Em nome da justiça e da igualdade, tá todo mundo sem trabalho

Autor Mensagem
JJJ
Veterano
# 12/dez/19 09:30
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A solução para o lance dos esportes é ter uma competição feminina, uma masculina, uma "L", uma "G", uma "B", uma "T", e assim por diante.

acabaramosnicks
Membro Novato
# 12/dez/19 09:59
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A natura e outras marcas contrataram modelos negras, algumas gordinhas, outras "normais" (não para o padrão de modelo, mas para o padrão de mulher brasileira), etc... outro dia eu vi propaganda de perfume onde duas pessoas do mesmo sexo eram atraidas uma à outra pela fragrância.

Isso é uma investida contra o problema, o que a VS fez foi só cuzonice mesmo

-Dan
Veterano
# 12/dez/19 10:06
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acabaramosnicks

No final das contas parece que a marca tá se fodendo mesmo. Mulherada tá reagindo.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/moda/noticia/2019/08/victorias-s ecret-em-crise-3-motivos-que-estao-derrubando-a-gigante-de-lingerie-cj z48vpi200z201pacra8jc04.html

Skider
Veterano
# 12/dez/19 10:09 · Editado por: Skider
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Nesse exemplo, tem que decidir o que é pior. Um movimento para reduzir a frustração das mulheres por não ter o corpo ideal ou umas modelos terem que arrumar outro emprego.

Me pergunto qual seria o limite de movimentos e intervenções cujo o objetivo é reduzir frustrações ou angustias de qualquer grupo.

Wild Bill Hickok
Membro Novato
# 12/dez/19 10:15
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Um movimento para reduzir a frustração das mulheres por não ter o corpo ideal

bora cancelar o men's physique pq tem meia duzia de gordao chorando no banho. O cerne dos problemas da sociedade se dá pelo excesso de carbos

/zakk

-Dan
Veterano
# 12/dez/19 10:52
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Del-Rei
Eu acho que se, tanto a Victoria Secrets quanto a F1 cancelaram eventos, isso já é um impacto.

Eu acho que a Vitoria Secrets tá preocupada é com o que dá lucro mesmo. Postei um link aí em cima. Essa polemica não faz bem pra marca. Ela pode tankar o emprego das modelos e continuar sendo criticada pela falta de diversidade. E se as críticas pela falta de diversidade afetam as vendas, ela pode perder receita e nesse caso, quem vai perder o emprego não são só as beldades não.

Essa preocupação com o emprego das pobres modelos é muito tosca, na real.

Cara. Tem algo errado aí....

Ficar deprimida porque o corpo de outra mulher é maior/menor, é foda. Veja, falo em depressão como doença real que necessita de remédios tarja preta e acompanhamento psiquiátrico. É demais, Dan. Acho que o problema aí está na fragilidade emocional - e a depressão virá de qualquer forma. O problema não está na diferença de corpo.


Cara, eu falo de autoestima. A fragilidade emocional gera baixa autoestima ou a baixa autoestima gera fragilidade emocional? Vamos entrar na área do achismo. O cerne da discussão sobre Vitoria Secrets é: faz bem o modelo magricela ser padronizado como o modelo de beleza a ser atingido?

Eu namoro uma modelo e vejo a bichinha sofrendo porque se sente gorda, sendo que não tem absolutamente nada de errado nela, do ponto de vista da saúde. Se você olhar para o corpo dela, vai achar bem magro.

Entretanto, algumas marcas não a contrataram porque o quadril dela estava largo demais pelo padrão da marca. Vamos reclamar pelo emprego das modelos de quadril largo tambem? Ou só importa o emprego das magrinhas que comem uma folha de alface por dia?


