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      Archtops - história, desenvolvimento, marcas, conversas, sons e tudo mais

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      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      nichendrix

      É, bastante apropriado o que você falou.

      Vale então falar algo curioso de minha experiência: gravar com uma archtop dessa. A guitarra sempre vai ter um som acústico considerável e não é uma guitarra para se tocar em altos volumes. Portanto ao se tocar com um amplificador, a pessoa sempre vai ter uma mix do som acústico e amplificado e eles tem suas diferenças, então a percepção global do som é diferente. Essa é uma razão que eu gosto de ouvir outras pessoas tocando com a archtop, existem nuances e diferenças. Por isso é interessante gravar em 2 canais, em linha e com um microfone na frente - se bem que na minha opinião fica bom só em linha ou só com microfone.

      O Evaldo tem duas Ibanez que estão entre as melhores da linha normal de semi-acusticas da Ibanez a GB-10 (George Benson) e a PM-2 (Pat Metheny). Pra ele foi muito fácil perceber que na hora as diferenças, depois em casa a gente passou horas conversando sobre isso, como alguns sons que ele tinha na cabeça e que eram tão difíceis de sair das guitarras dele, pareciam sair naturalmente da Benedetto 16-B.

      Lembro com muita clareza deste dia. Inclusive lembro de ter deixado com ele a guitarra e ter falado, vai tocando e sentindo o som desplugado enquanto pego o amp - na hora soou um pouco estranho para ele, mas era muito sério. E lembro também do comentário de ter a facilidade de achar sons que ele procurava e não achava.

      Então acho que falar um pouco dessas diferenças ajuda muito a entender porque a construção desse tipo de guitarra é uma arte e porque essa arte tem que ser preservada, porque caras como o João Cassias tem que ser mais incentivados a continuar isso no Brasil, etc.

      Sim, de fato. Hoje o Cassias não é o único a fazer esse tipo de guitarra no Brasil, o que é bom, e inclusive tem um aprendiz lá que qualquer hora estará fazendo as dele. É necessário este desenvolvimento.

      Acho que o primeiro passo é conhecer, saber que existe, ter uma ideia do que este tipo de guitarra pode fazer. Não só em jazz ou bossa! O próprio Michel Leme, que tem uma carreira, é professor, tem estrada, não tinha ideia e se surpreendeu quando experimentou uma. Não conseguiu mais tocar com sua Gibson ES175... Então acho que o que não pode mais é desconhecer, mesmo que ainda esteja fora do orçamento de alguns músicos.

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15 · Editado por: nichendrix
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      MMI
      Lembro com muita clareza deste dia. Inclusive lembro de ter deixado com ele a guitarra e ter falado, vai tocando e sentindo o som desplugado enquanto pego o amp - na hora soou um pouco estranho para ele, mas era muito sério. E lembro também do comentário de ter a facilidade de achar sons que ele procurava e não achava.

      Acho que naquela visita dele aqui, foi o único dia que ele ficou até tarde acordado.. kkkk... só falando dela. Ele tem alguns sons que ele persegue e já se tocou que não vai conseguir com o equipamento dele, mas ele é louco mesmo por violão por isso deixou a Cassias pra depois e pegou logo o violão e o bandolim Scremim pra ele.

      Mas sempre fala que uma hora vai ter que procurar uma fully carved com um captador como os Benedetto pra ele, porque ele viu que ele tem muito trabalho pra chegar quase lá (como bem disse o Howard Paul), uma coisa que ele não parava de falar em casa era de não ter que zerar o middle e o treble to amp e o pot de tone da guitarra pra ter o som aveludado, pra ele aquilo foi coisa do outro mundo, como ele certa vez definiu, é como se de repente você dar prum pintor um monte de cores novas que ele nem sabia que existia.

      Hammer
      Veterano
      # mai/15
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      Pra começar o dia...



      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      Alguns vídeos, talvez seja mais interessante que o texto. Tem os vídeos do Foster, que o nichendrix fez um tópico há uns anos.

