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      Fórum Cifra Club - maior fórum de m&uacite;sica do Brasil

      【FIXO】 Os professores ensinam as melhores dicas aqui!

      Autor Mensagem
      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      LéoTecla
      Cuidado, man! ^^"



      Quis dizer que não se direciona basicamente para o Piano.

      tiago scott
      Veterano
      # nov/08
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      Pessoal,

      Acho legal também indicar aqui no tópico algumas coisas que utilizamos no cotidiano tocando. Por exemplo, estudei 5 anos de piano popular, e hoje toco no meio gospel com um cantor, e quase sempre em uma igreja começa aquela música básica de 1-6-2 e 5, exemplo C - Am - Dm - G7. Acho legal comentarmos algo que enriqueça a música harmonicamente tipo C7+/9 A7/13 A7/13- Dm 7/9 Db 7/11 + .

      Aqui eu citei uma alteração hâmônica utilizando-se do campo harmônico alterado bem utilizado no jazz, que foge da linha do campo harmônico natural. Isso pra quem já toca, disperta uma nova linha de conhecimento para utilizarmos em nossas apresentações e fugirmos daquilo que todo mundo tá acostumado a ouvir, mas aqui citei só um principio para levantarmos coisas que podemos usar sempre.

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      harmonicamente tipo C7+/9 A7/13 A7/13- Dm 7/9 Db 7/11 + .


      é verdade, para os iniciantes, isto são dissonancias, acordes muito bem harmonizados que dão um encaixe sonoro perdeito e muito suave.

      Mas muitos ainda não conseguem entender isso A7/13-, pois, é necessário entender os Graus e intervalos, ou seja, toda a escala do tom.

      Vamos fazer uma coisa então, daremos dicas passo a passo até chegar a este ponto da Harmonização, oK?

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      Uma escala musical é uma sucessão de notas que guardam entre si intervalos estabelecidos e que tendem a uma direção. Se for para o agudo dizemos que é ascendente. Se a sua direção for ao grave, dizemos que é uma escala descendente. As escalas que conhecemos na música ocidental se originaram dos Modos gregos, que aliás
      ainda são eventualmente usados. Outras escalas originadas em outras culturas como as orientais são também usadas para certos estilos de composição. As escalas que utilizamos normalmente no sistema tonal são maiores ou menores. As primeiras são associadas a músicas de caráter alegre, triunfal ou animado. As menores são normalmente vinculadas a sentimentos de suavidade, melancolia ou tristeza.

      Os tons e semitons contidos na escala diatônica são chamados semitons naturais, e são formados por notas de nomes diferentes. Como veremos, existem os semitons cromáticos, formados por notas do mesmo nome, conseguidos com o uso dos acidentes, sustenido e bemol, e, em certos casos, com o bequadro. A cada uma das notas da escala dá-se o nome de grau. O primeiro grau, ou primeira nota, é a 'rainha' dessa escala, e é chamada tônica, sendo representada pelo T maiúsculo. A quinta nota, assinalada
      pela letra D é a chamada dominante, cuja importância estudaremos adiante. O quarto grau é chamado subdominante, representado pela letra S. O sétimo grau se chama sensível, assinalada com a letra s. O segundo grau chama-se supertônica, o terceiro 'mediante', o sexto superdominante. Por que não listar essas notas por sucessão
      simples? Porque existe uma rígida hierarquia entre elas, que vai determinar um grande sistema de se fazer música, que o ouvinte comum apenas sente como agradável ou correto. Então os graus são chamados:

      I grau - tônica
      II grau - supertônica
      III grau - mediante
      IV grau - subdominante
      V grau - dominante
      VI grau - superdominante
      VII grau - sensível
      VIII grau - tônica (8a. acima)

      danielcatolico
      Veterano
      # nov/08
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      Como muita gente, sou autodidata. Toco de ouvido. Mas aproveitando essa oportunidade tenho uma dúvida. Eu reconheço a diferença pelo som. Mas nunca achei uma resposta satisfatória sobre quem é diminuto ou meio-diminuto. Alguns até dizem faz o "dimunto do funk", aí tenho que dizer: "toca aí e deixa eu ouvir o acorde."
      Quais as reais diferenças entre o

      C dim
      C Ø
      C 7/5-

      tiago scott
      Veterano
      # nov/08
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      danielcatolico

      Aí brodher Daniel, segue uma pequena listagem de sinais e graus utilizados nos acordes.


