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      Não Consigo Gostar de Música Eletrônica

      Autor Mensagem
      Ismah
      Veterano
      # 06/fev/17 18:26
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      MMI
      mesmo a harmonia, é um prato vazio geralmente.

      Não se confunda simples, com simplista! As harmonias, mesmo que nada complexas, fazem bem o que estão lá para fazer.

      Teclista

      Não entendi a relação do primeiro vídeo... Se falava de música eletrônica, não regravações de pop sueco, com sonoridade de black metal a la norueguesa, como é o trabalho paralelo do citado ReinXeed.

      JJJ

      Já que tu gosta de ACDC... Já tentou começar por algo híbrido?
      O tanz metal / neue Deutsche härte e metal industrial tem muita base nisso! O uso de sobreposição (overdub) de loops acho que é a melhor característica.

      - Rammstein
      - Eisbrecher
      - Eisenhertz
      - Megahertz

      Acrescento Unheilieg na lista, que é bem conceitual na maioria dos álbuns, mas sem deixar de ser algo pop-ambiente.

      Mas de eletrônico mesmo... Segue algumas coisas que eu gosto de ouvir:

      Synth Wave - surge nos anos 2000, com base nos synths da década de 80. Meio na onda Jean Michel Jarre e Vangelis.
      https://www.youtube.com/watch?v=85bkCmaOh4o

      Italo Dance - é uma variante da euro disco e euro dance surgida na década de 90, na Itália. Principalmente em baladas famosas, como Ibiza
      https://www.youtube.com/watch?v=wx9fiY2ZOBc

      Metal step - é uma remixagem de heavy metal, com uma batida de dub step - gênero geralmente associado ao le parkour e outros esportes urbanos.
      https://www.youtube.com/watch?v=MmxYrbBWTG0

      Acid Psy - começou na década de 70, com mistura de música indiana, hindu, e demais com a vibe psicodélica que rolava nos EUA dos anos 60... Geralmente a ideia é simular / estimular uma viagem de ácido lisérgico (LSD) ou gota (LSD líquido, muito mais potente)... Eu coloco no balaio de "músicas que servem pra deixar o pensamento viajar", junto com o trampo do Hendrix, Joplin, CCR, por exemplo...
      https://www.youtube.com/watch?v=dIbntpmHMiI

      New wave/age e ambient - aqui as coisas são um pouco mais orgânicas, temos vários e vários artistas nessa vibe. Enya, Celtic Womans, Gregorian... Segue um do Gregorian, canto gregoriano + progressivo (like a Pink Floyd).
      https://www.youtube.com/watch?v=ZK6rpbxth9w

      Esse mix é um, mas todos acho muito legais. É bem diversificado, euro dance, techno, mas bastante pop. A maioria dos sons produzidos nos anos 90~06. Era o que rolava nas baladas aqui do sul, no período que eu entrei na noite. Coisas nessa vibe foi um fenômeno razoável na região, as bandas regionais era obrigação lançar um remix. Hoje perdeu espaço para o house, batidão, e sertanejo...
      https://www.youtube.com/watch?v=Yn6j9AU9GG4

      Adler3x3
      Veterano
      # 06/fev/17 19:42 · Editado por: Adler3x3
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      Este vídeo é bem legal, e o melhor tem lindas mulheres dançando todas com um bom rebolado.

      Dá até para perceber os timbres dos sintetizadores do FL Studio e do LMMS.
      Este DJ vez uma bela montagem.



      Lelo Mig
      Membro
      # 06/fev/17 21:18
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      Casper

      "Pode ser um passatempo divertido sequenciar com esse bichinho."

      Pois é, eu ganhei, novinho. A pessoa que me deu nem sabia o que era, chegou com o bichinho e disse. Eu ganhei esse negócio que não sei prá que serve, e como sei que é "de música" lembrei de você! Quer?

      Eu aceitei....rs (Olha a coincidência, há 3 dias atrás, disse naquele tópico do LeandroP em que ele achou um TS no lixo, que eu nunca tinha ganho nada)!

      Vou dar uma fuçada neste Yamaha, assim que tiver um tempo.

      Lelo Mig
      Membro
      # 06/fev/17 21:22
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      Adler3x3

      Cara, este vídeo que você postou é extremamente agradável.

