Streaming está matando a pirataria no Brasil

Autor Mensagem
renatocaster
Moderador
# jan/15


As empresas de streaming estão conseguindo fazer algo que a indústria do entretenimento não foi capaz mesmo após anos de disputas judiciais: diminuir o consumo de conteúdo pirateado. É o que comprova um estudo divulgado na última semana, segundo o qual o hábito de baixar conteúdo ilegal é 31% menor entre os brasileiros que consomem músicas via streaming.

A pesquisa foi realizada pela Opinion Box a pedido do Comitê de Desenvolvimento da Música Digital, entidade nacional que reúne Deezer , Google Play Music, Napster, Rdio e Spotify. O instituto ouviu 1.112 adultos (609 homens e 503 mulheres), de todos os estados brasileiros, para chegar aos resultados.

“O streaming é uma forma de tirar o ouvinte da prática do download ilegal e o inserir num sistema pago e legal de música”, comenta Leo Morel, pesquisador do mercado brasileiro de música e professor de Cultura e Novas Mídias da FGV-Rio.

Mesmo com tamanho potencial, o formato é um dos menos populares entre os brasileiros, ficando à frente apenas do vinil como plataforma mais usada para ouvir músicas. Em primeiro lugar aparece o rádio, preferido por 76,4% dos brasileiros.

Depois vêm serviços de vídeo online, como YouTube (73,7%), MP3 (72,8%), CD (60,1%) e até a TV (48,2%). O streaming foi apontado por apenas 28,2%, enquanto o vinil ficou com 8,2%.

A Opinion descobriu, entretanto, que o conhecimento dos consumidores sobre o formato aumentou no Brasil, já que 56,5% dos entrevistados dizem saber do que se trata. Desses, 40,9% usam todos os dias e outros 40,6% acessam ao menos uma vez por semana.

As informações são do PavaBlog.

fernando tecladista
Veterano
# jan/15
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o fato é basico

me venda alguma coisa a um preço justo que eu pago

porque ninguém por ai tá a fim de gastar 40 reais em um CD que só vai ter uma faixa que preste que será a nova modinha desse verão e depois disso cai no esquecimento, porque é descartavel
mas se essa modinha de verão somente essa faixa, for vendida a 2,00 pra eu baixar até compraria porque é mais seguro, pratico e rapido do que ficar por ai entrando em site procurando download, ou instalando programa que baixa coisa do youtube

ou faça alguma coisa que preste que até pago os 40,00

erico.ascencao
Veterano
# jan/15
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A música, por si só, virou commodity.

cafe_com_leite
Veterano
# jan/15
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Acho digno. Não adianta nadar contra a correnteza, tem que cavar novos caminhos pra mudar o curso do rio.

Xeper
Veterano
# jan/15
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Bom, sempre apelei para download quando queria conhecer o play ou quando simplesmente não achava para comprar (por ser antigo, ou pela gravadora se recusar a mandar pro bananão), mas msm assim tinha toneladas de mp3 pq tem alguns anos que não escuto mais musica em casa, então CD pra mim é só para constar na coleção msm.
Nisso o streaming salvou a minha vida. Coleção de plays mto boa, preço justo e, no caso do spotify, ótima compressão para ouvir musica offline e não pesar no celular.
Não largo mais, recomendo e me livrou do maldito vicio de comprar CD (bom, quase... ainda tenho que comprar os re-re-re-remasters do Death hihihihi)

me venda alguma coisa a um preço justo que eu pago

porque ninguém por ai tá a fim de gastar 40 reais em um CD que só vai ter uma faixa que preste que será a nova modinha desse verão e depois disso cai no esquecimento, porque é descartavel
mas se essa modinha de verão somente essa faixa, for vendida a 2,00 pra eu baixar até compraria porque é mais seguro, pratico e rapido do que ficar por ai entrando em site procurando download, ou instalando programa que baixa coisa do youtube
(2)

Matou!

Adler3x3
Veterano
# jan/15 · Editado por: Adler3x3
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O maior problema por trás disto tudo é a baixa remuneração dos músicos/compositores.
O Streaming ajuda a combater a pirataria, mas o número de audições se confunde como um tipo de download (o que não deixa de ser, pois transfere o áudio para execução na memória temporária do player).
E isto causa uma ilusão no músico que acha que deveria receber bem mais.
E a cobrança dos direitos via Streaming esta apenas começando.
E no Streaming todos os músicos do mundo estão insatisfeitos, pois a remuneração é ridícula.
E tem muita gente ganhando dinheiro com isto, muito embora muitas empresas de Streaming já fecharam, pois não conseguiram adequar suas receitas com os seus custos, e só as grandes é que vão sobreviver.