      C dim - Dó diminuto.

      C Ø - Meio diminuto.

      o acorde meio diminuto é a mesma coisa de C 7/5-, ou seja o meio diminuto é composto pelo acorde com sétima, tipo C7, e sempre a quinta deste acorde neste caso o Sol é menor, ou sejá meio tom abaixo.

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08 · Editado por: LéoTecla
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      Família dos Diminutos do Tom C maior:
      Acorde / Intervalos
      Cº= 1-b3-b5
      Cºadd9= 1-b3-b5-9
      Cºadd9/b6= 1-b3-b5-b6-9
      Cºadd4= 1-b3-4-b5
      CºMaj7= 1-b3-b5-7
      Cm7b5= 1-b3-b5-b7
      Cm9b5= 1-b3-b5-b7-9
      Cm7b5(b13)= 1-b3-b5-b7-b13
      Cm9(b5b13)= 1-b3-b5-b7-9-b13
      Cº7= 1-b3-b5-bb7 (6)
      Cº7/9= 1-b3-b5-bb7-9


      R. Entenda uma coisa, pela tabela entende-se que diminutoº, refere-se ao intervalo que além de menor ficou diminuto, ou seja, menos do que menor. Esta é uma forma meio rude de explicar, mas não são todos os intervalos que alcançam o diminuto.

      Referindo-se ao intervalo o acorde pode se chamar:

      C°= Dó diminuto
      C7º= Dó com 7ª diminuto
      Cmº= Dó menor diminuto

      O que vai caracterizar o acorde é onde e qual intervalo está dminuto. entendeu?

      tmurback
      Veterano
      # nov/08 · Editado por: tmurback
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      danielcatolico
      Cara, vou procurar simplificar um pouco:

      Cº = Cdim = dó diminuto = C - Eb - Gb - A
      CØ = Cm7(b5) = dó meio diminuto = C - Eb - Gb - Bb
      C7/5- = C7(#11) = dó com sétima e 11ª aumentada (ou 5ª dominuta) = C - E - G - Bb - F#

      O que citei acima são apenas as notas. Não significa que você vai distribuí-las assim na hora de tocar.

      o acorde meio diminuto é a mesma coisa de C 7/5-,
      Creio que esta informação está equivocada, pois o referido acorde é maior.

      levyscarv
      Veterano
      # nov/08
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      C G/B C9/A | Am/G D/F# D/E F9/D | F9/G C | C9 E/D E/G# Am9 | G9/E D#7M F9/D F/G C | C7M F7M | C7M F7M | F9/D G9/E | F9 F/G G G/B F/A | C G9/E A/C# | Dm7 G C G/B | Am7 Am/G D/F# F/G G | C

      Só umas passagens malucas, pra quem gosta disso!!

      kushinier
      Veterano
      # nov/08
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      Ae pessoal li o topico completo muito Interessante esses estudos eu mesmo peguei algumas ideias !! Mais tem um assunto que eu acho particulamente o mais dificil de aprender é o chamado "OUTSAIDE" Dizem que essa tecnica é usada assim :
      quanto esta tocando em uma tonalidade usar varias escalas que sai dessa tonalidade !! Alguem sabe alguma coisa a respeito !!
      E tipo cromatismo alguem sabe explicar como aplicar isso nas escalas !!

