Monitores de áudio Microlab B77 (review)

Autor Mensagem
El_Cabong
Veterano
# dez/15 · Editado por: El_Cabong


Como eu estava sem grana para comprar uns monitores Presonus, ou Krk, ou Genelec, ... kkkkk
Comprei este par de monitores da Microlab, modelo B77.

PRÓS
- Eles possuem uma ótima potência sonora, de 2 X 24 Watts RMS.
- Eles tem uma excelente resposta de frequência, que cobre praticamente todo o espectro audível, de 55Hz à 20kHz. Realmente dá para ouvir TUDO neles nos mínimos detalhes. Eles não escondem nada. Todo o espectro audível está ali, explícito!
- Eles são super silenciosos. O fabricante diz que a Relação Sinal Ruido deles é de 70dB, mas eu acho que é até mais do que isso.
- O som é fiel! Mesmo com o volume no máximo ele não distorce. A distorção harmônica dele é de 0,3% (à 1kHz / 1W).
- Eles possuem duas entradas estéreo do tipo RCA, uma para PC e outra AUX.
- Eles possuem fonte bivolt automática embutida numa das caixas. O amplificador também é embutido numa das caixas.
- Eles possuem controles de graves e de agudos no painel traseiro do amplificador.
- Eles são bem compactos e leves. São fáceis de transportar.
- Eles possuem um acabamento muito bonito de vinil imitando madeira. Os meus são na cor de madeira escura. Tem também os de madeira clara, que parecem ser mais bonitos ainda, mas estes estavam em falta.

CONTRAS
- A Microlab deveria ter projetado um potenciômetro de volume com menor resistência, pois usando fontes sonoras como o notebook, com o potenciômetro de volume dos monitores numa posição média, os monitores emitem um pequeno ruído de fundo. Ruído de interferência provavelmente causado pelo processador do notebook, devido ao aumento de impedância de entrada provocado por este potenciômetro. Colocando este potenciômetro no máximo, ai sim! Nesta posição o circuito passa a fazer um "by pass" no potenciômetro, e este ruído some. Por causa disso eu estou sempre usando o volume dos monitores no máximo, e controlo o som do sistema no volume do Windows.
- Eu não achei muito legal a telinha que vem na frente dos monitores, mas eu estou usando eles sem tela (com os alto falantes aparentes). Acho mais bonito assim.
- Estes monitores realmente possuem um reforço de graves, mas eu resolvi este "problema" da seguinte maneira: Primeiro eu coloco os controles de graves e de agudos na posição FLAT (os dois apontando pra cima) e em seguida eu giro o controle de graves 45º à esquerda. PRONTO!! Com isso o som perde o todo o reforço de graves, e fica soando natural.

CONCLUSÕES
Comprei-os no Mercado Livre, e paguei R$ 339,90 mais frete. Gostei muito do som destes monitores. Considero que foi uma excelente compra.
É claro que por este preço era de se esperar que eles teriam algum ponto contra, mas vejam que os pontos contras que eu citei, eu consegui contorná-los todos.
Eles são uma ótima opção para quem não está com muita grana. Um excelente custo X benefício.
Eu agora estou ouvindo música neles direto, para acostumar meus ouvidos com o som deles.

Ismah
Veterano
# dez/15 · Editado por: Ismah
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2x24W O.O

Estes monitores realmente possuem um reforço de graves

Pode ser em função d'alta impedância na entrada.
É de pensar abrir depois da garantia e modificar o circuito para bypass
#DIY #Tunnin #PimpMyMonitor rsrs

Todo o espectro audível está ali, explícito!

É a diferença é gritante... Me acostumei ao K414P e me sinto ouvindo som do carro de pamonha com um fone Nokia original...

Wade
Membro Novato
# dez/15
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Legal o review.

Eu estou de olho no par de R1000T4 da Edifier. Será que são "equivalentes"?

sobrevivente
Veterano
# dez/15
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El_Cabong
Bom review! Estou doido por um KRK RP6, mas os preços aumentaram muito dos últimos tempos pra cá, praticamente inviável pra mim. Numa dessa eu encaro outras alternativas, como o Microlab.

