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      Não Consigo Gostar de Música Eletrônica

      Autor Mensagem
      entamoeba
      Membro Novato
      # 15/mai/17 11:46
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      Mesmo quando não ouço música eletrônica, noto que a estética dela está presente no que aprecio.

      Ainda prefiro os timbres "analógicos", mas a "energia" rítmica injetada no rock pela música eletrônica é impagável.

      Lelo Mig
      Membro
      # 15/mai/17 12:13 · Editado por: Lelo Mig
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      entamoeba

      "Tava demorando para a patrulhinha do "preconceito" invadir a área!" "é uma redução ao absurdo do relativismo. "

      Logo, logo eles vão começar o discurso politicamente correto esquerdista cafona:

      "Anita é tão bom quanto Mozart, ou é apenas por preconceito contra a classe menos favorecida que Bach é considerado melhor que o Latino... e blá blá blá"

      É foda!

      Ismah
      Veterano
      # 15/mai/17 13:25 · Editado por: Ismah
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      Sobre a questão de preconceitos, é um tema interessante. As pessoas tem repudiado algo que faz parte da sociedade desde seus primórdios e a filosofia explica melhor que tudo ao definir que são coisas particulares ou de grupo - e a ciência tem conseguido provar que é uma tendência (talvez instintiva) de unirmos com semelhantes e repudiar os diferentes.

      Mas indo além, algumas sociedades os preconceitos são barra pesada! Eu gosto muito de country, rock, e a mistura dos dois com origem americana. Não é música feita para negros, é música de branco pra branco. Nem bem pra gente de cabelo preto, tal eu.

      Eles não veem isso como errado, tampouco como preconceito. Nem há quase negros que se interessem pelo gênero. Mas numa visão neutra, sabemos que esses caipiras não são muito fãs de niggas.

      Agora, faz tempo que não vejo um jogador branco (like a Irish ppou) na NBA...

      entamoeba

      Som legal! Parece uma sopa de "mil legumes", bem feita. Não tem amadores ali, e me pareceu de grande originalidade.

      Lelo Mig

      Se fosse foda, era bom... rsrs

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 13:47 · Editado por: MrYuriSilva
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      Nada é bom, nada é ruim, nada pode ser afirmado, tudo é igual.


      Quando o parâmetro pra julgar o que é bom vem do que VOCÊ NÃO GOSTA e do que VOCÊ NÃO VÊ GRAÇA e não tem algum argumento específico e plausível pra justificar o porquê da repulsa, e dali ditar pra todo mundo que aquilo é lixo, isso é preconceito(como fazem muito com o rock). Eu posso não gostar de música gospel como muitos ateus não gostam, mas não posso afirmar que música gospel é uma merda só porque eu não vejo sentido no que eles fazem, afinal música serve pra fazer um monte de coisas, como narrar experiências pessoais boas e ruins(que fogem a compreensão), verdadeiras ou mentirosas por exemplo e até narrar conteúdo sexual, isso é liberdade de expressão. Então não venha com esse argumentinho de 1900 e bolinha que não cola.

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 13:57
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      "Anita é tão bom quanto Mozart, ou é apenas por preconceito contra a classe menos favorecida que Bach é considerado melhor que o Latino... e blá blá blá"

      Logo, logo eles vão começar o discurso politicamente correto esquerdista cafona


      2017 manda lembranças

      Ismah
      Veterano
      # 15/mai/17 14:00
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      Preciso aprender a julgar com base no que o outro gosta, e no que a sociedade gosta... Ah esqueci a sociedade não é um ser pensante, e sim uma média do que os seus membros gostam.

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 14:10
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      Preciso aprender a julgar com base no que o outro gosta, e no que a sociedade gosta... Ah esqueci a sociedade não é um ser pensante, e sim uma média do que os seus membros gostam.

      Eu li certas regras aqui no fórum que falam sobre respeitar o gosto alheio. Acho que isso também vale pra sociedade e não faz cair a cabeça de ninguém.

      entamoeba
      Membro Novato
      # 15/mai/17 14:35
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      MrYuriSilva

      Você teria algum argumento plausível para justificar a dor antes da descoberta dos mecanismos da dor? Mas isso não impediria de você falar sobre a dor, né? Assim como não impediu que as pessoas conversassem sobre a dor e chegassem a um consenso relativamente preciso sobre o que a provoca.

      O juízo estético ainda não foi desvendado e parece ser algo bem mais complexo que a dor, o que não impede que comuniquemos nossos juízos a fim de compreendê-los.

      Você acha que está em 2017, mas ainda está deslumbrado com as promessas do positivismo. Isso é tão 1930...