      Vlws !!

      luizsax
      Veterano
      # nov/08
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      olá amigos! sou novato e um prazer está com vcs, alguem poderia me passar exercicios para melhorar minha agilidade? obrigado.

      luiz_nando05@hotmail.com

      danielcatolico
      Veterano
      # nov/08
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      Cara, vou procurar simplificar um pouco:

      Cº = Cdim = dó diminuto = C - Eb - Gb - A
      CØ = Cm7(b5) = dó meio diminuto = C - Eb - Gb - Bb
      C7/5- = C7(#11) = dó com sétima e 11ª aumentada (ou 5ª dominuta) = C - E - G - Bb - F#


      Valeu irmão... finalmente uma resposta convincente.

      Midwayz
      Veterano
      # nov/08
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      galera alguem pd da uma dica de exer para solo (iniciante)??

      tmurback
      Veterano
      # nov/08
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      Midwayz
      Cara, a 1.ª coisa é ter FLUÊNCIA de TODAS as escalas maiores, menores harmônicas e menores melódicas. O Hanon tem exercícios muito bons nesse sentido. Ele ensina o dedilhado de cada escala, numa de execução de 4 oitavas cada, subindo e descendo, com velocidades variando de 60 a 120. Parece piada, mas tem muito tecladista aí que não sabe isso não... inclusive eu!!! rsrsrs... E quando digo FLUÊNCIA é tanto conhecer, como tocar de maneira limpa e clara. Não é fácil não...

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      Kushinier

      A improvisaçao outside é um assunto super-interessante.
      Para chegar à improvisar out-side, um dos conselhos dados pelos grandes improvisadores é primeiro conhecer profundamente a improvisaçao "inside".
      à partir dai, existem técnicas como a substituiçao, as sequências, e outras tantas "pequenas" receitas que cada musico vai descobrindo.
      Uma das condiçoes para que a improvisaçao "outside" seja eficaz é o ritmo e o conhecimento da harmonia "real" que vai estar rolando.
      "Outside" quer dizer "fora" ou "exterior". Pois bem, para se tocar "fora" é necessario saber o que esta rolando "dentro", pois ai a sua improvisaçao vai guardar um sentido estético.

      Por exemplo, você vai estar improvisando sobre um ré menor.
      Esse ré menor pode ser o sexto grau de fa maior, mas também pode ser o segundo grau de do maior, ou o terceiro de si bemol maior...
      Dependendo da escala que você vai tocar encima dele, vai soar de maneiras bem diferentes, com uma "cor" especial.
      O que vai te fazer decidir sobre qual escala utilisar é a linha melodica, pois essa é uma "regra" (nao gosto desse nome ) : nao chocar nunca a linha melodica, sobretudo se ha um cantor... Mas a experiência é tudo.
      Você vai ver que, mesmo que o tom seja si bemol, se você usar a escala de fa maior, vai ter uma coloraçao diferente, pois vai estar rolando uma quarta aumentada, (a escala de fa usa um mi natural e a de si bemol usa um mi bemol). So essa nota ja da uma "cor" diferente, pois ela é a quarta aumentada do tom (si bemol) que vai estar sendo usado. Nesse caso, você estara usando somente uma nota "out" mas ha casos em que a escala inteira pode estar "out" e soar muito bonito. Tudo depende do estilo, contexto e da boa utilisaçao da técnica, e sobretudo do senso estético, esse, na minha opiniao é o mais importante.