Calime
Veterano
# dez/15
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Legal! Bom saber de mais uma opção com bom custo.

Wade
Membro Novato
# dez/15
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Po, no ML as R1000 subiram demais o preço. Esse aí tá bem mais barato. Acho que troquei de alvo hehe.

Ningen
Veterano
# dez/15 · Editado por: Ningen
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El_Cabong

Legal cara!! Parecem ótimas pelo preço...

Pô, mas será que você não conseguiria [emprestado] uns monitores Presonus ou os KRK pra fazer um comparativo "tête-à-tête"?

Abç

Calime
Veterano
# dez/15
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Wade

De fato aumentou bastante o valor das T4. Comprei a minha por 290 já com frete incluso.

El_Cabong
Veterano
# dez/15
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Wade
Eu estou de olho no par de R1000T4 da Edifier. Será que são "equivalentes"?

Eu também estava de olho nessas Edifier, mas depois eu vi que a resposta de frequência delas ia até 18kHz.
Aí eu pensei:
- Putz! Estas Edifier provavelmente irão "capar" as harmônicas mais altas.
Aí decidi por estas Microlab B77, que vão até 20kHz.

Wade
Membro Novato
# dez/15
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El_Cabong
Não sabia disso. Não tinha olhado direito as especificações dela ainda. Bom saber. Acho que estou pendendo pra essas aí mesmo.

Calime
Veterano
# dez/15
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El_Cabong

Uma sugestão: se tiver afim e tiver como, abra uma das caixas pra ver se o tweter está ligado. Não costumo confiar mto nessa marca pq tempo atrás em algum fórum obscuro da net(tem um tempo já, coisa de uns 5 anos), ao se discutir esse mesmo assunto, um dos foristas abriu uma caixa dessa marca e se deparou com uma surpresa nada agradável: o tweter era só enfeite. A partir daí eu fechei os olhos pra essa marca e mirei apenas nas edifier, o que veio resultar em minha compra esse ano.

Se puder abrir seria interessante...

El_Cabong
Veterano
# dez/15 · Editado por: El_Cabong
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Calime
Pois é. Se eu abrir eu vou perder a garantia.
Mas as tweeters são tweeters mesmo!
Eu encostei o ouvido numa e na outra, e os agudos estão saindo por elas.
O fabricante diz que:
- a potência dos woofers é 2 X 14W RMS
- a potência dos tweeters é 2 X 10W RMS

Calime
Veterano
# dez/15
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El_Cabong

Massa, que bom que a marca tá levando a parada a sério. Mais uma opção para quem não tá com grana o suficiente para monitores reais.

Ismah
Veterano
# dez/15
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El_Cabong
Não é lá critério de escolha ser ou não responsivo em freq tão altas...
Se responder, melhor, mas não é tão efetivo, visto que talvez o ouvinte já não tenha percepção das mesmas rs

EU por via das dúvidas coloco um shelv em 16KHz.

Calime
Veterano
# dez/15
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Ismah

O que vem a ser shelv?

El_Cabong
Veterano
# dez/15
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Ismah
Realmente!
É bem difícil alguém ouvir claramente uma nota numa frequência acima de 18kHz!
Mas lá em cima eu falei sobre HARMÔNICAS, que são frequências altas que vem junto com uma nota fundamental mais baixa, e que influenciam MUITO no timbre desta última.
Aí sim!
Com relação as harmônicas de 19 ou 20kHz, apesar de nós não ouvi-las claramente, ELAS ESTÃO ALI BEM VIVAS!
E se o sistema de som "capar" elas, o ouvinte vai sentir diferença. Ele vai sentir que tem algo faltando no timbre do(s) instrumento(s).
___________________________

Obs.: Estes dias eu coloquei pra tocar nestes monitores B77 uma gravina seca 'teste' de um violão de aço, e NOSSA! Eu ouvia tudo do violão. Parecia que ele estava sendo tocado ali na minha frente.

Ismah
Veterano
# dez/15 · Editado por: Ismah
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Calime

É um tipo de filtro de freq, que não é um desfiladeiro como um PF, mais fundo quanto mais avançado, e sim apenas atenua. Acho melhor para destacar fundamentais.

