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      Novo Roland Jupiter versão 2 e Jupiter 50

      Autor Mensagem
      Greenwood
      Veterano
      # nov/13
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      Gugu tecladista

      Valeu, Gugu!!!

      André Luiz Keys

      O rapaz tem bom gosto!!!

      Buhbor
      Veterano
      # fev/14
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      E ai galera,

      Alguém já pode colocar as mãos no JUPITER 50 e tem alguma impressão a dizer?
      Testei ele um pouco e gostei bastante de algumas coisas e não mto de outras. Mas teste em loja eu sempre acho mto vago.

      Queria saber opinião de quem tem ou pode dar uma fuçada mais detalhada nele.

      Testei também o korg krome esses dias. Gostei também de mta coisa mas detestei outras.

      Greenwood
      Veterano
      # fev/14
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      Buhbor

      É mesmo! Faltou um review decente aqui... o que foi q vc não gostou?

      Buhbor
      Veterano
      # fev/14 · Editado por: Buhbor
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      Greenwood

      Talvez ninguém tenha comprado ele ainda por aqui.

      Não vou dizer mta coisa pq, como eu disse, testei na loja. E teste em loja nunca quer dizer mta coisa pra mim.

      Mas de cara não gostei do seguinte:
      Antes a Roland trabalhava com Tone<Patch<Perform
      Onde Tone era a menor unidade de som encontrada, os Patch podiam ser formados por 4 tones e as Performs com até 16 Patchs (lembrando que tinha 128 de polifonia).

      Eu ainda não tenho certeza se entendi errado, precisaria ler o manual, mas eu ACHO que agora funciona assim:
      Tone<Live Set<Registrations
      Tone continua sendo a menor unidade de som, Live Sets tem até 4 tones e Registrations pode ser formado com até 6 Tones (ou 6 Live Sets, não tenho certeza sobre isso).

      De qualquer maneira houve uma clara diminuição na capacidade de combinações de sons.

      Também tive dúvidas quanto ao acesso de algumas funções.
      Não vou falar sobre os sons por enquanto.

      Em outras palavras, ainda não sei praticamente nada sobre o teclado, por isso gostaria que o pessoal compartilhasse as informações que sabem com a gente. =D

      EDIT:
      Me esqueci de dizer: outra coisa que não gostei é só ter editor pro iPad (se não me engano).

      André Luiz Keys
      Veterano
      # fev/14
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      Buhbor
      Alguém já pode colocar as mãos no JUPITER 50 e tem alguma impressão a dizer?

      A primeira coisa a dizer, é que por mais que pareça, ele não é um teclado pra música eletrônica.

      A forma mais fácil de testar os sons do JP-50, é selecionar o Registration 00, assim, você consegue ouvir os sons individualmente. Há sons excelentes de piano acústico, rhodes, cordas, metais e claro, sons sintéticos como leads, pads, etc.

      TODOS OS SONS ACÚSTICOS, são SuperNatural, ou seja, procuram simular com a máxima perfeição estes timbres.

      Participei recentemente de um projeto para criação de um banco de sons para o dia a dia, para o Jupiter-50 que pode ser baixado no link a seguir:
      http://www.roland.com.br/products/details/1221/downloads/

      Antes a Roland trabalhava com Tone<Patch<Perform

      A grande diferença está na qualidade e construção das amostras. Um exemplo:

      Para ter um naipe de metais com Fall, Crescendo, Staccato, era necessário ter uma forma de onda ou Tone específico para cada uma destas articulações. Agora não, quando você seleciona um timbre de Brass, os controles S1 e S2, modulation, já ativam estas articulações.

      O mesmo ocorre na categoria de Cordas (strings).. há articulações específicas destas famílias (staccato, pizzicato, etc).

      A grande sacada da linha Jupiter, é a qualidade de sons.

      Particularmente, usei o modelo Jupiter-80 por um ano no palco, e era só elogios quando a timbragem. Era raro um dia que não me paravam para perguntar sobre o teclado depois das apresentações... o som é pancada!

      Sua explicação sobre a nova estrutura, está correta.