      As sequências sao uma ferramenta super interessante também, pois fazem com que o ouvido do auditor entendam que ha uma logica acontecendo, mesmo que seja "out". Por exemplo: admitamos que você tocou quatro semicolcheias da escala de fa maior sobre um acorde de si bemol e a coisa soou bonita... pois bem, pense em tocar essa mesma frase uma terça maior ou menor acima, guardando as proporçoes de intervalos da primeira frase e também a divisao, e depois volte à tonalidade. Você tera feito um "outside"
      A coisa pode ir muito mais longe, pois você pode tocar até a mesma frase uma segunda menor acima, ou meio tom abaixo, ou usar qualquer intervalo acima ou abaixo, e à cada vez vai soar mais ou menos dissonante, mas somente se o contexto permitir (isso é importante) pode ser um efeito estético interessante.
      Uma boa deixa é você subir por quartas justas (ciclo das quartas). Por exemplo, se você estiver tocando a escala de Sib maior, suba para Mib maior, depois para Lab maior e assim por diante. Cada vez que subir uma quarta, estara aumentando uma alteraçao na sua escala. Isso pode ser interessante para se poder dosar o grau de dissonância que se pretende dar ao improviso...
      Note que estamos falando até agora somente de escalas maiores, (e consequentemente de Menores Naturais...) Existem as Menores Harmônicas, Menores Melodicas, Tons Inteiros, Diminutas (meio-tom/tom e tom/meio tom), Pentatônicas e por ai vai...
      A quantidade de notas que as escalas possuem (por ex. sete em geral, oito para as diminutas, seis para as de Tons Inteiros, cinco para as pentatônicas...) também vai influenciar as frases e a divisao...
      O resultado sera sempre julgado por um aspecto: o sonoro. O ouvido é o juiz.
      Temos sempre que prestar atençao no contexto, no estilo de musica que esta rolando, pois a improvisaçao outside nao fica bem em qualquer momento. é uma ferramenta, e como toda ferramenta, necessita que se conheça a utilizaçao (nao vamos utilisar uma chave de fenda para soltar uma porca, né? )
      Uma coisa é certa: quando fazemos o "outside" devemos poder explica-lo, existe uma logica, mesmo que nao pareça.
      A volta para o contexto "inside", ou seja, "dentro" também é uma maneira de se validar o aspecto "out", pois mostra ao ouvinte que tudo o que esta sendo feito tem uma referência, e a musica passa à ser percebida como um "todo". é tao musical saber voltar ao "inside" como tocar "out".
      Um outro ponto importante no "outside" é a convicçao (pode parecer estranho, mas é verdade)
      Se você tocar uma nota "out" timidamente, é uma catastrofe.
      Dai a importancia de tocar com convicçao e sempre dentro do ritmo, isso é fundamental.


      Luizsax

      Enviei um material para seu e-mail

      Midwayz

      Peço que apresente seu e-mail aqui, para que eu envie materiais.

      DanielCatólico

      Desculpe se nossa resposta não lhe foi satisfatória, não havia entendido se você queria a composição de tais notas. Peço que continue a expor dúvidas ou ajuda para os usuários.
      Obrigado.


      Atenciosamente,

      LéoTecla

      Midwayz
      Veterano
      # nov/08
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      a envia ai para midwayz@hotmail.com

      tmurback

      blz as escalas maiores e menores eu sei tds vou da uma pesquizada nessas outras ai q vc falo

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      a envia ai para midwayz@hotmail.com

      Já enviei.. espero que goste e entenda, pois são partituras.


      Se estiver interessado procure mais arquivos:


      SolanoMusic

      levyscarv
      Veterano
      # nov/08
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      LéoTecla
      Membro Novato



      meu brother, se naum for lhe trazer muitos problemas mande pra mim tb!!


      levyscarv@hotmail.com

      Midwayz
      Veterano
      # nov/08
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      LéoTecla


      obrigado vlw aew

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      meu brother, se naum for lhe trazer muitos problemas mande pra mim tb!!


      levyscarv@hotmail.com
      Já era

      Peço que postem suas dúvidas ou dicas, aqui em aberto, para que outros usuários possam absorver também.

      liliane.coimbra
      Veterano
      # nov/08
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      No início do topico, vimos que um acorde como C/G pode ser feito usando o acorde de C na mao direita e o acorde aberto de G na esquerda ou o baixo em oitavas na esquerda.

