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      Valvulado? Solid State? Analógico? Digital? Homenagem ao Charlie Brown?

      Autor Mensagem
      Bog
      Veterano
      # out/10 · Editado por: Bog


      Há tempos eu defendo que, apesar de existirem sim diferenças na sensação de se tocar em um valvulado - tanto que os que eu consigo agarrar eu não largo - em um show ou em uma gravação cheia de instrumentos e barulhos sobrepostos é difícil de notar a diferença entre uma coisa e outra. Especialmente em gravações, onde a mão do produtor pesa muito. Provavelmente nem se o cara pegasse a guitarra do Fulano, ligasse no amp do Fulano, e botasse o Fulano para tocar, ele tiraria o mesmíssimo som daqula Música Lendária com Riffs que Eu Adoro. Com a compressão de MP3, a coisa deve ficar ainda mais inidentificável. Áudio de Youtube então... (Nota: acho fantástico como tem gente que jura que consegue ouvir todos os detalhes e até as nuances do comportamento dinâmico de equipamentos assistindo vídeos do Youtube!!!)

      Disposto a tirar a prova, resolvi fazer um teste. Uma musiquinha leve e nada guitarrocêntrica, com violão, bateria (VST), baixo (VST) e desafinações (VS...EU) encobrindo as guitarras. Usei um monte de coisas. Nesta gravação tem um amp valvulado, um preamp valvulado, um simulador de falante+gabinete analógico, um simulador de amp analógico, e VSTs com simulações de amps de dois fabricantes diferentes. A guitarra só está em primeiro plano na hora dos riffzinhos assobiáveis e na tentativa-fracassada-de-improvisar no final. Efeitos como reverb foram todos adicionados depois da gravação (o reverb é um VST grátis chamado Ambience, MUITO legal!)

      O resultado final não é grande coisa - eu não toco lá muito bem, e já me disseram que eu desafinei bastante. Mas vai lá: o nome da música é Canção para a Garotinha Ruiva (esta é a parte da homenagem ao Charlie Brown - o original, não a banda brasileira!)

      http://palcomp3.com/caixeiro_viajante/

      Tem basicamente uma trilha de guitarra na esquerda e outra na direita. Algum ouvido de ouro arrisca de adivinhar quais trechos foram feitos com qual equipamento?

      PS - Eu não estou aqui dizendo que "digital é melhor" ou coisa do tipo.

      PPS - Apesar do som final ser parecido, em uma coisa os valvulados e os analógicos são imbatíveis: é MUITO mais fácil de encontrar o timbre procurado neles! O mundo digital ainda exige uma dose extra de paciência e escovamento de bits.

      MauricioBahia
      Moderador
      # out/10
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      Bog: Nesta gravação tem um amp valvulado, um preamp valvulado, um simulador de falante+gabinete analógico, um simulador de amp analógico, e VSTs com simulações de amps de dois fabricantes diferentes.

      auhauhauha! Se vc não falasse ninguém iria notar...

      acho fantástico como tem gente que jura que consegue ouvir todos os detalhes e até as nuances do comportamento dinâmico de equipamentos assistindo vídeos do Youtube!!!

      Fantártico! Eu também não consigo.

      Sobre o som, ficou muito bom hein! Depois ouço com calma...

      Abs

      ogner
      Veterano
      # out/10 · Editado por: ogner
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      Bog

      Disposto a tirar a prova, resolvi fazer um teste
      Huahuehua. Esse provavelmente é o teste MAIS difícil que já vi na internet sobre o tema!

      Vc é o campeão!! hehehe!!

      A musica e a mix ( bem complicada pela quantidade de inserções/instrumentos) ficou muito bem feita!!


      Obs: Acho que vc usou como desculpa o tal teste ( pela popularidade que esses temas tem geralmente) pra divulgar sua musica hein, hehe!!! o/

      EDIT: A mãe Dina disse que teremos algumas varias páginas de discussão.

      Dylan Thomas
      Veterano
      # out/10
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      Bog

      Nas condições que você citou, com uma possível falta de liberdade do músico, um processo de mixagem que deixe a guitarra em segundo plano, muitos instrumentos soando juntos, deve ser difícil mesmo distinguir timbre.

      Talvez aconteça a mesma coisa com uma orquestra. Suponha o naipe de violinos dessa orquestra executando diferentes vozes e linhas melódicas, suponha que todos sejam instrumentos de alta qualidade, suponha também que entre esse naipe de violinos encontra-se um Stradivarius; não seria muito fácil, isso se for possível, distinguir esse Stradivarius numa audição do tipo que você citou. A menos que se escute o som natural deles de perto e ao vivo.

      Também depende muito do músico. Não adianta você ter amps da década de 50 ou 60 para tocar power chords. Numa gravação não haveria muita diferença entre esses amps e VSTs. Agora imagine um típico bluesman, explorando todas as nuances, toda a dinâmica, sem pedais de efeito mascarando o timbre tocando nesses amps da década de 50 ou 60 e em VSTs. Você notaria a diferença de cara, ainda que o áudio estivesse comprimido em mp3 128kbps.