      Queria primeiro colocar os do Monteleone:







      clguitar
      Membro
      # mai/15 · Editado por: clguitar
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      Encontrei este vídeo super bonito com a construção manual de duas archtops. Espero que gostem.



      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      clguitar

      Legal ver sair duas L5 assim...

      Hammer
      Veterano
      # mai/15
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      MMI
      como você encara o uso das archtops sólidas em outros estilos alem do jazz?

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15
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      Hammer
      Quem são bons re responder essa pergunta são o Duke Robbilard e o Brian Setzer... kkkkkkk

      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      Hammer

      Vou começar falando o óbvio, desculpa. Mas quem faz a música é o músico e não a guitarra. Então com uma dessas pode-se tocar qualquer estilo, desde que o músico encaixe o som. Por exemplo, a minha já foi para um estúdio e um cara gravou o solo de Painkiller do Judas Priest num CD que foi lançado.

      Talvez vale mais a pena mostrar uns vídeos do que falar, né?






      Tem mais, mas acho que já deu, né? Por isso que o Scott Chinery dizia que eram as mais versáteis e melhores. Controverso, mas ele disse...

      Hammer
      Veterano
      # mai/15
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      nichendrix
      As gretsch do Brian Setzer são laminadas igual as ibanez do george benson não?

      MMI
      Até que elas seguram um overdrive legal sem microfonia. Agora painkiller já é de se estranhar

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15 · Editado por: nichendrix
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      Hammer
      As gretsch do Brian Setzer são laminadas igual as ibanez do george benson não?

      Não sei se todas são, um tempo atrás eu me interessei por uma que deu vontade de comprar, essa era feita pelo Stephen Stern que é o Master Builder da Fender responsável pela Gretsch e que foi o ultimo discipulo treinado pelo Jimmy D'Aquisto antes dele morrer (ele entrou pra Fender para trabalhar na linha Fender D'Aquisto de archtops). Essa era carved, se as outras são, aí só vendo.

      Até que elas seguram um overdrive legal sem microfonia. Agora painkiller já é de se estranhar

      Todas elas seguram relativamente bastante drive, é só ficar bem longe do amplificador, se o cara deixar o amp numa sala e tocar de outra, dá pra ligar até num Triple Recto no canal vermelho.

      Outro que usa muito elas é o Howe do Yes. O Kirk Hammet usa vez por outra também, é raro, mas usa.

      MMI

      Engraçado que o Randy Bachman tem uma seleção de guitarras muito parecida com as que eu tenho em mente pra mim... kkkkk

      Hammer
      Veterano
      # mai/15
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      eu sempre associei o som das archtops a um clean bem puro e de pouco drive, dai sua utilização frequente em ritmos como o jazz. Perguntei pq não possuo muito conhecimento neste estilo de guitarra. Não sei se e´ um defeito meu mas sempre gosto de associar guitarras ao um determinado estilo (quem faz a musica é o musico mas que a guitarra certa ajuda a projetar ou dar coesão eu acho que ajuda).
      Tava assistindo aquele video do MMI com o chico pinheiro (dizem ser um musico da nova vertente da bossa nova) e fiquei pensando na utilização da archtops para tocar bossa nova... em substituição ao tradicional violao de nylon. Não sei se isso tem sido feito e com que frequencia ( agora me veio a cabeça o Nelson Faria acompanhando o JB). Mas penso que seria um caminho `a bossa nova contemporânea (quem sabe) devido a ser um estilo muito parecido ao jazz, que prioriza o som limpo.
      O que pensam disso?

      WendellMP
      Veterano
      # mai/15
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      Hammer
      Cara, meu conhecimento é um tanto limitado nesse assunto, mas o uso da guitarra no lugar do violão já foi feito por alguns músicos. Pessoalmente acho bastante interessante, mas ainda acho a bossa nova "com cara" de violão.