      No JUPITER-50 é assim:

      REGISTRATION - até 6 TONES.

      Dentro desse Registration (que chamo carinhosamente de "Timbre Mãe), você tem um LIVE SET com até 4 tones, e dois Tones: 1 em SOLO e outro em PERC/LOWER.

      No Jupiter-80 são até 10 Tones simultâneos. A diferença está na parte PERC e LOWER, que são separadas. Então fica assim.

      UPPER - 4 Tones (que é um LIVE SET)
      LOWER - 4 Tones (que é um LIVE SET)
      PERC - 1 Tone
      SOLO - 1 Tone

      Dúvidas?

      Artref
      Veterano
      # fev/14
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      Eu peguei o Jupiter 50 por um tempo e os sons eram MUITO BONS. Muita qualidade.

      O problema é que eu estava precisando de muitos recursos que ele não tinha, então infelizmente não pude ficar com ele. Também tem teclas muito boas, das melhores de synth que já vi.

      Buhbor
      Veterano
      # fev/14 · Editado por: Buhbor
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      André Luiz Keys

      TODOS OS SONS ACÚSTICOS, são SuperNatural, ou seja, procuram simular com a máxima perfeição estes timbres.

      Cara, eu fui testar ele hoje de novo. Inclusive até testei junto com um Korg Krome ao mesmo tempo (se tiver paciência talvez escreva um tópico falando sobre a impressão dos dois juntos).

      Mas o que eu pude perceber no JP-50 é que nem todas as amostras são SuperNATURAL. Nos pianos ac. mesmo só encontrei um que era baseado nessas amostras apesar de os outros também serem bons.

      No RD 300NX (que eu tenho aqui) também é assim. Existe, por exemplo, amostras de pianos elétricos que não são superNATURAL. Antes eu achava que todas eram no JP-50 (por causa da propaganda), mas não foi o que me pareceu navegando pelo teclado hoje.

      E essa estrutura em que o máximo de tones que vc pode usar são 6 no modo Registration realmente não me agradou. Eu ja montei um Hammond, por exemplo, no Juno Stage, que contava com 10 ou eram 11 tones diferentes. Houve tb um Lead que tinha 8 ou eram 10 camadas. Enfim, particularmente o eu achei mto limitado nesse sentido.

      Greenwood
      Veterano
      # fev/14
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      Buhbor
      E essa estrutura em que o máximo de tones que vc pode usar são 6 no modo Registration realmente não me agradou. Eu ja montei um Hammond, por exemplo, no Juno Stage, que contava com 10 ou eram 11 tones diferentes. Houve tb um Lead que tinha 8 ou eram 10 camadas. Enfim, particularmente o eu achei mto limitado nesse sentido.

      Empilhar 06 timbres pra vc NÃO é suficiente? É isto que eu não entendo...

      No meu Juno Gi eu posso colocar até 04 timbres. É muito mais do que suficiente! Principalmente quando se parte de uma biblioteca boa! Geralmente eu consigo o que eu quero com 02 timbres... e olhe que eu sou exigente! Passo até 04 horas ajustando um timbre!

      Sabe o que eu acho? Q a Roland sacou q não precisa de tudo isto... 06 já tá de bom tamanho!

      Greenwood
      Veterano
      # fev/14
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      Artref
      Eu peguei o Jupiter 50 por um tempo e os sons eram MUITO BONS. Muita qualidade.
      O problema é que eu estava precisando de muitos recursos que ele não tinha, então infelizmente não pude ficar com ele. Também tem teclas muito boas, das melhores de synth que já vi.


      Quais os "muitos recursos" que ele não tinha?

      André Luiz Keys
      Veterano
      # fev/14
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      Buhbor
      Eu ja montei um Hammond, por exemplo, no Juno Stage, que contava com 10 ou eram 11 tones diferentes.

      Neste caso também se aplica os novos recursos SuperNatural.. nos sons de órgão você tem os drawbars virtuais na edição, o que elimina a necessidade de várias camadas para obter sons diferentes...

      No caso do Lead, ele tem muitas coisas prontas, acredito que com 6 timbres bem escolhidos, já da para montar um Lead poderoso.