Graficamente é mais visível.

El_Cabong

Não tem tantas harmônicas lá assim... Um violão emite freq de 82,4Hz até por volta de 1046,5Hz, mesmo emitindo o harmônicos audíveis até 7 ordem, só se terá cerca de 7KHz...

Por isso o timbre útil de uma guitarra é de cerca de 100Hz até 1~2KHz, abaixo disso fica o baixo e acima a inteligibilidade dos vocais.

Sim, é diferente o som com e sem essas freq, mas o que mais está lá são ruídos, que complementam uma mix, e salvo pratos de bateria, não fazem diferença.

Ningen
Veterano
# dez/15
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Engraçado que, dependendo do instrumento, quando se aplica um LPF "lá em cima" (16~18khz), às vezes, os agudos ficam levemente mais evidentes...
Será que isso acontece também com sistemas de som com pouca resposta nessa faixa?

Wade
Membro Novato
# dez/15
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Eu não sei qual a reposta exata das caixas do home theater que uso como monitor "externo", mas em quase todas as minhas mixagens, na master eu corto tudo depois de 17k (aproximadamente) e não observo comprometimento no som. Quando coloco um hi-pass nos 17k tudo que sobra são ruídos ou silêncio. No fone que uso, que responde até 22k, também. Se tem alguma coisa ali, eu já devo ter ferrado muito minha audição tocando em palco desestruturado com o PA do lado colado no ouvido.

Ismah
Veterano
# dez/15
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Ningen

Basicamente é.

Wade

É essas situações que me fizeram adotar protetores auriculares.

El_Cabong
Veterano
# dez/15 · Editado por: El_Cabong
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Ismah
Um violão emite freq de 82,4Hz até por volta de 1046,5Hz, mesmo emitindo o harmônicos audíveis até 7 ordem, só se terá cerca de 7KHz.

Mas no caso aqui tu estás falando de notas sozinhas de cordas de violão.
Mas quando o violão de aço é tocado no estilo "strumming" todas ou quase todas as cordas do violão vibram juntas, aí as frequências e as harmônicas destas cordas se somam vetorialmente (ou fasorialmente como queiram) formando o acorde, e o resultado é um som super, hiper agudo!!
Eu tenho um sistema de som com supertweeters em que o ponto de corte de baixo do crossover delas é de 9000Hz, e por estas supertweeters se ouve perfeitamente o agudo do "strumming" de um violão.
Coisa que, uma nota sozinha do violão não sai por elas.

Ismah
Veterano
# dez/15
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El_Cabong

Mesmo que se somem vetorialmente algumas freq, não chega a isso, eles não chegarão mais longe, apenas com mais volume.

Digamos que a fundamental mais aguda (num acorde de G no começo do braço) seja G5 (683.99Hz) seu 5 harmônico é 3419,95Hz.

Faça o teste e use um HPF em 5KHz e verá que o que tem lá na mix não soa, apenas é efetivo para um violão solo, ou com voz... Na maioria das vezes é só ruído e efeito placebo rs

Ningen
Veterano
# dez/15
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Ismah

Acho que o problema foi você dizer que só faz diferença nos pratos...

Dentro de certos estilos, pode, realmente não fazer diferença... Mas no geral..?

Mesmo em vocais... Há cantores que boa parte do que os caracteriza é o "ruído".. O "ar".. Aquele "crisp" da voz...

Ismah
Veterano
# dez/15
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Ningen

Se vc se refere as respirações, por praxe na música em geral se vem cortando esses trechos...

E sim, acima de 16KHz, só tem efetiva diferença numa mixagem padrão atual, o som de pratos, pandeiros etc. Cavacos, ukuleles, bandolins, slide guitar talvez, alguns órgãos e o piano alcaçam essas notas, junto com piccolo (tipo de flauta) sim podem soar nessa região mas são raros no meio musical atual.

Não sou dono da verdade, mas no quarteto fantástico (guitarra, baixo, bateria e teclado), muito raramente se faz soar algo tão agudo, até me provarem o oposto com algo concreto.

