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【FIXO】 Resumo Histórico - MEGA POST

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maggie
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# abr/04 · Editado por: maggie


Pequena História a Música Ocidental

A música ocidental tem sua origem em diversas manifestações populares através dos tempos. Sabemos que a origem de vários instrumentos como a grafia musical e inclusive as formas musicais vem de pontos variados do planeta.

Há na verdade uma interação entre os povos durante a História mais recente do homem, o que propiciou a assimilação das culturas de uns pelos outros. Sabemos por exemplo que os romanos quando conquistavam outros povos, procuravam manter a continuidade dos costumes das pessoas e muitas vezes se adaptavam ao povo conquistado, levando para Roma e outras partes do Império, os costumes dos mesmos, em uma verdadeira assimilação cultural.

maggie
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A música na Antigüidade

Da Antigüidade temos poucas informações sobre a música como conhecemos hoje, sabemos que os povos sempre utilizaram-se da música para os mais diversos momentos de sua vida cotidiana, no âmbito social e doméstico.

Pelos documentos encontrados, como fragmentos de músicas e instrumentos, a música teria começado na Mesopotâmia e no Egito. De fato, em 1950, os arqueólogos encontraram uma canção assíria de 4.000 a.C. gravada em uma tabuleta de argila.

Os egípcios usavam muito a música em todas as ocasiões religiosas ou da vida social, como casamentos, festas, canções e guerra, de vitória, ou para expressar sentimentos de tristeza ou luto. Era comum as mulheres ricas serem boas cantoras. Junto com a música, desenvolveu-se a dança e a coreografia.

Na Grécia por volta do século V a.C., os teatros já tinham ótima acústica. Os atores eram acompanhados por um coro que dançava e cantava e por uma orquestra. Durante as festas, principalmente as Dionísicas (em homenagem ao deus Dionísio), a música era uma constante de alegria e descontração.

No Império Romano, durante os desfiles das vitoriosas Legiões Romanas, eram saudadas com músicas que elevavam o espírito da tropa. Durante os bacanais (em homenagem ao deus Baco – do vinho), a música para alegrar as festas que duravam vários dias era alegre e extrovertida.

maggie
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A música Medieval

A música mais antiga que conhecemos, tanto sacra quanto profana, consiste em uma única melodia, com uma tessitura do tipo que chamamos monofônica. Em sua primeira fase, a música religiosa conhecida como cantochão não tinha acompanhamento. Consistia em melodias que fluíam livremente, quase sempre mantendo dentro de uma oitava e desenvolvendo-se com suavidade através de intervalos de tom.

Os ritmos eram naturais, seguindo as acentuações das palavras da língua latina. As vezes os coros se alternavam no cantar dando assim o nome de antifônico, enquanto que em outras vezes os coros respondiam uns aos outros, dando-se o nome de responsório a este estilo de cantar.

maggie
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# abr/04
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A música medieval ou cantochão, era baseado em modos. Para entendermos a estrutura desses modos, basta dizer que utilizavam apenas as notas brancas do teclado. Os modos eram identificados pelas notas que iniciavam os modos e as que encerravam o mesmo.

Modos e suas notas

Dório - ré mi fá sol lá si dó ré
Frígio - mi fá sol lá si dó ré mi
Lídio - fá sol lá si dó ré mi fá
Mixolídio - sol lá si dó ré mi fá sol
Eólio - lá si dó ré mi fá sol lá
Jônico - dó ré mi fá sol lá si dó

Por volta do século IX, os compositores passam a utilizar-se do Organum Paralelo, onde uma linha melódica colocada a uma quinta ou quarta da linha principal é executada. Já pelo século XI, os compositores deixam de atrelar a segunda linha melódica a voz principal, dando origem ao Organum Livre.

No começo do século XII, passou-se a utilizar os melismas, que era uma voz acima da voz principal, que passou a se chamar tenor, que procurava de graciosa e leve dar um novo brilho na música. Em uma sílaba, várias notas eram cantadas.

Ainda no século XII, Paris tornou-se um importante centro cultural. Lá foi construída a Catedral de Notre Dame. Sabe-se que a música sacra naquele período era de grande importância, e justamente nas Igrejas e nas grandes Catedrais concentravam-se os grandes compositores da época. Em Notre Dame formou-se a “Escola de Notre Dame”, onde inovações na forma de compor surgiram.