Antes de sequer pensar em tocar violão ou guitarra, eu queria muito ser um puta nadador. Nadava desde pequeno. Mas as circunstâncias não ajudaram e tive que desistir porque meus atributos físicos não são favoráveis pro esporte. Faltava tamanho e envergadura. Minha mãe, sábia, cantou a pedra: Filho, procura outra coisa. Mas insisti, afinal, é amor. Me dediquei. Investi anos nisso, mas quando chega em competição de nível profissional o bicho pega e os centímetros de corpo a menos fazem diferença.

Dói... Constatei que o que eu amava não era pra mim. E aí? Vou exigir que cancelem os eventos de natação porque eu não me encaixo no esporte? Ninguém sempre vai conseguir tudo que ama. Dói mas a vida tem que seguir.


É extremamente mais útil a pessoa se avaliar de forma racional, analisar as possibilidades e qualidades que tem e investir nisso. Pode não ser a profissão dos sonhos, mas vai ser muito mais consistente do que os 5 anos desfilando de biquini ou lingerie. Profissão que depende de beleza tem tempo útil. Depois faz o que da vida?

Mas parece que ser racional hoje é quase um crime. Parece que é uma ofensa dizer a uma pessoa que, infelizmente, ela não se encaixa em determinado ramo.


Concordo apenas sobre sua conclusão final, de que a vida tem que seguir. As modelos que perderam o emprego serão substituidas por modelos que representam maior diversidade, no novo reposicionamento de marca da Vitoria. A vida das modelos magrinhas vai ter que seguir. Modelos de padrões diferentes serão contratadas porque as propagandas da marca não vão acabar.

Repito, a preocupação com o emprego das modelos ultra magras é muito tosca. Seria criminoso dizer para as magrinhas que elas não se encaixam mais em determinado ramo?

Vou discordar de você.
A medida da Victoria Secret não ataca o problema. Nem de longe. É como o marido que pega a mulher com o amante no sofá e acha que jogar o sofá fora vai resolver.


A Vitoria, no fim das contas, só está atras de grana. Como foi criticada pela falta de diversidade, terá que mudar. Acho isso positivo no que se refere ao problema da padronização de beleza e as frustrações que isso gera.

-Dan
Veterano
# 12/dez/19 10:53
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Wild Bill Hickok
bora cancelar o men's physique pq tem meia duzia de gordao chorando no banho. O cerne dos problemas da sociedade se dá pelo excesso de carbos

/zakk


Falácia do absurdo. Você pode ter um bom bate papo com o brunohardrocker.

brunohardrocker
Veterano
# 12/dez/19 11:00
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-Dan é da esquerda lacradora. Como não percebi antes?

renatocaster
Moderador
# 12/dez/19 13:30
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Na real o que ocorre é que muitas pessoas querem fazer (ou parar de fazer) várias coisas que não conseguiram durante décadas por causa de padrões impostos pela sociedade. Era evidente que em algum momento isso iria acontecer, e tão evidente quanto seria ocorrer uma ruptura, e junto com ela, as consequências.

O que tem de diferente nisso agora é que essas mudanças que tem ocorrido recentemente tem chocado demais um mundo que é demagogicamente conservador. Por isso a ruptura, que leva à polarização.

Sociedade se define por comportamentos, padrões, tendências...que são puxados por razões políticas, culturais, religiosas, sexuais...e isso meio que extrapola a questão capitalista, financeira, mercadológica.

Del-Rei
Veterano
# 12/dez/19 14:21
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-Dan
De fato.
A empresa quer dinheiro, claro. Afinal, quem abre uma empresa quer dinheiro, não quer fazer justiça social. E nem é a função dela isso.


Concordo apenas sobre sua conclusão final, de que a vida tem que seguir. As modelos que perderam o emprego serão substituidas por modelos que representam maior diversidade, no novo reposicionamento de marca da Vitoria. A vida das modelos magrinhas vai ter que seguir. Modelos de padrões diferentes serão contratadas porque as propagandas da marca não vão acabar.

Olha que maravilha, o mercado de trabalho se auto regulando, conforme demandas da sociedade.

