de vista o Rei dos Instrumentos é uma DAW acompanhada de alguns periféricos e acessórios que vai permitir isto na prática, pois nenhum outro instrumento pode concorrer com isto, mesmo os teclados mais avançados, e os mais avançados tem na verdade uma DAW dentro de si, tenho um teclado que permite isto, além de gravar até instrumentos externos, posso sequenciar qualquer coisa dentro do teclado e até simular vozes humanas.
      E os novos teclados top estão cada vez mais convergindo com uma DAW no computador, no tablet, no smartphone e por aí vai.
      Claro um computador desktop (de mesa), ainda é a melhor opção para lidar com áudio, até em função do tamanho das nossas mãos.

      Os teclados musicais tem computadores dentro de si.

      Lembrando, o que complementa até uma discussão num outro tópico nosso, que estamos em plena era digital, e que tudo bem dizer passa pelo computador, até aulas de professores on line ou off line, tamanho os recursos a nossa disposição.
      Então até a forma de aprendermos e de estudar mudaram, pois a era digital esta aí, claro em certos casos a presença física e o uso de coisas físicas ainda é necessária, pois o virtual é virtual e não substitui o contato físico, mas facilita todo o processo de interação, e aquela forma tradicional de ensino esta obsoleta.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 17:36
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      Adler3x3
      Mas como uma pessoa que não toca determinado instrumento (bateria por exemplo) pode compor uma musica para esse intrumento.Pois me parece que a grande sacada desse tal de Daw é isso: Poder tocar instrumentos que até então não sabia tocar.

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 17:42 · Editado por: Adler3x3
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      Acredito que numa boa faculdade se ensine também música popular e suas técnicas.
      No final dos ano setenta ou começo dos anos 80 (não me lembro exatamente)fiz um curso por correspondência de uma Universidade de Londres de música, e tinha o clássico e o popular.
      Foi um curso inserido no Brasil pelo Instituto Universal, muito bom, em vez de arquivos digitais, que não existiam, vinham long plays, com áudio e muitos exemplos de análises musicais, tanto no clássico como no popular.
      Depois também fiz outros cursos com fitas cassetes, mais de 50 fitas, uma enormidade, de origem italiana, de alta qualidade, que também foi lançado no Brasil, com partituras, aulas de violão e guitarra e muito mais.
      Volta e meia dou uma estudada de novo, pois o material é extenso e complexo.

      Tá faltando lançarem uma versão atual destes tipos de cursos, usando a tecnologia digital.
      Os cursos que vejo na internet são muito fracos.

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 18:01 · Editado por: Adler3x3
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      xmarhunterx

      Tem que estudar as mais variadas técnicas.
      A DAW e os instrumentos virtuais facilitam, mas tem suas limitações e tem as nossas limitações. pois:
      - não somos maestros de formação, e assim para tocar algum instrumento virtual, tem que buscar um mínimo de conhecimento sobre o instrumento real;
      veja bem de uma hora para a outra, temos a disposição milhares de instrumentos, é um choque, e uma imensa quantidade de informação e conhecimento para adquirir;
      - não somos engenheiros de som.

      Cada instrumento virtual tem as suas limitações, e isto varia de fabricante para fabricante, cada um tem as suas articulações.
      Se respeitar os limites do instrumento, fazer o que ele pode fazer, dá para conseguir bons resultados.

      Assim como na parte puramente real e física, quando tocamos um instrumento de verdade, e aí entra o fator humano, as nossas limitações.
      Se tocar a guitarra direitinho, e respeitar os seus limites, e não querer fazer virtuoses que não tem, e fazer o básico mas bem feito no final soa bem.
      Hoje em dia tem muitos guitarristas que só teimam em explorar a velocidade extrema, e outras maluquices de desempenho.

      Assim como aconteceu com o piano no passado, esta acontecendo com a guitarra.
      No passado muitos compositores de piano fizeram composições extremas, onde a beleza da coisa não estava tanto na melodia e na harmonia, mas sim no grau de dificuldade de se tocar.
      A beleza só podia ser percebida pelos que tocavam e entendiam do instrumento, pois a beleza estava no grau de dificuldade de tocar aquilo.
      Com raras exceções as músicas assim compostas, tecnicamente até estavam certas, mas não soavam bem.