      Se você quiser continuar a pregação, sugiro que crie um tópico para isso. Esse é sobre música eletrônica.

      Ismah
      Veterano
      # 15/mai/17 14:44
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      MrYuriSilva

      A falta de respeito é com uma pessoa, não se a aplica a suas ideias e ideais.
      Eu deixo de respeitar alguém, quando a trato de modo diferente seja por gostar de / fazer / praticar algo de que não gosto / faço / pratico.

      Lelo Mig
      Membro
      # 15/mai/17 14:51 · Editado por: Lelo Mig
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      Ismah

      "Ah esqueci a sociedade não é um ser pensante, e sim uma média do que os seus membros gostam...."

      E o problema maior, que o reducionista costuma ignorar, é que os membros gostam não com base em seus filtros e recursos intelectuais pessoais e sim por imposição externa, seja mídia, interesses políticos e sociais, identificação e aceitação por grupos, exploração financeira e etc.

      Resumindo, quanto Mais ignorante Menos formação de gosto pela estética pessoal e Mais suscetível ao "gosto dos outros".

      Devido ao aumento vertiginoso da ignorância, caminhamos à passos largos rumo a uma nova idade média. A arte esta diretamente relacionada a qualidade da cultura e educação.

      Não é porque alguém é culto que ele terá ou não bom gosto, mas ele, ao menos, possuirá estofo para balisar suas escolhas.

      Só me falta um reducionista aparecer para dizer que 50 Tons de Cinza é tão bom quanto Os Irmãos Karamazov.

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 14:53 · Editado por: MrYuriSilva
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      Você teria algum argumento plausível para justificar a dor antes da descoberta dos mecanismos da dor? Mas isso não impediria de você falar sobre a dor, né? Assim como não impediu que as pessoas conversassem sobre a dor e chegassem a um consenso relativamente preciso sobre o que a provoca.

      O juízo estético ainda não foi desvendado e parece ser algo bem mais complexo que a dor, o que não impede que comuniquemos nossos juízos a fim de compreendê-los.


      Sério que você considera isso um exemplo pra justificar o que está sendo debatido? hahuahuaauhuaha

      Estou falando de respeito à diversidade musical. Não precisa de profundos estudos científicos e conhecimentos rebuscados para entender que isso é de certa forma uma regra social bacana de se seguir(pra alguns). Eu li sobre isso nas regras desse fórum e achei interessante salientar.

      Soa pobre você chegar num fórum cheio de membros e dizer sem argumentar: "Nossa, tal ritmo acho uma bosta, aqueles instrumentinhos combinados com outros é uma merda auditiva, e aquelas pessoas que curtem aquilo? Que coisa mais besta".

      Cadê os argumentos do porquê você acha e se mostra motivado a vir aqui dizer que é lixo e generalizar? Eu posso por exemplo argumentar que não gosto de Anitta porque ela é ruim tecnicamente e apontar os erros vocais dela pra provar o que acho e manifestar que não gosto de artistas com performances ruins. Isso é argumentar. Agora sair batendo no peito e dizendo que tal ritmo é lixo e etc soa clichê e vago pra mim. Tenho total direito de replicar e apresentar isso como preconceito. Se vai falar mal, fale com embasamento, não use preconceito e princípios particulares pra julgar algo que você não conhece.

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 15:04 · Editado por: MrYuriSilva
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      A falta de respeito é com uma pessoa, não se a aplica a suas ideias e ideais.
      Eu deixo de respeitar alguém, quando a trato de modo diferente seja por gostar de / fazer / praticar algo de que não gosto / faço / pratico.


      Mas a falta de respeito é muitas vezes motivada por algum tipo de preconceito (e na cabeça do preconceituoso na maioria das vezes ele acha que não está sendo preconceituoso). Meu intuito foi citar como configura certas opiniões que mascaram outras coisas que na minha visão não são bacanas.

      Ismah
      Veterano
      # 15/mai/17 16:05
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      Lelo Mig

      Nem sempre é imposição, e sim tomar gosto por algo para se sentir parte do todo.

      MrYuriSilva

      Rapaz tá ficando feio o troço... Tu não pode provar que a opinião de alguém é com base em pré-concepção sobre os autores, intérpretes, ouvintes, e os meios onde cada um destes vive. E aliás isso é algo da vida particular de cada um, e não nos diz respeito nenhum.

      A questão do Jojo é que ele não consegue apreciar tal gênero, independente se é Marvin Gaye ou Alok, Madonna ou Gloria Gaynor, Jean Michel Jarre ou Stevie Wonder, Daft Punk ou Village People...