A forma conhecida como moteto foi uma verdadeira inovação, pois as várias vozes escritas, cantavam letras e notas diferentes ao mesmo tempo. As danças e canções populares do período medieval eram monofônicas, e eram cantadas pelo público em geral, mas eram interpretadas de forma diferenciada pelos chamados trovadores. Podiam utilizar instrumentos ou não.

Como exemplos de instrumentos temos: galubé, charamela, corneto, órgão, carrilhão, cítola, harpa, viela, rebec, viela de roda e saltério. Muitos destes instrumentos chegaram até nós como a flauta doce ou a gaita de fole.

Por volta de 1.300, a música medieval ganha novas características: o estilo é mais expressivo e refinado. Os ritmos já são mais flexíveis, ousados, e o contraponto (polifonia: várias vozes cantam ao mesmo tempo de forma diferente) se faz de forma mais desembaraçada. Mas mesmo assim, a harmonia pouco evolui. De qualquer forma este novo período da música é denominado de Ars Nova.

maggie
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Renascença da Música

A Renascença ou Renascimento é na verdade um resgate, uma valorização dos conhecimentos deixados pelos antigos gregos e romanos, pois durante toda Idade Média, os mesmos haviam sido esquecidos, deixados de lado por uma vida voltada para a religiosidade. A Renascença é uma época de redescobertas, onde o homem não aceita mais o que é dito pela Igreja, mas sim busca um conhecimento científico e racional. Todo este novo modo de pensar vai modificar a forma de compor por parte dos compositores.

Os compositores passam a escrever mais músicas profanas, e também para os instrumentos, sem que estes tenham que acompanhar vozes. Os instrumentos passam a ter uma certa independência, e a partir daí sofrem aperfeiçoamentos, para que assim possam melhor desempenhas suas funções.

As principais formas de música sacra continuam sendo a missa e o moteto, escrito no mínimo para quatro vozes, pois os compositores passam a explorar registros abaixo do tenor. A música baseava-se ainda em modos, mas aos poucos estes passaram a ser utilizados com maior liberdade, pois pouco a pouco eram introduzidas notas “estranhas” aos modos pré-estabelecidos. Os compositores passavam a cuidar da estrutura vertical de suas composições e não mais somente da estrutura horizontal, em que se baseava a música medieval.

Na Alemanha, através de Martinho Lutero, procurava-se compor músicas chamadas Corais, onde através do canto os fiéis procuravam chegar próximos a Deus, sendo que nesse canto utilizavam-se diversas vozes em um trabalho vertical elaborado.

A música profana teve forte impulso através dos madrigais. Era uma forma musical contrapontista, ou seja, polifônica, com o emprego de imitações. Como exemplo de compositor de madrigais temos Monteverdi, que era um expoente do Madrigal Italiano.

Havia também o Ballet, que era cantado e dançado, sendo mais leve que o madrigal, apresentando um ritmo bem marcado, tendo um trabalho importante de acordes. O ballet era organizado de forma estrófica, onde a melodia era repetida várias vezes, mas em cada uma delas com uma letra diferente.

O Ayre era um tipo de madrigal onde um solo vocal era acompanhado por um instrumento como o alaúde, por vários instrumentos ou ainda por vozes que executavam a música toda sem a utilização de instrumentos acompanhando.

Até o século XVI, aos instrumentos não era dada grande importância, sendo que a voz era o mais utilizado e valorizado. Contudo neste mesmo século, os compositores passam a compor peças especialmente para a execução para determinados instrumentos que tornavam-se populares e consagrados pelos seus sons característicos.

São instrumentos desenvolvidos ou aperfeiçoados na Renascença: alaúde, violas, cromorne, cervelato, sacabuxa (antepassado do trombone de vara) e o trompete sem pistão.

Os ingleses designavam um grupo de instrumentos tocando em conjunto por consort (concerto). Os italianos tinha preferência pela cazona de sonar (canção para instrumentos). Muitas foram criadas utilizando-se de canções já existentes para grupos vocais.

maggie
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# abr/04
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Os períodos da Música

A Música Barroca

A palavra barroco é de origem portuguesa, significando pérola ou jóia de formato irregular. Para a música, serve para indicar o período que vai do aparecimento da Ópera e do Oratório até a morte de J.S. Bach.

Durante o século XVII, os compositores abandonaram o sistema de modos para compor suas músicas, e passou-se a desenvolver o sistema tonal maior - menor sobre o qual iria basear-se a harmonia que ainda hoje utilizamos. Também inventam-se novas formas de compor como o oratório, a ópera, a fuga, a suíte, a sonata e o concerto.