      O mesmo acontece hoje com a guitarra, aqueles solos intermináveis, aquela rapidez extrema e o uso de outras articulações prá lá de extremas, tem a sua beleza no ato de tocar, mas não no ato de soar bem no resultado final, que é que a boa música soe bem, não importa se seja simples ou complexa.

      E com os instrumentos virtuais, dá para ir mais longe no caso da dificuldade da velocidade, basta saber lidar com as batidas por minuto (bmp).
      Toca no teclado a 60 bpm, toca lento e quase não erra e grava.

      Depois numa função da DAW ou do teclado, altera a velocidade para 120 bpm, e vai soar no tempo normal da música, e a execução vai ficar boa, esta é uma das formas de contornar problemas de desempenho.

      Fora outras edições que podem ser feitas, que não cabe comentar aqui, mas o foco deve estar na humanização da digitalização, e aí vai soar bem, desde que respeitados os nossos limites físicos, e os limites dos próprios recursos tecnológicos.
      Quando se tenta ir além destes limites, o som desanda e não sai.

      Você vai tentar gravar uma quarteto de cordas do Haydn com instrumentos virtuais, o top dos tops, mas não consegue, por que os instrumentos são virtuais e não substituem os reais.
      Por mais que se esforce não vai conseguir fazer soar bem.
      Por mais que teste outras técnicas não vai funcionar.
      E existem técnicas e técnicas:
      - Técnicas de midi, técnicas do próprio instrumento virtual, técnicas de uso de outros plugins acessórios, técnicas do teclado controlador, enfim é o conjunto de técnicas que vai fazer a diferença.

      Então tem que praticar e estudar cada instrumento individualmente.
      E não vai ser de uma hora para outra que se vai conseguir isto facilmente.

      Mas você pode fazer uma composição de um quarteto de cordas e usar as articulações que o software tem, isto é vai saber usar o que o instrumento virtual tem de bom, e aí vai compor uma bela peça e vai fazer soar bem no final, isto é que importa.
      É o respeito aos limites.

      xmarhunterx
      Membro Novato
      # 25/dez/17 18:10
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      Adler3x3
      Achei legal. Vou procurar saber mais sobre esse DAW.
      Você tem algum site ou canal do you tube que fale sobre esse DAW pra me indicar?

      Adler3x3
      Veterano
      # 25/dez/17 18:27 · Editado por: Adler3x3
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      xmarhunterx

      DAW e seu uso:

      Neste tópico aqui escrevo uma breve introdução:

      http://forum.cifraclub.com.br/forum/16/332557/

      neste vídeo do you tube:

      https://www.youtube.com/watch?v=eQInGF4sLP8
      Você pode ver como se sequencia uma bateria e muito mais.

      Nâo que o energy xt seja a melhor DAW, é só um exemplo existem dezenas de DAW que fazem a mesma coisa.
      Neste caso destaquei o energy xt, somente porque é uma DAW de baixo custo, ideal para quem vai iniciar, mas mesmo sendo de baixo custo, não deixa de ser poderosa, esta no mercado já faz um bom tempo, e é um produto maduro.

      Outras DAWs também podem ser usadas em substituição ao energy xt, tudo depende do nível musical de cada um, e principalmente da situação financeira de cada um, pois tem que saber usar os recursos financeiros com sabedoria, e evitar a pirataria que não é um bom começo, pois começa mal, e como digo o que vem fácil, não é valorizado, e assim como veio fácil, vai fácil embora.

      E no caso da bateria em si, tem que entender que a bateria é formada por vários instrumentos, podemos dizer que a bateria é a rainha dos instrumentos de percussão, e uma bateria virtual vai muito mais além, dá para criar infinitas variações mesmo usando simples loops.
      Quanto ao realismo é outra questão, mas se saber usar as técnicas corretas vai conseguir um bom resultado, o que volta a aquele tema dos limites, tem que saber explorar os limites, tá complicado, vai primeiro no simples, e o que parece agora complexo na verdade é simples, pois o complexo com a prática vira simples.

      Jabijirous
      Veterano
      # 26/dez/17 01:19
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      xmarhunterx

      Você quer fazer bacharelado, composição, regência, produção musical ou licenciatura?

      E galera porque a maioria das faculdades (senão todas) ensina em composição e regência apenas musica erudita e não música popular?


      Isso é histórico. Você pode aprender as técnicas e usar no estilo que desejar!!!

      Synth-Men
      Veterano
      # 26/dez/17 02:49 · Editado por: Synth-Men
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      O único lugar onde somente um professor te ensina tudo, é no pré escolar. Isso mesmo! A tia do jardim e do antigo C.A.