A verdade é que estamos numa fase de transição, e as coisas tem que ficar mais equilibradas, mas sempre atentando que o principal elo desta cadeia é o músico, que para sobreviver necessita de uma remuneração justa.

renatocaster
Moderador
# jan/15
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Em primeiro lugar aparece o rádio, preferido por 76,4% dos brasileiros.

Curioso esse número. Com tantas opções de se ouvir música em formato digital [como YouTube (73,7%), MP3 (72,8%), CD (60,1%) e até a TV (48,2%)] a maioria ainda prefere ouvir rádio.

é mais seguro, pratico e rapido do que ficar por ai entrando em site procurando download

Eu falo por mim mesmo. Há tempos que eu não fico mais igual um tarado baixando toneladas de MP3 dos Torrents da vida ou coisa do tipo.

Xeper
Veterano
# jan/15
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Só eu ainda uso o soulseek para baixar musica? hauhauhuahuaua

Adler3x3

O maior problema por trás disto tudo é a baixa remuneração dos músicos/compositores.
O Streaming ajuda a combater a pirataria, mas o número de audições se confunde como um tipo de download (o que não deixa de ser, pois transfere o áudio para execução na memória temporária do player).
E isto causa uma ilusão no músico que acha que deveria receber bem mais.
E a cobrança dos direitos via Streaming esta apenas começando.
E no Streaming todos os músicos do mundo estão insatisfeitos, pois a remuneração é ridícula.
E tem muita gente ganhando dinheiro com isto, muito embora muitas empresas de Streaming já fecharam, pois não conseguiram adequar suas receitas com os seus custos, e só as grandes é que vão sobreviver.


É... isso é problema msm, tem alguns artistas que curto que pularam fora de spotify/deezer/serviço que tu gosta aqui. Acho uma pena apesar de achar que é escolha do cara, não posso e nem quero questionar.
Mas sei lá, não sei se cabe um pensamento simplista bagarai mas não é melhor pouco do que nada?
Levando em consideração que um desses artistas é do Japão e nunca vai mandar seus trampos para o bananão, só me sobra piratear.
Pelo menos no spotify eu poderia dar uns trocados hehehehe

JJJ
Veterano
# jan/15
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Há tempos que eu não fico mais igual um tarado baixando toneladas de MP3 dos Torrents da vida ou coisa do tipo. [2]

erico.ascencao
Veterano
# jan/15
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renatocaster
Há tempos que eu não fico mais igual um tarado baixando toneladas de MP3 dos Torrents da vida ou coisa do tipo.

Só digo isso porque já esgotei tudo o que queria baixar. Estou num processo de catalogação nos meus padrões organizacionais.

renatocaster
Moderador
# jan/15
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erico.ascencao

Só digo isso porque já esgotei tudo o que queria baixar. Estou num processo de catalogação nos meus padrões organizacionais.

Se for algum som que eu já não tenha em MP3, eu ouço online. Não vou atrás de downloads não, cara. A propósito, o canal que eu tenho mais utilizado atualmente para ouvir música é o Youtube.

cafe_com_leite
Veterano
# jan/15
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renatocaster
Se for algum som que eu já não tenha em MP3, eu ouço online. Não vou atrás de downloads não, cara. A propósito, o canal que eu tenho mais utilizado atualmente para ouvir música é o Youtube.


O problema é quando se está off line e infelizmente a internet móvel no Brasil ainda não tem capacidade de carregar um video no youtube, por exemplo. Por isso a mp3 baixada ainda vai reinar por algum tempo.

Kensei
Veterano
# jan/15
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Vcs fazem música mas não demandam qualidade na audição. É curioso.

Maicão da Gaita
Membro Novato
# jan/15
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acho que eu como muitos outros, ouvem musicas pelo YouTube da vida, alias eu procuro e conheço bandas novas por esse meio.
Dependendo seu eu gostar de muitas das musicas de um artista ou banda, eu compro, caso seja uma ou duas, uso apps pra baixa msm.

preço dos CDs ta um absurdo, ultimo que comprei não me lembro o nome, foi um do Jimmy Hendrix....cara paguei 40 conto pohha e ainda a capa é de papelão, não de plastico, ela é bonita mais de um material vagabundo.

krixzy
Veterano
# jan/15
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Acho essa afirmação estranha, tudo bem que passando a ouvir no u2b da vida a galera baixa menos músicas, já que ta lá pra ouvir a qualquer hora, mas de qualquer forma ainda é grátis, e isso não aumentou a venda de CD's, então pra quem quer vender isso não muda nada.

cafe_com_leite
Veterano
# jan/15
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krixzy
Acho essa afirmação estranha, tudo bem que passando a ouvir no u2b da vida a galera baixa menos músicas, já que ta lá pra ouvir a qualquer hora, mas de qualquer forma ainda é grátis, e isso não aumentou a venda de CD's, então pra quem quer vender isso não muda nada.




