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      Tópico "vintage": Ouvindo música antes da Internet e da Era digital...

      Autor Mensagem
      ogner
      Veterano
      # jan/12
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      MauricioBahia

      Eu tinha um esquema de gravação em aparelhos ( 3x1) com tape deck duplo.

      Gravava a base na fita 1 no Deck que gravava, espetando a guitarra na entrada MIc saindo da Boss BE-5, minha primeira, depois de alguns pedais Chorus que tive, Heavy Metal classico, hehe. Enfim gravava no deck, depois colocava essa gravação pra rolar no outro deck, colocava uma virgem no deck gravador e tocava junto com a guita na entrada mic novamente. ( era sempre só um deck que gravava. Gravei muitas For the love of god, e Always with you, Always With Me, assim...hehehe!!

      Mauricio Luiz Bertola
      Veterano
      # jan/12
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      fernando tecladista
      renatocaster
      Eu tenho (e escuto ainda) mais de 600 vinís em casa!
      Dava pra gravar de fita pra fita sim. Bastava ligar a saída do Tape-Deck à entrada REC de outro. O resultado não ficava muito bom pois a gravação em K7 gera perda de amplitude de frequencias, o que era algo secundário.
      Na verdade, usando de criatividade e contando com ajuda dos amigos, dava pra fazer MUITA COISA, e ouvir muita música sim. Como eu disse acima, só não dava pra ver shows, pois não existía o Vídeo-Tape domiciliar.
      Me lembro bem quando saíram os 1ºs vídeo K7 (eram enormes!), só gente rica tinha, e um amigo meu (Milloni), alugou uma sala numa galeria em Jacarepaguá e passava shows e filmes que o irmão dele trazia dos EUA, ficava lotado!!! A galera "pirava" vendo "Rock é rock mesmo" (The song remais the same), o Festival de Woodstock, etc...
      Abçs

      renatocaster
      Moderador
      # jan/12
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      Mauricio Luiz Bertola

      Me lembro bem quando saíram os 1ºs vídeo K7 (eram enormes!), só gente rica tinha, e um amigo meu (Milloni), alugou uma sala numa galeria em Jacarepaguá e passava shows e filmes que o irmão dele trazia dos EUA, ficava lotado!!! A galera "pirava" vendo "Rock é rock mesmo" (The song remais the same), o Festival de Woodstock, etc...

      Hahaha, que doideira! Mas a diversão era garantida né? Eu não peguei essa fase áurea do rock nos anos 80, eu era criança. Só me lembro de ver umas bandas de rock em alguns programas de TV. Só comecei a me aprofundar mais no rock and roll apartir da segunda metade da década de 90.

      Abs

      Mauricio Luiz Bertola
      Veterano
      # jan/12
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      renatocaster
      Pois então perdeste o auge da coisa...
      Antes mesmo da "Geração 80" revelada pela inimitável Fluminense FM, A Maldita!, haviam grandes bandas nacionais e róquenrrol "comia solto". Eu pude assistir shows d'O Terço e seu sucedâneo, o 14-Bis, A Bolha, Mutantes (fase progressiva), Casa das Máquinas e Made in Brazil quando era moleque (15/16 anos, entre 1977 e 79). Depois é que veio a "explosão" dos anos 80, cimentada pelo Rock in Rio em 1985!!!
      Abç

      De Ros
      Veterano
      # jan/12 · Editado por: De Ros
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      MauricioBahia

      "Péssimos tempos aqueles! hehe"

      Discordo completamente! Também passava muito tempo esperando a rádio tocar determinada música para gravar! Mas quando conseguia, meu amigo, era como ganhar na loteria! Ouvia a música até a fita gastar, aprendia a tocar a música, prestava atenção nos detalhes, no arranjo de cada instrumento, era mágico!

      E chegar no colégio e falar com a galera:

      - Aí De Ros, já ouviu a nova do Van Halen?
      - Ouvi e já tirei, só falta o solo, mas de hoje não passa!!!!
      - Pois eu já tirei o solo inteiro!
      - Bah, me ensina!!!

      Hoje em dia, o cara baixa a discografia do Avenged Sevenfold, baixa os arquivos no guitar pro ( e não nota que estão errados), e não aprende a tocar porque não tem tempo nem de escutar as músicas, porque está jogando "Fucking Wars" no playstation 7, e , no colégio:

      -E aí velho, já começou a aula de guitarra?
      -Ainda não, estou trocando a captação por uma sem mordanca, e depois vou mandar fazer um mod no meu pedal. Depois de comprar minha Gibson custom shop e um Axe Fractal 2, aí vou fazer aulas, se bem que o lance é ser auto didata! Mas já baixei todas as tabs do Avenged!