      Da mesma forma que eu realmente admiro o trabalho da Denize "D'z Mc", o gênero como um todo, tem grandes coisas que repudio vêemente.

      entamoeba
      Membro Novato
      # 15/mai/17 18:44
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      MrYuriSilva

      Soa pobre você chegar num fórum cheio de membros e dizer sem argumentar: "Nossa, tal ritmo acho uma bosta, aqueles instrumentinhos combinados com outros é uma merda auditiva, e aquelas pessoas que curtem aquilo? Que coisa mais besta".

      Cadê os argumentos do porquê você acha e se mostra motivado a vir aqui dizer que é lixo e generalizar? Eu posso por exemplo argumentar que não gosto de Anitta porque ela é ruim tecnicamente e apontar os erros vocais dela pra provar o que acho e manifestar que não gosto de artistas com performances ruins. Isso é argumentar.


      Quando você "fala o porquê", você tenta racionalizar o gosto, e tem tudo para essa racionalização falhar. Quem racionaliza pressupõe burramente que a gente é plenamente capaz de entender o que sente.

      O problema é querer conversar sobre música esperando respostas precisas e definitivas. Elas não existem nem nas ciências mais rigorosas, por que existiriam nas artes?

      Não te ocorre que se não fosse a generalização não teríamos como classificar as espécies na Biologia? A generalização é uma ótima ferramenta e é idiotice temê-la!

      A generalização, como toda forma de preconceito, é um mapa - uma simplificação útil à orientação. Bons mapas são simples. Excluem os detalhes para focar naquilo que é relevante. Eventualmente, um mapa pode deixar de mostrar uma coisa ou outra que nos seria útil, mas, no geral, a limpeza do mapa favorece a compreensão do que ele se propõe a mostrar.

      Quando generalizo, colocando vários "artistas" no mesmo balaio e os tachando como ruins, me poupo de perder tempo com eles. Tenho quase certeza que não estou perdendo nada que preste ao fazer isso.

      Sério que você considera isso um exemplo pra justificar o que está sendo debatido?

      Não. É só uma metáfora para tentar te ajudar a entender, mas sem esforço e boa vontade, nem desenhando com canetinha colorida...

      Casper
      Veterano
      # 15/mai/17 19:15
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      Caros:

      Sugestão do Véio:



      Gostei bastante da obra.

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 19:50
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      "Quando você "fala o porquê", você tenta racionalizar o gosto, e tem tudo para essa racionalização falhar. Quem racionaliza pressupõe burramente que a gente é plenamente capaz de entender o que sente."

      Eu não racionalizei o gosto, e sim as palavras que ele usou pra falar mal do gênero. É fácil eu sentir ódio de algo e escrever na internet que aquilo é uma merda sem parar pra pensar no que aquilo realmente significa e não ser replicado nem querer ser criticado, é muito cômodo.

      Troque a palavra eletrônica por "ROCK" e você verá esse fórum lotado de fãs do ritmo se manifestando contra quem disser que rock é lixo. Houve um caso parecido com a Floor Jansen, onde ela disse que não gostava de Slayer, que achava o som deles ruim e a galera caiu matando nela. É muito fácil você expressar seus sentimentos de repulsa a um som usando palavras como "lixo", "merda"..É o que muitos fazem e eu sou totalmente crítico a esse tipo de conduta porque é tão ridículo você fazer um trabalho e vir um bando de haters dizer que o ritmo que você trabalha é lixo só porque eles não conseguem assimilar o som e não gostam do estilo, acho que soa desonesto quando estamos vivendo numa era onde tem muita coisa nova por aí. Talento está em todo lugar e a internet tem sido uma ferramenta pra proferir certos discursos de ódio e julgamento preconceituoso até na música. Me desculpe mas essa é a minha opinião e eu vi claríssimas expressões de preconceito musical nesse tópico.

      Achei interessante salientar tudo isso, ponto.

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 20:04 · Editado por: MrYuriSilva
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      Não. É só uma metáfora para tentar te ajudar a entender, mas sem esforço e boa vontade, nem desenhando com canetinha colorida...

      Eu achei tua comparação muito vaga. Quando se fala de dor, se fala de um sintoma físico. Você pode levantar teorias, provar porque você tem o teu tipo de tese sobre ela, e apresentar análises e estudos aprofundados. Isso se trata de provar algo e argumentar com base em pesquisas.

      No caso de falar sobre um gênero musical, antes de você falar algo, você precisa entender do que se trata e porque aquele som está sendo feito, até porque como você citou a palavra "mecanismos", existem mecanismos emocionais pra conduzir aquele tipo de som, logo, quando você diz que um gênero musical é uma merda, você está dando a entender que a forma como eles aplicam os mecanismos é ruim, sem levar em conta o conhecimento superficial ou a falta de ele e sabendo que existem milhões de formas de fazer o que se é proposto na música antes de dar uma opinião sobre aquilo.

