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      Formação de acordes (atualizado) - Tópico Definitivo!!!

      Autor Mensagem
      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05


      FORMAÇÃO DE ACORDES

      Parte 1:

      Na teoria musical para guitarra, a formação de acordes exerce uma grande influência sobre o aprendizado de outras matérias. Um guitarrista que domine a formação de acordes terá muito mais liberdade ao compor e interpretar, devido à maior variedade de desenhos de acordes disponíveis para uso.


      Você sabe que cada casa pressionada no braço da guitarra emite uma determinada nota.
      A primeira corda solta é um E, pressionada na casa 1 é um F, pressionada na casa 2 é um F#, etc...


      Logo, para fazer um acorde, devemos pressionar as casas correspondentes às notas que aquele acorde utiliza, certo?


      Todo acorde (Cm, F#, D7, etc...) é formado por uma tríade (ou tétrade) de notas, sendo a principal delas (a tríade) formada por uma tônica (T), responsável por dar o nome ao acorde (a tônica é necessariamente a nota mais grave do acorde), uma terça (III), que indica se o acorde é maior ou menor e uma quinta (V), que indica se o acorde é dissonante ou consonante.

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Parte 2:

      Lembrando que:

      Dissonante: dá ao ouvido uma sensação de "movimento"
      Consonante: dá ao ouvido uma sensação de "repouso"


      Bem, já aprendemos que uma tríade é um conjunto de 3 determinadas notas. Vamos ver o exemplo de :

      C.....C#.....D.....D#.....E.....F.....F#.....G.....G#.....A .....A#.....B.....C

      Ou seja:

      I: C
      II: D
      III: E
      IV: F
      V: G
      VI: A
      VII: B
      VIII: C

      Logo, a tríade de é:

      I + III + V = C + E + G

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05 · Editado por: tiago_rsilva
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      Partindo da mesma fórmula, podemos obter a seguinte tabela de tríades:

      .......I.....III.....V
      C.....C.....E.....G
      D.....D.....F.....A
      E.....E.....G.....B
      F.....F.....A.....C
      G.....G.....B.....D
      A.....A.....C.....E
      B.....B.....D.....F

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Tipologia das tríades

      A tipologia da tríade é basicamente sua configuração estrutural considerando os intervalos entre os graus (notas).

      Podemos considerar a existência de quatro formas básicas de tipologia de tríades:

      Maior
      Menor
      Aumentada
      Diminuta

      Mas antes de prosseguirmos, vamos relembrar alguns detalhes:

      Primeiramente, relembraremos os nomes dados aos graus da escala:

      1º grau – TÔNICA
      2º grau – SUPERTÔNICA
      3º grau – MEDIANTE
      4º grau – SUBDOMINANTE
      5º grau – DOMINANTE
      6º grau – SUPERDOMINANTE
      7º grau – SENSÍVEL OU SUBTÔNICA (em determinadas escalas)
      8º grau – TÔNICA


      Tônica é a nota da qual a escala tira seu nome. É obrigatoriamente a nota mais grave. A supertônica é o grau logo acima da tônica (super=acima de). A mediante é o grau que fica entre o primeiro e o quinto graus. A subdominante recebe este nome por vir logo antes da dominante, que é o grau mais “importante” depois da tônica, e que é sucedido obviamente pela superdominante. A sensível, ou nota atrativa, recebe este nome por dar a impressão de tender a subir para o oitavo grau. Isso se explica pelo fato de que a sensível fica a meio tom da tônica. Quando, devido à construção de determinada escala, a sensível fica a 1 tom da tônica, recebe o nome de subtônica.

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Para compreendermos melhor os esquemas a seguir, vamos ainda relembrar rapidamente alguns aspectos sobre os intervalos:

      Os intervalos são, essencialmente, a distância entre as notas. O nome do intervalo é caracterizado por lembrar o número de graus abrangidos.

      Regra: "Os I, III, VI e VII graus podem ser maiores, menores, aumentados ou diminutos. Os IV, V e VIII graus podem ser justos, aumentados ou diminutos."