Os violinos tomam conta das orquestras que começam a ganhar forma e estrutura, formando a primeira família dos instrumentos, a das cordas.

Chegou-se a conclusão que várias vozes cantando linhas melódicas diferentes causavam um certo choque de sons, fazendo difícil o entendimento das palavras cantadas. Por tudo isso, os compositores passam a trabalhar com uma única linha melódica monodia que será baseada em um acompanhamento por um instrumento. Este acompanhamento serviria de base para a organização da harmonia da peça. Este instrumento que acompanhava a linha melódica, deveria ser um instrumento de som grave, e devido a sua constância, completou-se com a denominação contínuo, pois ele continuava por toda peça. Eram colocados junto ao baixo contínuo, números que representavam os acordes que eles baseavam, e por este motivo eram também denominados de baixo cifrado.

Em 1597, as idéias passaram a ser aplicadas a um drama musical que deveria ser encenado e cantado. Essa obra recebeu o nome de Dafne, e pode ser considerada a primeira ópera. Outras foram compostas e a idéia começou a ganhar força. As primeiras ainda utilizavam pequenos coros, danças e peças instrumentais. Haviam longos trechos recitativos, e isto tornava a ópera monótona e cansativa.

O autor italiano Claudio Monteverdi lançou em 1607 “O Orfeu”, o que pode ser considerada a primeira grande ópera, dando um novo rumo ao estilo que tornava-se cada vez mais popular. Monteverdi procurava dar um sentido de alto impacto dramático à obra, fazendo surgir um plano de fortes emoções. A orquestra era composta por no mínimo 40 instrumentos, que combinavam-se entre timbres diferentes.

Surgia neste período o oratório, que no seu princípio eram semelhantes às óperas, com a diferença que baseavam-se em histórias sacras. Com o passar do tempo, o oratório deixou de ser representado para ser executados apenas musicalmente em igrejas ou salas de concerto.

Johan Sebastian Bach foi um dos principais compositores deste período, criando vários estilos diferentes de composição. São criações de Bach o Oratório de Natal e três versões da Paixão de Cristo. Nessas obras incluiu recitativos, árias e coros, além de corais (hinos alemães), utilizando estes últimos em trechos que queria intensificar momentos mais solenes e comoventes da história. Bach compôs mais de 200 cantatas sacras. Obras para solistas e coro, acompanhados por orquestra.

maggie
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# abr/04
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É neste período que a música instrumental passa a Ter a mesma importância que a música vocal. Passaram os compositores a criar outras formas de composição como a fuga, a suíte, a sonata e o concerto.

A fuga é um peça contraponística que se fundamenta na imitação. Geralmente escrita para três ou quatro vozes, que são soprano, alto, tenor e baixo.

O prelúdio coral foi um tipo de peça para órgão, muito apreciado na Alemanha. Era baseado em uma melodia coral, onde a mesma podia ser tratada ao estilo da fuga.

A suíte surgiu da utilização por parte dos compositores de danças populares, que eram ligadas umas às outras. O esquema mais comum foi o de se abranger quatro danças em uma mesma peça.

A sonata (vem do latim sonare, que significa soar, tocar) era o contrário da cantata - que era para ser cantada - e por isso era composta para dois violinos e um contínuo (cello ou cravo). Eram estruturadas em quatro movimentos com andamentos contrastantes (lento-rápido-lento-rápido). Em geral tinha forma binária e eram executadas por no mínimo quatro instrumentos.

Os principais compositores barrocos foram: Pucell, Corelli, Couperi, Bach e Haendel.

maggie
Veterana
# abr/04
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Foram criados outros tipos de composição:

Concerto grosso: onde um pequeno grupo de instrumentistas denominados concertinos faz oposição aos outros instrumentos da orquestra.

Concerto solo: do concerto grosso surgiu o concerto solo, onde apenas um instrumento é lançado contra a massa de orquestra de cordas. Os concertos solos eram compostos de três movimentos: rápido-lento-rápido. Os movimentos rápidos apresentam-se em forma de ritornello. Ritornello vem de retorno, onde a orquestra tocava o tema principal e depois o solista passava a repetir, e após a orquestra tornava a apresentá-lo.

Antonio Vivaldi, compositor italiano, destacou-se na composição de mais de 500 concertos (grossos e solo). Uma de suas obras mais conhecidas é As Quatro Estações.