      Gostaria de perguntar mais uma coisa. Se eu estiver tocando em banda e na banda já tem um baixo que obviamente já vai tocar o G. O que posso fazer?

      a- Inverter o acorde nas duas mãos, usando G-C-E em ambas as mãos?
      b - Acrescentar notas ao acorde, como a nona e a 7a e redistribuir o acorde nas duas maos, tomando cuidado de manter o G na nota mais grave?
      c - Se já tem baixo, então tocar só com a mão direita?
      d - Se já tem o baixo, então toque o acorde na mao esquerda e use a direita para "florear"?
      e - N.d.a. ?

      tmurback
      Veterano
      # nov/08
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      liliane.coimbra
      Se já tem um baixista, você não precisa se preocupar com região grave do piano - a região abaixo do C2, já que o C3 é o dó central. Preocupe-se mais com os médios e agudos, ou seja, a região acima do C2. Isso porque, não interessa o que você faça, em última análise, quem vai aparecer no grave é o baixo. É uma questão de função de cada instrumento. Aliás, se você começar a aparecer muito na região grave, provavelmente embolará com o baixo, prejudicará a função dele, e não fará a sua. Evidentemente, se for uma frase combinada, uma levada combinada, alguma sonoridade em especial que se deseja obter, é outro caso. Mas, via de regra, siga o conselho acima que não tem erro.

      Quanto que notas usar, depende muito do estilo e da nota da melodia. Depende do contexto, da função harmônica desse acorde. Mas é interessante que sempre você distribua o acorde entre as duas mãos. Vamos supor que seja o seguinte...

      | C/G | G | ok?

      Vc pode fazer isso...
      ME: E2 - C3 MD: (D3) - G3 Usando ou não a 9.ª
      ME: (A2) MD: D3 - G3 - B3 Usando ou não a 9.ª

      É apenas um exemplo, diante da infinidade de possibilidades. O importante é que você teste, anote as aberturas que você gostou e as estude para ter fluência na hora de tocar.

      liliane.coimbra
      Veterano
      # nov/08
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      Hummm, gostei disso.

      Outra dúvida que tenho são as tétrades.

      Quanto a 9a, tudo bem, mas e a 7a?
      Sempre que se fala em tétrade, se ensina a 7a (maior, menor e diminuta).

      Porem as cifras que pegamos pela internet para se tocar na banda, sao 90% em tríades e mostram algumas tétrades apenas.

      Eu é que teria que descobrir sozinha qual a 4a nota a tocar?

      Midwayz
      Veterano
      # nov/08
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      como se adquire idependencia das maos ?
      eu so sei fazer a msm coisa com as duas maos.

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08 · Editado por: LéoTecla
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      liliane.coimbra

      Tetracordio - Uma série de quatro notas, contidas nos limites de uma quarta justa.
      TÉTRADES (DISSONANTES)
      Toda tétrade, como já vimos, têm como formação quatro graus. E esses graus seguem o mesmo padrão da tríade, ou seja, são notas empilhadas, que, de acordo com sua posição terão um nome específico.
      Ex.:
      A tétrade de Dó maior
      Escala natural maior ?DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ
      Começando da Tônica ? MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI
      Começando da Terça ? SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL
      Começando da Quinta ?SI – DÓ– RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI

      A tétrade têm sua formação parecida e originária da tríade, só que com um grau a mais. Esse grau é justamente uma Terça maior (partindo da Quinta) exemplo:
      Partindo da Tônica:
      DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI

      2 tons - então é uma Terça maior
      Partindo do terceiro grau:
      MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ

      1 tom e ½ - então é uma Terça menor
      Partindo do quinto grau:
      SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ

      2 tons - então esta é uma Terça maior.
      Empilhando as notas
      DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI
      MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ
      SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ
      SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI – DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ

      Partindo do som principal, à sucessão desses sons derivados chamamos série harmônica. Os principais intervalos da série são a 8a justa, a 5a justa, a 8a seguinte, a 3a, 5a, 7a, 8a e 9ª e 10a .Os seis primeiros sons harmônicos são considerados consonância. Os sons da série harmônica considerados consonantes são 8a, 3a e 5a. Por conseguinte, 7a e 9a são consideradas dissonâncias. Quanto mais um som harmônico se afasta do principal, mais impreciso e dissonante ele se torna.
      Um acorde de quatro sons já admite o uso da sétima, sobretudo em acordes com função de dominante, ou preparação de outro tom principal. Com quatro notas, já aventamos a 3a inversão, que é o acorde com a 7a no baixo.
      Obs: Preparações, quando/durante a troca de acorde, ex: usa-se a dissonancia c/7ª, do 4º para o 1º (C7 p/ F) outro ex: usa-se a dissonancia c/4ª, do 1º para o 4º (E4 p/ A).
      Os acordes de 5 sons são aqueles caracterizados pelo intervalo de 9a entre a fundamental e a ultima nota. Assim, a 9a aparece sempre acima da fundamental, não se admitindo inversões para esse tipo de acorde. A maneira de realizar, construir ou montar esses acordes depende da vontade do harmonizador, pelo consenso do estilo que está sendo tocado e pela tradição técnica do instrumento. Equivale a dizer que um acorde de sétima pode ser feito por um amador ou por um profissional.



      Espero que tenha entendido, qualquer dúvida, solicite respostas.

      Midwayz

      Tente isso:
      *Arpejos/Arranjos, durante a melodia
      *Inversões
      *Improvisações
      *Baixo Alterado
      *Combine/Divida o acorde para as 2 mãos, de preferência juntas (modo piano)

      Conte conosco.

      liliane.coimbra
      Veterano
      # nov/08
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      LéoTecla

      Com isso vc falou um pouco de tensões até.. rsrs
      É que nao tinha caido a minha ficha que a 7a teria que "obedecer" ao campo harmonico tb... (quando usar maior, menor e diminuta).

      A grosso modo:

      Num trecho assim:

      G l D l Em l C (2x)(4 tempos para cada acorde)
      G l C l G l C l G
      Am l Am/G l C/E l F l D

      Eu poderia tocar assim: ?

      G l D l Em l C C7 l (2x)
      G G4 l C C7 l G G4 l C C7 l G
      Am l Am7(isso seria um Am7 com baixo na 7a ?) l C/E l F l D

      Isso só com as informações que vc me passou.

      Eu estava pensando que tocar com tétrades seria colocar uma 4a nota (geralmente a 7a ou a 9a) em todos os acordes a serem tocados, pq a partir daí eu poderia distribuir as notas entre as 2 mãos, deixando o baixo pro baixista.
      Entende onde eu queria chegar?

      levyscarv
      Veterano
      # nov/08
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      naum sou muito fã de setimas!!!

      só uso ela em blues mesmo!!

      a unica que uso é a maior!!

      prefiro usa uma disonante ao invez da 7º


      tipo com A#/C num tom de dó mesmo!!!

      mais acho que vai muito de gosto pessoal!!!

      normalmente quando eu vejo alguem dando uma nota com setima me da uma sensação de desespero!!!

      rsrsr

      ;p

      LéoTecla
      Veterano
      # nov/08
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      Eu poderia tocar assim: ?

      G l D l Em l C C4 l (2x)
      G G7 l C C4 l G G7 l C C4 l G
      Am l Am7(aqui não entendi a pergunta!) l C/E l F l D


      liliane.coimbra
      Veterano
      # nov/08
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      LéoTecla
      Am l Am7(aqui não entendi a pergunta!) l C/E l F l D

      Desculpe. rsrs é que antes aí tinha um Am/G
      Então Am/G seria o mesmo que Am7 na 3a inversão?

      LéoTecla
      Veterano
      # dez/08
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      Então Am/G seria o mesmo que Am7 na 3a inversão?

      Deixa eu ver se entendi:

      Am/G: Lá menor com a Sétima no Baixo, no caso o G
      Am7 na 3ª inv: E G A C, o E não ficaria na frente do G ?

      Então faça G A C E, ok.
      Gosto muito de usar as 7ªs nesse modo, fica a seu critério, muitos não gostam por estar junto a tônica, e não conseguir perceber o som da 7ª.

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