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      E quanto você simplesmente prefere o "pior"?

      Autor Mensagem
      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      Interessantíssimo o tópico, só descobri agora! Deu pra ver que o cerne da discussão é a relação entre a guitarra e o guitarrista.

      Eu não tenho históricas significativas pra contar, mas tenho medo de ter esta descoberta da pior maneira possível: comprando uma guitarra "top" e descobrir que gosto das "fuleiras".

      Sempre que surgem estas discussões que indiretamente comparam instrumentos mais baratos com instrumentos mais caros eu fico com uma grande dúvida: afinal, qual então seria a vantagem de se usar instrumentos "tops" (vamos aqui encaram Fender e Gibson como tops frente a Epiphones, Squiers e outras supostamente ïnferiores")? Eu, sinceramente, gostaria de ouvir um testemunho do tipo "tinha uma Gibson ano 91 e uma Epipoca ano 91 e [uma delas aqui] deu problema depois de todos estes anos na estrada".

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      afinal, qual então seria a vantagem de se usar instrumentos "tops" (vamos aqui encaram Fender e Gibson como tops frente a Epiphones, Squiers e outras supostamente ïnferiores")?

      A grande vantagem das tops de linha, ao menos pra mim é a garantia da qualidade. Pode acontecer de você pegar com defeito, mas a probabilidade é bem menor do que em uma guitarra mais barata. Outra é que a tendência é elas se aproximarem do que se espera.

      Quando você compra uma Epiphone é uma caixinha de surpresas, nunca sabe o que vai vir, algumas são muito boas, outras estão abaixo do aceitável. Já na Gibson, essa probabilidade é bem menor, numa PRS menor ainda, numa Benedetto ou Foster, é quase zero. Quando você compra uma Foster, você praticamente sabe que som vai sair do instrumento, quando você pega uma Condor... só Deus sabe.

      Então muito do preço desses instrumentos vem do que se paga por essas certezas, por isso pra cada 1000 Memphis que sai da fábrica, sai 1 Benedetto. Se for olhar os modelos mais tops da linha dele, do Foster e de outros desses custom realmente muito caros, você vai ver que pra entregar o padrão de qualidade esperado os caras só conseguem fazer 1 ou 2 instrumentos, se trabalharem muito 3 desse padrão.

      Luthiers como o D'Aquisto em quase 40 anos de profissão, não fizeram muito mais que 300 instrumentos.

      O mais doido é que mesmo com tudo isso, não significa que tu vá achar o som delas o melhor do mundo, pode ser que pegue uma Memphis de brincadeira e termine te achando alí (é menos provável, mas possível).

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix: A grande vantagem das tops de linha, ao menos pra mim é a garantia da qualidade.

      É razoável esperar esta qualidade a longo prazo também?

      Ian Anderson
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Existe algum lugar aqui no Brasil onde eu posso achar essas guitarras? Se fala que a diferença é gritante, realmente eu fico instigado em ver.

      Questões a se pensar

      Mas até onde essa "qualidade" eh perceptível ao publico em geral (aqueles que soh ouvem o Cd e numca tocaram), sem refletir no ego do musico

      O quanto esse som eh extasiado/iludido na cabeça do musico dessas grande marcas, tipo isso aqui

      a 3º questão seria pra mim mesmo, de qual o resultado de colocar uma Memphis, Fender e Tom Andeson (ou outra Top) lado a lado

      Uma característica interessante das guitarras com as características acima quando desplugada, é que as partes dela em geral "afinam" na mesma nota. Pode bater no braço, na escala, na lateral, no tampo, no fundo, no corpo (no caso duma sólida) e a nova tende a ser a mesma.

      Até vou fazer esse teste de afinação batendo nela, vlw

      Jah teve a felicidade de colocar a ponta o Headstock numa mesa
      a amplificação que da eh relativamente bem notoria. Até eu to com um projeto de uma "guitarra" usa um piezo e algum captadores entrando braço adentro pra pegar essa frequencias.

      Ian Anderson
      Veterano
      # jan/11
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      O mais doido é que mesmo com tudo isso, não significa que tu vá achar o som delas o melhor do mundo, pode ser que pegue uma Memphis de brincadeira e termine te achando alí (é menos provável, mas possível).

      Aí que eu tava querendo chegar

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      É razoável esperar esta qualidade a longo prazo também?

      Via de regra sim.