      Abaixo dois exemplos:

      Roberto Menescau:


      Helio Delmiro:


      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      Hammer

      É natural associar ao jazz, mas nada impede de usar em outros estilos. Afinal a Les Paul foi concebida como guitarra jazz e ninguém pensa nela assim hoje em dia, virou um símbolo do rock. E é verdade, o músico que faz a música, mas um bom músico com o equipamento certo tem resultados surpreendentes.

      Não é muita novidade o uso de archtops na bossa nova, mas o tradicional é o violão. O Chico Pinheiro agora que virou um dos principais endorses da Benedetto tem tocado muito com a dele, mas outros já fazem isso há até mais tempo - dos mais veteranos como Roberto Menescal (tem uma do luthier brasileiro RGomes) até os mais novos como Lupa Santiago e Sandro Albert. Sem falar que a bossa nova é algo que os americanos curtem demais e meio que se apropriaram, então todos os jazzistas tem no seu repertório, portanto já gravaram bossa nova o John Pizzarelli, Anthony Wilson etc. Eu acho sensacional...

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15 · Editado por: nichendrix
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      Hammer
      eu sempre associei o som das archtops a um clean bem puro e de pouco drive, dai sua utilização frequente em ritmos como o jazz.

      Hoje em dia essa associação é mais compreensível porque as sólidas dominam quase todos os estilos, mas não precisa voltar muito no tempo Beatles, Stones e tudo que veio antes disso no ROck and Roll e no Blues tem um hollow body no meio.

      Sò que no fim a maior parte do jazz do mundo é feito com guitarras sólidas.

      Perguntei pq não possuo muito conhecimento neste estilo de guitarra. Não sei se e´ um defeito meu mas sempre gosto de associar guitarras ao um determinado estilo (quem faz a musica é o musico mas que a guitarra certa ajuda a projetar ou dar coesão eu acho que ajuda).

      Isso é uma limitação, porque as vezes o som que você quer não é o da guitarra que voce associa ao estilo. Acho que um dos exemplos mais fodas disso são os 5 primeiros discos do Led Zeppelin, a maioria das pessoas associa uma Les Paul e um paredão de full stacks Marshall de 100W para aquele som, mas nas gravações quase todas foram feitas com Telecaster ou Strato e no caso das 12 cordas com uma Fender Electric XII ligadas em amps Supro dos anos 30 aos anos 50 variando em potência de 5 a 15W. Eu sempre brinco quando dizem que Stairway to Heaven é o som perfeito de Les Paul ou de uma EDS-1275, porque ela salvo os ao vivo, a versão de estúdio não foi feita com esse equipamento. As Les Paul eram as guitarras do Jimmy Page para shows, na maioria das vezes, não era tão comum nesse começo da banda ele usá-las em estúdio também.

      Outro caso interessante é que em geral não se associa strato ao metal, mas boa parte dos discos do Iron Maiden, especialmente os dos anos 80, os solos são gravados com stratos normais, sem humbucker.

      O som do Albert King sempre tendia pra uma coisa mais limpa, um blues meio soul e em alguns momentos até um pouco jazzistico, na tradição do T-Bone e era tudo feito numa Flying V.

      Alguns dos solos do Metallica no Black Album foram gravados com uma Gibson ES-235 e uma ES-175, a mais marcante com esse gear é Unforgiven. No Load e Reload eles praticamente usaram e abusaram de Telecasters.

      Então é meio perigoso associar guitarra a um estilo porque te limita pra caramba.

      Por exemplo, do amplificadores que tenho meu preferido pra Jazz é o Marshall JTM-60, já o preferido pra sons pesados por incrivel que pareça são o Vox AC30 e o FFender Blues Deville.