Mas não é esse o foco do meu questionamento. Meu foco é: Se eu não me encaixo num determinado ramo, isso não pode ser fator gerador de desordem emocional crítica.


Repito, a preocupação com o emprego das modelos ultra magras é muito tosca.

Eu também acho tosco. Até porque não bonito corpo magro... Mas minha opinião pouco importa pra quem pertence a esse nicho. Eu não pertenço. Eu não tô nem aí, e nem eles querem minha opinião.

Mas o que eu acho mais tosco é querer mudar um segmento só porque você não se encaixa nele. É que nem homossexual achar que igreja é obrigada a realizar seu casamento. Não vai rolar. Não preenche os requisitos do clubinho. Vai acabar com casamento religioso? Ou a igreja tem que ser obrigada a aceitar diversidade?


Seria criminoso dizer para as magrinhas que elas não se encaixam mais em determinado ramo?

Pra mim, nem um pouco criminoso.
Como falei, a roda continua girando.

Só que aí você entra num ciclo de raciocínio conflitante. Então, se elas ficarem deprimidas e reivindicarem o fim dos eventos com outras modelos... Tá tudo certo?

Um aceno de longe!!!

entamoeba
Membro Novato
# 12/dez/19 14:34
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JJJ
A solução para o lance dos esportes é ter uma competição feminina, uma masculina, uma "L", uma "G", uma "B", uma "T", e assim por diante.

LGB refere-se à sexualidade, não ao gênero.

Atletas homossexuais competem em igualdade com heterossexuais e bissexuais. Vide o corredor Tyson Gay (piada ruim, admito).

De acordo com o que você sugeriu, as categorias seriam ser masculina; feminina; trans masculina; trans feminina.

entamoeba
Membro Novato
# 12/dez/19 14:39
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Skider
Me pergunto qual seria o limite de movimentos e intervenções cujo o objetivo é reduzir frustrações ou angustias de qualquer grupo.

O ideal é que essas coisas se ajustassem sem celeumas.

É interessante que as pessoas tenham percebido que a cultura pode ser ajustada, que não estamos condenados a viver sob valores disfuncionais e até mesmo cruéis só porque "sempre foi assim".

makumbator
Moderador
# 12/dez/19 14:47
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entamoeba
as categorias seriam ser masculina; feminina; trans masculina; trans feminina.

O problema é que realmente não tem quantidade suficiente de atletas trans para justificar categorias em separado (ainda mais em esportes coletivos).

Mas ainda pergunto se alguém já viu alguma atleta trans nascida mulher e que atualmente esteja competindo junto a homens. Só ocorre o contrário?

entamoeba
Membro Novato
# 12/dez/19 14:51
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makumbator
O problema é que realmente não tem quantidade suficiente de atletas trans para justificar categorias em separado (ainda mais em esportes coletivos).

Sim, pois são casos raros! É tão inviável quanto fazer uma competição só para anões (sem ser arremesso de anões).


Mas ainda pergunto se alguém já viu alguma atleta trans nascida mulher e que atualmente esteja competindo junto a homens. Só ocorre o contrário?

Nunca vi.

entamoeba
Membro Novato
# 12/dez/19 14:53
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carajo!



makumbator
Moderador
# 12/dez/19 14:54
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entamoeba

Quem fala que o Palmeiras não tem mundial só pensa pequeno!

renatocaster
Moderador
# 12/dez/19 15:16
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makumbator

Mas ainda pergunto se alguém já viu alguma atleta trans nascida mulher e que atualmente esteja competindo junto a homens. Só ocorre o contrário?

Também nunca vi. E quantos outros casos tem de quem nasceu homem e atualmente compete com mulheres, são muitos? Eu só conheço aquele caso da Tifanny do vôlei.

makumbator
Moderador
# 12/dez/19 15:35 · Editado por: makumbator
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renatocaster

Nesse tópico mesmo tem alguns. Inclusive do cara que era um atleta mediano no handebol masculino mas hoje domina o esporte feminino.