      Na faculdade você terá no mínimo uns 8 professores ou mais , com diversas matérias e assuntos ESPECIALIZADOS e TÉCNICOS.

      Diferente destes professores (muitos até fizeram faculdade(s)) que vai te ensinar 90% tocar um instrumentos 10% teoria da iniciação básica da música.

      Ken Himura
      Veterano
      # 05/jan/18 22:36 · Editado por: Ken Himura
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      Bom, passadas as merecidas pausas para o recesso de fim de ano, resolvi voltar e responder tópicos como este, no momento em que também voltei ao batente IRL.

      xmarhunterx
      Minha dúvida era se um professor podia ensinar tudo oque uma faculdade ensina. Entende?

      Na letra fria e crua, sim, é possível você ter um professor assim. Na prática, você não terá. Explico o porquê.

      Mesmo que seu professor seja excelente em cada cadeira prática e teórica, com nível equivalente a cada um duma boa faculdade (difícil, mas existem), das duas umas: ou você não terá dinheiro para pagar pelo serviço ou ele não terá tempo/disposição para tal - lembrando que a faculdade exige uma carga horária média de 5-7h diárias - ou ele não.

      Você não consegue uma carga horária parecida nem se arrumar um mentor e morar na casa dele por meses, como era comum de acontecer até pouco tempo (tem gente que ainda faz isso, por sinal).

      porque a maioria das faculdades (senão todas) ensina em composição e regência apenas musica erudita e não música popular?
      Porque quase tudo que aparece na música popular geralmente já apareceu (e já foi melhor desenvolvido) na música erudita. A isto, você soma o desenvolvimento técnico que todas as matérias da tradição erudita dão; fica fácil pra um compositor altamente técnico se encaixar em qualquer gênero. Já, pra um compositor intuitivo, essa transição é bem difícil.

      Eu mesmo estou filiado agora a uma linha de pesquisa de composição e análise em música popular. Minha dissertação de mestrado vai ser sobre o Dream Theater, com enfoque principal na análise estrutural pesada (schenkeriana, por exemplo) e na composição de novas obras (populares ou não, tanto faz). Eu não conseguiria avançar em nada nos meus objetivos com esta pesquisa - e com os demais trabalhos da linha - se eu não fosse um compositor classicamente treinado em harmonia tonal e pós-tonal (que mal existe fora da música erudita), contraponto e forma.

      É muito mais fácil criar tendo um conjunto de regras bem definidas, e sabendo distorcê-las ou quebrá-las de acordo com as situações que aparecem do que não ter regras e ter que dar coesão a tudo. Nisso, a tradição ajuda muito.

      Outra coisa, não existe regência na música popular; a única exceção, é o universo das big bands, que são uma pequena fração do campo de regência de bandas. Simplesmente não existe porque grupos populares são pequenos; geralmente, só aparece regente em contexto de câmara (pequenos grupos) quando a música é realmente difícil de sincronizar entre os músicos - o que é bem comum, por sinal, na música erudita contemporânea, principalmente depois da Nova Complexidade.

      por que eles não aplicam as tecnicas de composição erudita na música popular
      Aplicam, e muito. A maioria dos bons arranjadores empregados são classicamente treinados (disse 'treinados', não 'formados'... são outros 500's). Conheço alguns compositores que, depois de se formarem, foram pra carreiras na música popular: MPB, rock, metal, bossa-nova, jazz etc. Outros muitos ficam que nem eu, dividido no meio de tudo, fazendo trabalho pra tudo que for gênero, porque gosta de lidar com a música em si, independentemente do gênero.

      Synth-Men
      O único lugar onde somente um professor te ensina tudo, é no pré escolar. Isso mesmo! A tia do jardim e do antigo C.A.
      Exatamente! Modularizar o ensino tem grandes vantagens cognitivas.

      Luiz_RibeiroSP
      Veterano
      # 06/jan/18 03:41
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      Ken Himura
      No caso do Brasil, onde só tem dinheiro grande no que é ligado ao estado e reverenciamos pedaços de papel chamados de diplomas, uma faculdade e um titulo não abrem mais portas ?

      Jabijirous
      Veterano
      # 06/jan/18 12:20
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      uma faculdade e um titulo não abrem mais portas ?

      Só pra concurso!!!

      Ninguém te chama pra gravar pq tu tem diploma.

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