Mas pro musico a rentabilidade deixou de ser o CD (aliás, nunca deu muito dinheiro pra musico isso, dá dinheiro é pra gravadora). A sacada do YouTube é que ele divulga legal o trabalho de quem se dispõe a distribuir suas musicas nele. Com isso o artista vende mais shows (isso sim é que dá dinheiro pra musico).
O cara pode até ganhar uma misérinha do utube pelos views, mas o que vale mesmo é a divulgação. Pelo menos é a impressão que tenho.

krixzy
Veterano
# jan/15
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cafe_com_leite
Sim é isso mesmo, o youtube acaba até sendo melhor pro músico, mas pra gravadoras que tão preocupadas com downloads, isso ai não muda nada pra elas.

cafe_com_leite
Veterano
# jan/15
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krixzy
Sim é isso mesmo, o youtube acaba até sendo melhor pro músico, mas pra gravadoras que tão preocupadas com downloads, isso ai não muda nada pra elas.




Sinceramente? To me cagando pra gravadora. Quanto mais livre de intensões meramente comerciais, melhor pro artista. Eu penso que quando há uma entidade apenas interessada nos aécios é prejudicial demais pra arte e pro artista. Tá certo que há inúmeras vantagens quando tem-se um selo pesado, tipo uma Deck no Brasil, mas hoje com um pouco de esforço de marketing e com boa música dá pra ir alcançando espaço pouco a pouco. Muito mais árduo, mas tu não tem um produtor FDP interferindo no teu trabalho.

cafe_com_leite
Veterano
# jan/15 · Editado por: cafe_com_leite
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Falando em independência do artista, achei true demais as condições que o Cícero impôs à Deck. A distribuidora quis assinar com ele (que já distribuía seu álbum gratuitamente em seu site). Mano Cicero teve culhões e só aceitou o contrato com a condição de poder continuar disponibilizando seus álbuns grátis em seu site. Agora o cara tá com a mídia física rolando nas lojas e com o download gratuito no site. Tatica inteligente da Deck? Não sei, mas isso mostra que se o cara não é desesperado e tem talento, não é ele que precisa comer na mão da gravadora, antes o contrario.

Pra quem não conhece:




http://youtu.be/5O0hJRfXMvw

http://youtu.be/MLFl6QTIePM

Luiz_RibeiroSP
Veterano
# jul/15 · Editado por: Luiz_RibeiroSP
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Hoje li este texto do Regis Tadeu e lembrei deste tópico. Fiquei com a impressão de que o album do artista vai ser um mero souvenir vendido na porta do show, como camiseta, chaveiro, adesivo.
Se acabar sendo isto mesmo, vai ser muito estranho e me faz pensar até como musica é consumida hoje, o significado que tem. Não sei se aquele clichê "representou a ideologia de uma geração/ quebraram regras/ questionou os valores morais e políticos da sociedade" faria sentido para musica no futuro. punk, grunge, psicodelia queriam de alguma forma contestar algo, fazer pensar e repensar. talvez a tendência será não pensar.

JJJ
Veterano
# jul/15
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Luiz_RibeiroSP

Desta forma, nunca mais um "Dark Side of the Moon", nunca mais um "Thriller", nunca mais um "Back in Black"... O formato de álbum é mais do que um monte de músicas juntas (pelo menos pra mim). Isso parece estar se perdendo, de certa forma.

Mauricio Luiz Bertola
Veterano
# jul/15
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JJJ
Pois é...
Somando isso à baixa qualidade do que, no geral, se produz hoje, o futuro se afigura sombrio... Sinal dos tempos.....
Abç

Lelo Mig
Membro
# jul/15 · Editado por: Lelo Mig
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Eu quero qualidade e a diversão de colecionador...

Então, ainda compro Vinil em sêbos, ainda compro CDs e o que baixo na Internet é TUDO DE GRAÇA, por dois motivos:

1- Nada do que quero e gosto esta disponível nestes "streammers" da vida, que só trabalham com o que tá na moda.

2- Não vou pagar um centavo por um áudio de péssima qualidade. Sem arte, sem encarte, sem ficha técnica, sem conteúdo algum.

Errado? Ilegal? Pirataria?... Não sei, não tenho culpa se a ganância desenfreada das gravadoras e artistas fizeram a fonte secar.

makumbator
Veterano
# jul/15 · Editado por: makumbator
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Lelo Mig

Também ainda compro CDs, mas cada vez menos que antes. Vinil não compro mais (doei a maior parte que tinha e fiquei com alguns com mais ligação sentimental).

Não assino nenhum desses serviços de streaming, mas compro eventualmente faixa na Itunes store (mas é muito eventual mesmo).

Nada do que quero e gosto esta disponível nestes "streammers" da vida, que só trabalham com o que tá na moda.

