Cella - Quarteto de Cordas

    Autor Mensagem
    led123_del321
    Veterano
    # jan/14


    Tempão que não posto nada aqui...

    Essa eu fiz tem mais de um ano... Na época eu considerava ela só um rascunho pra algo maior que eu faria depois. Só que, além de ter faltado tempo, falta agora o motivo, a inspiração pra eu continuar ela.

    Sequer dei um título pra ela... "Cella" foi o título que me veio agora na cabeça.

    Usei o "Vienna Solo Strings" e o Reaper. E o Altiverb pra ambiência. A pra escrever foi o Guitar Pro 6.

    Críticas são bem vindas!

    https://soundcloud.com/take8/cello-01-09-2012-v002-altiverb

    Jube
    Veterano
    # jan/14
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    Gostei do movimento rapaz, ficou com aquele toque clássico. Eu viajei por muitos vsts e arriscaria um palpite de que no ewql daria um contraste bacana também.
    Esse tipo de som da uma trabalheira muitooo grande, mas é gostoso de fazer, aproveita a ideia!

    led123_del321
    Veterano
    # jan/14 · Editado por: led123_del321
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    Jube

    Apesar de eu ter gostado mais do que eu ouvi do Vienna, esse EWQL também é uma ótima opção de vst.

    Qual versão você indica do ewql?

    Valeu pela presença!

    ps: Se quiser conhecer melhor o vienna, dá uma olhada nesse tópico.

    http://forum.cifraclub.com.br/forum/16/288129/

    Adler3x3
    Veterano
    # jan/14 · Editado por: Adler3x3
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    O Viena tem um som muito bom, bem superior a todos é mais sutil, mais natural.
    E o processo de sampleamento dos instrumentos é mais caprichado (os loops são maiores e tem mais detalhes nas articulações).
    Ainda não tenho o Viena completo, somente os instrumentos que existem no Kontakt, mas sem dúvida é o melhor.
    Tanto na questão de gravação como de execução que é feita por excelentes profissionais.
    Quanto ao EWQL não sou muito fã não, é muito artificial e os samplers não soam bem, tem alguma coisa (tem algo de errado, que devem ser efeitos) adicionada nos samplers destes instrumentos que dá a falsa sensação de qualidade e realidade.
    Mas se você escutar músicas feitas por este software não dá menos de 20 minutos e seus ouvidos já ficam com fadiga auditiva, pois não são normais, e carregam dentro de si sons que não existem numa orquestra.
    Na Internet existem centenas de sites e blogs de gente que usa este software e outros similares, que carregam demais o áudio, parece bom e impactante mas não é.
    É só ouvir por mais tempo que os ouvidos logo see cansam e vem a a irritação
    E música é para ouvir e obter benefícios.
    E temos que ter cuidado no que ouvimos, dá para escutar longas sessões de música diariamente com um volume adequado.
    Eu confio no meu ouvido e escuto música clássica desde tenra idade, no tempo dos discos de 78 rotações de um lado só.
    A exceção do EWQL são os vocais que possibilitam a montagem de frases.
    Bem esta é a minha opinião pessoal.
    O EWQL esta mais para o novo estilo pseudo clássico das músicas ditas épicas para filmes, onde por exemplo os Cellos e tímpanos ficam com um peso bem forte acima do normal, assim como a percussão em geral que fica mais forte ainda. (e aqui tem todo o tipo de efeito que se imaginar, principalmente compressão.
    A música de cinema nos últimos tempos para instrumentos de orquestra ganhou uma nova conotação.
    E os filmes de baixo orçamento usam e abusam dos instrumentos virtuais, mas se você ouvir bem e prestar bem a atenção nos detalhes vai constatar o que estou escrevendo.
    E usar compressão em instrumentos de orquestra, principalmente cordas destrói o som original.