      Ismah
      Veterano
      # 06/fev/17 21:35
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      Adler3x3

      Remy LaCroix e Gabriella Patrova que aparecem na imagem estática do vídeo, eu já escutei falar. Num daqueles sites que se acessa no modo anônimo do navegador rsrs

      A Mena Pie, primeira citada é famosinha no u2b pela dança com bambolê...

      Adler3x3
      Veterano
      # 06/fev/17 22:55 · Editado por: Adler3x3
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      Ismah

      Belo o seu post com os links.

      Lelo

      As meninas são umas graças e o cara caprichou no vídeo em alta resolução.

      Luiz_RibeiroSP
      Veterano
      # 06/fev/17 23:54 · Editado por: Luiz_RibeiroSP
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      Eu admito que gosto de umas coisas do front 242 e prodigy. kraftwerk eu respeito pelo pioneirismo porque considero inovador. Ha bandas que usam e abusam de sintetizadores e recursos eletrônicos, que não considero musica eletrônica, front 242 e prodigy não considero. Sister of mercy tem como baterista o "Doktor Avalanche" que no inico da banda era um BOSS Boss DR55 "Doktor Rhythm".
      Agora trance, psy, drum and bass , tecno e "musicas de clubbers" eu não suporto. Mas essa galera não tirou do nada essas musicas, se voltar no tempo acho que chegamos em tangitine dreans por exemplo, que até gosto mas não é fácil para eu digerir.



      Luiz_RibeiroSP
      Veterano
      # 06/fev/17 23:57
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      e ja faz tempo que se experimenta composições com musica feita sem instrumentos musicais. primórdios do trance?



      locostras
      Membro Novato
      # 07/fev/17 03:12
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      Lelo Mig
      É algo de como fazer com o que tem fazer o que consegue aquilo qual instrumento tem o músico.

      JJJ
      Veterano
      # 07/fev/17 08:48 · Editado por: JJJ
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      Buja
      I Feel Love da Donna Summer.

      Rapaz, eu vivi isso, mas na trincheira oposta...

      A "discoteca" (ou "dance music" ou apenas "disco", como ficou conhecida depois) chegou aqui junto com o filme do Travolta (Embalos de Sábado à Noite) e, depois, da novela Dancing Days. E fudeu com quase tudo que era relacionado a Rock: rádios acabaram, programas de TV acabaram, revistas... A reação foi natural. Eu era da turma do contra. Contra Donna Summer, portanto. E contra Giorgio, que era o mais afamado tecladista que fazia esses arranjos (acho que essa música tem o dedo dele - a conferir). Neguim falava: "pô, essa música tem altos teclados!", aí eu ia ver e era aquele proto-sequencer com meia dúzia de 8 notas repetidas "ad infinitum"... Porra, altos teclados é isso aqui! (e mostrava as 6 esposas de Henrique VIII, do Wakeman...).

      Então, meu caro, como podes perceber, meu problema com isso vem de longe!!! kkkkkkkkkk

      makumbator

      Acho que você é o cara musicalmente mais eclético que existe.
      Tem algo que você não goste?

      Adler3x3
      Lelo Mig
      Cara, este vídeo que você postou é extremamente agradável.

      Aguentei 3 minutos (o que é um recorde, pra mim), quando vi que não ia sair do tuc-tuc-tuc-tuc, adiantei...adiantei... adiantei... não dá pra mim... Quase uma hora e meia numa mesma batida?! Vocês ouvem isso sem parar?

      locostras
      É algo de como fazer com o que tem fazer o que consegue aquilo qual instrumento tem o músico.

      Cuma?

      Lelo Mig
      Membro
      # 07/fev/17 08:55 · Editado por: Lelo Mig
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      Luiz_RibeiroSP

      Eu acho muito interessante observar a qualidade de som (digo em beleza de timbres mesmo) que se conseguiu desde os primórdios.

      Quando eu, ainda no fim dos 60, início dos 70, fui seduzido pelo som mágico das bandas progressivas, ficava extasiado com aqueles strings, bass, pads, arpeggiators...........aquilo era uma loucura, cada textura nova era uma viagem sonora.

      Você ouve o som de um Thelarmoniun, por exemplo, que é de 1897, e já tinha uns timbres, principalmente de strings, muito bons.




      Quando estas bandas dos 70 nos apresentaram os Prophet 5, Arp Odyssey, Jupiter 4, Oberheim's Polyphonic, Yamaha CS-80 e outras maravilhas....cara, aquilo era um mundo novo que se abria!!