      Na minha opinião não tem comparação, uma coisa é VST, outra coisa é válvula. E essa diferença fica na cara quando o músico de fato baseia seu timbre na válvula e na pegada, e não em pedais de efeito, racks, ou seja lá o que for, mascarando o timbre.

      BlaCk LaBeL
      Veterano
      # out/10 · Editado por: BlaCk LaBeL
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      Bog
      Hahahah, concordo! É o tipo de teste que eu sempre quis fazer. Mas, nunca rolou por falta de equipamentos, rs. Nessas horas, aquele povo xiita, que diz que só válvula e analógicos é que prestam, desaparece! Não vão querer se arriscar e possivelmente "se queimar" com a possibilidade de dizer que o digital estava mais legal que o valvulado/analógico. Na real, esse tipo de teste cai bem pra todo tipo de xiita radical: aqueles da discussão Gibson X Epiphone, aqueles que exageram no preciosismo em relação à madeira, cabos, capadores, etc...

      Ant--
      Veterano
      # out/10
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      Leva +1 pelo tema da música.
      Peanuts rulz :)

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
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      Bog

      É, realmente nos estúdio a coisa rola diferente... há tanta equalizaçao, mixagem, limpeza de ruídos, etc etc que, no final das gravações, ninguém sabe se o que está sendo usado é um valvulado ou uma mera simulação ou até mesmo um SS. No estúdio, o cara usa aquilo que considerar melhor e mais prático pra ele.

      Os valvulados sempre estarão presentes em performances ao vivo, é lá que ele brilham. E, apesar de no estúdio a música ser toda certinha, eu sempre prefiro a performance ao vivo em todos os instrumentos - Guitarra, Bateria, Baixo, Voz...

      BlaCk LaBeL
      Veterano
      # out/10
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      Vinícius Iron
      Os valvulados sempre estarão presentes em performances ao vivo, é lá que ele brilham.

      Isso também é questionável. O que acontece na maioria das vezes é que o caboclo põe o valvuladão no palco, regula o timbre e fica tudo uma beleza. Até aí, tudo muito lindo. Então... o ampli é microfonado para ter saída nos PAs, mas o animal da mesa de som faz merda e o timbre vai pro espaço...

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
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      BlaCk LaBeL

      Pois é, nesses casos, eu diria que é incompetência do cara que cuida do som. É por isso que se deve prestar atenção as produções que gerenciam festivais de bandas. Geralmente, são nessas que custumam dar problemas no som, e eu já vi acontecer isso com o amplificador de um conhecido meu, durante a show da banda dele. Felizmente, o problema foi resolvido bem rápido enquanto a música já estava rolando. Mas, a despeito disso, é na performance ao vivo que o valvulado se mostra. Não dá pra se prever problemas técnicos que podem ocorrer durante os shows, mas nenhum equipamento está imune a isso (valvulados, SS, simuladores por rack, por software...)

      victorhab
      Veterano
      # out/10
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      Criativa a musica!
      Gostei viu cara!
      Eu ia falar mau só do vocal, mas tá legalzinho..
      Boa...

      Bog
      Veterano
      # out/10 · Editado por: Bog
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      ogner
      Esse provavelmente é o teste MAIS difícil que já vi na internet sobre o tema!

      A maior parte dos "testes" que eu vejo colocam para comparação gravações só com a guitarra, quando muito, uma mesma música tocada duas vezes com equipamentos diferentes.

      Apesar de ser uma comparação válida, achei que seria mais interessante socar em uma música tudo quanto é tipo de simulação e perceber que no resultado final, você ouve harmonia, melodia e (completa falta de) técnica; e não válvulas, transistores e bits.

      Obs: Acho que vc usou como desculpa o tal teste ( pela popularidade que esses temas tem geralmente) pra divulgar sua musica hein, hehe!!! o/

      Não exatamente. Eu já ia gravar essa musiquinha, e aproveitei isso para brincar um pouco. =P

      Dylan Thomas
      Talvez aconteça a mesma coisa com uma orquestra.

      É bem isso. No fim das contas, para o público o que importa mesmo é o conjunto como um todo. Quem sente essa conexão com o instrumento e c* a 4 é quem está tocando (amps entram nessa, para mim, amp faz parte do "instrumento").

      Agora imagine um típico bluesman, explorando todas as nuances, toda a dinâmica

      Acho que nesses casos, para o público é muito difícil saber a diferença. A diferença principal é que o músico consegue tirar do equipamento aquilo que busca para se expressar. Já vi várias entrevistas com músicos experientes (como o Frejat) que conconrdam com isso: a diferença principal aparece só para quem toca. É aquilo: se eu quero colocar um prego em um lugar, prefiro usar um martelo. Mas se eu usar o cabo de uma chave de fenda para fazer o serviço, o único incomodado serei eu - para quem olha o prego no final, dá na mesma.