      Eu posso falar dos meus casos, a guitarra que mais gastei com manutenção até hoje é minha Epiphone, é uma Made in Japan, top de linha. Não gastei absurdos de manutenção, mas mesmo ao longo do tempo tendo trocado todo o hardware e parte elétrica dela por equivalentes ao da Gibson (no caso dos pots, até melhores que os das Gibsons comuns). Ainda assim é a que precisa ser regulada com mais frequência, é a que deu mais problemas na parte elétrica (até trocar tudo), e por aí vai.

      Reitero que ela nunca deu muitos problemas, mas comparada com as outras, ela deu um pouco mais de trabalho que as outras nos quase 9 anos que tenho ela. Já a guitarra mais cara que ainda tenho (coincidentemente uma Gibson), só me deu um problema em quase 15 anos comigo, que foi a quebra de uma tarraxa durante um voo de Ribeirão Preto para São Paulo, depois mandei dar um leve escalope nela, porque gostei de uma semelhante que havia sido escalopada. Pensar que a guitarra tem mais de 15 anos de fabricação e nunca trocou um traste, um pot, chave, nada disso.

      A única coisa que troquei foi há 6 anos atrás, quando troquei os captadores, não por problemas nos antigos, mas porque gostei muito, mas muito mesmo dos Lindy Fralin, que comprei da linha personalizada, então ele tem o que eu acredito ser o equilíbrio ideal de saída entre braço e ponte (7% de overwind na Ponte e 3% de underwind no Braço).

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Perguntei este lance da durabilidade pois é uma coisa que eu procuro em guitarras. Já estou encafifado com so trastes das minhas chinocas, pois em menos de 2 anos tive que lustrar os trastes com Brasso e já notei uns achatados. E acho que daqui 6 meses as manchas de ferrugem nos trastes vão aparecer de novo.

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11 · Editado por: nichendrix
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      Ian Anderson
      Existe algum lugar aqui no Brasil onde eu posso achar essas guitarras? Se fala que a diferença é gritante, realmente eu fico instigado em ver.

      Cara, na Teodoro Sampaio vez por outra aparecem essas guitarras, nas Two Tones, Soulshines e Krokodilles da vida.

      Até um tempo atrás tinha uma D'Aquisto original relativamente barata, falo original porque a Fender ainda foi proprietária da marca por uns anos após a morte dele, essas são mais bem baratas, no caso da guitarra da Soulshine estavam pedindo 16mil reais numa guitarra que custa por baixo uns 8000 dólares, e a guitarra ficou tanto tempo parada (quase 2 anos) que foi baixando até ser vendida por pouco mais de 10 mil reais.

      As vezes tu acha algumas Gibsons top de linha, uma vez na Krokodille apareceu uma Benedetto.

      PRS Private Stock, Suhr, Pensa, Tom Anderson, Fender e Gibson Custom das fodas (como as Tom Murphy e John English da vida), são um pouco mais comuns de achar nessas lojas.

      Eu pude testar muitas fora do Brasil, aqui as que testei ou era eu quem vendeu ou então era amigo que comprou, como o mercado pra essas coisas é restrito, nem fica difícil achar quem, se tu conhecer um, ele conhece outros, e acabou.

      Mas até onde essa "qualidade" eh perceptível ao publico em geral (aqueles que soh ouvem o Cd e numca tocaram), sem refletir no ego do musico

      O quanto esse som eh extasiado/iludido na cabeça do musico dessas grande marcas, tipo isso aqui


      Cara, pra quem vai ouvir, a diferença é meio irrisória, até porque tudo vai ser altamente processado, tu apostaria que os 4 primeiros discos do Led foram gravados com várias Fender e um amp Supro de 6W e falante de 8" e não com Gibsons diversas e full stacks Marshall?

      Agora tem sim a diferença pro guitarrista. Falo isso porque as pessoas sempre tem a coisa do teste cego, eu acho besteira teste cego ouvindo, no caso de guitarra e amp.

      Falo isso porque a pessoa tem 5 sentidos, pra quem ouve, só está percebendo o instrumento com 1 sentido, pra quem toca, tem praticamente todos os sentidos estimulados, logo, a diferença vai aparecer no tato, no sentir a madeira do corpo vibrando na barriga, na pegada do braço, na maciez do acabamento, e por aí vai e não desprezo o fator visual também, que é um estimulo, menos importante no instrumento, mas não insignificante.