      Não têm como não gostar de um "brinquedinho" desses!



      waltercruz
      Veterano
      # 07/fev/17 11:04
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      Tô aqui fazendo um curso de história do rock no Coursera e vi uma coisa que me lembrou esse tópico (vendo o comentário do JJJ mais acima, haha).

      Na época que o Bob Dylan decidiu adotar a guitarra elétrica ao invés do violão isso foi visto como um certo tipo de traição pelos fãs de folk.

      Já fui muito fã da verve mais virtuosa do rock, teclados, sintetizadores, hammonds, Wakeman e Keith Emerson. Hoje em dia eu tenho bem pouca paciência com isso (mas ainda acho o Close do the Edge uma das obras primas da humanidade!)

      É bem clichê, mas já tentou ouvir o disco do Daft Punk, o Random Access Memories? Tem beats eletrônicos, sintetizadores, vocoders, Pharrel, Nile Rodgers, Nathan East, Paul Jackson Jr. Acho que esse modo misto de fazer as coisas pode te agradar mais. E é um puta disco, muito bem mixado, inclusive indo na contramão da super-compressão que tomou conta da música nos últimos anos.

      Cup Noodles
      Veterano
      # 07/fev/17 14:28
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      Eu li apenas as primeiras postagens...
      e eu tbm sou um cara que não gosto tanto de musica eletrônica..

      já tive uma fase de escutar Infected Mushroom, Skazi... etc... mas hoje em dia isso me dá nauseas...

      eu sei que é preconceito mas não considero Djs como músicos...
      estou longe de ser um músico também... toco guitarra por diversão e apenas em casa... sozinho.....
      então não me levem a sério... é apenas uma opinião pessoal.

      JJJ
      Veterano
      # 07/fev/17 15:06
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      waltercruz
      Acho que esse modo misto de fazer as coisas pode te agradar mais.

      Então... quando tem "instrumento de verdade" no meio... (huahuauhuauha!!! modo polêmica ON!!!)

      waltercruz
      Veterano
      # 07/fev/17 15:27
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      já tive uma fase de escutar Infected Mushroom, Skazi

      Eu pessoalmente não consigo gostar de estilos muito acelerados. Acho que o máximo que eu consigo processar mentalmente vai ali até os 130 bpm... Logo trance e outros estilos acabam não me interessando muito.

      waltercruz
      Veterano
      # 07/fev/17 15:36
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      Então... quando tem "instrumento de verdade" no meio... (huahuauhuauha!!! modo polêmica ON!!!)


      Bom, eu sou suspeito porque durante 3 anos frequentei semanalmente festa de música eletrônica, gosto mesmo, haha. Aliás, voltaria a frequentar se tivesse dinheiro.

      Mas enfim, no decorrer do post tem bastante material de pesquisa. O espectro da eletrônica é muito amplo e acho impossível você dar uma boa navegada sem achar pelo menos uma coisa de que goste.E influencia outros gêneros hoje em dia (por exemplo, Radiohead).

      Dando mais algumas sugestões de coisas diferentes do que já foram postadas aqui, dessa vez de alguns sets/live que eu considero excepcionais.





      HVOB é bem smooth e nesse live tem uma bateria eletrônica ao vivo, pode ser que vc se identifique mais.



      Casper
      Veterano
      # 07/fev/17 19:12
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      Mais um ao vivo, para complementar:



      Casper
      Veterano
      # 07/fev/17 19:19
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      Mais um, esse especial para quem aprecia sintetizadores:



      Adler3x3
      Veterano
      # 07/fev/17 20:52 · Editado por: Adler3x3
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      JJJ

      Na verdade não fica repetindo o tempo todo.
      Mas faz parte do estilo,é um tipo de continuo, assim como existe na música clássica a figura do continuo, na eletrônica fica mais no baixo e na percussão.

      Mas é questão de gosto pessoal, respeito.
      E por controverso que pareça este estilo mais psychedelic trance, derivou do Goa Trance, lá da Índia, antiga colônia de Portugal, onde ainda se fala muito português, é o menor estado da Índia Moderna.
      Este psy é influência indiana na música eletrônica, pelo lado mais espiritual.

      Como sempre desde a adolescência tive contato com a cultura Hindu, assim no meu caso é mais fácil entender e assimilar.
      Escutava muita música tradicional Indiana.