      Se trata justamente de preconceito, no meu ver.

      JJJ
      Veterano
      # 15/mai/17 20:32
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      MrYuriSilva

      Me citando: "eu acho uma merda aquilo".

      Repare o "EU" na frente da frase. É diferente de chegar e dizer: "música eletrônica É uma merda", coisa que eu não disse.

      E se você ler o resto (eu sei que é muita coisa...), vai ver que cheguei a pedir sugestões pra ouvir alguma coisa que me chamasse a atenção. E ouvi! Não tudo, porque foi uma cacetada de sugestões, mas ouvi algumas, sim. Cheguei até a achar algum valor em alguma coisa, mas, de modo geral, não mudou meu gosto.

      Agora, é claro que, em 12 páginas de um tópico, você vai achar uma frase ou outra dita de modo mais agressivo ou até beirando o preconceito. Mas isso é um fórum de internet, não uma sessão do STF, né?

      entamoeba
      Membro Novato
      # 15/mai/17 20:43
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      MrYuriSilva
      Eu não racionalizei o gosto

      Racionalizou, sim!

      Aqui:

      Eu posso por exemplo argumentar que não gosto de Anitta porque ela é ruim tecnicamente e apontar os erros vocais dela pra provar o que acho

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 20:55 · Editado por: MrYuriSilva
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      Racionalizou, sim!

      Aqui:

      Eu posso por exemplo argumentar que não gosto de Anitta porque ela é ruim tecnicamente e apontar os erros vocais dela pra provar o que acho


      Eu apresentei um exemplo de argumento pra mostrar que existem formas de provar o porquê você pode não gostar de algo. Pode ser racionalizado por alguma parte e não vejo problema nisso como você vê e disse que racionalizar gosto é uma forma burra de pensar. Engraçado que agora você quer que o fórum vire simplesmente um poço de opiniões baseadas puramente em emoções e não também de coisas racionais. Aqui é um fórum pra falar de música onde existem músicos aqui que fazem música. Existem sempre razões misturadas com emoções e tudo que eu citei como argumento valida os dois, não é só emoção, existem raízes racionais por trás de certas emoções, principalmente de sentimentos de repulsa e ódio que viram atitudes ridículas, enxerga quem quer. Eu vou falar sobre sim, porque é o que representou a situação.

      entamoeba
      Membro Novato
      # 15/mai/17 21:00
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      mas sem esforço e boa vontade, nem desenhando com canetinha colorida...

      MrYuriSilva
      Veterano
      # 15/mai/17 21:25
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      mas sem esforço e boa vontade, nem desenhando com canetinha colorida...

      Não vou fazer esforço pra defender preconceitos. Vlw

      Ismah
      Veterano
      # 15/mai/17 22:06
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      MrYuriSilva

      Não te esqueça que somos humanos, naturalmente subjetivos, logo nem tudo se resume a sim ou não. As palavras citadas, são figuras de linguagem de cunho altamente subjetivo.
      Ainda se tenta racionalizar uma mente humana, sempre sem sucesso. Até se tem conseguido isso parcialmente em computadores, mas se perde sempre a criatividade e a inovação. O desafio atual é fazer um computador aprender sozinho alguma tarefa, ou seja inovar. E quem conseguir será o sucessor do Sr Gates e do Sr Jobs ao mesmo tempo, sem sombra de dúvida.

      Exemplo disso é o famigerado caso do master chess e então campeão mundial, Kasparov, contra o computador Deep Blue. A máquina não pensou nas jogadas, apenas analisou e comparou as probabilidades dos próximo movimentos, com base no que o Kasparov fez em partidas anteriores. E uma das duras críticas, é que Kasparov não teve como estudar partidas anteriores do Deep Blue, quando este pode estudar centenas de milhares.

      O que tu diz na sequência, é claro qu'é SUA opinião e não posso tirá-la de ti. Todavia, não sou obrigado concordar.
      Isso se aplica em estar desobrigado de a aplaudir tudo o que surge porque supostamente arte seria livre. Se eu não gosto, e digo isso, não sou um hater - isso eu seria se fosse em cada oportunidade disponível, criticar o autor.

      Casper
      Veterano
      # sábado às 11:46
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      locostras
      Membro Novato
      # sábado às 12:24
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      Assim como Gil Vicente provocava ira em Fernando Pessoa...Latino aprendeu a compor ao piano música pop e agradável ao gosto popular.
      Se eu falar aqui o que acho do Latino como pessoa serei leviano simplesmente por não conhecê-lo mas dizer que Anita é afrodisíaco não acho nenhum exagero

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