      Isso, meu amigo, é que são "péssimos tempos", opinião pessoal, obviamente!

      Mauricio Luiz Bertola

      Positivado!

      renatocaster
      Moderador
      # jan/12 · Editado por: renatocaster
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      Mauricio Luiz Bertola

      Pois é, deve ter sido o máximo mesmo essa época. As bandas da minha geração já vieram com uma proposta mais comercial, digamos assim. E as que não eram, se tornaram com o tempo, hehehe.

      De Ros

      estou trocando a captação por uma sem mordanca

      Uhauhauha, boa! Só quem viveu e vive esses dois mundos, o "analógico" e o "digital" é que consegue ter essa percepção. Eu admito que quando comecei a estudar a coisa já estava mais pro "digital" mesmo, mas não com a intensidade de hoje.

      Poxa, eu tirava músicas e alguns solos das revistas, Guitar Player, Cover Guitarra, Guitar Class, etc. Não tinha guitar pro não, hehehe. Hoje em dia nem isso existe mais direito (as revistas). Mas as revistas eu tenho ainda, um monte! E de vez enquando eu recorro a algumas delas, hehehehe.

      Abs

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/12
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      De Ros
      Mauricio Luiz Bertola
      MauricioBahia

      Perfeitos comentários!

      Bahia, se voltar ainda uns 13 anos antes da sua adolescência, vai notar que um disco bom em vendas lá fora poderia levar até seis meses para chegar ao Brasil e a galera ficar sabendo.
      Em 1980 meu velho voltou da Europa com um duplo ao vivo do Eric Clapton, gravado no Japão e lançado nas lojas um dia antes dele voltar. Bicho, até esse disco começar a ser conhecido, a minha galera toda já tinha as cópias em K7 que eu gravava para eles. Mágicos tempos aqueles de correr atrás dos lançamentos...

      Há uns três anos veio um cara aqui no trabalho com um pen drive na mão:
      " Tu gosta de AC/DC, né? Toma aqui, o álbum que eles lançarão na semana que vem, um tal de Black Ice."

      Skapunk
      Veterano
      # jan/12
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      MauricioBahia

      Passei muitas tardes com o rádio (receiver) ligado e o tape deck em REC/Pause, esperando que tocasse "aquela" música pra poder gravar.

      Vai tentar fazer isso hoje... rsrsrs...

      rebobinei muito k7 com BIC e gravei clipes do "Alto Falante" e "Musikaos" achando que nunca mais tería outra chance vê-los... ... até que surgiu o youtube.. kkk

      Abraço

      ogner
      Veterano
      # jan/12
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      Skapunk
      até que surgiu o youtube

      Considero "a coisa" mais fod@ que aconteceu nesse bum tecnologico dos ultimos 15, 20 anos!! Claro que sou um noob interbnético/tecnológico e nao conheço nem 1/3 das ferramentas dispoiniveis, mas das que conheço, sou muito fã do u2b..Muita coisa bacana que seria impossivel de se assistir/ouvir esta disponievl, sabe-se la ate quando, é verdade. Tem coisas que ate com muito dinheiro seriam dificeis de se obter!!

      Skapunk
      Veterano
      # jan/12 · Editado por: Skapunk
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      ogner

      Concordo totalmente... esse u2b eu não manjo muito não (somo dois noobs tecnológicos, kkk)...

      E o youtube além de clipes de Rihanna, tem muito show raro, gravação única, ensaio, descontração de bandas famosas.. e anônimos tentando mostrar seu som!

      mas mesmo em blogs... que coisa incrível... pra ter a discografia do Guns eu tive que comprar os CD's e foi f*da achar o GNR Lies... e pra vc ver, nesse exato momento to baixando a discografia do "The Kills" (Mosshart e James Hince são fora do normal)...

      É vejamos até onde essa tecnologia e inclusão digital nos leva..

      Abraço

      Rafiusk
      Veterano
      # jan/12
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      Que barra... Com certeza era mais difícil obter música pra ouvir. Mas a qualidade devia ser melhor, hoje tudo que você baixa na internet tem uma qualidade sofrível, e cd é bom, mas também perde muito na gravação.