      Tava assistindo aquele video do MMI com o chico pinheiro (dizem ser um musico da nova vertente da bossa nova) e fiquei pensando na utilização da archtops para tocar bossa nova... em substituição ao tradicional violao de nylon. Não sei se isso tem sido feito e com que frequencia ( agora me veio a cabeça o Nelson Faria acompanhando o JB).
      [i]Mas penso que seria um caminho `a bossa nova contemporânea (quem sabe) devido a ser um estilo muito parecido ao jazz, que prioriza o som limpo.
      O que pensam disso?
      [/i]

      Na verdade isso é algo que se faz desde o início da Bossa Nova, Helio Delmiro, Heraldo do Monte, Toninho Horta, Geraldo brito, Arismar do Espirito Santo, são só alguns dos nomes mais tradicionais da Bossa que sempre usaram Archtops tanto carved, quanto laminadas pra tocar Bossa desde que a Bossa era Nova.

      Hammer
      Veterano
      # mai/15 · Editado por: Hammer
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      WendellMP
      mas ainda acho a bossa nova "com cara" de violão
      pois é eu tb penso isso... ainda que a perspectiva da archtop me sou algo mais inovador e que encaixe bem...

      como o nichendrix disse acho que eu é que sou meio limitado mesmo.... mas sei la eu paro pra refletir e sempre vem estas questoes como a do violão na bossa nova

      MMI
      É exatamente este caso da Les Paul.... na minha cabeça les paul pra jazz (sei que muita gente usa e tira sons bacanas) mas não entra de jeito nenhum... outro caso que me passa é o uso de les paul para tocar soul music, discomusic, sei que muita gente utilizava e fez sons memoráveis , mas para mim este é o estilo ritimico swingado que se casa com uma strato....

      Acho que eu to precisando é tomar umas pilulas, consultar um analista hahahahah

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15 · Editado por: nichendrix
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      Hammer
      É exatamente este caso da Les Paul.... na minha cabeça les paul pra jazz (sei que muita gente usa e tira sons bacanas) mas não entra de jeito nenhum...

      Ironicamente é pra isso que ela foi criada, e pra isso que ela ainda é bastante usada, embora em tempos mais recentes, de 20 anos pra cá a Strato tenha tomado muito o lugar das Lespas como a Solid Body pra jazz.

      outro caso que me passa é o uso de les paul para tocar soul music, discomusic, sei que muita gente utilizava e fez sons memoráveis , mas para mim este é o estilo ritimico swingado que se casa com uma strato....

      Novamente, a grande maioria não usava tanto strato e Tele, acho que dos grandes guitarristas de soul os únicos que eram usuários convictos de Fender eram o Steve Croopper do Booker T and the MGs e o Jimmy Nolen que tocava com o James Brown, a maioria das vezes vc via era os caras tocando com Les Paul e 335, Larry Carlton no Cruzaders, pessoal do Funkadelic, Randy Bachman do Guess Who, Tito e Jermaine Jackson do The jackson 5, basicamente todo mundo usava mesmo era Lespa ou 335 e aqui e acolá uma strato ou tele entrava no meio. Só lá por idos de 75 que começou a ter uma prevalência maior de strato e tele quando isso virou música de branco e não de negro.

      Uma das partes mais marcantes do som do Funk e do Soul que é esse som estalado, na verdade boa parte das vezes vem de uma Les Paul ou 335 ligadas em stereo nos dois canais de um Fender ao mesmo tempo, quando vc liga os dois canais dos black face e silver face ao mesmo tempo eles ficam fora de fase e deixam o som estalado. Outra forma de conseguir é com uma 345TDSV ou 355TDSV ligada do mesmo jeito ou ligada em mono com o Varitone nas posições 4 ou 5

      Hammer
      Veterano
      # mai/15
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      nichendrix
      Uma das partes mais marcantes do som do Funk e do Soul....... bacana esta história... engraçado que eu sempre ouvia os cara tocando com les paul e aquele som estalado e ficava intrigado como que eles tiravam aquele som... e nunca conseguia tirar aquele timbre com lespa hahaha vou até tentar isso qndo tiver tempo

      MauricioBahia
      Moderador
      # mai/15
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      Esse tópico é incrível! Parabéns MMI, e todos os colaborados.