Tem lutadores e levantadores de peso também na mesma situação. No atletismo também tem vários. Na natação eu já vi pelo menos um caso.

Del-Rei
Veterano
# 12/dez/19 15:48 · Editado por: Del-Rei
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makumbator
Mas ainda pergunto se alguém já viu alguma atleta trans nascida mulher e que atualmente esteja competindo junto a homens. Só ocorre o contrário?

Incidência menor. É uma mudança que complica a vida profissional da atleta. Mudar de sexo e passar a competir com homens seria quase um suicídio profissional. Pode até ter exceção, mas é a regra.

Aliás, já tiveram vários casos relatados de pensionistas de militares que, após mudarem de sexo pra homem, perderam direito à pensão - afinal, a lei garante pensão apenas à filha.

Ainda fica puto(a) da vida e recorre à justiça, tentando justificar o injustificável: "Pra fins de pensão, sou mulher. Pra todos os outros fins, sou homem".

Óbvio que não tenho nada com isso. Mas querer só o filé mignon de cada gênero/sexo, é conveniente demais. "Virou" homem, deveria inclusive se alistar nas forças armadas. Quando for apresentar documentação pra trabalhar vai precisar estar em dia com alistamento militar.

renatocaster
makumbator
Numa pesquisa aqui rápida... São 14 mulheres que viraram homens. Contra 30 homens que viraram mulheres....

https://en.wikipedia.org/wiki/Transgender_people_in_sports

Um aceno de longe!!!

renatocaster
Moderador
# 12/dez/19 15:54
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makumbator

É bastante recorrente então. Complicado porque tem a questão hormonal né, que leva ao atleta trans neste caso a obter vantagem esportiva nas competições. Seria realmente interessante saber se existe algum caso oposto, mas aí também seria possível a reposição hormonal, só que esbarraria em casos de dopping, talvez.

Enfim, esse tema de atletas trans é bastante complexo.

makumbator
Moderador
# 12/dez/19 15:59
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Del-Rei

Essa lista é apenas de casos notórios. Com certeza tem mais gente. Mas realmente não é um quantidade massiva de pessoas.

renatocaster

Eu não diria que são bastante recorrentes, mas tem sim aumentado ao longo dos anos (o que deve ser uma tendência de futuro).

renatocaster
Moderador
# 12/dez/19 16:16
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Del-Rei

Mas querer só o filé mignon de cada gênero/sexo, é conveniente demais.

Concordo, uma mudança de sexo é um giro de 360º na vida pessoa, muda tudo. Tem que saber conviver com as benesses e com as mazelas que envolve o respectivo novo gênero.

Não tenho respaldo para afirmar, até porque não conheço e nem tenho convívio direto com nenhum transgênero, convivo apenas com alguns amigos que são casais homo afetivos convencionais, como gays e lésbicas. Mas acho que alguns trans até gostariam de fato de se alistar, servir as forças armadas, essas coisas.

Mas aí esbarraria na aceitação das instituições, né. Não imagino que seria tão simples assim um jovem trans de 18 anos ingressar no Exército como ocorre com um jovem hétero.

Lelo Mig
Membro
# 12/dez/19 16:22
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entamoeba

Gol de cobertura em goleiro anão não vale!!

Cadê o VAR nessas horas?

Del-Rei
Veterano
# 12/dez/19 16:35
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makumbator
Acho que esses são os casos registrados pra poderem disputar torneios oficiais.

Outro dia vi um caso de torneio universitário em que uma mulher trans se destacou. Procurei novamente a fonte mas não achei.


Eu não diria que são bastante recorrentes, mas tem sim aumentado ao longo dos anos (o que deve ser uma tendência de futuro).

Eu acho que daqui a umas 2 ou 3 edições das Olimpíadas, as mulheres estarão em maus lençóis por conta de atletas trans.


renatocaster
Mas aí esbarraria na aceitação das instituições, né. Não imagino que seria tão simples assim um jovem trans de 18 anos ingressar no Exército como ocorre com um jovem hétero.