      Me lembro quando começou a música de discoteca, a maioria das pessoas que gostavam mais de rock detestavam a discoteca, pois você ia numa festa, numa boate, até num baile e quase não tocavam mais o Rock e as Baladas, pois a discoteca tomou conta, e o pessoal do Rock viu aquilo como uma ameaça.

      JJJ
      Veterano
      # 07/fev/17 21:52
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      Adler3x3

      Tá certo. Mas você não me respondeu... Tu aguenta uma hora e meia daquilo, direto nos ouvidos???

      MMI
      Veterano
      # 07/fev/17 22:02
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      JJJ

      Tu aguenta uma hora e meia daquilo, direto nos ouvidos???

      kkkkkkkkk

      Adler3x3
      Veterano
      # 07/fev/17 22:15 · Editado por: Adler3x3
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      JJJ

      Bem eu evito usar fones de ouvido direto, uso mais tarde da noite ou nas madrugadas, sou meio boêmio neste sentido.
      Claro o exemplo citado é uma exceção, escuto algumas músicas, não direto por uma hora e meia.

      Mas como eu disse no post anterior: escuto como um continuo, na verdade deixo o som baixo nas caixas, e me concentro no que estou fazendo, e vez por outra percebo as variações e as nuances que toda boa música deve ter.

      Mas também não escuto música direto, muito embora fosse a minha eterna vontade.
      E claro muitas vezes conforme as circunstâncias coloco o som alto.

      Mas as vezes fico horas e horas sem escutar nada, tem que dar um descanso, e o silêncio é muito bom, dá para escutar o vento , os pássaros, a chuva, as tempestades, o som do galo anunciando o nascer do dia, o som das árvores, os trovões, adoro som de trovão, o som de sinos de ventos.

      Mas o principal é que alterno os estilos musicais que ouço, se quero ficar mais ativo escuto música eletrônica, se quero ficar mais calmo escuto música clássica, se quero ficar com mais foco escuto sons isocrônicos, e aí dá para variar muito, tem dias mais para o rock, tem dias mais para outros estilos, mas também tem dias de não escutar nada, descanso completo.

      JoeCruzGuitar
      Veterano
      # 07/fev/17 23:58
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      credo

      Lelo Mig
      Membro
      # 08/fev/17 08:45
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      Acho que algumas coisas são bastante subjetivas...

      Tenho conhecidos que quando eu digo que não gosto deste bate estaca porque acho cansativo e repetitivo os caras argumentam:

      - Você ouve AC/DC, quer coisa mais repetitiva que isso?

      Outros não gostam de rock, principalmente Heavy Metal, porque "é tudo igual"!

      De certa forma, sob seus pontos de vista, eles não deixam de ter razão.

      acabaramosnicks
      Membro Novato
      # 08/fev/17 09:54
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      Receita de bolo pra rock popular:

      - Riff, guitarra sozinha calma
      - A guitarra fica mais pesada e o rest da banda entra, ainda repetindo o riff, isso é a intro
      - Acalma um pouquinho, entra o vocal, isso é o verso
      - Refrão
      - Verso2
      - Refrão
      - Breakdown, repete a calma da intro
      - Refrão

      Daí o cara escuta 20 músicas todas com a mesma receita e diz que eletrônica é repetitivo demais. To junto com o LeloMig.

      fernando tecladista
      Veterano
      # 08/fev/17 10:13
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      O importante no minimo tentar ouvir e achar coisas boas, como voce comentou sobre o sertanejo

      Outra coisa e separar dentro do rotulo da eletronica, os outros segmentos ou artistas porque esse treco vai de jarre, vangelis kraftwerk até um dj bate estaca

      Fora isso tem o música sendo sua trilha sonora
      Estou deitado no sofá de boa, não tem clima pra ouvir um bate estaca a 138 bpm feito por um dj, sofá tem cara de pink floyd
      Também não vira eu ir na balada e ouvir guantanamera..., cada música tem seu espaço

      JJJ
      Veterano
      # 08/fev/17 10:38 · Editado por: JJJ
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      Lelo Mig
      acabaramosnicks
      "Você ouve AC/DC, quer coisa mais repetitiva que isso?"
      Receita de bolo pra rock popular:

      Então... eu citei justamente o AC/DC quando falaram de "bater o pé" com a marcação, aí pra cima nas respostas!