      Babei! Obrigado! :D

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15
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      Hammer
      Eu não sei se isso funciona nos reissue, mas nos originais funcionava que era uma beleza. E tipo, naquela época já tinha EQ, Pot de 1M, etc, coisas para deixar passar mais agudos. De qualquer forma a maioria dos PAFs que testei na vida é relativamente bem aguda, dá pra tirar boa parte desses sons até sem truque, só rolar o grave do amp pra baixo e topar os agudos no talo.

      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      nichendrix

      Uma das partes mais marcantes do som do Funk e do Soul que é esse som estalado, na verdade boa parte das vezes vem de uma Les Paul ou 335 ligadas em stereo nos dois canais de um Fender ao mesmo tempo, quando vc liga os dois canais dos black face e silver face ao mesmo tempo eles ficam fora de fase e deixam o som estalado. Outra forma de conseguir é com uma 345TDSV ou 355TDSV ligada do mesmo jeito ou ligada em mono com o Varitone nas posições 4 ou 5

      Ah, mas tem mais jeitos! Dá para tirar sons bem estaladões de LP. Conversava com o Cassias um dia a esse respeito e tive que concordar com ele, é uma característica de LP bem feita estalar - ou pelo menos algumas. É raro, mas tem LP que se vira bem funkeando e estalando. Se tiver captadores assimétricos, ajudam nesse objetivo. Um compressor muito bom acertando os transientes faz milagres também.

      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      MauricioBahia

      Valeu! De minha parte, só me animo a escrever por conta de caras como você e alguns outros, que valem o esforço.

      Agradeço também! \o/

      nichendrix
      Veterano
      # mai/15
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      MMI
      Ah, mas tem mais jeitos! Dá para tirar sons bem estaladões de LP. Conversava com o Cassias um dia a esse respeito e tive que concordar com ele, é uma característica de LP bem feita estalar - ou pelo menos algumas. É raro, mas tem LP que se vira bem funkeando e estalando. Se tiver captadores assimétricos, ajudam nesse objetivo. Um compressor muito bom acertando os transientes faz milagres também.

      Sim tem outros jeitos sim de conseguir esse som estalado, e ele é característico sim das Les Paul com PAF. A mesma coisa vale pra 335, se não tiver o estalado pra swingar, tem algo errado.

      Hammer
      Veterano
      # mai/15
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      MMI
      E ai vc ja testou esta dica do nichendrix com o seu fender EC twin com aquela Aged?

      MMI
      Veterano
      # mai/15
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      Hammer

      Não, nunca fiz isso com aquela guitarra. Ela estala por natureza, nem precisa. Pena que não posso postar os sons... rs

      BrotherCrow
      Membro Novato
      # mai/15
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      Pô, eu tenho uma Gretsch Electromatic G5129. Não deixa de ser uma archtop, mas é das mais "pobrinhas": Electromatic, pra quem não sabe, é a linha mais barata da Gretsch. É laminada, de vez em quando eu uso ela acústica pra praticar alguma coisa, mas nunca tinha prestado muita atenção no som desplugado. Ontem tentei gravar algumas coisas com o som acústico dela e fiquei até surpreso. Óbvio que não é essa coisa monstruosa como o som das que o MMI postou, mas é até interessante e "usável".

      Interessantíssimo o tópico, a propósito.

      Ismah
      Veterano
      # jun/15
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      Não vou dizer nada. Tirem suas conclusões.



      MMI
      Veterano
      # jun/15
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      Ismah

      Não tenho o que falar. Apenas lembrei disso aqui.

      Buja
      Veterano
      # jun/15
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      Tem doido pra tudo.

      nichendrix
      Veterano
      # jun/15
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      MMI
      Rapaz essa raça aí é a pior que existe no universo, merece castração quimica até ser levada a extinção... kkkkkk

      Ismah
      A imbecilidade humana não tem limites.

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