      Bog
      Veterano
      # jan/12
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      De Ros
      -Ainda não, estou trocando a captação por uma sem mordanca, e depois vou mandar fazer um mod no meu pedal. Depois de comprar minha Gibson custom shop e um Axe Fractal 2, aí vou fazer aulas, se bem que o lance é ser auto didata! Mas já baixei todas as tabs do Avenged!

      Hhahhahahahaha.... Tô rindo alto aqui.

      Mas uma coisa é verdade: eu não consigo assimilar a imensa maioria das músicas que baixei na Internet. As que eu realmente percebo em detalhes, camada por camada, são aquelas que eu ouvia quando era mais novo, que eu ficava esperando conseguir dinheiro para comprar o CD (é, CD, porque minha adolescência foi nos anos 90), ou aquelas da minha infância com fita K7 (porque a gente não tinha toca-disco lá em casa). O número de músicas "assimiladas" para mim começa a cair no final dos anos 90, e depois de 2004 ou 2005 a coisa piora ainda mais.

      Mas eu na verdade acho que isso tem mais a ver comigo do que com a época. Acho que tem a ver com a minha "formação de gosto musical". Digo isso porque já estamos começando a soar como aqueles velhinhos que falam "ah, mas no meu tempo é que era bom". O que é curioso é que minha vó já falava isso, a mesma coisa, mas o tempo "bom mesmo" era o dela...

      Mauricio Luiz Bertola
      Veterano
      # jan/12
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      De Ros
      Hoje em dia, o cara baixa a discografia do Avenged Sevenfold, baixa os arquivos no guitar pro ( e não nota que estão errados), e não aprende a tocar porque não tem tempo nem de escutar as músicas, porque está jogando "Fucking Wars" no playstation 7, e , no colégio:

      -E aí velho, já começou a aula de guitarra?
      -Ainda não, estou trocando a captação por uma sem mordanca, e depois vou mandar fazer um mod no meu pedal. Depois de comprar minha Gibson custom shop e um Axe Fractal 2, aí vou fazer aulas, se bem que o lance é ser auto didata! Mas já baixei todas as tabs do Avenged!

      De Ros, se pudesse te positivava 2 vezes cara!!!
      ogner
      Isso foi REALMENTE um avanço. O U2b é sensacional!!
      Outro dia mesmo achei um show do FREE, já sem o Paul Kossof (com o Rabbit nos teclados e o Tetsuo no baixo), no Japão, no qual o Paul Rodgers tocava guitarra (o tempo todo e fazendo até solos!!!).
      Abçs

      Mauricio Luiz Bertola
      Veterano
      # jan/12
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      Bog
      Digo isso porque já estamos começando a soar como aqueles velhinhos que falam "ah, mas no meu tempo é que era bom". O que é curioso é que minha vó já falava isso, a mesma coisa, mas o tempo "bom mesmo" era o dela...
      Cara, pode até PARECER isso, mas não é bem assim não.
      De fato existe essa questão que é de base psiquico-social, e é até natural em todas as épocas ou sociedades.
      Mas, o que aconteceu nos anos 60/70 foi um período MUITO específico da História ocidental, no qual desenvolveu-se uma contra-ideologia (que nem era tão "contra" assim) aos valôres sociais e morais vigentes. Isso tem à ver com aquele momento histórico específico, ademais o desenvolvimento tecnológico daquele período foi imenso em relação ao período imediatamente anterior. Isso gerou uma explosão de criatividade nas artes e nas ciências, assim como de uma mentalidade "progressista" que não se repetiu mais.
      Chega à ser um paradoxo o quanto a sociedade do século XXI é avançada tecnológicamente e reacionária em muitos aspectos em relação aos anos 60/70...
      Abç

      ogner
      Veterano
      # jan/12
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      Skapunk
      esse u2b eu não manjo muito não (somo dois noobs tecnológicos, kkk)

      Hehehe. Acho que vc esta pior que eu:
      U - iuu
      2 - Two
      B- b
      Iuutwob...Hã, hã!??! Sacou?!!? Hehehe

      Mauricio Luiz Bertola
      Muita coisa bacana mesmo.
      Olha o Jimi na banda de apoio ali atras! heehehe!!



      renatocaster
      Moderador
      # jan/12
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      Skapunk

      esse u2b eu não manjo muito não (somo dois noobs tecnológicos, kkk)...

      u2b = Iutubiu!!!

      Tá bom, tá bom, é o Youtube! Hehehe.