Possivelmente passaria um sufoco. Mas existem as opções alternativas de serviço militar, não precisa ser necessariamente nos moldes tradicionais.

Mas acho que a probabilidade de um jovem trans de 18 anos se alistar é mínima... Porque, em regra, é somente a partir dessa idade que ele já pode fazer a cirurgia. Acho que a pessoa só vai pensar em como resolver a questão do alistamento quando precisar do certificado. Tipo a galera que não vota... Só se preocupa com quitação eleitoral quando precisa.

Um aceno de longe!!!

entamoeba
Membro Novato
# 12/dez/19 16:40
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Lelo Mig
Gol de cobertura em goleiro anão não vale!!

O mais legal é que o artilheiro é o mais barrigudo, estilo Walter. O cara desafia todos os estereótipos!

Lelo Mig
Membro
# 12/dez/19 16:42 · Editado por: Lelo Mig
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Com relação a atletas trans

Não é só hormônio, não é "por causa" da Testosterona. A questão é muito complexa.

Existe o preconceito? Claro que sim! Mas existe também o descontentamento de uma boa parte de atletas que se sentem prejudicadas na "equiparação" a um atleta transgênero.

O COI já têm algumas regras para estes casos há mais de 15 anos:

Dentre elas: Quem transita de mulher para homem é
elegível para competir na categoria de homem sem restrições.


De homem para mulher:

1.Cirurgia anatómica completa, incluindo alteração da genitália
externa e gonadectomia (remoção dos ovários ou testículos);
2.Reconhecimento legal pelas autoridades oficiais da alteração do
sexo;
3.Terapia hormonal adequada para a mudança de sexo administrada
de forma confiável e num tempo considerável para minimizar as
vantagens relacionadas ao género, nas competições desportivas;
Acrescentam, ainda, que só após dois anos da gonadectomia, se
deve começar a analisar os requisitos de elegibilidade e que a avaliação
deve ser feita de forma confidencial e individual.


O problema é que ainda há muita polêmica sobre a questão, porque há quem afirme (e estou falando de médicos, não leigos) que estas mudanças eliminam qualquer vantagem do "homem sobre a mulher" e a quem diga que a vantagem continua existindo.

Eu acho que no caso Homem para mulher o critério deveria ser o seguinte:

Uma bancada com 13 Homens Cis, Héteros, analisariam a "candidata" com duas plaquinhas: Comia e Não Comia.

Se 07 ou mais mostrarem a plaquinha Comia, pode participar do time feminino.

E aí? Faça o teste: Comia? Não Comia? (seja honesto)

Comia ou Não Comia?

Del-Rei
Veterano
# 12/dez/19 16:56 · Editado por: Del-Rei
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Lelo Mig
Mesmo desconsiderando a questão hormonal, não tem como ignorar a vantagem de uma atleta trans de 2m de altura sobre uma mulher de 1,85m...

A anatomia masculina é naturalmente maior. Mais altura e envergadura. Imagina essa vantagem em modalidades como volei, basquete, handebol, natação...

Agora, dificilmente você vai ver uma mulher trans se destacando em ginástica olímpica, por exemplo. Porque é uma modalidade cuja seleção natural exige baixa estatura.


Um aceno de longe!!!

st.efferding
Membro
# 12/dez/19 17:07
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O cerne dos problemas da sociedade se dá pelo excesso de carbos

s2

Gansinho
Veterano
# 12/dez/19 17:19 · Editado por: Gansinho
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Lelo Mig
E aí? Faça o teste: Comia? Não Comia?

Essa aí não é nada demais.. E essa?

Del-Rei
Veterano
# 12/dez/19 18:08
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Gansinho
Lelo Mig
O que deve ter de marmanjo enganado aí pelas noitadas....
Junta baixa luminosidade das boates com álcool...

Um aceno de longe!!!

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