Wade
Membro Novato
# dez/15
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To achando isso interessante. Quando partirmos pras provas e amostras vai ficar mais interessante ainda rsrs.

Ningen
Veterano
# dez/15
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Wade

"Provas" acho que nunca vão existir... Até porque a gente está sendo bem vago nas nossas afirmações com relação ao contexto...

Eu poderia "upar" uma stem de violão aqui e vocês claramente sentiriam falta das frequências acima dos 5KHz...

Porém essa mesma track dentro da música pode não precisar dessa faixa de frequências.. que está sendo "representada" até melhor por outros instrumentos...

É complicado... rsrs

Wade
Membro Novato
# dez/15
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Ningen
Sim, me referia apenas a exemplos práticos mesmo.

Eu poderia "upar" uma stem de violão aqui e vocês claramente sentiriam falta das frequências acima dos 5KHz...


Mas eu achei que estavam falando aí de coisas extremamente agudas. De 20k pra cima. Coisas que, soladas, são "inaudíveis" para o nosso ouvido, mas que fazem falta se retiradas do conjunto.

Porém essa mesma track dentro da música pode não precisar dessa faixa de frequências.. que está sendo "representada" até melhor por outros instrumentos...


Concordo. mas aí a coisa fica muito subjetiva. Melhor como? Pra quem? A questão é: se tem alguma coisa ali e essa coisa faz diferença (seja pra melhor ou pra pior), então a decisão de descartar ou não esta coisa fica a critério do "cada caso é um caso", não como uma regra "corta tudo daí pra frente, não tem nada, confie em mim".

Realmente, complicado.

Ningen
Veterano
# dez/15
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Wade

Mas eu achei que estavam falando aí de coisas extremamente agudas. De 20k pra cima. Coisas que, soladas, são "inaudíveis" para o nosso ouvido, mas que fazem falta se retiradas do conjunto.

Sim, claro... É que o Ismah começou a falar sobre outros instrumentos e outras faixas "cortáveis":

Faça o teste e use um HPF em 5KHz e verá que o que tem lá na mix não soa, apenas é efetivo para um violão solo, ou com voz...

Wade
Membro Novato
# dez/15 · Editado por: Wade
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Ningen
Faça o teste e use um HPF em 5KHz e verá que o que tem lá na mix não soa, apenas é efetivo para um violão solo, ou com voz...

Então, o ponto tá aqui.

"Na mix" pode ser muito abrangente. Pode se referir a toda e qualquer mix. Então fica meio que como uma "regra".

Eu acredito que, se realmente tem algo ali e que sua ausência ou presença faz uma diferença, mesmo que mínima, então o corte ou não desse algo fica a critério subjetivo, que vai depender da música, do produtor, da intenção e etc...

Por outro lado, se realmente não tem nada no quarteto (guitarra, baixo, voz e bateria), além dos pratos, que possa registrar algo tão agudo, aí podemos definir uma "regra".

Aí fica a questão. Tem ou não tem?

E era aí que ficaria interessantíssimo se postassem amostras rsrs.

Ismah
Veterano
# dez/15 · Editado por: Ismah
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Já te disse em outras oportunidades Wade:

Não existem REGRAS!

Tem freq tão alta (>5K)?
Ter tem, mas é de fato relevante, ou apenas vai gerar conflito de freq com outra coisa na mix?

A que mix isso se aplica?
É um modo generalizado de se falar, não existe regra que estilo X se mixa assim, Y de outra forma.

A minha experiência maior é com som ao vivo, no estúdio, tudo sempre é mais fácil - principalmente porque recursos beiram o infinito.

Se alguém tiver como captar com qualidade boa, algum violão (sem essa de VSTi), podemos começar as análises.

Ningen
Eu poderia "upar" uma stem de violão aqui e vocês claramente sentiriam falta das frequências acima dos 5KHz...

Mantenho minha palavra que num teste cego, a escolha será por critério subjetivo e não técnico: eu gosto de agudo vs eu não gosto de agudo.