      Enfim, dá pra perceber pra quem toca, pra quem não toca, quem vai usar só um sentido, a menos que vá ouvir de perto mesmo, ali na frente dele, a diferença é minima. Meu pai diz até hoje que todas as minhas guitarras e amps tem o mesmo som, eu discordo radicalmente... hehehehhehe

      a 3º questão seria pra mim mesmo, de qual o resultado de colocar uma Memphis, Fender e Tom Andeson (ou outra Top) lado a lado

      No tato, tocando a diferença é gritante, não tem pra onde, acho que é só ver as guitarras, nem precisa tocar, só ver de perto e você percebe a diferença no acabamento.

      No som, isso depende do ouvido, pra quem toca, que já tem um minimo de percepção a diferença da Memphis pra Fender ou pra Tom seria muito significativa, da Fender pra Tom Anderson existiria, mas seria menos significativa num primeiro momento. Para um ouvido mais treinado, a diferença também seria muito significativa. Seria muito como o teste da Gibson Les Paul Standard 1959 original com a R9, que o MMI postou em um tópico.

      Até vou fazer esse teste de afinação batendo nela, vlw

      Pode testar, o Steve Vai tem um video mostrando que a Evo é toda afinada em A, é muito engraçado ele falando que depois que notou isso passou a pedir para a Ibanez fazer o casamento de todas as peças da guitarra.

      Jah teve a felicidade de colocar a ponta o Headstock numa mesa
      a amplificação que da eh relativamente bem notoria. Até eu to com um projeto de uma "guitarra" usa um piezo e algum captadores entrando braço adentro pra pegar essa frequencias.


      Cara, essa do headstock na mesa eu nunca testei (embora já tenha visto uma entrevista do Edu Ardanuy que ele fazia algo parecido com o armário, mas essa de captador no braço, a Martin e a Taylor tem um sistema de captação assim.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      Cara, realmente a durabilidade das marcas top é bem maior. Como onichendrix disse, a probabilidade de voce achar uma guitarra top que não seja durável, que dê defeito em componentes, que o som não seja o esperado, é muito pequena em relação às mais baratas.

      Lei de mercado é isso aí, por isso são mais caras. Não fosse por isso, todo mundo compraria apenas as baratinhas.

      Eu comprei uma Gibson Nighthawk Special em 1994 nova e até hoje NUNCA deu problema em nenhum componente. Só viu luthier duas vezes na vida e tá lá com cara de nova.

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Aproveitando sua presença ilustre... do que se trata estas Gibson R9, R7...?

      Marcelo Bico: Só viu luthier duas vezes na vida e tá lá com cara de nova.

      Entendi que ela só foi pro luthier duas vezes mesmo, contando serviços como ajuste de tensor, regulagem de oitavas, ajuste da altura da pestana... tô certo?

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      Aproveitando sua presença ilustre... do que se trata estas Gibson R9, R7...?

      Cara, R é de Reissue o numero depois é o final do ano de fabricação: R9 é a Reedição da Les Paul Standard 1959, R8 da de 1958, etc... só existe mesmo pra Les Paul, porque tem tanta reedição delas que vc se perde.

      Entendi que ela só foi pro luthier duas vezes mesmo, contando serviços como ajuste de tensor, regulagem de oitavas, ajuste da altura da pestana... tô certo?

      Bom, esse tipo de regulagem, em geral eu mesmo faço, mas pelo menos 2 ou 3x por ano levo no Luthier para fazer isso por mim e limpar parte elétrica, dar uma hidratada mais caprichada na escala, uma regulagem mais precisa, passar bombril pra tirar a sujeira dos trastes, etc.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Contando com ajuste de tensor e regulagem de oitavas, além das duas vezes eu fiz mais duas com meu professor de guitarra, que sabe fazer.
      Nunca precisou ajuste de pestana.
      Obviamente não a uso em "escala industrial", mas a levo em muitos shows . Só tenho o maior cuidado com ela.

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix: passar bombril pra tirar a sujeira dos trastes

      Passa bombril? Uma vez me recomendaram usar algun anti-oxidante, tipo WD-40 ou Brasso.

      E pra hidratar a escala? Suco de limão?

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11 · Editado por: erico.ascencao
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      Marcelo Bico
      Explorando um pouco mais... hehehehe: você toca com que frequência? Mais de uma vez por semana, uma vez por semana, menos ainda...?

      Tô curioso porque meu sonho é comprar uma guitarra boa e que dure bastante, pra ter história pra contar depois de 10, 15, 20 anos na minha mão.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Ah, mas tô sempre passando Fast Fret na escala, de vez em quando passo um polidor no corpo e de tres em tres meses tiro as cordas e dou um trato nos captadores!