      Vinícius Iron
      BlaCk LaBeL
      Os valvulados sempre estarão presentes em performances ao vivo, é lá que ele brilham.

      Eu também acho isso bastante questionável. Na mesma entrevista do Frejat que eu citei acima, ele deu sua justificativa para ter trocado nos shows um valvuladão pesado, frágil e emocional por um Line 6 Spider. É mais prático, e 99% da platéia não nota diferença alguma.

      Claro, em músicas guitarrocêntricas, a diferença aparece mais. Mas eu nunca vi ninguém reclamando do B. B. King, feliz da vida com seu transistorado!

      Todos

      Lembrando que eu não estou dizendo que "digital é melhor" ou que "tanto faz". Eu mesmo admito que os VSTs deram mais trabalho para soar como eu queria. E eu adoro a dinâmica de valvulado... só que na gravação e no meio da mix eu simplesmente não consigo mais saber o que é o que. Mesmo. Como fraturei a mão enquanto fazia a gravação, a música ficou de molho um bom tempo, e nem eu lembro de cabeça quais partes foram feitas com o que! O.o

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
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      Bog

      É mais prático, e 99% da platéia não nota diferença alguma.

      A platéia realmente não nota a diferença. Aliás, a platéia não saberia nem diferenciar um Mesa/Boogie de um Marshall, ou um Marshall de um Laney ou de um Vox, que seja...(quem não é músico ou quem nunca tocou em um valvulado, com certeza não saberia).

      Mas tem algo importante que tu deve levar em conta, acima de qualquer outra coisa dentro da música: tu toca pra ti, não para as pessoas. Quem tem que sentir a diferença e se sentir bem com o equipamento que usa é o músico. Então, mesmo que as pessoas não vejam diferença de uma simulação para a coisa real, se TU não gostar, então tu deve voltar para aquilo que te sente bem, independentemente do que fulano qualquer diga. É por isso que eu não troco valvulados por simulação, pois são eles que me fazem sentir bem, acima de qualquer modelador, por mais avançado que seja.

      Só um outra questão que eu também queria compartilhar: as pessoas reclamam do peso do cabeçote. Mas, veja bem, para quem carrega um gabinete de 50kg, levar um cabeçote de 20-25kg não é nada, e eu acharia meio sem sentido usar um simulação no lugar desse head, sendo que tu ainda precisa levar aquela caixa grande e pesada. O mais indicado seria pagar pessoas que carreguem para nós os nossos equipamentos. É o que o pessoal de Main Stream faz. A gente sofre porque quer, hehehe.

      nichendrix
      Veterano
      # out/10
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      Bog

      Gostei da música, em alguns momentos me remeteu a Maxwell's Silver Hammer e Octopuss Garden, outras a Plunct Plact Zoomp, o comecinho me lembrou um bocado de algumas músicas do Skank e do Nando Reis, a voz me lembra de alguém que não consigo me lembrar... enfim, gostei... hehehehehe

      Os timbres estão bem legais, que efeito é esse nos solos do fundo na altura de 3:00? Uma hora parece chorus e outra flanger, ficou tão legalzinho que quero o preset pra mim... heehhehehehe

      Dylan Thomas
      uma gravação não haveria muita diferença entre esses amps e VSTs. Agora imagine um típico bluesman, explorando todas as nuances, toda a dinâmica, sem pedais de efeito mascarando o timbre tocando nesses amps da década de 50 ou 60 e em VSTs. Você notaria a diferença de cara, ainda que o áudio estivesse comprimido em mp3 128kbps.

      Cara, o Nuno Mindelis já ganhou premio de melhor guitarrista e melhor album de blues do ano da Guitar Player Americana e da Associação dos Músicos dos EUA.

      Ele tem pelo 2 discos onde praticamente só usou o Amp Farm como amplificador e sinceramente se tu pedir para dizer qual é analógico e qual é digital nesses albuns, eu não saberia dizer. Nem tem a desculpa de dizer que é muito processado porque o som dele é basicamente guitarra e amp, ou nesse caso, guitarra e plug-in.

      Já vi também algumas vezes ele tocando de Line 6 com um Vibrolux Reverb do lado e a diferença é minima, mesmo eu estando há pouco mais de 3m dos amps (eu tava na beira do palco), dificilmente diria qual é qual se não tivesse vendo o A/B Box pra mostrar qual amp tava ligado.

      O mesmo acontece pro Marcos Ottavianno, que em duas oportunidades pude ver tocando com um valvulado e um Line 6, numa era um Marshall Bluesbreaker e na outra um Fender Hot Rod Deluxe, ambos fazendo par com um Line 6 Spider. Em uma dessas vezes o show foi na casa de shows de um amigo e eu pude ver os 2 ensaios que antecederam o show, conversar e tomar umas cervejas com o cara, ficar apreciando encafifado porque a Squier dele soava melhor que as 3 Fender que eu já tive e por aí vai... hehhehehehe

      Não estou dizendo que os sons eram iguais, só que a dinâmica e a pegada dos caras é tão característica que salvo as diferenças de timbre naturais entre os tipos de simulações, se comparados com o amp valvulado da vez (ele em geral usava simulações de Marshall e Vox com o HRD e de Fender e Vox com o BB).