      Abs

      FDG
      Veterano
      # jan/12
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      Quando chega a era que seria para facilitar a vida dos cidadãos/músicos em geral...
      Acontece tudo ao contrário,ficou todo mundo mais preguiçoso...
      minha adolescência foi no início do boom virtual,mas eu tenho ainda alguns (vérios) CDs,só que o torrent é muito tentador hahaha...

      Bog
      Veterano
      # jan/12
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      Mauricio Luiz Bertola
      o que aconteceu nos anos 60/70 foi um período

      ... que eu não vivi. =P

      E mesmo assim eu me identifico com o discurso de quem diz que "naquele tempo era bom", com a diferença que o meu "tempo que era bom" aconteceu nos anos 80 e 90. Agora, é fato que uma boa parte das minhas músicas "assimiladas" é dos anos 60 e 70. Muito mais do que coisas que saíram depois do ano 2000, e muuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais do que coisas de depois de 2004 ou 2005.

      Eu só não sei o quanto disso realmente se deve ao período e o quanto se deve à minha própria vivência. Quando eu escuto os primeiros acordes de uma Smells Like Teen Spirit da vida, me vêm toneladas de lembranças na cabeça - e acho que isso diz mais sobre mim aos 11 anos do que sobre a música propriamente dita.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/12
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      Bog
      Mas uma coisa é verdade: eu não consigo assimilar a imensa maioria das músicas que baixei na Internet

      Bicho, não é só você, não. Acho que a maioria da molecada de hoje, que baixa um monte de arquivos, não os ouve detalhadamente.

      Quem comprava disco de vinil nos anos 60/70/80 ( meu caso ) acabava por esmiuçar o álbum inteiro. A gente comprava o disco e , já que havia gastado os trocadinhos, era "obrigado" a ouvir . E ouvia de novo, e de novo e de novo. Desse jeito é que se ouvia os detalhes.

      Hoje em dia essa cultura do imediatismo e tanta tecnologia fazem a gurizada baixar a discografia da banda, ouve-se um trecho do arquivo e se não gostar, joga o arquivo fora. E provavelmente nunca mais vai ouvir de novo, perdendo a chance de descobrir qualidade na arte.

      Nesse aspecto, prá mim é retrocesso...

      Skapunk
      Veterano
      # jan/12
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      ogner
      renatocaster

      KKKKKKKKKKK!!!!

      Se eu tivesse que trampar em informática e tecnologia.. passava fome... kkkkk

      Abraço

      kiki
      Moderador
      # jan/12
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      MauricioBahia
      ótimo assunto!

      com certeza a facilidade de acesso de hoje é boa.
      mas eu concordo com os mestres Mauricio Luiz Bertola e De Ros, acho que essa avalanche de informação de hoje tambem tem grandes consequencias negativas.

      eles apontaram isso pra ouvir e conhecer musica e pra aprender a tocar. mas acho que vale um pouco pra tudo.
      o acesso praticamente irrestrito permite qualquer um ter acesso a uma banda ou um filme novo (pense em quem vive em cidades remotas pelo pais). mas tambem exige um discernimento pra selecionar.

      eu sinto que todo mundo descobre uma nova banda/musica boa por semana, e esquece ela na semana seguinte...

      kiki
      Moderador
      # jan/12
      · votar


      pra quem tem interesse no assunto, to lendo um livro muito bom:

      Música e mediação tecnológica
      Fernando Iazzetta
      Editora: Perspectiva
      Páginas:232 pág.

      Descrição:
      A música contemporânea foi visceralmente marcada pela tecnologia. A invenção do fonógrafo, em 1877, exigiu uma remodelação radical em toda a rede de relações existente nos processos de criação e recepção estabelecidos até então. Nesse movimento, a escuta passou a ser o foco desse novo fazer musical. Na segunda metade do século XX, porém, o desenvolvimento das tecnologias eletroeletrônicas gerou um novo ciclo de transformações, permitindo, por exemplo, a criação de músicas sem notas e de performances musicais sem instrumentistas. Assim, a criação musical retoma seu predomínio, balizada pelo poder de inventividade que os novos meios lhe proporcionam. Ocorre, então, a instrumentalização da escuta e da criação musicais, que passam a ser mediadas por um número crescente de aparatos de operadores eletrônicos. Com base nesses dois paradigmas, Fernando Iazzetta desenvolve, em Música e Mediação Tecnológica, um levantamento minucioso dos instrumentos, das técnicas, das formas de composição e de suas resultantes artísticas e estéticas que geram um novo espaço, cuja exploração, criativa e auditiva como obra musical, apenas começa a ser realizada pelo que se poderia chamar de uma nova musicalidade.

