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Compositores Erudito Brasileiros

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gustavo_ractz
Veterano
# out/05


Oi pessoal tudo bem?Estou sumido a um bom tempo,Como eu eu estudo muito sobre compositores Brasileiros Eruditos,tive a ideia de fazer este tópico com informações de compositores eruditos brasileiros,sobre dados dele,informaçoes,o brasil é um país que não busca a historia passada,o brasil é o país da moda,quando se define por um tempo depois de um tempo acaba e ninguem fica sabendo,mas é isso aí,vou dar biografia de alguns e o resto vamos colaborando,vamos resgatar a nossa cultura,o país mais rico em música no mundo da minha opnião,a se vocês quiserem gravações de músicas podem entrar em contato comigo meu msn é gutoractz##hotmail.com esse ## é o @,isso é p/ evitar spans!

gustavo_ractz
Veterano
# out/05 · Editado por: gustavo_ractz
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Brazílio Itiberê da Cunha

Nascido em Paranaguá em 1846 e faleceu em Berlim em 11/08/1913), é considerado como um dos precursores da música brasileira de caráter nacionalista. Estudou piano e violino, e foi para o piano que compôs suas obras mais importantes e conhecidas. A música de Brazílio Itiberê pode ser dividida em duas vertentes: a de cunho nacionalista e a que segue as tendências da música internacional de sua época. A organização formal das peças musicais indicam a competência profissional do músico. Vasco Mariz diz em seu livro “História da Música no Brasil” que Liszt teria interpretado a obra de Brazílio Itiberê em Roma e possivelmente gravado-a em cilindro de pianola. Sua música é um legado de um contexto social-histórico que honra a cultura brasileira.Suas principais obras são: Estudo em lá bemol; Étude de concert d'après K. Ph. E. Bach opus 33; Gavotte sur l'air célèbre de Louis XIII opus 23; Nuits orientales (Nocturne pour piano, La Dahabieh, Le jardin des tropiques) opus 27; Poème d¹amour; Rhapsodies brésiliennes; Soirées à Vénise (trois morceaux pour piano) opus 24; Sérénade; A Sertaneja; Tarantelle.

gustavo_ractz
Veterano
# out/05
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Alberto Nepomuceno


1864 -1920

Alberto Nepomuceno nasceu no dia 6 de julho de 1864, em Fortaleza, filho de Vitor Augusto Nepomuceno e Maria Virgínia de Oliveira Paiva. Foi iniciado nos estudos musicais por seu pai, que era violinista, professor, mestre da banda e organista da Catedral de Fortaleza. Em 1872 transferiu-se com a família para Recife, onde começou a estudar piano e violino. Durante sua juventude, manteve amizade com alunos e mestres da Faculdade de Direito do Recife, como Alfredo Pinto, Clóvis Bevilácqua, Farias Brito. A Faculdade, nessa época, era um grande centro intelectual do país; por lá fervilhavam idéias e análises sociais de vanguarda, como os estudos sociológicos de Manuel Bonfim e Tobias Barreto, além das teorias darwinistas e spenceristas de Silvio Romero. Foi Barreto quem despertou em Nepomuceno o interesse pelos estudos da língua alemã e da filosofia.

Tornou-se um defensor atuante das causas republicana e abolicionista no Nordeste, participando de diversas campanhas. Entretanto, não descuidou de suas atividades como músico, assumindo, aos dezoito anos, a direção dos concertos do Clube Carlos Gomes de Recife. Atuou também como violinista na estréia da ópera Leonor, de Euclides Fonseca, no Teatro Santa Isabel. De volta ao Ceará com a família, ligou-se a João Brígido e João Cordeiro, defensores do movimento abolicionista, passando a colaborar em diversos jornais ligados à causa.. Devido às suas atividades políticas, seu pedido de custeio ao governo imperial para estudar na Europa foi indeferido .

Em 1885, Nepomuceno mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar na residência da família Bernadelli. Deu continuidade aos seus estudos de piano no Beethoven Club, onde se apresentou ao lado de Arthur Napoleão. Pouco tempo depois, foi nomeado professor de piano do clube, que tinha em seu quadro funcional, como bibliotecário, Machado de Assis. A língua é minha pátria No dia 4 de agosto de 1895, Nepomuceno realizou um concerto histórico, marcando o início de uma campanha que lhe rendeu muitas críticas e censuras. Apresentou pela primeira vez, no Instituto Nacional de Música, uma série de canções de sua autoria em português. Estava deflagrada a guerra pela nacionalização da música erudita brasileira.

O concerto atingia diretamente aqueles que afirmavam que a língua portuguesa era inadequada para o bel canto. A polêmica tomou conta da imprensa e Nepomuceno travou uma verdadeira batalha contra o crítico Oscar Guanabarino, defensor ardoroso do canto em italiano, afirmando: "Não tem pátria um povo que não canta em sua língua". A luta pela nacionalização da música erudita foi ampliada com o início de suas atividades na Associação de Concertos Populares, que dirigiu por dez anos (1896-1906), promovendo o reconhecimento de compositores brasileiros. A pedido de Visconde de Taunay, restaurou diversas obras do compositor Padre José Maurício Nunes Garcia e apoiou compositores populares como Catulo da Paixão Cearense.

A sua coletânea de doze canções em português foi lançada em 1904 e editada pela Vieira Machado e Moreira de Sá. O garatuja, comédia lírica em três atos baseada na obra homônima de José de Alencar, é considerada a primeira ópera verdadeiramente brasileira no tocante à música, ambientação e utilização da língua portuguesa. Os ritmos populares também estão presentes nesta obra, como a habanera, o tango, a marcação sincopada do maxixe, o lundu e ritmos característicos dos compositores populares do século XIX, como Xisto Bahia, além das polcas de Callado e Chiquinha Gonzaga.