      Então, até por já ter uma grande experiência com amplificadores de tudo que é tipo, eu tenho certeza que todas essas características naturais e dinâmicas que se atribui à válvula, em geral são atributos do músico.

      Vide o B.B. King que usa transistorizado, distorcendo por estar com volume no talo, e ainda faz a guitarra cantar com uma dinâmica tão rica e natural que desconheço em outro guitarrista.

      BlaCk LaBeL
      capadores

      Rapaz, na minha terra a gente corre desses caras aí, afinal quem quer virar eunuco... hehehehhehehehee

      Vinícius Iron
      A platéia realmente não nota a diferença. Aliás, a platéia não saberia nem diferenciar um Mesa/Boogie de um Marshall, ou um Marshall de um Laney ou de um Vox, que seja...(quem não é músico ou quem nunca tocou em um valvulado, com certeza não saberia).

      Eu aposto um Jack Daniels que 9 de cada 10 pessoas que dizem que percebem essa diferenças, não percebem elas só ouvindo.

      Eu não falo nada do cara tocar e perceber a diferença, porque é uma experiência sensorial completa, um sentido consegue adicionar nuances às percepções dos outros sentidos, formando um conjunto de informações mais completo e que permite perceber melhor esses detalhes, mas no orelhão mesmo, acho que conheço umas 2 ou 3 pessoas que conseguiriam se muito, e só porque tem ouvido absoluto.

      Bog
      Veterano
      # out/10 · Editado por: Bog
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      Uia, ninguém nem tentou adivinhar, hehehe...
      Será que se eu der dicas alguém tenta?

      Vinícius Iron
      tem algo importante que tu deve levar em conta, acima de qualquer outra coisa dentro da música: tu toca pra ti, não para as pessoas

      Aqui acho que cada um só pode falar por si próprio.

      eu não troco valvulados por simulação, pois são eles que me fazem sentir bem, acima de qualquer modelador, por mais avançado que seja.

      Mas eu também não. Tenho aqui minhas coisas digitais, que eu uso em gravações, com fones de ouvido, e às vezes para praticar. Mas não deixo de achar que tocar com os valvuladinhos é mais gostoso, além da facilidade de se chegar "no" som. O meu ponto não é esse. Não estou falando para todos jogarem os valvulados pela janela e saírem correndo atrás do primeiro Pod que encontrarem; muito menos que qualquer porcaria serve e que "o timbre vem só das mãos". Estou falando apenas que existem ocasiões nas quais é muito difícil apontar a diferença entre digital e analógico, valvulado e transistorado... e que muitas vezes, nos guiamos por preconceitos e mitos, muito mais do que pelos nossos próprios ouvidos. Ah, claro, e que "ouvir uma música gravada" é uma dessas ocasiões.

      nichendrix

      Opa, obrigado pelos comentários.

      que efeito é esse nos solos do fundo na altura de 3:00? Uma hora parece chorus e outra flanger, ficou tão legalzinho que quero o preset pra mim... heehhehehehe

      Ahn? Exceto os óbvios drives, o único efeito que tem aí é reverb, e um pouco de delay no final. O.o

      MauricioBahia
      Moderador
      # out/10
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      Bog: Uia, ninguém nem tentou adivinhar, hehehe...

      Como nunca acerto, nem tento mais! hehe

      Abs

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
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      nichendrix

      Sim, claro, cara. Mas eu digo mais em situações de shows, onde a pessoa tá no meio da agitação e há uma troca de valvulados. Se a pessoa não prestar atenção, ela nem percebe se trocou o não o amp. Mas eu concordo contigo. Em uma prova de audição ou até dentro de casa, por exemplo, uma pessoa qualquer poderia notar diferenças grandes ou mínimas de um amplificador para o outro.

      Já percebeu que esse tipo de assunto pega no forum? Hehehehe. Eu acho que é algo que divide bastante opiniões.

      Bog

      Estou falando apenas que existem ocasiões nas quais é muito difícil apontar a diferença entre digital e analógico, valvulado e transistorado... e que muitas vezes, nos guiamos por preconceitos e mitos, muito mais do que pelos nossos próprios ouvidos. Ah, claro, e que "ouvir uma música gravada" é uma dessas ocasiões.

      Com certeza, eu estou contigo. Se tu achar um simulador do teu amp, é bem mais prático e, diria, mais profissional usar algo que seja versátil dentro de um estúdio, em vez de algo que dê mais trabalho, como um valvulado. É por isso que eu reitero o que eu disse antes: é durante o show que os valvulados brilham.


      Uia, ninguém nem tentou adivinhar, hehehe...