Foi durante o Barroco que a orquestra ganhou forma. A partir da obtenção de instrumentos mais precisos e versáteis como os violinos, as chamadas famílias dentro do conjunto da orquestra passaram a se formar. A orquestra barroca ainda usava o órgão contínuo ou cravo. Era também uma forte característica a utilização de contraste nas composições barrocas, onde as cordas contrastam com o som dos metais e do oboé.

maggie
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# abr/04
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A Música Clássica

Compreende o período entre 1750 e 1810, onde se inclui a música de Haydn e Mozart, bem como as primeiras composições de Beethoven.

A orquestra no período clássico ganha formas que praticamente até hoje são utilizadas. O contínuo com o tempo é abandonado, e os instrumentos de sopro passam a ganhar maior destaque nas composições, já que seu desenvolvimento técnico possibilita aos executantes um grande aprimoramento na execução, abrindo um leque de interpretação.

Normalmente uma orquestra do final do século XVIII continha: uma ou duas flautas, dois oboés, duas clarinetas, dois fagotes, duas trompas, dois trompetes, dois tímpanos além da família de cordas composta por primeiros e segundos violinos (24 no total), 8 violas, 6 violoncelos e 4 contrabaixos.

Foi durante o período clássico que a música instrumental suplantou as composições para o canto. Grande parte das obras foram compostas para pianoforte – o popular piano. O piano foi construído por Bartolomeo Cristofori, que em 1700 já o havia concluído. Ele o chamou de gravicembalo col piano e forte, isto é, cravo com suave e forte, pois no cravo não existe esse recurso.

Na verdade o piano dava recursos diversos aos seus executantes, pois os mesmos conforme o necessário poderiam conseguir contrastes com o som do piano.

Sonata foi o nome dado para obras para um ou dois instrumentos. Se houvessem três seria trio, quatro, quarteto e assim por diante.

A sinfonia era na realidade uma sonata para orquestra. Os movimentos eram bem contrastados em andamentos e caráter, sendo arranjados da seguinte forma:
Primeiro movimento: andamento rápido.
Segundo movimento: andamento mais vagaroso, ao estilo canção, na forma ternária;
Terceiro movimento: era em forma de minueto e trio. Beethoven utilizava um scherzo (brincadeira).
Quarto movimento - finale: de andamento muito rápido e quase sempre de caráter alegre e vigoroso, usando a forma rondó, sonata ou até uma mistura de ambas.

O concerto clássico teve sua origem no Concerto Solo Barroco, pois ocorre um solo instrumental em luta contra uma massa orquestral.

A música vocal vai aparecer no período Clássico através da ópera, que terá Gluck e Mozart como seus maiores expoentes. E é justamente neste último que tem-se um dos maiores expoentes compositores de todos os tempos da música, um verdadeiro gênio. A orquestra na ópera de Mozart representa importante papel no desdobramento do enredam espalhando o clima e os aspectos dramáticos da ação, e também acrescentando interessantes detalhes.

Ludwig Van Beethoven é uma figura colossa na história da música. Tem sido descrito como o último dos compositores clássicos, e ao mesmo tempo, o primeiro dos românticos. Beethoven, diferente de seus contemporâneos, não escreve música para agradar patrocinadores ricos, mas sim a si mesmo. Podemos citar o exemplo maior de composição, a Quinta Sinfonia, principalmente no seu primeiro movimento, onde a execução de quatro notas consecutivas torna a obra famosa.

O drama e o conflito são marcantes na composição de Beethoven criando-se um sentido rítmico poderoso e marcante, por vezes violento, contrastando com quedas súbitas para o piano, surpreendendo aos mais atentos ouvintes.

maggie
Veterana
# abr/04
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Romantismo do século XIX

Período de mudanças no estilo musical ocorridas logo depois da virada do século. Os compositores clássicos buscavam o equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade. Os românticos vieram desequilibrar a balança. Eles buscavam maior liberdade de forma e de concepção em sua música, e a expressão mais intensa e vigorosa de sua emoção, freqüentemente revelando seus pensamentos e sentimentos mais profundos, inclusive suas dores. Muitos dos compositores românticos tinha inspiração em obras literárias ou artes plásticas. Eram sedentos por aventuras e fantasias em suas composições.

A orquestra nesse período cresce de tamanho, pois há necessidade de uma variedade e quantidade maior de sons para sentir o que o compositor imaginava. Deve-se lembrar que é nesta fase que os metais ganham um grande avanço com utilização de válvulas, tornando os mesmos mais flexíveis e capazes da maior alcance de sons. Com todas essas mudanças e melhorias técnicas, os compositores tinha plenas condições de tornarem em sons reais seus devaneios íntimos.