      Legenda:

      M – maior
      m – menor
      A – aumentado
      º ou dim – diminuto
      J – justo


      Listagem de intervalos:

      Usando o exemplo de Dó Maior

      2M - está a 1 tom da tônica (D)
      2m - está a meio tom da tônica (Db)
      2A - está a 1 tom e meio da tônica (D#)
      - não existe

      3M - está a 2 tons da tônica (E)
      3m - está a 1 tom e meio da tônica (Eb)
      3A - está a 2 tons e meio da tônica (E#)
      - está a 1 tom da tônica (Ebb)

      4J - está a 2 tons e meio da tônica (F)
      4A - está a 3 tons da tônica (F#)
      - está a 2 tons da tônica (Fb)

      5J - está a 3 tons e meio da tônica (G)
      5A - está a 4 tons da tônica (G#)
      - está a 3 tons da tônica (Gb)

      6M - está a 4 tons e meio da tônica (A)
      6m - está a 4 tons da tônica (Ab)
      6A - está a 5 tons da tônica (A#)
      - está a 3 tons e meio da tônica (Abb)

      7M - está a 5 tons e meio da tônica (B)
      7m - está a 5 tons da tônica (Bb)
      7A - está a 6 tons da tônica (B#)
      - está a 4 tons e meio da tônica (Bbb)

      8J - está a 6 tons da tônica (C)
      8A - está a 6 tons e meio da tônica (C)
      - está a 5 tons e meio da tônica (Cb)

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Tendo estas informações em mente, podemos prosseguir:

      Acorde Maior:

      Este nome é dado pela tipologia da tríade, que funciona da seguinte forma:

      Entre o I grau e o III grau temos um intervalo de 3ª maior (ou seja, 2 tons). Entre o III grau e o V grau temos um intervalo de 3ª menor (ou seja, 1 tom e 1 semitom).

      Acorde Maior:

      Este nome é dado pela tipologia da tríade, que funciona da seguinte forma:

      Entre o I grau e o III grau temos um intervalo de 3ª maior (ou seja, 2 tons). Entre o III grau e o V grau temos um intervalo de 3ª menor (ou seja, 1 tom e 1 semitom).


      Lembrando:

      Fórmula do acorde maior:

      I grau >> 2 tons >> III grau >> 1 tom e meio >> V grau


      Vamos então formar alguns acordes maiores:

      C

      I grau:
      III grau: Mi
      V grau: Sol

      Formada a tríade, vamos analisar se a fórmula foi respeitada:

      Dó__Dó#__Ré__Ré#__Mi
      ---ST--ST--ST---ST---------- 2 tons

      Mi__Fá__Fá#__Sol
      --ST--ST---ST------------ 1 tom e meio

      Agora chegamos num ponto onde outra parte da teoria musical se faz presente: os acidentes.

      Vejamos outro exemplo:

      Lembrando também da regra básica para a formação de escalas:

      T T ST T T T ST

      D

      D...E...F...G...A...B...C...D

      De D a E temos um tom (T)[b/].......... [b]ok

      De E a F temos um semitom.......... mas deveríamos ter um tom de acordo com a fórmula: T T ST T T T ST

      Sendo assim, o que podemos fazer é criar um acidente na nota , aumentando-a em um semitom e tornando-a F#.

      Desse modo, teremos cumprido o que diz a fórmula da formação de escalas.

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Continuando:

      De F# a G temos um semitom..........ok

      De G a A temos um tom..........ok

      De A a B temos um tom..........ok

      De B a C temos um semitom.......... mas deveríamos ter um tom de acordo com a fórmula.

      Sustenizamos o C

      De B a C# temos um tom.........ok

      Continuando...

      De C# a D temos um semitom........... ok

      De modo que a escala completa fica assim:

      D

      D...E...F#...G...A...B...C#...D

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Acorde menor:

      No acorde menor, o esquema triádico é o mesmo. Basicamente, apenas mudamos o intervalo entre os graus.

      Entre o I e o III graus devemos ter um intervalo de 3ª menor (1 tom e meio), e entre o III e o V graus devemos ter um intervalo de 3ª maior (2 tons). Ou seja:

      Fórmula do acorde menor:

      I grau >> 1 tom e meio >> III grau >> 2 tons >> V grau


      Montando um acorde menor:

      Cm

      I grau:
      III grau: Mib
      V grau: Sol

      Vamos agora comparar com a fórmula:


      Dó__Dó#__Ré__Mib
      ---ST-----ST---ST------------- 1 tom e meio


      Mib__Mi__Fá__Fá#__Sol
      ---ST---ST---ST-----ST------------- 2 tons

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Acorde diminuto:

      O esquema triádico diminuto baseia-se em dois intervalos de 3ª menor dispostos em sequência.

      Fórmula do acorde diminuto:

      I grau >> 1 tom e meio >> III grau >> 1 tom e meio >> V grau

      Formando acordes diminutos:

      ou Cdim

      I grau:
      III grau: Mib
      V grau: Solb

      Entre as notas e Mi, o intervalo é de 3ª maior. Como precisamos de um intervalo de 3ª menor, baixamos o III grau para Mib.