      Putz, cara, desculpa. Eu fiquei tão ansioso no assunto, que nem ouvi os samples! Vou fazê-lo, agora! Hehe. ;)

      Bog
      Veterano
      # out/10
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      Vinícius Iron
      Eu fiquei tão ansioso no assunto, que nem ouvi os samples! Vou fazê-lo, agora! Hehe. ;)

      Hahaha... e aí, a diferença é óbvia?

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
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      Bog

      Não notei! Pareceu o mesmo som! Aliás, ficou bem legal a música. Mas tudo que tu falou se encaixa nisso. Os produtores de estúdio mexem tanto na música, que nem faz diferença se o cara tá usando um valvulado ou um simulador. Até em vinil eu diria que seria muito, mas muito difícil de ouvir alguma diferença; agora, imagina em formato de mp3, que é o que todos, atualmente, usam quando põe seus fones de iPod. Eu mesmo tenho (tinha, até o fdp me assaltar) um iPod, em que eu baixava as discografias das bandas que eu curto, na internet, e ia tocando tudo no aparelho, pelo iTunes. Para mim, o áudio é ótimo, mas, obviamente, não se compara ao LP.

      Não sei se é verdade, mas eu andei lendo por aí que o Page nunca usou Marshall e Gibson em estúdio. Foram todos simuladores, inclusive da guitarra, e todos juravam que era a coisa real, até saber da verdade. Também, eu não sei isso é veridicto, foi apenas o que eu li...

      nichendrix
      Veterano
      # out/10 · Editado por: nichendrix
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      Vinícius Iron
      Não sei se é verdade, mas eu andei lendo por aí que o Page nunca usou Marshall e Gibson em estúdio. Foram todos simuladores, inclusive da guitarra, e todos juravam que era a coisa real, até saber da verdade. Também, eu não sei isso é veridicto, foi apenas o que eu li...

      Simuladores não, mas do Led I até o Physical Graffiti ele diz que a grande maioria das musicas usava só 2 Telecasters e um amp Supro Model 50 de 6W. E uma Fender Electric XII pras partes de 12 cordas. Eventualmente usava uma Les Paul Custom pra gravar algumas coisas, mas segundo ele era a segunda guitarra reserva, só pra colorir contrastando com as Telecasters. Isso ele disse em uma entrevista à Guitar Player em 1977

      Bog
      Veterano
      # out/10
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      Vinícius Iron
      mp3

      Pois é... aí vem o pessoal e se bota a julgar a DINÂMICA de equipamentos vendo vídeos do Youtube!!! Ao meu ver, exceto em casos MUITO gritantes, dinâmica você mais sente do que ouve... especialmente quando o diferencial está nas nuances (caso dos valvulados, por exemplo). Mas procurando um pouco, você encontra em fóruns (inclusive neste) gente discutindo sobre se a Axe FX tem mais dinâmica que o Pod HD, e se este tem mais "feeling" de valvulado que a pedaleira XYZ... tudo com base em vídeos do Youtube! O.o

      Vinícius Iron
      nichendrix
      Page

      A história que eu ouvi também não envolvia simuladores, mas sim Telecasters... Aquelas com todo o veludo, peso, e definição que só uma Gibson Les Paul pode oferecer, hehehehe.

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
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      Bog

      Pois é, cara, o que uns falam sobre esse Axe FX é que o som parece o mesmo do original, mas não tem a sensação de valvulado. Tem muitos americanos, europeus (loucos da cabeça, na minha opinião), possuidores de Bogners e Diezel, que trocaram tudo por um Axe FX. Na minha opinião, isso é o cúmulo da idiotice. Por outro lado, eu já vi músicos bem experientes, daqueles que tem mais de 20, 30 anos de estudo e prática, que compraram um Axe FX e, 1 ou 2 anos depois, voltaram para os valvulados, porque chegaram a conclusão de que mesmo esse rack de última tecnologia não reproduzia a SENSAÇÃO e NATURALIDADE das válvulas.

      Mas, voltando ao assunto Youtube, eu vi uma comparação lado a lado de um Dual Rec. com o Axe FX e, NO VÍDEO, não se notava nenhuma diferença, mas, com certeza, na vida real, nós conseguiríamos extraí-la.

      nichendrix
      Bog

      É, acho que era essa mesma história do Page que eu tinha lido, só que um pouco distorcida!

      Bog
      Veterano
      # out/10 · Editado por: Bog
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      Vinícius Iron
      Na minha opinião, isso é o cúmulo da idiotice.

      Eu não iria tão longe, cara. Não dá para ficar fazendo esse tipo de julgamento, simplesmente porque as necessidades de cada um são diferentes, e um equipamento como o Axe FX tem seus prós e contras diante dessas necessidades. Além disso, existem as preferências pessoais, e aquilo que cada um considera importante que o equipamento produza. Nem sempre o que é melhor para mim é o que é melhor para você. Não é legal ser tão xiita assim.