      Sobre o autor
      Iazzetta, Fernando - é professor livre-docente de Música e Tecnologia do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde atua também como coordenador do Lami – Laboratório de Acústica Musical e Informática. Formado em percussão pelo Instituto de Artes da Unesp e doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, sempre esteve interessado nas práticas musicais contemporâneas, dedicando-se, como pesquisador, ao estudo dos processos de mediação tecnológica envolvidos na produção musical e ao desenvolvimento de sistemas interativos de composição e performance. Realiza também um trabalho constante na área de acústica musical. Tem desenvolvido ampla atividade artística como compositor e músico eletroacústico, buscando a exploração de ambientes tecnológicos voltados para a criação musical. Compõe obras instrumentais e eletroacústicas tocadas em teatros e festivais no Brasil e no exterior. Dedica-se, também, à improvisação com live-electronics e à realização de trabalhos colaborativos envolvendo dança, performance e vídeo.

      http://www.livrariaresposta.com.br/v2/produto.php?id=161492

      Jim Marshall
      Veterano
      # jan/12
      · votar


      MauricioBahia

      O que posso dizer é que sou feliz por ter vivido todas as épocas: fitas K7, LP´s, Dip'n'Lik, CD e Ipod, etc.

      Gosto de lembrar como era antigamente quando tirava música de LP, dava um trabalhão se comparado hoje em dia...rs.

      Assim como daqui a uns 30 anos a garotada vai lembrar de quando a sensação era usar um tal de Twitter e Facebook. Tudo tem o seu tempo.

      Abraço,
      See ya!

      renatocaster
      Moderador
      # jan/12
      · votar


      Jim Marshall

      O que posso dizer é que sou feliz por ter vivido todas as épocas: fitas K7, LP´s, Dip'n'Lik, CD e Ipod, etc.

      Não se esqueça do Pirocóptero e dos Ioiôs da Coca-Cola.
      Hehehe.

      guizimm
      Veterano
      # jan/12
      · votar


      acho que eu so muito novo pra posta nesse topico

      ogner
      Veterano
      # jan/12
      · votar


      renatocaster
      Não se esqueça do Pirocóptero e dos Ioiôs da Coca-Cola.
      HAuheuhauheu!!! To velho!! ahuehuahue

      Lodi
      Veterano
      # jan/12
      · votar


      Adoro viver nessa era digital, porque posso pesquisar coisas que eu nunca teria escutado se fosse comprar o CD ou vinil.

      Adoro o vintage também, mesmo tendo escutado muito pouco (uma vez). Estava escutando Raul Seixas. Achei o som diferente, não sei explicar, mas era bem melhor. Me deu arrepios!

      MauricioBahia
      Moderador
      # jan/12
      · votar


      hehe. Cada um tem uma visão mesmo. Eu continuo achando hoje em dia tudo muito mais prático! Gosto disso. :)

      Abs

      BruceRamos
      Veterano
      # jan/12
      · votar


      Me lembro que em 1985 eu tava gravando o primeiro Rock in Rio usando um gravador micro sistem de fita K7 com gravação de voz colocando na frente da TV. Rsssss

      Volunteer
      Veterano
      # jan/12
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      Eu não vivi a era dos LPs, já nasci com o surgimento do CD, apesar de ter demorado um pouco mais pra chegar na tecnologia porque morava numa cidade relativamente pequena(hoje tem 140 mil habitantes, em 91 devia ser bem menos). Ouvi muito LP num som antigo que a gente tinha ainda.

      Mas mesmo sendo novo, como só fui ter contato com internet de verdade aos 12/13 anos, quando me mudei e finalmente larguei o Windows 95, essa coisa de ouvir música também tinha esse certo prazer maior. Quando um aluno de minha mãe da Wizard viajou pro exterior e me trouxe uma cópia do Karma, de Kamelot, eu ouvi(e ouço até hoje) com um prazer desgraçado. Mesma coisa com um best of de Guns e com os álbuns que meu professor de inglês me passou do Iron.

      Isso é básico, se você tá passando fome, um sanduíche vira ceia. Mas mesmo assim, prefiro ficar sem passar fome pagando o preço de banalizar meus sanduíches mesmo.

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