Já falei acima, quando SOLADO, aí sim é justificável até processar o sinal, em busca de um conteúdo harmônico maior, mas num contexto de música com mais instrumentos (voz inclusive) ambos devem se complementar, e não disputar freq, ou isso acaba por embolar a mixagem.

Atente ao detalhe que o tipo de filtro utilizado é mais relevante...! Pois atenua-se freq em escalas diferentes. ;)

Não sei como todos são desenhados, alguns só ouvi falar, como o , Passivos clássicos, LRC single, híbrido, T, π, L, C, H, Box, X, e Eliptic/Cauer (LC)... Além de suas associações (chamado de network) que nada mais é que filtros iguais empilhados, onde ACHO que as atenuações são somadas, mas não sei se de forma linear.

O mais comum é um misto de network box, com L, que encontramos nos tone stacks da maioria dos amplificadores de instrumentos, e os L, presentes em instrumentos.

E os ativos Butterworth, Chebyshev (dois tipos), Bessel (comum a crossovers), Linkwitz-Riley (mais comum nos shelv ao que percebi)... Cada qual com uma resposta de frequência diferente.

No gráfico fica mais fácil entender.

Desses não sei qual o mais comum, acho que o butterworth (em equalizadores em geral, pois não mexe tanto na fase do sinal), e o bessel (crossover), devido o corte abrupto.

Tem vários outros e não sei dizer qual tipo os digitais procuram imitar (acho preciosismo), nem se todos ou algum deles geram a mesma distorção de fase dos analógicos, até por cada um seguir um tipo de algoritmo.

EDIT:

UmaS citação do fórum som ao vivo que me corrigem um pouco também... Wade vai gostar rsrsrs

"Conforme linha de tempo cada nota , cada "batida" tem característica própria de evolução chamada de ENVELOPE.Que tem como principais momentos ataque, decaída,sustentação e liberação (ADSR). Sem "usar" envelope nao da para equalizar instrumento corretamente.
Exemplo:
1. Piano.Como instrumento percussivo tem que considerar ataque junto com "harmonia" para achar um bom balanço no mix.
2. Bateria.Cada componente possui próprio envelope e proprios tempos de ação e reação.Consequentemente - se tentar equalizar somente as frequências de afinação dos tambores vai perder conjunto e , provavelmente , cair fora de mix.Nao esquecendo que conforme AMPLITUDE (em outras palavras, pancada) pitch de pele sofre uma alteração.Isso em dinâmica.Estaticamente (equalizando somente o timbrinho de tambor). E nem falamos dos vazamentos ainda!!!!
3. Sax (e similares). Como se trata de instrumento de madeira deve-se entender a importância de "vazão" e mudança de ressonância conforme amplitude."

"Se o lado das frequências inferiores DE TODOS OS INSTRUMENTOS (!!!!) pode ser facilmente "cortado" evitando assim um acumulo de embolação .A parte superior deve ser tratado conforme transiencias (ADSR) e funcao de violao (leia :instrumento) dentro de mix especifico (exemplo , solo ou "batida")."

"Se equalizador é aplicado ANTES de compressor e este compressor tem ajustes "correspondentes" podemos obter um resultado final muito bom!
Se o compressor estiver com ajustes "confusas" podemos sintetizar um timbre que não queremos nesta mixagem.
Ja no caso quando compressor fica antes de equalização (que não é uma coisa rara como nos casos de guitarra,baixo,bateria, vocal) o resultado pode ser extremamente DEGRADANTE para mixagem final.
Mas isso ja os outros 500's para discutir :p ..."

"Muita gente vê equalização de forma equivocada como "processamento de frequências".Na realidade EQ 'e um processador de ... amplitude! Um filtro com regulador de volume!VO-LU-ME!
Afinal o principal botão de equalizador 'e ganho!!! Ai onde entra relação bem estreita de EQ com compressor que tb atua com amplitudes.So que em função de tempo.
Assim que este puzzle se monta na cabeça de operador de som a maioria dos problemas e boa parte das perguntas some e nunca mais volta.(hehe ,ai aparecem monte das outras perguntas :p )"

Por Andrey "Andry110".

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