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      Feminismo Priva as Meninas do Amor do Pai

      Autor Mensagem
      General Patton
      Membro Novato
      # 30/jun/17 23:30 · Editado por: General Patton


      A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

      As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

      Pais e filhas

      As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

      Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

      Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

      A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

      Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

      Outra mulher disse:

      Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

      Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

      Mulheres que crescem sem um pai

      Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

      Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir".

      Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

      A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

      As feministas compensam adoptando comportamento masculino

      Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é o medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

      Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

      Quando lhes é negada a interação com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

      Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

      Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

      O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava conosco.

      Gloria Steinem:

      O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

      Germaine Greer:

      O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

      (De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

      O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

      O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

      Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

      A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

      A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a *****. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

      O establishment promove e propaga esta mentira

      Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

      No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

      Conclusão:

      A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

      Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

      Henry Makow

      sallqantay
      Veterano
      # 01/jul/17 06:42 · Editado por: sallqantay
      · votar


      Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto, bastante útil e com resultados não verificáveis.

      Nego perde o próprio tempo para confirmar Freud de um modo que não é verificável, num grande show de cherry picking.

      brunohardrocker
      Veterano
      # 01/jul/17 09:30
      · votar


      Feminismo é uma forma de trazer problemas para a vida de mulheres que não os tem, fazendo acreditar que isso irá resolver os problemas das mulheres que os tem.

      É um milagre da multiplicação dos problemas e compartilhamento de chatice.

      Joseph Conrad
      Membro Novato
      # 01/jul/17 17:23
      · votar


      Então no fim a culpa é dos homens?

      Nada de novo no front feminista.

      sallqantay
      Veterano
      # 02/jul/17 17:01
      · votar


      Então no fim a culpa é dos homens?

      Nada de novo no front cristão.


      Snakepit
      Veterano
      # 03/jul/17 05:09 · Editado por: Snakepit
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      Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

      Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31).


      Descobri com a vida que filhas de pais separados são mais difíceis de se ter relacionamento, afetando inclusive o comportamento sexual e principalmente a forma como elas encaram o relacionamento em si, o "amor", digamos assim. Foram os piores relacionamentos que eu tive. A falta do pai na casa muda muito a personalidade da mulher e a presença de um padrasto muda ainda mais, principalmente se ele "entrar na casa" quando ela tiver entre 10 e 15 anos de idade.

      Não quero julgar aqui se é pra melhor ou pior e claro que isso também não são regras, são apenas algumas conclusões que o ISP chegou com uma amostragem bem pequena de mulheres.

      Porém meus relacionamentos com filhas de pais divorciados tem o mesmo índice de fracasso dos relacionamentos com as filhas de pais casados, o que desmerece toda minha profunda pesquisa: fail rate de 100%.

      *ISP: Instituto Snakepit de Pesquisas.

      Viciado em Guarana
      Veterano
      # 03/jul/17 06:41
      · votar


      e a presença de um padrasto muda ainda mais, principalmente se ele "entrar na casa" quando ela tiver entre 10 e 15 anos de idade.

      Isso é muito verdade, mano!

      Maestro della Verità
      Membro Novato
      # 03/jul/17 08:03
      · votar


      Snakepit
      acho que não é só o ISP que verificou esta tendencia
      o IMdVP também chegou à mesma conclusão, com base em sua (também pequena) amostragem

      st.efferding
      Membro
      # 03/jul/17 09:01
      · votar


      o Instituto srto efedrina também chegou à mesma conclusão, com base em sua amostragem


      sallqantay
      Veterano
      # 03/jul/17 09:05
      · votar


      acho que o modelo mais adequado para tudo isso é um só, que ao mesmo tempo satisfaz o critério vintagista-conservador e de simplicidade (Occam)

      falta de pica

      st.efferding
      Membro
      # 03/jul/17 09:15
      · votar


      sallqantay

      CIENTOLOGISTA OPRESSOR!!1!

      Insufferable Bear
      Membro
      # 03/jul/17 10:02
      · votar


      A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

      As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

      Pais e filhas

      As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

      Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

      Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

      A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

      Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

      Outra mulher disse:

      Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

      Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

      Mulheres que crescem sem um pai

      Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

      Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir".

      Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

      A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

      As feministas compensam adoptando comportamento masculino

      Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é o medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

      Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

      Quando lhes é negada a interação com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

      Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

      Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

      O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava conosco.

      Gloria Steinem:

      O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

      Germaine Greer:

      O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

      (De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.)

      O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

      O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

      Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

      A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

      A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a *****. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

      O establishment promove e propaga esta mentira

      Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

      No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

      Conclusão:

      A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

      Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

      Henry Makow


      tl;dr

      megiddo
      Membro
      # 03/jul/17 12:03
      · votar


      A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

      As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

      Pais e filhas

      As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

      Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

      Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

      A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

      Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

      Outra mulher disse:

      Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

      Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

      Mulheres que crescem sem um pai

      Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

      Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir".

      Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

      A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

      As feministas compensam adoptando comportamento masculino

      Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é o medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

      Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

      Quando lhes é negada a interação com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

      Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

      Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

      O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava conosco.

      Gloria Steinem:

      O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

      Germaine Greer:

      O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

      (De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.)

      O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

      O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

      Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

      A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

      A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a *****. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

      O establishment promove e propaga esta mentira

      Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

      No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

      Conclusão:

      A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

      Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

      Henry Makow


      http://i.imgur.com/Y3zg7Er.jpg

      st.efferding
      Membro
      # 03/jul/17 12:37
      · votar


      A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

      As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

      Pais e filhas

      As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

      Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

      Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

      A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

      Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

      Outra mulher disse:

      Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

      Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

      Mulheres que crescem sem um pai

      Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

      Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir".

      Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

      A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

      As feministas compensam adoptando comportamento masculino

      Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é o medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

      Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

      Quando lhes é negada a interação com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

      Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

      Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

      O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava conosco.

      Gloria Steinem:

      O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

      Germaine Greer:

      O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

      (De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

      O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

      O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

      Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

      A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

      A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a *****. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

      O establishment promove e propaga esta mentira

      Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

      No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

      Conclusão:

      A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

      Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

      Henry Makow


      Maykow Torres > Henry Makow

      sallqantay
      Veterano
      # 03/jul/17 12:40
      · votar


      A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

      As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

      Pais e filhas

      As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

      Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

      Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

      A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

      Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

      Outra mulher disse:

      Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

      Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

      Mulheres que crescem sem um pai

      Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

      Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir".

      Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

      A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

      As feministas compensam adoptando comportamento masculino

      Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é o medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

      Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

      Quando lhes é negada a interação com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

      Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

      Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

      O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava conosco.

      Gloria Steinem:

      O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

      Germaine Greer:

      O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

      (De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

      O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

      O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

      Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

      A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

      A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a *****. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

      O establishment promove e propaga esta mentira

      Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

      No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

      Conclusão:

      A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

      Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

      Henry Makow


      CindyFerrari
      Veterano
      # 04/jul/17 16:57
      · votar


      O "amor" do meu pai só me ensinou a ter pavor de casamento.

      brunohardrocker
      Veterano
      # 04/jul/17 17:44
      · votar


      O problema dessa corrente de zapzap ideológica é que ela problematiza demais e soluciona de menos.

      É tipo, dizer que casamento (com um homem) é um problema, mas não oferecer uma solução. Ou oferecer como solução transformar a sua casa num abrigo de gatos.

      Tira-se as máscaras e tem-se o mais puro estado de adolescência perpétua a que um ser humano pode ser condenado.

      sallqantay
      Veterano
      # 05/jul/17 05:35
      · votar


      O "amor" do meu pai só me ensinou a ter pavor de casamento.

      acho que isso explica a adesão de CindyFerrari a tão nefasta ideologia

      CQD

      CindyFerrari
      Veterano
      # 05/jul/17 10:18
      · votar


      sallqantay
      eu nunca quis casar, só estou começando a cogitar a ideia agora, sério
      nunca tive aquela ideia de igreja e vestido branco, nem quando era mais nova

      acabaramosnicks
      Membro Novato
      # 05/jul/17 10:53
      · votar


      CindyFerrari
      O casamento no sentido do ritual é uma coisa meio que whatever mesmo, vai de gosto, criação e influencias. Porém, casamento no sentido de ter um parceiro fixo, talvez morar com ele, e dividir a maior parte de sua vida e não só alguns momentos e etc, vc nunca teve vontade, nem quando mais nova?
      Talvez o seu pai como referência também acabou te deixando com essa vontade de não ter filhos também.

      General Patton
      Membro Novato
      # 05/jul/17 12:02
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      O "amor" do meu pai só me ensinou a ter pavor de casamento.

      Viram só?!

      CindyFerrari
      Veterano
      # 05/jul/17 13:58
      · votar


      acabaramosnicks
      exatamente.. a relação dos meus pais melhorou de uns anos pra cá.. mas quando eu era adolescente, ele era bem cretino, não queria que minha mãe voltasse a estudar, queria controlar tudo dela, dinheiro, amizades.. era um horror..

      eu só pensava "pra que eu quero isso na minha vida?"

      brunohardrocker
      Veterano
      # 05/jul/17 14:41
      · votar


      CindyFerrari

      O que esse movimento te ensina?
      Que todos os homens são iguais a ele?