      Lembre-se que cada Tone, possui 3 osciladores, que podem ser totalmente editáveis... no editor do iPad da pra enxergar isso de forma clara:
      https://itunes.apple.com/br/app/jp-synth-editor/id521977766?mt=8

      É como ter seis Roland Gaia...

      Buhbor
      Veterano
      # fev/14
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      Greenwood

      Empilhar 06 timbres pra vc NÃO é suficiente? É isto que eu não entendo...

      Cara, não é empilhar 6 timbres. Eu to tomando como base ainda a tecnologia antiga pra entender a nova. Antes, por exemplo vc teria que usar pelo menos 4 tones pra fazer um piano só com os níveis de velocidade decentes. Não me lembro quantos osciladores tinha por tone (acho que eram 2, e acho que não tinham todos os parâmetros independentes entre si, não me lembro). Pra montar um piano + string, por exemplo (considerando que o string teria uns 3 tones), já iriam embora 7 tones só nessa combinação simples.
      Tone não é necessariamente timbre. Um timbre pode precisar de alguns tones pra ser feito. Ex.: Piano Ac.

      André Luiz Keys

      Lembre-se que cada Tone, possui 3 osciladores

      Realmente não tinha me atentado a isso. Em um Live Set então tem 12 OSC. Já começou a ficar bom eheheh

      Na verdade tem muita coisa que eu ainda não sei sobre a SuperNATURAL. To descobrindo aos poucos.

      Mas volto a dizer o que já disse:
      Mas o que eu pude perceber no JP-50 é que nem todas as amostras são SuperNATURAL. Nos pianos ac. mesmo só encontrei um que era baseado nessas amostras apesar de os outros também serem bons.

      Correto?

      André Luiz Keys
      Veterano
      # fev/14
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      Buhbor
      Mas volto a dizer o que já disse:
      Mas o que eu pude perceber no JP-50 é que nem todas as amostras são SuperNATURAL. Nos pianos ac. mesmo só encontrei um que era baseado nessas amostras apesar de os outros também serem bons.


      Não meu chefe.. todos os sons acústicos são SuperNatural.

      Aqui você poderá fazer o download da lista de timbres:
      http://www.roland.com/support/article/?q=manuals&p=JUPITER-50&id=62467 123

      Veja que a listagem de sons acústivos é chamada "SuperNATURAL Acoustic Tone List (Preset)".

      Abs

      André Luiz

      Buhbor
      Veterano
      # fev/14
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      André Luiz Keys

      Obrigado! ;)

      Artref
      Veterano
      # fev/14
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      quais os "muitos recursos" que ele não tinha?

      Um "modo Combi" como os Korgs, capacidade de ler arquivos Midis e o recurso de caber no porta malas do meu carro, rs.

      Buhbor
      Veterano
      # fev/14 · Editado por: Buhbor
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      Artref

      Um "modo Combi" como os Korgs

      Isso tinha antes, e se chamava PERFORM.
      Agora chamam de REGISTRATIONS, mas acredito que não tenha as mesmas possibilidades. Ainda não to convencido disso pelo menos.


      Um "modo Combi" como os Korgs, capacidade de ler arquivos Midis e o recurso de caber no porta malas do meu carro, rs.

      Um Korg KROME 61 não resolve o seu problema, não? Principalmente pelo tamanho?

      Artref
      Veterano
      # fev/14
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      O M50 anda resolvendo. Eu queria atualizar, mas parece que o bichinho é imbatível no custo benefício.

      Buhbor
      Veterano
      # mai/14
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      É galera, pode parecer estranho, mas aqui estou pra dizer que estou com um Jupiter 50, rsrs.

      Tento deixar a Roland mas a Roland não me deixa =D

      Como vocês podem ver em post anteriores eu andava meio perdido quando a tecnologia SuperNatural, então comecei a ler mais sobre ela. Fui até fóruns gringos pra saber o que falavam sobre o JP 50 e fui testar com um pouco mais de conhecimento sobre o teclado.

      O que posso dizer é que não é o tipo de teclado que você vai testar como qualquer outro, tem que saber como funciona. E é FANTÁSTICO!