    Quanto a versão Cella ficou legal, a gravação ficou bem nítida.
    Você fez no guitar pro, mas se começar a usar Editores de Partitura vai ficar melhor ainda.
    O Guitar Pro como o própria título indica é mais aplicável para guitarra e violão, e os acordes são montados com base nisto.
    Se você tem o Viena utilize melhor e componha mais.
    Mas repito o que já disse num post anterior, edite partituras de músicas clássicas no seu estilo preferido, e depois exporte o midi para a DAW, e faça mais edições para humanizar melhor.
    E a questão de tempo é relativa, quem faz e planeja o nosso tempo somos nós mesmos.
    Se todos os dias fizer um pouquinho de edição, com o tempo o trabalho se completa.
    Quanto a inspiração é muito importante, mas não é tudo, a inspiração indica o início a vontade de fazer, e aparece as vezes em alguns momentos.
    Mas não esta sempre presente.
    E aí entra a técnica de compor e de saber lidar com os instrumentos.
    Já para os instrumentos de corda, para se fazer um acorde se usam diferentes instrumentos, e a possibilidade de fazer acordes como por exemplo como o Violoncello da forma tradicional do violão que estamos acostumados, o instrumento é mais limitado, e permite tocar poucas notas ao mesmo tempo.
    Por isto é que tem estudar obras clássicas feitas para estes instrumentos, e na pauta se pode observar como foi feito, e se vai perceber como os acordes são feitos na realidade.
    Com a palavra o nosso membro do fórum o Makumbator que é um instrumentista e trabalha muito bem na edição de partituras.
    Hoje em dia tem muitas gravações que levam o pessoal leigo e até os mais experientes (em home studio) a ficarem com dúvidas se a gravação foi feita por instrumentos reais ou por instrumentos virtuais.
    Por leigo me refiro a maioria de nós , incluindo eu mesmo, pois especialista nisto mesmo são os Maestros de verdade, que conhecem detalhes de todos os instrumentos.
    Mas o que entrega e demonstra que uma gravação foi feita por instrumento virtuais é o estéreo destacado, e alguns VSTs exageram no peso dos instrumentos, pois numa gravação real de orquestra se usa poucos microfones, muito embora num quarteto de cordas (poucos instrumentos) pode-se gravar diferente.
    E o processo de gravação para filmes das grandes produções que envolve milhões e milhões é bem complexo (e esbanjam dinheiro), e não pode-se comparar com o de um home studio, ou de uma gravação normal tradicional e aqui utilizam outras técnicas de gravação mais detalhadas, dependendo do tamanho do orçamento, que não são utilizadas na maioria das gravações de orquestras normais das tradicionais gravadoras do gênero.

    led123_del321
    Veterano
    # jan/14 · Editado por: led123_del321
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    Adler3x3

    O Viena tem um som muito bom, bem superior a todos é mais sutil, mais natural. (...) O EWQL esta mais para o novo estilo pseudo clássico das músicas ditas épicas para filmes

    Pensei exatamente o mesmo, quanto comparei os dois... Ou seja, dependendo do resultado que você busca, o EWQL pode ser o mais indicado.

    Eu, como busco sempre uma sonoridade natural, e não me ligo muito nessas coisas "Épicas", vou preferir quase sempre o vienna.

    Quanto a versão Cella ficou legal, a gravação ficou bem nítida.
    Você fez no guitar pro, mas se começar a usar Editores de Partitura vai ficar melhor ainda.
    O Guitar Pro como o própria título indica é mais aplicável para guitarra e violão, e os acordes são montados com base nisto.
    Se você tem o Viena utilize melhor e componha mais.
    Mas repito o que já disse num post anterior, edite partituras de músicas clássicas no seu estilo preferido, e depois exporte o midi para a DAW, e faça mais edições para humanizar melhor.


    A última versão do Guitar Pro (a 6) tem configurações de partitura específicas pra cada instrumento. Por exemplo, se você tentar colocar uma nota fora da tessitura do instrumento, ele bloqueia. Uso o guitar pro só pra escrever mesmo, como se fosse no papel. A ediçao midi, eu faço no Editor da DAW (Reaper, no caso). Além de eu já estar acostumado com o Guitar Pro. Mas eu tenho outros editores aqui...