      Dó__Dó#__Ré__Mib
      ---ST-----ST---ST------------ 1 tom e meio

      Entre as notas Mib e Sol, temos um intervalo também de 3ª maior. Por isso, baixamos o V grau para Solb.


      Mib__Mi__Fá__Solb
      ----ST--ST---ST------------ 1 tom e meio

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Acorde aumentado:

      O esquema triádico do acorde aumentado é muito parecido com o do acorde maior, tendo como única diferença a mudança do intervalo entre o III e o IV graus de 3ª menor para 3ª maior. Logo, temos uma tríade composta por [b]dois intervalos de 3ª maior.

      Fórmula do acorde aumentado:

      I grau >> 2 tons >> III grau >> 2 tons >> V grau

      Formemos um acorde:

      Caum:

      I grau:
      III grau: Mi
      V grau: Sol#

      Entre as notas e Mi, temos uma diferença de 2 tons:


      Dó__Dó#__Ré__Ré#__Mi
      ---ST-----ST---ST-----ST------------ 2 tons


      Entre Mi e Sol há um intervalo de 3ª menor. Para combinar com a fórmula, aumentamos o V grau em um semitom, tornando-o Sol#:

      Mi__Fá__Fá#__Sol__Sol#
      ---ST---ST----ST---ST------------- 2 tons

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      Essas são os principais aspectos da Formação de acordes. Qualquer dúvida, reclamação, correção ou sugestão, mande um e-mail para tiago_rsilva@ibest.com.br.

      Marisco
      Veterano
      # mar/05
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      Boa!

      dizzy
      Veterano
      # mar/05
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      muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom cara!!!.. até eu to entendendo!! parabens pela iniciativa!

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      valeu

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05 · Editado por: tiago_rsilva
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      se algum moderador puder botar um up fico agradecido

      DaveMurray
      Veterano
      # mar/05
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      oohhaa.. mto bom esse topico kra... me ajudo bastante aki ..
      a gente precisa d mais topicos assim !! ..

      tiago_rsilva
      Veterano
      # mar/05
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      DaveMurray

      valeu

      overdrive201
      Veterano
      # set/06
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      Fodástico esse tópico, valeu mesmo!

      Penta_Blues
      Moderador
      # set/06
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      Boa tarde!!!

      Bem bacaninha o tópico. Trata da formação de acordes de uma maneira bem simples, ou seja, fácil de entender.
      Vale a pena por se tratar de uma linguagem, como eu disse, bem simples, porém um pouco superficial. Como primeiros passos no assunto, tá perfeito! Quem estudar por aqui vai entender legal, mas precisa saber que existem muito mais sobre o assunto.
      Parabéns!!!

      Simonetti
      Veterano
      # out/07
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      Merece um UP!

      Uma dúvida:

      Quala diferença entre, por exemplo, G7, G7+ e G7M??

      O que significa o + neste caso?

      Richard Guitar
      Veterano
      # out/07
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      Uma dúvida:

      Quala diferença entre, por exemplo, G7, G7+ e G7M??

      O que significa o + neste caso?


      O + é a mesma coisa do M

      Significa que a setima é maior.
      já quando o 7 aparece sozinho significa que a setima é menor.

      Simonetti
      Veterano
      # out/07 · Editado por: Simonetti
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      Obrigado, Richard

      Então, G7m e G7 são a mesma coisa, certo?

      Neste caso, o G é sol maior, e apenas a sétima está "menor", correto?

      Então, Gm7 = Gm7m, e Gm7+ = Gm7M ?


      Concluindo, entre as variantes de sol com sétima, temos 4 possibilidades:

      G7M = G7+
      G7m = G7
      Gm7M = Gm7+
      Gm7m = Gm7

      Existem mesmo esta 4 possibilidades?

      kiki
      Moderador
      # out/07 · Editado por: kiki
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      Simonetti
      essas 4 possibilidades estão corretas.

      só tinha um lance com a nomenclatura, que eu vi num outro tópico. foi gente estudada que escreveu (acho que o foi o leandro panucci), não tenho certeza como era, mas acho que era o seguinte:

      existe sétima maior (7M) e sétima menor (7m, ou simplesmente 7).
      o nome sétima aumentada (7+) é errado, pois só as notas justas (quarta e quinta) seriam aumentadas ou diminuidas. as demais (segunda, terça, sexta e sétima) são ou maiores ou menores. ou pelo que entendi da explicação acima, se voce aumentar ou diminuir além do maior ou menor.
      (sera que algum especialista poderia confirmar ou corrigir isso?)

      assim sendo, essa sua equivalencia de nomes está teoricamente errada.