      MauricioBahia
      Moderador
      # out/10 · Editado por: MauricioBahia
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      Bog

      Aliás, sou contra essa coisa de ficar comparando "A" com "B" pq, no final das contas cada um tem sua percepção sensorial. Se fosse algo matemático, tudo bem, mas é cognitivo. Ainda mais que não comparamos o que ouvimos, na prática, apenas ouvimos. O que fazemos aqui no FCC é quase que colocar timbres em laboratório e avaliarmos e pior, virtualmente. Enfim, eu acho que é tudo uma grande ilusão e, acaba se tornando perda de tempo para, o qual poderia ser revertido à dedicação à música em si e seu aprendizado.

      Muitas vezes eu acho que acabamos sendo "sugeridos" por elementos externos (como marca, estética, amigos, fóruns ehhe, por exemplo) a achar que aquele timbre é pior ou melhor. Por isso que o teste cego é ótimo pra provar isso.

      A questão "comparar" sons não tem o mínimo sentido, no meu entender. É simplesmente ouvir, gostar ou não gostar. Quando vc começa a comparar, gera um conflito mental e aí seu cérebro funciona de outra forma. Enfim, o que vc havia gostado antes, passa de endorfina para adrenalina no seu cérebro... hehe Algo assim.

      Abs

      BlaCk LaBeL
      Veterano
      # out/10 · Editado por: BlaCk LaBeL
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      MauricioBahia
      Muitas vezes eu acho que acabamos sendo "sugeridos" a achar que aquele timbre é pior ou melhor. Por isso que o teste cego é ótimo pra provar isso.

      Sem dúvidas. Há pouco tempo atrás fizeram um tópico com um vídeo de um cara comparando uma "Gibson" chinesa turbinada com uma Gibson real. O problema é que o cara tinha dito qual era qual, pois tenho certeza que se ele tivesse dito que a Gibson real era a chinesa, todo mundo ia ficar pagando pau e afirmando que ela era a melhor, inclusive citando n motivos para isso, rsrsrs.

      Outra coisa que comprova isso é essa estória do Page, que fez cair o cu da bunda de toda a galera...

      MauricioBahia
      Moderador
      # out/10 · Editado por: MauricioBahia
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      BlaCk LaBeL: Outra coisa que comprova isso é essa estória do Page, que fez cair o cu da bunda de toda a galera...

      Como o Page aparece em fotos e vídeos com Les Pauls, todo mundo associa o som do Led exclusivamente à esse modelo! ehehe Tá aí a tal sugestão.

      Abs

      ps. O pessoal acha que Telecaster é só pra tocar Country... hehe.

      Bog
      Veterano
      # out/10
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      MauricioBahia
      sou contra essa coisa de ficar comparando "A" com "B"

      Eu não vejo tanto problema nisso... Eu gosto de comparar, e sempre faço isso para identificar as diferenças entre equipamentos. Eu na verdade me divirto bastante com isso. Já achei muita coisa barata que me agradava mais do que coisas caras. Já preferi transistorado a valvulado, já preferi digital a analógico... e já preferi valvulado caro, guitarra cara, pedal caro também. E até pela minha profissão, gosto de tentar entender o que está por trás das coisas que gosto. Outro dia estava até pensando em como eu poderia fazer o meu próprio simulador de amp (aí eu desisti porque vi que ia demorar muito, e lugar de senóides e convolutions é no trabalho, hahaha).

      Acho que, como quase tudo na vida, o problema é o equilíbrio. Não ir nem tanto a um extremo nem a outro. Preciosismo demais acaba virando exagero, se convencer de que você ouve e sente o que nem percebe de fato... No extremo máximo, pode virar arrogância, até essa coisa de achar que quem trocou o amp-lendário-fodástico X por um Pod é um completo idiota. Mas uma abordagem minimalista e espartana demais pode também minar a minha própria diversão! Eu sei que poderia viver muito bem com muito menos do que tenho, mas por 5 anos eu tive só uma Tonante e uma caixa Frahn, e aprendi que precariedade demais também é uma m*, hahaha.

      No mais, eu fiz o meu teste gravando uma musiquinha exatamente porque o ponto, para mim, é a diversão. Eu ia gravar a musiquinha, mesmo que fosse só com um Amplitube da vida. Mas desse jeito foi mais divertido! =)

      Konrad
      Veterano
      # out/10
      · votar


      Bog

      Impossível...

      Sua música está muito legal....

      MauricioBahia
      ps. O pessoal acha que Telecaster é só pra tocar Country... hehe.


      Serve até para terreiro de macumba.

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
      · votar


      Bog

      Eu não iria tão longe, cara. Não dá para ficar fazendo esse tipo de julgamento, simplesmente porque as necessidades de cada um são diferentes, e um equipamento como o Axe FX tem seus prós e contras diante dessas necessidades. Além disso, existem as preferências pessoais, e aquilo que cada um considera importante que o equipamento produza. Nem sempre o que é melhor para mim é o que é melhor para você. Não é legal ser tão xiita assim.