Esse é um problema também pra mim, apesar que na loja da Apple até acho algumas coisas mais obscuras que gosto.

Não vou pagar um centavo por um áudio de péssima qualidade. Sem arte, sem encarte, sem ficha técnica, sem conteúdo algum.

Tem aquelas lojas de venda digital em nível de audiófilo. Nunca comprei, mas é bem mais caro também.

No geral acho que esses serviços online (streaming ou não) tem o lado bom e ruim. O melhor é reduzir a pirataria, permitir ao usuário comprar faixas em separado (ou por um tempo reduzido). Outra vantagem é não ter que esperar pra importar CDs e pagar impostos de importação. Pagou levou na hora. Isso é bom.

O ruim é o nível de pagamento para os músicos, que fica em muitos casos abaixo do que se praticava em outros formatos mais antigos. E também aquelas tosqueiras como a que a Apple fazia, que era de sua própria iniciativa dar promoção ou colocar certos arquivos grátis por um tempo e não pagar nada aos músicos.

Luiz_RibeiroSP
Veterano
# jul/15
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De um lado temos novas oportunidades de mercado, que não restringem mais artistas e publico ao intermédio de grandes gravadoras. Temos a possibilidade de mais proximidade entre artista e publico.

De outro lado temos o formato de álbum destruído, sendo que boa parte da arte se perdeu sem a mídia convencional. E a situação de não termos mais um "Dark Side of the Moon". ziggy stardust sendo lançado hoje perderia muito seu significado. E se pararmos pra pensar serão incontáveis exemplos.

Não sei como esta conta vai fechar, o mercado vai tender a esta mudança e isto é inevitável, acho que não é o fundo do poço porque a qualidade artística vai ser determinada pelo publico. Tentei achar algo parecido na historia, como o VHS vs Cinema/TV a cabo, mas acho que esta mudança atual é inédita.

Mauricio Luiz Bertola
Veterano
# jul/15
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Luiz_RibeiroSP
acho que não é o fundo do poço porque a qualidade artística vai ser determinada pelo publico.
Se vc tem um público inculto e acostumado com coisas de qualidade duvidosa ou fragmentadas...
O futuro é negro....
E não adianta vir com esse papo de de "procurar na internet" pois é minoria quem faz isso. A maioria ouve mesmo é Cristiano Araújo, Mumuzinho, Menor do Chapa e Anitta (e por aí vai...), que toca no rádio ou no programa do Gugu ou no "Ishquenta", e como a maioria é quem as empresas de mídia querem para consumir....
Abç

Luiz_RibeiroSP
Veterano
# jul/15 · Editado por: Luiz_RibeiroSP
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Mauricio Luiz Bertola
...é, cada publico tem o artista que merece. não sei se a questão é tão simples porque países de 1º mundo,com bom sistema de ensino, também consomem coisas de qualidade duvidosa ou fragmentadas. nesta lista vamos encontrar um monte ->http://www.billboard.com/charts/hot-100

lembrei daquele filme Idiocracy

não pensei no papo de "procurar na internet"

Abç

Mauricio Luiz Bertola
Veterano
# jul/15
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Luiz_RibeiroSP
Esse problema é geral, mas aqui no Brasil é mais contundente pois somos uma sociedade com características subdesenvolvidas e com uma estrutura educacional formal(além de alguns aspectos informais), péssima.
O "procurar na internet" não foi direcionado especificamente para você não, mas é argumento (sofístico) de alguns.
Abç

Adler3x3
Veterano
# jul/15
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Ocasionalmente eu baixo na Internet.
Exijo qualidade, desta forma baixo arquivos Flac.
Não sou de ficar escutando streaming e rádios e tal.
Pois a qualidade é muito baixa.
Mas procuro músicas raras e impossíveis de comprar o cd no Brasil.

Lelo Mig
Membro
# jul/15
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Adler3x3

"Mas procuro músicas raras e impossíveis de comprar o cd no Brasil."

Cara, não é só no Brasil não... têm CDs que não acho mais nem na gringolandia.

80% do meu acervo é anos 70 (68 à 72)... período que acho mais criativo e têm mais a ver comigo.

Muitas bandas, não têm catálogo nem em seu País de origem. Estes álbuns já deram o que tinham que dar em termos de dinheiro para sua gravadora...

Então, assim como gravávamos fitas k7 quando eu era garoto, e não era considerado pirataria, não acho pirataria quando alguns bons samaritanos colocam na rede verdadeiras pérolas que nunca eu iria conseguir pelos meios convencionais.

Pelo contrário, acho isso um resgate e propagação de cultura de uma época, obscura para muitos.

E olha, não são só álbuns obscuros não... Fiquei 3 anos para conseguir o King Crimson - Red, em CD, porque estava fora de catálogo no mundo todo... depois foi relançado.

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