      =================

      mas na pratica a teoria é outra.

      cifra é o samba do crioulo doido, não existe convenção alguma, até por que ela surgiu na musica popular (diz a lenda que foi inventada pra escrever jazz).
      quando chegou a internet, a coisa piorou. então cada um escreve o nome como quer.

      isso posto, sua equivalencia de nomes está correta sim, pois voce vai encontrar essas variações, e possivelmente outras, pra denominar exatamente a mesma coisa.

      kochh
      Veterano
      # out/07 · Editado por: kochh
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      o nome sétima aumentada (7+) é errado, pois só as notas justas (quarta e quinta) seriam aumentadas ou diminuidas. as demais (segunda, terça, sexta e sétima) são ou maiores ou menores.

      Existe sim 2ª aum, 3ª aum, 6ªaum e 7ªaum.

      Só que na questão prática não se usa muito a 7ª aumentada porque ela tem o mesmo som de uma 8ª justa.

      Richard Guitar
      Veterano
      # out/07
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      Simonetti
      G7M = G7+
      G7m = G7
      Gm7M = Gm7+
      Gm7m = Gm7

      Existem mesmo esta 4 possibilidades?

      Existe.
      Tem pessoas que cifram acordes menores com um "-" como por exemplo
      G- = Sol menor.
      Assim como tem casos que escrevem :
      Gmaj7 = G7M = G7+
      D4# = D4+
      Tem casos em que a pessoa bota um triangulo pra dizer que o acorde tem a setima maior.


      kochh
      Só que na questão prática não se usa muito a 7ª aumentada porque ela tem o mesmo som de uma 8ª justa.
      Essa eu não sabia.

      O 2aum eu vejo mais como a 9aum que utiliza normalmente nos acordes alterados por exemplo.

      Já os outros casos que vc citou ainda num vi.

      Falou.

      LeandroP
      Moderador
      # out/07
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      Só que na questão prática não se usa muito a 7ª aumentada porque ela tem o mesmo som de uma 8ª justa.

      Simplesmente não existe este intervalo e isso só dá margem a equívocos.

      Não vejo razão lógica pra se escrever um intervalo de 7a aumentada.

      Quando há enarmonia, usamos o contexto pra saber, por exemplo, se é 4a aumentada ou 5a diminuta, se é 9a aumentada ou 3a menor.

      Agora qual é o contexto utilizado pra dizer se é 7a aumentada ou 8a justa?

      Se existe, eu desconheço.

      Então não existe:

      7a aumentada,
      3a aumentada ou diminuta
      4a diminuta
      6a aumentada

      Ao elevar um intervalo maior em um semitom, ele se torna aumentado, e que ao diminuir em um semitom um intervalo menor, ele se torna diminuto. Isso é o que diz a regra pra classificar intervalos. Mas ela não diz que "todos" os intervalos podem ser aumentados ou diminutos.

      _FrEd_
      Veterano
      # out/07 · Editado por: _FrEd_
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      kochh

      aumentada soh a 4ª e a 5ª msm, a 2ª aumentada n existe, soh a 9ª, que apesar de parecer igual, n é, e soh eh utilizada como dissonancia em acorde que contem a 3ª maior, pois como a 9ª aumentada equivale a 3ª menor, fikaria impossivel escrever um acorde com duas terças...

      LeandroP
      Moderador
      # out/07 · Editado por: LeandroP
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      kiki

      O intervalo de 9a pode ser aumentado sim.

      Ele é enarmônico (tem o mesmo som) com a terça menor.

      Quando é um e quando é outro?

      Quando possui 3a maior. Então como não pode haver duas terças, uma fica sendo 3a maior, e o outro 9a aumentada, por enarmonia. Você encontra este intervalo em acordes alterados.

      kochh
      Veterano
      # out/07
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      LeandroPanucci
      Agora qual é o contexto utilizado pra dizer se é 7a aumentada ou 8a justa?

      Se existe, eu desconheço.


      Vamos usar o exemplo de Dó.

      A sétima maior de Dó é Si certo, então a 7ª Aumentada seria um Si# que seria enarmômica da 8ª justa.

      Isso só vai diferenciar na hora de escrever na pauta, mas o som será o mesmo.

      LeandroP
      Moderador
      # out/07
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      kochh

      Certo cara, o seu raciocínio pra classificar o intervalo está certo.

      Mas em que contexto eu utilizaria o B# no lugar do C, pra representar um intervalo que será a 8a ??? Não existe este intervalo, em nenhuma hipótese.

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