      Entendo, cara. Mas é por isso que eu coloquei ''na minha opinião''. É algo que eu tô, gradativamente, aprendendo a colocar nos meus post porque, quando eu os omitia, o pessoal custumava ficar brabo, hehehe. Sinceramente (ainda na minha opinião), eu acho que o cara que troca amps dessas categorias que eu te citei (Bogners, Diezels) por simplesmente um Axe FX, com certeza, deve estar pesando mais para a praticidade, facilidade e para o lado financeiro, no lugar da qualidade. É claro que, uma vez que eles já tenham adquirido o produto, eles defenderão até à morte que o Axe Fx reproduz toda dinâmica e naturalidade dos valvulados. Esse é um motivo pelo qual eu não acredito nos reviews que eu leio, a não ser que tenha sido por um músico de experiência e que seja imparcial e transparente em seus argumentos. Mas tu tá com mais razão no que tu disse antes... às vezes, eu tenho que ponderar e ser mais paciente com a decisão dos outros.

      E dá-lhe tópico!

      Vinícius Iron
      Veterano
      # out/10
      · votar


      Todos

      Falando em Telecaster, vocês viram a nova Tele da Tagima da nova linha Premium? Além de linda, parece estar no mesmo nível das Fenders americanas! A Tagima tá subindo as montes a qualidade de seus instrumentos!

      nichendrix
      Veterano
      # out/10 · Editado por: nichendrix
      · votar


      Vinícius Iron
      porque chegaram a conclusão de que mesmo esse rack de última tecnologia não reproduzia a SENSAÇÃO e NATURALIDADE das válvulas.

      Cara, eu não discuto a sensação, porque é que nem gosto e c*, individual e intransferível.

      Todavia, tem uma coisa que sempre me deixa encafifado com todo mundo que fala que simuladores e SSs não reproduzem a NATURALIDADE da válvula. Tipo, como vai-se reproduzir a NATURALIDADEde algo que é artificial em todos os aspectos?

      Não existe a NATURALIDADE da válvula porque a válvula é 100% artificial, não tem pé de válvula, não tem ninho de válvula, não tem ovo de válvula. Logo não existe nenhum ponto onde o som da válvula seja natural ou orgânico (como alguns preferem chamar).

      Mesmo a tal distorção com harmônicos pares (se é que isso realmente existe, já que nunca ouvi que dá pra existir um sem existir o outro), até ela é totalmente artificial, afinal, você já viu um passarinho, pessoa, bicho, vento, plante, lombriga, tênia ou o que seja, fazendo um chilreado, barulho, zoada ou canto distorcido?

      Enfim, não existe nada de NATURAL ou ORGÂNICO, no som de válvulas ou valvulados. O que existe é uma sensação de que o som da válvula é mais agradável, só que aí voltamos ao lance da sensação já que ela é individual e intransferível.

      Só que quase sempre, eu fico encafifado porque a mesma pessoa que diz que o som de valvulado é mais orgânico e/ou natural que de transistorizados, também dizem que o som de um pedal de distorção analógico é natural e orgânico e melhor que digital.

      Só que putz, o mesmo transistor usado em um pedal de distorção é o que se usa pra fazer o amplificador transistorizado, como uma coisa é natural no pedal e não natural no amplificador se são a mesma coisa, usadas basicamente do mesmo jeito?

      Entendeu a furada dessa argumentação toda?

      O fato é que tecnicamente, existe muito pouca coisa (se é que realmente existe), para justificar a maior parte dos "mitos" que se criam sobre guitarras, amplificadores, pedais e afins.

      Então você pode se perguntar porque tanta gente diz que há diferença?

      Porque todo mundo percebe as coisas de forma diferente, se houvesse diferença técnica real muito significativa entre essas tecnologias a percepção dessa diferença seria universal, mas não é.

      Como você mesmo falou, a diferença em geral é sentida por quem está tocando, não para quem está só ouvindo, portanto é uma diferença primariamente de percepção, de sensação, de sentimento, ou seja, uma diferença principalmente emocional e psicológica.

      Valvulado é melhor que SS e Simuladores, porque a gente passa a vida sonhando com eles, porque o inglês branquelo e complexado ou o negão drogadão quebrador de guitarras que me fez tocar usava um valvulado e não outra coisa. Não por qualquer outro motivo.

      Eu por exemplo, toco de forma diferente quando estou usando amps diferentes (no meu caso Fender e Marshall), ou o mesmo amp com guitarras diferentes (eu tenho 5 guitarras diferentes que variam de Gibson Semi-Acústica até Strato Reedição da '57). Muda muita coisa no meu jeito de tocar.

      A pessoa é a mesma, o equipamento o mesmo, o que muda é um dos componentes da cadeia, então porque a diferença? Eu digo que é puramente psicológica, cada equipamento desses me remete a uma lembrança muito forte do meu passado, cada um também me remete a uma série de influências diferentes. Eu não comprei uma Tele para tocar Jimi Hendrix (embora ele tenha usado uma em Purple Haze), eu comprei por causa do Keith Richards, do Albert Collins, do George Harrison, do Roy Buchanan, do Loonie Brooks, do Steve Cropper, do próprio Jimmy Page... enfim isso tem muito mais influência.