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Trato nos captadores com WD40. Também uso anti-ferrugem nas tarrachas e de vez em quando solto os parafusos e o jack prá aplicar o produto.
      E limpo a guitarra com fast fret após toda vez que uso, seja show grande ou apenas uma dedilhada de meia hora.
      Parece preciosismo mas a bichinha tá durando...

      MMI
      Veterano
      # jan/11
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      Pô, a discussão ficou boa e eu aqui perdendo tudo! Pior que agora estou sem tempo para escrever mais... Depois escrevo mais, espero que não seja tarde.

      Olha o vídeo que o Nichendrix citou...




      Será que alguém diria que a 59 original toma pau da "baratinha" Gibson Custom Shop R59? Admito que se eu fosse dono de um tesouro desses (a 59 original) iria me borrar de medo de tirá-la do case ou mesmo do cofre do banco.

      erico.ascencao

      Escala escura, óleo de limão nela. Nos trastes, uma polida com Bombril, protegendo a madeira da escala com fita crepe. Eventualmente pode-se usar um drill com polidor.

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      Passa bombril? Uma vez me recomendaram usar algun anti-oxidante, tipo WD-40 ou Brasso.

      Cara, eu nunca usei eles, porque até onde eu lembre Brasso e WD-40 não fazem bem pra madeira. Eu uso só o bombril (recomendação do Edmar Luighi), e sempre vejo o pessoal ou usando palha de aço ou uma lixinha fina da Stew Mac, dependendo do que precisa fazer.

      E pra hidratar a escala? Suco de limão?

      Eu uso oleo de limão dunlop ou planet waves, quando faço em casa, quando consigo uma caixa de GHS Fast Fret, uso ele... heheheh

      Tô curioso porque meu sonho é comprar uma guitarra boa e que dure bastante, pra ter história pra contar depois de 10, 15, 20 anos na minha mão.

      Cara, eu tenho 5 e a mais nova tem 8 anos, as outras todas na faixa de 10-15 anos, uma delas é de 1984, foi do irmão de um amigo meu antes de ser minha, então são 26 anos. Eu ultimamente tenho tocado pouco, não tá sobrando tempo, mas até 1 ano e meio atrás era ensaio 1x por semana e tocar no minimo a cada 2 dias.

      Marcelo Bico
      Ah, mas tô sempre passando Fast Fret na escala, de vez em quando passo um polidor no corpo e de tres em tres meses tiro as cordas e dou um trato nos captadores!

      Corda eu troco mensal, as minhas ficam 6 meses pra oxidar porque eu virtualmente não suo nas mãos, mas com 1 mês fica diferente o som então eu troco. Gosto do Fast Fret, mas é difícil achar... então fico com o álcool isopropílico (limpar cordas) e óleo de limão (hidratar escala).

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      Cara, eu treino praticamente todos os dias. Como até o mes passado eu tinha duas guitarras, acredito que pela metade das vezes eu usei essa Nighthawk, dedilhando, estudando , ensaiando ou em shows. Ensaio rola uma vez por semana e show em torno de 20/20 dias quando a maré tá boa. Aqui no Rio parece que ninguém gosta de classic rock...

      Mas sempre com esses cuidados aí que eu contei. Religiosamente limpar a guitarra depois de usar.

      Tenho também uma fender Strato mexicana que é outra guerreira, véio. Essa é de 94 mas tá comigo há uns 9 anos. Comigo levei umas quatro vezes ao luthier e desde que a tenho, só troquei os captadores por uma questão de preferência de som ( American Standard Noiseless ) e o jogo de tarrachas, já que uma apenas deu problema. Daí eu comprei o jogo todo, não vendia separado...
      Essa parece mais robusta do que as Gibson.

      Também tenho uma Gibson Les Paul Studio, mas comprei nova há apenas dois meses e ainda não deu prá avaliar a durabilidade. Mas essa veio com um problema na chave tres posições e assim que eu cheguei no país com ela, foi direto pro luthier. Tá reguladinha, acho que vai durar bem também.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      Resumo da ópera: Gibson e Fender duram mesmo, desde que não sejam usadas prá dar na cabeça dos outros, apoio de prato e etc he he.