    Sobre o vienna... Só tenho o Solo Strings. Mas como não tenho o software deles (usei o G-Player nesse projeto), acredito que isso limite um pouco as possibilidades. Basicamente, nesse projeto, eu só alterei o "velocity" e fui aplicando os samples que soavam melhor em cada nota, nota por nota.

    E a questão de tempo é relativa, quem faz e planeja o nosso tempo somos nós mesmos.
    Se todos os dias fizer um pouquinho de edição, com o tempo o trabalho se completa.
    Quanto a inspiração é muito importante, mas não é tudo, a inspiração indica o início a vontade de fazer, e aparece as vezes em alguns momentos.
    Mas não esta sempre presente.
    E aí entra a técnica de compor e de saber lidar com os instrumentos.


    É que às vezes você tem outras prioridades mais urgentes na vida, que você fica realmente sem cabeça (psicologicamente, eu digo) pra lidar racionalmente com a música, entende? E isso vai de pessoa pra pessoa. Realmente, esse é um problema que eu tenho (administrar o tempo), mas já to cuidando disso.

    Enfim, cara, valeu aí pelos comentários e pela atenção de sempre!

    Jabijirous
    Veterano
    # jan/14
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    led123_del321

    O vienna tem uma atualização que melhora na dinâmica. Infelizmente essa atualização só era feita no próprio gigastudio. Acho que é por isso que eu não deleto meu vienna, ainda mais depois do G-player. Só estou esperando lançarem uma versão que dê pra usar o pack performance.

    Eu estou terminando um post que vou falar sobre reverb na orquestra. Vou falar do posicionamento, ambiência e etc. Sai ainda essa semana.

    led123_del321
    Veterano
    # jan/14
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    Jabijirous
    O vienna tem uma atualização que melhora na dinâmica. Infelizmente essa atualização só era feita no próprio gigastudio. Acho que é por isso que eu não deleto meu vienna, ainda mais depois do G-player. Só estou esperando lançarem uma versão que dê pra usar o pack performance.

    Viajei agora hehehe Vou pesquisar ali: "gigastudio", "performance pack"... pera!

    No meu vienna (samples somente), os arquivos são de 2003 hahah... Acho que tá bem desatualizado heheh

    Eu estou terminando um post que vou falar sobre reverb na orquestra. Vou falar do posicionamento, ambiência e etc. Sai ainda essa semana.

    Opa! Aguardando... Passo muito tempo mexendo na ambiência, em qualquer coisa que eu gravo. É um assunto que me interessa...

    Adler3x3
    Veterano
    # jan/14 · Editado por: Adler3x3
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    Jabijirous

    Opa!
    Ficamos no aguardo.
    Recentemente fiz um post sobre reverb.
    Dá uma olhada.

    http://forum.cifraclub.com.br/forum/16/311119/

    led123_del321

    É que às vezes você tem outras prioridades mais urgentes na vida,

    É verdade, devido a facilidade de comunicação dos dias modernos e de outros pormenores, o nosso dia parece que esta cada vez mais curto.
    E não tem como fazer tudo o queremos.
    Quanto aos samplers do Viena muito embora sendo de 2003 são muito bons, me lembro do tempo que usei o Reason nesta época e tinha um refil do Viena.

    makumbator
    Veterano
    # jan/14 · Editado por: makumbator
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    Adler3x3

    Concordo com o que disse sobre o Vienna e o EWQL.

    Uma coisa legal que se pode usar no Vienna (pelo menos nos mais novos, não se tem nesses antigos do Gigastudio, pois eu tenho os novos da edição especial) é o comando de X-fade, que é basicamente um controlador que altera "aos poucos" de um sampler para outro de maneira natural.

    Então, se você faz um crescendo, ele muda durante a nota (através do X-fade) de um sampler de dinâmica mais baixa para outros de dinâmica mais forte, e com isso fica muito mais natural, pois não é apenas uma alteração de volume (como os demais instrumentos virtuais nessa situação) e sim alteração de volume + alteração de timbre (afinal, cada dinâmica tem um timbre diferente).