      O mais impressionante é que o som não foi capado do JP 80, somente alguns recursos e coisas que encarecem o teclado.

      Por enquanto é só... depois falo um pouco mais.

      Abraço

      Filipe_Tabernaculus
      Veterano
      # mai/14
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      Parabens Buhbor, eu sempre fui atraido pelo jupiter desde quando testei na expo, os sons acusticos são muito bons mesmo, as vezes fica aquela impressao meio duvidosa a respeito do key, mais até onde ouvi, muito fera

      Greenwood
      Veterano
      # jun/14
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      Gente, vou dizer uma coisa pra vcs...

      Tá cada vez mais difícil fugir da GAS... estou LOUCO pra comprar um Jupiter 50!!!

      nando2112
      Veterano
      # jun/14
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      Greenwood
      Sei bem como é isso. Se ainda estivesse no mundo da música acho que já teria escolhido ele como meu upgrade. Ainda acompanho o fórum com freqüência e a cada lançamento vejo que o Júpiter 50 é o teclado que mais me atenderia.

      Buhbor
      Veterano
      # jun/14
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      Greenwood

      Mano, não quero botar lenha na fogueira não, mas o teclado é baum, hein...

      Comprei um e estou impressionado demais... rs

      E o q mais me impressionou é que a sonoridade não é capada, só algumas possibilidades que o J80 tem a mais, recursos, enfim... Som top.

      JeffersonX
      Veterano
      # jun/14
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      Greenwood
      Nem fale em GAS... rsrsrs Fiquei namorando um Jupiter 50 por mais de um mês. Comprei um Krome 73, mas foi por pouco, viu? Chegou entrar no carrinho de compras hahahaha

      Greenwood
      Veterano
      # jun/14
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      JeffersonX
      Comprei um Krome 73, mas foi por pouco, viu?

      O que te fez decidir pelo Krome?

      Greenwood
      Veterano
      # jun/14
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      Buhbor
      Mano, não quero botar lenha na fogueira não, mas o teclado é baum, hein...
      Comprei um e estou impressionado demais... rs


      Rapaz, não adianta botar lenha na fogueira. Eu já marquei o Júpiter 50 como o meu próximo teclado e pronto! Só sinto que não é hora ainda. Só se eu tivesse com muita grana sobrando, o que definitivamente não é o caso.

      Sabe por que eu não troquei de teclado ainda? Por que como experimento muitos timbres, pesquiso muito o meu teclado atual, um Juno Gi, eu sinto que estou longe de esgotar as possibilidades do mesmo. As texturas, os timbres e os efeitos que eu consigo tem me deixado muito satisfeito.
      Vamos entrar em estúdio este mês. Vamos ver como ele se comporta.
      Mas eu tenho certeza que o Jupiter 50 é uma pancada de teclado... só que eu não o mereço ainda!!!

      vadimvv
      Veterano
      # jun/14
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      só que eu não o mereço ainda
      hahaha essa é a análise que eu também faço pra comprar qualquer coisa. Será que estou merecendo ? Vou utilizar o potencial deste produto ? Já estou a ponto de esgotar o potencial do que tenho ?

      Eu tenho a fotografia como hobby há muitos anos, e já comprei muito equipamento caro por saber e ter como utilizar.

      Tenho vontade de comprar muita coisa no mundo da música, mas minha capacidade ainda não me permite.

      Estive em uma loja e vi os Jupiters e achei o máximo ter aquele tanto de timbre, parece que não tem fim, cansei de ouvir timbre na loja. E o contrário de alguns que acharam feios, eu achei muito bacana; E o meu Juno Di pareceu brinquedo de criança.

      JeffersonX
      Veterano
      # jun/14
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      Greenwood
      O que te fez decidir pelo Krome?
      Foram 3 motivos:

      - Apaixonei pela Korg. Tenho um Kross 61 e realmente o estilo Korg de fazer workstations é sensacional!
      - Como fã de metal |m| , os timbres das bandas que curto estão praticamente todos lá;
      - Preço. Queria um synth com 73/76 teclas e o melhor custo x benefício que encontrei para o que queria era o Krome, ainda mais por ser uma workstation.