Estilos que se destacaram no período:
- Lied alemão: canções em alemão
- a música para piano, instrumento que já se destacava no cenário musical
- a música programática: que procurava contar uma história, tendo como exemplo, muitas vezes, uma obra de arte
- a abertura de concerto, que passa a ter apenas um movimento em forma de sonata
- música incidental: composta para acompanhar representações de peças
- suíte: reunião de várias músicas feitas para acompanhar apresentações
- concerto romântico: um duelo de solistas com solos cada vez mais difíceis, geralmente entre violino e piano
- drama musical de Wagner. As óperas de Wagner são muito extensas, algumas durando mais de cinco horas, utilizando grandes orquestras e muitos cantores.

Uma das características mais marcantes da temática era o nacionalismo. Eram considerados nacionalistas os compositores que buscassem criar uma música que lembrassem as tradições e sentimentos pátrios de seus países.

A música coral tinha importância no requiém (missa fúnebre) ou no oratório, em que muitas dessas obras pudessem ser executadas em sala de concertos ou igrejas.

maggie
Veterana
# abr/04 · Editado por: maggie
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Como grandes compositores românticos, destacam-se:
Beethoven (Alemanha 1770-1827)
Shubert (Áustria 1797-1828)
Chopin (Alemanha 1810-1849)
Wagner (Alemanha 1813-1883)
Verdi (Itália 1813-1901)
Tchaikovky (Rússia 1840-1893)
Mahler (Áustria 1860-1911)

maggie
Veterana
# abr/04
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Esse material foi elaborado por mim com base em uma apostila de um curso de teoria musical ministrado pelo Maestro André Oliveira.

Fiquem à vontade para acrescentar, criticar e sugerir.

yvo
Veterano
# abr/04
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Mto bom esse resumo! Nao li tudo, mas acho que isso seria bom pra quando tivesse alguma duvida, era só consultar

PArabens!

Freiheit
Veterano
# abr/04 · Editado por: Freiheit
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Muito bom, nota 10 :)
Da exclamação nesse tb.

Melqui
Veterano
# abr/04
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Parabéns! \o/

JediKnight
Veterano
# abr/04 · Editado por: JediKnight
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maggie
Bem que vc disse q tinha um MEGA material ... legal!!!
Vou lendo aos poucos ..... só uma coisa, vc digitou td isso ?

O pianista
Veterano
# abr/04
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Dei uma passada geral pelo material e me pareceu bastante útil e completo. Meus parabéns Maggie. Só conserta a data de nascimento do Beethoven, que é 1770 e não 1170, hehe.

nothing else matters
Veterano
# abr/04
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maggie
eeh o seguinte,até hj n sabia pq vc ficw com o "cargo" de moderadora,mas hj descubrí o seu valor ao forum,
parabens por tdu,principalmente por esse resumaço..!
desculpa por ter duvidado de vc........fui

didi
Veterano
# abr/04
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um interessante, deveria escrever um livro...

Carlos Sesti
Veterano
# abr/04
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maggie
Mas que garota prendada, prestativa!!!!!
;}}

maggie
Veterana
# abr/04
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Valeu pessoal, continuem contribuindo.

JediKnight
Sim, digitei tudo. Deu 11 págs. no Word.

wishmaster
Veterano
# abr/04
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maggie
Parabéns mesmo...

JediKnight
Veterano
# abr/04
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maggie
Nossa, vc é uma guerreira! ô ATITUDE!

CIRO
Veterano
# abr/04
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maggie
muito bem...nota 10...:]

LeandroDoria
Veterano
# abr/04
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Gostei muito do resumo, muito bom mesmo!
Não lembro de ter lido Liszt no resumo. Tem ele aí?

LeandroDoria
Veterano
# abr/04
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Ele é de que período?

O pianista
Veterano
# abr/04
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LeandroDoria
Romantismo, quando começa a surgir os grandes virtuoses dos intrumentos.

Agente Smith
Veterano
# abr/04
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FODASSO!
VALEU MAGGIE!

maggie
Veterana
# abr/04
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Valeu gente, mas mesmo assim, é um resumo. São sempre bem vindos os complementos.

king_arthur
Veterano
# abr/04
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maggie
vo te contratar pra fzer meus trabalhos de história.. nao tem como nao tira 10 com 11 paginas...

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