      Os estilos todos tem seus clichês. Até os mais "elitistas". Por exemplo:

      Receita de bolo pra algum tipo de "Jazz Moderno Instrumental" ou coisa que o valha:
      Invente um "tema" e abra a música com ele
      Solo de piano
      Solo de sax
      Sobe o tom
      Solo de guitarra clean
      Solo de baixo
      Batera faz uma firula qualquer
      Fecha com o "tema".

      (é só um exemplo hipotético, não quero entrar em discussão com nenhum jazzista, pelamor!!!)

      Mas, entre trocentos detalhes que poderíamos discutir, tem um detalhe que me chama a atenção: tanto o "rock popular" quanto o "jazz moderno" acima são executados sempre que tocados, por exemplo, num show (salvo playbacks, claro...), não "disparados" por um botão...

      Eu andei pensando nos motivos dessa minha repulsa natural aos gêneros eletrônicos e acho que muito dessa repulsa deriva desse fato. Esses gêneros que estamos vendo aqui (com exceções, mas muitos deles) não incluem a figura do instrumentista ("o cara que toca", se preferirem) como central na música.

      Vejam bem: não estou dizendo que isso "não é música". Claro que é... É música. Mas, de certa forma, grande parte das vezes, não é "tocada". É programada e, depois, disparada. Acho que isso pode ser uma das razões de quem não gosta (pra mim, com certeza, influencia e muito).

      Outro motivo particular é que não costumo gostar de nada onde o ritmo pareça ser mais onipresente (importante, se preferirem) que a melodia e harmonia. Não estou dizendo que isso é uma característica obrigatória na música eletrônica, mas é um fator determinante em vários momentos. Essa coisa do tum-tum-tum-tum onipresente me incomoda profundamente, fisicamente. Me soa mal, não entra nos ouvidos, após certo tempo.

      "E o AC/DC, porra?!?"

      Pois é... mas as músicas do AC/DC são de 3 minutos, não de uma hora e meia!!! Eu também não suportaria uma "Shot Down in Flames" que durasse muito mais que 3 minutos (o tempo que aguentei o vídeo que o Adler3x3 postou).

      Lelo Mig
      Membro
      # 08/fev/17 10:49
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      JJJ

      Tá!... Concordo com tudo que escreveu...só têm um porém, neste caso você deu uma generalizada...rs.

      Porque muitos exemplos aqui postados são de música "tocada por tecladistas", caso de Tangerine Dream, por exemplo.

      Muitas outras não possuem o bate estaca "tum-tum-tum-tum". Só as destinadas as pistas de dança e raves.

      Muitas "ambients", nem ritmo possuem.

      E, claro, entendi a sua colocação, sou aliado seu em muitas das suas posições, e sei que não é o caso deste tópico mas é bom salientar para os mais desavisados:

      "Se você compor numa DAW uma obra para Clarinete, Fagote, Violão e Violino, por exemplo, usando VSTIs, Soundfonts, Samplers e etc... tá fazendo Música Eletrônica"

      JJJ
      Veterano
      # 08/fev/17 10:58 · Editado por: JJJ
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      Lelo Mig

      Leia com calma... Eu fiz as ressalvas no texto, não generalizei tanto... Me esforcei pra isso! rs

      "Se você compor numa DAW uma obra para Clarinete, Fagote, Violão e Violino, por exemplo, usando VSTIs, Soundfonts, Samplers e etc... tá fazendo Música Eletrônica"

      Excelente ponto!!! E sabe o que eu acho quando ouço uma música "clássica" tocada num teclado, programada numa DAW, "mimicando" uma orquestra, mas sem músicos? O mesmíssimo sentimento de repulsa... Não consigo curtir!

      Acho que esse "efeito" tem até um nome (que não lembro agora). É o mesmo tipo de estranheza de quando você vê um filme com bonecos 3D que parecem gente. Por incrível que pareça, quanto maior a semelhança, maior o efeito de estranheza!

      EDIT: achei, é isso aqui: http://www.livescience.com/16600-cgi-humans-creepy-scientists.html

      Lelo Mig
      Membro
      # 08/fev/17 11:07 · Editado por: Lelo Mig
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      JJJ

      Prevejo que os tecladistas do fórum vão arrancar teu couro!.......kkkkkkkkk

      "Quem não gosta de Hammond, bom sujeito não é...."



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