      Confesso que se o Jupiter 50 fosse uma workstation, a dúvida seria ainda maior e poderia ter optado por ele. Gosto muito dos teclados da Roland. Meu primeiro foi um Juno D e, mesmo com suas limitações, gostei bastante. O Jupiter 50 parece ser uma baita máquina.

      Também sou louco com o piano digital RD700. Já testei várias vezes em uma loja. Virou amor platônico kkkkkkkkk

      Até mais

      julioalagoas
      Membro Novato
      # jun/14
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      Galera, eu tinha uma certa nostalgia pela Roland, mas de uns tempos pra cá me decepcionei um pouco, devido aos poucos lançamentos que fizeram a preços acessíveis. Porém essas linhas mais profissionais, como esse teclado Júpiter, é excelente e tem um design e funcionalidade de um verdadeiro teclado sintetizador profissional, mas achei o preço dele bem salgado, pelo valor dele eu prefiro gastar mais R$ 800,00 num Motif XF6.

      nando2112
      Veterano
      # jun/14
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      julioalagoas
      Realmente o preço dele afasta muita gente. E pensar que eu perdi a chance de dar o meu Juno Di mais 3,5k e pegar um Júpiter 50 zerado. E isso sem me preocupar com frete e retirar o teclado em mãos. Quando lembro disso chega dói, rs.

      Richmiranda
      Veterano
      # jun/14
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      Galera, eu tinha uma certa nostalgia pela Roland, mas de uns tempos pra cá me decepcionei um pouco, devido aos poucos lançamentos que fizeram a preços acessíveis

      Além do preço, acho que em questão de sonoridade a Roland parou no tempo e agora tenta buscar o espaço que perdeu pra Korg e Yamaha lançando a série Jupiter e FA. Muita gente reclama que alguns teclados atuais não tem peso no P.A. e essa sensação eu tive quando toquei num Juno Stage. Não conheco a série Júpiter, mas vejo muita gente elogiando. Só tiro minhas conclusões depois de tocar em um ao vivo com banda, já que quando toquei num Juno Stage, havia gostado dos timbres dele ouvindo em um fone de ouvido Porta Pro da Kross, mas ao vivo.... decepção total e espero que eu não passe por isso em relação ao Jupiter (timbres bonitos no fone ou monitor de estúdio, mas fraco no P.A.).
      A primeira gravação em estúdio que fiz foi utilizando um Roland XP50 como base para alguns timbres e até hoje meu pai fica zoando dizendo que o melhor teclado do mundo é o XP50 pela sonoridade dele, rs. Ou seja, a percepção que tenho em relação aos teclados da Roland é que os ditos "vintages", a exemplo do D50, JD800, série JV, XP e XV ainda tem uma sonoridade que marca nossas mentes, ao contrário dos Junos, fantoms de hoje, é o que penso.

      Buhbor
      Veterano
      # jun/14
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      Richmiranda

      Eu também comprei o Korme 73 antes.

      Cheguei a testar os dois ao mesmo tempo e sabia que o Jupiter 50 tinha mais som, mas importado o Krome saia muito mais em conta. o Jupiter importado saia quase mesmo preço das lojas daqui; por isso comprei o Krome.
      Eu gostei bastante do Krome também, só me incomodava bastante as teclas ruins e a construção frágil. Odiava esse espaço que tem entre o painel de alumínio e a lateral de plastico na parte frontal. Me da uma impressão de acabamento ruim, mas fora isso é um ótimo teclado.

      Mas ai acabei vendendo o Krome mais caro do que comprei e consegui comprar o Jupiter 50.

      Aproveitando, esse áudio foi gravado do próprio gravador de áudio dele.
      Sem nenhum tipo de mixagem ou ajuste de volume. Da pra sair melhor, mas comecei a mexer nele hoje. Mas fica ai pra galera ir vendo.
      O piano não é de fábrica.

      https://soundcloud.com/buhbor/testing-roland-jupiter-50-god-of-the-imp ossible

      Abraço

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