    Mas esse controle é mais facilmente usado direto no tocador da Vienna (que é simplesmente imbatível), o Vienna instruments. Juntando o X-fade com edição minuciosa de velocity, escolha correta de articulação de acordo com a frase, e controles de volume e expressão deixam tudo mais natural.

    E se a pessoa quiser ainda pode fazer um pouco de algo que eu chamaria de "anti-quantização". No caso seria mover levemente algumas notas aqui e ali para frente ou para trás (e também mudando em alguns frames a duração de algumas notas para mais ou para menos).

    Com isso vai se estar saindo do grid do tempo levemente, e se o usuário ainda fizer o andamento com micro flutuações (ou seja, não perfeitamente metronômico) vai estar humanizando ainda mais a execução.

    Aqui um demonstrativo simples do X-fade:

    http://www.youtube.com/watch?v=0nVFdy-hXSM&list=PLC5G55FKmpIHw_BOcUkvH n5QAVzqgxWdP

    led123_del321
    Veterano
    # ago/14
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    Up!

    Queria uma opinião...

    Tá muito estranha essa música? Tá abrupta demais nas passagens entre as partes? Tá coerente, pelo menos?

    Tava querendo reformular ela...

    Synth-Men
    Veterano
    # ago/14
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    Meu caro a música está muito boa. Muito cativante. Muito mesmo.

    Tá abrupta demais nas passagens entre as partes?

    Com todo respeito, eu aumentaria o ataque do cello(o que está fazendo o papel do baixo), para ele ficar menos agressivo e não mexeria em mais nada. Talvez sairia um pouco do punch.

    A viola e o violino eu deixaria no mesmo.

    led123_del321
    Veterano
    # ago/14
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    Synth-Men

    Realmente... Tá menos suave a execução do cello. Dica anotada!

    Mas eu perguntei mais especificamente sobre a composição em si. Talvez esteja soando imprevisível demais, numa primeira audição. Eu, que já ouvi 500 vezes, não percebo isso porque sei exatamente o que vem depois. Foi nesse sentido de "abrupto" que eu falei.

    Valeu por comentar cara! Fico feliz que tenha agradado!

    Synth-Men
    Veterano
    # ago/14
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    Meu caro, as passagens estão boas sim.

    Para voce ver se realmente falta alguma coisa, te aconselho a ficar no mínimo uns três a quatro dias para que a sua memória auditiva esqueça a música.

    led123_del321
    Veterano
    # ago/14
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    Synth-Men

    Já devo ter ficado bem mais que isso heheh... Postei a música no início desse ano. Aliás, esse arquivo que eu postei é de 2012.

    Obrigado pela opinião, mais uma vez, cara!

    Adler3x3
    Veterano
    # ago/14 · Editado por: Adler3x3
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    Eu penso o seguinte:

    - Esta peça musical é de 2.012;
    - você já ouviu centenas de vezes, e esta preso tanto a música original como a execução via midi;
    - é muito difícil para quem escuta de fora comentar sobre detalhes que podem ser melhorados, pois isto envolve muitas técnicas diferentes;
    - uma coisa é a partitura de uma música, outra coisa é a execução;
    - primeiro se tem a partitura, depois quando se entra no processo de humanização/reprodução midi, a partitura deixa de existir e o que vale é o arquivo midi;
    - num caso hipotético em que diferentes músicos aqui do fórum tivessem acesso a partitura e aos arquivos midi, cada músico usaria uma técnica diferente de humanizar e saber aplicar corretamente o instrumento virtual, e um trabalho não invalidaria o outro, apenas seriam formas diferentes de tentar fazer a mesma coisa, com mais ou menos nuances;
    Por exemplo o Jube faria de certo modo, o Makumbator faria de outro jeito, usando mais os recursos que tem a sua disposição, além é claro de um conhecimento a nível superior da música clássica, assim como o Jabijirous que tem um conhecimento bom faria de outra forma, eu faria de outro jeito, e você tem que desenvolver a sua técnica e fazer do seu jeito;
    E neste campo sempre vamos estar aprendendo, mas a principal limitação são os softwares, uns mais avançados, outros nem tanto.
    E temos que aprender a usar os recursos que temos a nossa disposição, o que depende de recursos financeiros de se ter melhores softwares/hardwares.
    Este é um processo que não tem fim, tanto na teoria como na prática.
    Conhecendo as limitações, podemos adquirir com consciência softwares melhores.
    E cada instrumento virtual tem as suas características próprias.
    Além do uso dos efeitos, que é outro estudo a parte.
    Além do estudo da teoria musical que temos que nos aprofundar.