      O mesmo vale pros amps, com Fender eu tendo a tocar mais a la B.B. King, SRV, Albert Collins... com Marshall baixa o Cream e o Preto Hendrix... heheheheheh

      E não estou bravo, eu só não tenho saco pra digitar os emoticons e mais hehehehe do que isso... hehehehhehe

      Agora só um PSzinho...

      No caso de guitarristas de 30 anos de profissão que compram modernosidades e depois voltam pros antigos. A maioria dos que conheço, tanto aqui no Brasil quanto nos outros países que já andei ou tenho amigos, a grande maioria dos que fizeram essa troca e voltam pros equipamentos antigos, o fizeram não por acharem que o novo era ruim ou pior (seja simulador, ss ou o que for), mas porque não conseguiram se adaptar à tecnologia, porque configurar esses equipamentos pra conseguir o som deles era tão trabalhoso que eles não se adaptavam às opções de configuração... mas isso não é exclusividade deles, eu sou novo e tenho a mesma dificuldade muitas vezes.

      MauricioBahia
      Aliás, sou contra essa coisa de ficar comparando "A" com "B" pq, no final das contas cada um tem sua percepção sensorial. Se fosse algo matemático, tudo bem, mas é cognitivo.

      Cara, comparar é válido até certo ponto, por exemplo, amps com válvulas 6L6, são diferentes dos com EL34, que são diferentes das 5881, que são diferentes das EL84 e por aí vai. O mesmo vale para guitarras e madeiras ou tipos de ferragens e tralala.

      Acho que isso é meio obvio, mudam os componentes muda-se o som.

      Acho que também é válido pegar um simulador de Fender Twin Reverb e comparar com um Fender Twin Reverb pra ver até que ponto cumpre o que promete.

      Mas acho que comparação deva parar aí... ir além disso (diferenças significativas de componentes/construção/finalidade) é literalmente frescura.

      No fim concordo contigo que o importante é o resultado. Jimi Hendrix tinha o som foda porque usava um Fuzz Face plugado em 2 marshalls e 2 Fenders, ele fazia isso porque soava bem e não porque o Fuzz Face era a melhor e mais linda distorção do mundo. Mesmo na época dele era um pedal rustico e de construção pra lá de básicona e irregular.

      Hoje dizer que ele é melhor e mais natural que um MI Audio Neo Fuzz ou GI Fuzz é bobagem. Se ouvir tocar sem ver o board ninguém nota a diferença... hehehehehhe

      Muitas vezes eu acho que acabamos sendo "sugeridos" por elementos externos (como marca, estética, amigos, fóruns ehhe, por exemplo) a achar que aquele timbre é pior ou melhor.

      Claro, como eu disse acima, a imagem de um Nego feio bagarai, com cabelo balula, bandana e roupas mais coloridas que um pavão psicodélico, tocando com os dentes uma guitarra que tá pegando fogo plugada em um Marshall é mais influênciadora que todos os rackzinhos pretos cheios de luzinhas... hehehhehehehe

      Por isso que o teste cego é ótimo pra provar isso.

      Aqui eu discordo, porque quem toca, não toca só com o ouvido, há outros sentidos envolvidos, logo deve-se testar com todos eles, inclusive a visão. Outro fator é que o estado psicológico influi, logo ele deve ter ser levado em conta também.

      O que eu acho é que não se deve trair a percepção com preconceitos (embora seja quase impossível), afinal, se foi a Tonante que soou bem, não tem nome no Headstock que resolva se a PRS soar mal.

      O pessoal acha que Telecaster é só pra tocar Country... hehe.

      Com cerveja nunca tocaram nelas com fuzz hehehehhehe

      BlaCk LaBeL
      Outra coisa que comprova isso é essa estória do Page, que fez cair o cu da bunda de toda a galera...

      Eita que a expressão pegou né???

      Jamais imaginei que o Konrad e o MMI iriam propagar tanto este vocábulo lá da terrinha... hehehhehe

      Como diz o Jimmy Page: "qualquer guitarra em um amp no máximo soa meio como Les Paul, o resto se arruma com um equalizer ou com efeitos, no fim nem eu saberia dizer que guitarra toquei só ouvindo."

      Bog
      Eu não vejo tanto problema nisso... Eu gosto de comparar, e sempre faço isso para identificar as diferenças entre equipamentos. Eu na verdade me divirto bastante com isso. Já achei muita coisa barata que me agradava mais do que coisas caras. Já preferi transistorado a valvulado, já preferi digital a analógico... e já preferi valvulado caro, guitarra cara, pedal caro também.

      Tendo esse bom senso, pode-se comparar até morango com xuxú... hehehehhee

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