      Bizet
      Veterano
      # 05/jul/17 14:52 · Editado por: Bizet
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      o problema do feminismo é que ele rola nas cidades maiores, onde o movimento não faz tanto sentido e não tem tanto impacto quanto no interior

      digo, se metade dos assassinatos de mulheres são por familiares, então tem alguma coisa errada, só que a maior parcela desses assassinatos rolam no interior, e isso acontece obviamente porque é lá que o machismo continua mais forte

      não que ele não exista nas cidades, óbvio, só que é muito mais atenuado e velado, e essa é a origem da confusão: as pessoas justificam e fundamentam o movimento usando estatísticas da violência contra a mulher, estatísticas essas que são absolutamente reais; mas publicam tudo isso em meios frequentados por chummers que em sua maioria não vivem essas realidades, e que portanto duvidam das realidades que essas estatísticas representam

      aceito que é natural que os movimentos sejam mais fortes em núcleos grandes porque é onde rola a conscientização, mas esse povo tinha é que se preocupar em ir pro interior de roraima, não fazer passeata na paulista

      acabaramosnicks
      Membro Novato
      # 05/jul/17 15:10
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      CindyFerrari
      Igualzinho o meu pai. Mas é como o bruno disse, nem todos os homens são iguais a ele. O foda é que quando passamos por isso quando pequenos ficam mecanismos de reação inconscientes difíceis de mudar.

      Bizet
      Faz todo o sentido. Aposto que feminista nenhuma duraria uma semana viva no maranhão hehe
      Tem que ir na raiz do problema!

      CindyFerrari
      Veterano
      # 05/jul/17 15:46
      · votar


      brunohardrocker
      o feminismo me ensina que eu não preciso me submeter a esse tipo de situação, eu não preciso depender do homem nem ficar num relacionamento falido por causa dos filhos ou do falatório alheio

      Bizet
      concordo com o que vc falou, exceto quando diz que não faz sentido na cidade grande, porque faz sim, e muito

      acabaramosnicks
      na época da faculdade, eu tinha problemas de confiança, não conseguia me aproximar muito das pessoas pq achava que em algum momento eu me decepcionaria com elas.. deve ter relação
      hoje eu tenho um relacionamento que já dura dois anos e é muito bom e seguro a ponto de me fazer cogitar o casamento (não a cerimônia pq continuo achando desperdício de dinheiro, mas a vida conjugal).. mas o começo desse relacionamento não foi fácil pq eu tinha medo de me envolver, mas o mozão se garantiu e se garante até hoje <3

      Bizet
      Veterano
      # 05/jul/17 16:00 · Editado por: Bizet
      · votar


      CindyFerrari
      o que eu digo que não faz sentido na cidade grande é a parte da violência, no caso, meu ponto é que os argumentos têm que ser apresentados de acordo com a realidade do seu alvo

      tanto que eu disse que existe machismo na cidade grande, mas que ele não é bem representado por dados da violência (por ela ser bem menor)

      ex.: infelizmente não adianta defender bolsa-família e programa fome zero pra quem viveu em condomínio fechado a vida inteira e nunca soube de gente conhecida passando fome (o que é ridículo, porque experiência pessoal é o pior jeito de analisar a realidade, mas é como a maior parte das pessoa funciona)

      isso funciona pra qualquer movimento, pelo menos dos que querem ter algum sucesso (por essas e outras que o PSOL é uma merda nanica e vai continuar sendo, e o PT tá aí, mesmo sendo um partido "pior" no papel)

      o feminismo me ensina que eu não preciso me submeter a esse tipo de situação, eu não preciso depender do homem nem ficar num relacionamento falido por causa dos filhos ou do falatório alheio

      dá uma depressão do caralho ter que falar uma coisa tão óbvia

      brunohardrocker
      Veterano
      # 05/jul/17 18:00
      · votar


      CindyFerrari
      o feminismo me ensina que eu não preciso me submeter a esse tipo de situação, eu não preciso depender do homem nem ficar num relacionamento falido por causa dos filhos ou do falatório alheio

      E esse tipo de situação é por causa do casamento ou o responsável é o indivíduo e sua personalidade?

      sallqantay
      Veterano
      # 06/jul/17 06:32 · Editado por: sallqantay
      · votar


      eu não preciso depender do homem nem ficar num relacionamento falido por causa dos filhos ou do falatório alheio

      me parece o subterfúgio perfeito para fugir de qualquer relacionamento

      Racionalizações e mais racionalizações, é só isso que a modernidade tem a oferecer ao ser humano sem deus vagando no deserto

      10/10

      sallqantay
      Veterano
      # 06/jul/17 06:47
      · votar


      interior de roraima

      quando nego liga a metralhadora de retórica sempre saem pérolas como essa

      10/10

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