    - num arquivo midi podem existir "n" formas diferentes de tratar o volume, os legatos e outras articulações,

    Assim na minha opinião você deveria fazer novas composições, e ir aprimorando a sua técnica, tanto nas questões da composição em si, como na parte de edição de midi e uso dos instrumentos virtuais;
    Pontos de atenção:
    - técnica de composição;
    - os instrumentos virtuais e o uso de seus recursos; (diferentes softwares)
    - o uso dos recursos da DAW e outros softwares e vários processos de importação e exportação;
    - técnicas de humanização; (o que pode valer para o EWQL, pode não valer para o Viena ou outro software, ou a aplicação da mesma técnica exige dosagem diferente);
    - técnicas de mixagem e masterização. (a composição pode estar boa, o uso certo dos instrumentos também, mas a mixagem pode estar ruim e comprometer tudo);

    Então envolve muita coisa, e só se vai evoluir fazendo novos trabalhos aprendendo diferentes técnicas.
    São centenas ou milhares de variações.
    Conhecer as limitações tanto de softwares como de teoria musical.
    Envolve também o estudo das composições similares de outros compositores clássicos.
    Assim pode-se obter a partitura original , bem como uma boa gravação desta execução fiel a partitura.
    E colocar o arquivo de áudio numa track para servir de referência, e tentar gravar usando instrumentos virtuais, e ir comparando, aplicando diferentes técnicas, o que só se vai conseguir com muitos trabalhos.
    Assim por enquanto na minha opinião, é melhor esquecer a peça atual.
    Que tem um bom potencial para uso futuro, seja no todo ou em algumas partes, mas é necessário aprender mais, para depois poder saber editar.
    Tem que ter mais material para poder evoluir.
    Não vai ser na primeira, nem da vigésima primeira que se vai conseguir acertar tudo e ter um bom resultado composição/gravação do áudio.
    E sempre vai acontecer em determinadas composições/gravações que não vamos conseguir alcançar um resultado satisfatório, por mais que nos esforcemos, pois é difícil com instrumentos virtuais se conseguir um resultado no mesmo nível de instrumentos reais.
    E assim sempre vão existir certas peças incompletas, que ficam guardadas no hd, mas vez por outra pode-se aproveitar parte do material, mas não do todo.

    led123_del321
    Veterano
    # ago/14
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    Adler3x3

    Seria interessante ouvir essa música, "interpretada" por alguém aqui do fórum.

    Realmente, conhecimento, em todos esses quesitos aí que você citou, é uma coisa da qual eu caraço bastante. Mas, falando especificamente de composição, eu fico mais preocupado com essa parte, pois eu não segui nenhuma forma específica de composição, já que, no máximo, eu consigo identificar uma fuga (compor, não), e olhe lá. Daí eu achar que talvez a música esteja com uma sonoridade "perdida" demais, sem rumo, sei lá.

    Enfim, valeu pela resposta! Seus comentários geralmente servem pra botar a cabeça no lugar, basicamente heheh

    Abraço!

    ps: Se alguém quiser, posso disponibilizar os arquivos midi aqui. Tanto os editados no Reaper, quanto os originais, do Guitar Pro 6, que é o que eu uso inicialmente pra compor (ainda).

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