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11
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      Marcelo Bico

      Pra limpeza uso álcool isopropílico, nunca tive um captador com oxidação, então nunca precisei tratar isso, mas o Edmar Luighi sugeriu a um amigo meu que usasse base de esmalte (aquele esmalte transparente), porque ele não penetra na parte elétrica por ser bastante viscoso, e nem afeta a fiação, só criando uma camada protetora.

      MMI
      Escala escura, óleo de limão nela. Nos trastes, uma polida com Bombril, protegendo a madeira da escala com fita crepe. Eventualmente pode-se usar um drill com polidor.

      Rapaz, ia esquecendo de comentar da fita crepe... hehehehehehe

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      nichendrix
      Boas dicas, amigo!

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      Ah, já ia esquecendo. O fdp do baixista da minha banda parece uma gazela com fogo no traseiro. No mais recente show nosso eu já estava usando a lespa zerinho, e fui abaixar prá acertar um pedal. Quando levantei o cara tava do meu lado e aí batí com o headstock no baixo do cara, que deve ser de cimento.
      Como o headstock é preto, tirou uma casquinha de 1 mm bem no vértice.
      Comprei um esmalte de unha preto na farmácia, pinguei na cabeça de um alfinete e enchi o buraquinho com o esmalte. Ficou perfeito!!!
      Ruim foi achar esmalte PRETO na farmácia. Na linguagem feminina não existem as cores verde, vermelho, preto, amarelo, etc. Tive que decifrar o que era glamour, aranha-céu, carbono, dark básico...

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      Marcelo Bico: Aqui no Rio parece que ninguém gosta de classic rock...

      Constatei o mesmo fato quando fui aí no encontro do Rush Fã-Clube Brasil. Convresando com um cara que tinha banda ele comentou que se conta nos dedos os bares onde rola Rock n' Roll ao vivo. Ele inclusive comentou que abriu um show do Focus no Canecão, e olha que ele é um mero músico amador como eu, por exemplo.

      A LP Studio é daquelas Faded ou não? Tô de olho numa destas, se pá este ano rola.

      erico.ascencao
      Veterano
      # jan/11
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      Marcelo Bico
      Outra pergunta: como você passa o Fast Fret? Você passa por cima das cordas sem se importar em pegar um teco na escala também?

      De Ros
      Veterano
      # jan/11
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      Marcelo Bico

      "Na linguagem feminina não existem as cores verde, vermelho, preto, amarelo, etc. Tive que decifrar o que era glamour, aranha-céu, carbono, dark básico..."

      Uhauhauhauha!! Pior que é verdade! Há pouco tempo descobri uma cor chamada fúchsia!!!

      Sobre o assunto do tópico: Alguém em sã consciência trocaria um compressor MXR Dyna Comp por um Oliver?

      Eu troquei e fiquei muito feliz, pois não curtia o Mxr e achei o Oliver muito mais legal! Aliás, tenho o da Boss (CS-3) e não vou dizer que o som é melhor que o Oliverzão!

      Isso para citar um caso corriqueiro... Abraços!

      nichendrix
      Veterano
      # jan/11
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      De Ros

      Um dos melhores fuzzes que já tive (e ainda tenho), é um Sound de mil novecentos e la vai cucuia... do tempo que o diabo usava frauda.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      erico.ascencao
      a) a minha studio não é a Faded. Mas te digo uma coisa: testei algumas Gibson na Samash e a finalíssima ficou entre uma Faded worm brown ( marrom ) e a minha Studio fireburst. Bicho, o som da Faded é igual ! Os captadores são iguais aos da standard. Só não levei essa porque o vendedor havia dito que por ela não ter pintura poderia ser mais perecível. Que nada! É uma excelente opção e custa uns $ 890 lá na terra do Grande Satã. Vale a pena, cara. Acho que a relação custo x benefício melhor do que a minha studio.

      b) eu passo o fast fret por cima das cordas e deixo pegar no braço e escalas. Não afeta a madeira e ainda deixa o braço mais deslizante!
      Às vezes aproveito a flanela com o produto e passo no corpo da guitarra, nas partes onde a mão e braço encostam.

      Marcelo Bico
      Veterano
      # jan/11
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      De Ros
      Bicho... fuchsia é demais. Numa dessas eu tenho que chamar minha esposa prá traduzir ha ha !

      T-Rodman
      Veterano
      # jan/11 · Editado por: T-Rodman
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      fúcsia = flamingo, fácil, lol
      (tipo, você sabe qual cor é. O designer fala pra você comprar fúcsia. Você vai na loja de tinta e sai com uma lata escrito flamingo)

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