Dentre suas obras, além de várias peças para piano, piano e voz e coro, destacam-se as ópera Abul (1905), Artemis (1898), Electra (1894) e a inacabada O Garatuja, as peças orquestrais Série Brasileira (1888, sendo a última delas o Batuque) e a Sinfonia em Sol menor (1893).

Em 1907 iniciou a reforma do Hino Nacional Brasileiro, tanto na forma de execução quanto na letra de Osório Duque Estrada. No ano seguinte, a realização do concerto de violão do compositor popular Catulo da Paixão Cearense, no Instituto Nacional de Música , promovido por Nepomuceno, causou grande revolta nos críticos mais ortodoxos, que consideraram o acontecimento "um acinte àquele templo da arte". Ainda como incentivador dos talentos nacionais, atuou junto a Sampaio Araújo para editar as obras de um controvertido compositor que surgia na época : Heitor Villa-Lobos. Nepomuceno chegou a exigir que as edições de suas obras, distribuídas pela Casa Arthur Napoleão, contivessem, na contra-capa, alguma partitura do jovem Villa-Lobos.

gustavo_ractz
Veterano
# out/05
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Fructuoso vianna

Nascido em Minas Gerais em 1896 e falecido no Rio de Janeiro em 1976, Vianna estudou com diversos mestres no país, entre eles Henrique Oswald, e viajou para Europa em 1925 onde fez diversos cursos em Berlim e Paris. Escreveu (principalmente para piano) em formas brasileiras, mas sem negar uma inspiração européia. De sua vasta obra vocal destaca-se a Toada nº 3, com texto do poeta Carlos Drummond de Andrade que, entre outras 16 canções. Como o próprio poeta dissera: "Era pequeno, era elegante, era discreto, não fez barulho na travessia terrestre. Deixou apenas um rastro de música apuradíssima." Sua obra mais conhecida p/ piano solo é a Dança de Negros op.2 Nº 1 E o Corta-Jaca(Dansa Popular Brasileira).

Juliano de Oliveira
Veterano
# out/05
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gustavo_ractz
Aí Gustavo, muito bem!!

Tigher
Veterano
# out/05
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Valeu pelas informações, ótimo tópico!

Juliano de Oliveira
Veterano
# out/05 · Editado por: Juliano de Oliveira
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Marlos Nobre

O compositor brasileiro Marlos Nobre nasceu em Recife, Pernambuco, em 18 de fevereiro de 1939. Estudou piano e teoria musical no Conservatório Pernambucano de Música (1948-1959), harmonia e contraponto com o Pe. Jaime Diniz (1956-1959) e composição com H.J.Koellreutter (1960) e Camargo Guarnieri (1962). Posteriormente, com uma bolsa da Fundação Rockefeller, realizou estudos avançados de composição no Centro Latino-americano de Altos Estúdios Musicales do Instituto Torcuato Di Tella em Buenos Aires com Alberto Ginastera, Olivier Messiaen, Riccardo Malipiero, Aaron Copland e Luigi Dallapiccola (1963-1964). Trabalhou ainda composição com Alexandre Goehr e Günther Schüller no Berkshire Music Center em Tanglewood, USA (1969), onde encontrou-se com Leonard Bernstein. No mesmo ano estudou música eletrônica no Centro de Música Eletrônica de Columbia-Princeton em New York, com Wladimir Ussachevsky.
Recebeu inúmeros prêmios entre os quais os primeiros prêmios nos seguintes concursos de composição: Sociedade Germano-Brasileira de Recife (1959); Música e Músicos do Brasil, Rio de Janeiro (1960); Broadcasting Music Inc. Award, New York (1961); A Canção Brasileira, Rádio MEC, Rio (1962);Concurso International "Jeunesses Musicales", Rio (1962); Concurso "Ernesto Nazareth" da Academia Brasileira de Música, Rio (1963);Concurso Nacional de Composição da Escola de Música da UFRJ, Rio (1963); Prêmio Torcuato Di Tella, Buenos Aires (1963); Prêmio Cidade de Santos, São Paulo (1966); Prêmio UNESCO, Paris (1974); Prêmio TRIMALCA/UNESCO, Bogotá, Colômbia (1979).

Recebeu em 1966 o Prêmio "Jornal do Brasil"; em 1970 o Prêmio "Golfinho de Ouro" do Museu da Imagem e do Som" do Rio e em 1973 o Prêmio "Personalidade Global da Música", todos eles concedidos como "Melhor Compositor" dos anos respectivos.

Participou de inúmeros Festivais internacionais de Música, destacando-se: a IV e V Bienais de Paris (1965 e 1969); os Festivais "Dias Mundiais da Música" da Sociedade Internacional de Música Contemporânea, em Londres (1970); Helsinki (1978) e Amsterdam (1985); o Festival "Musik Protokoll" em Graz, Áustria (1974 e 1987); o XIX Festival "Outono em Varsóvia, Polônia (1975); os Festivais de Música de América e Espanhaem Madrid (1967 e 1970); os Festivais Interamericanos de Música em Washington, USA (1968,1971,1974,1982,1983 e 1986); o X Diorama da Música Contemporânea em Genebra, Suíça (1973); o Festival de Música de Maracaibo, Venezuela (1977); o Festival "Música do Nosso Tempo" da Universidade de Indiana, USA (1981); a EXPO "Weltkulturen und Modern Kunst"(Cultura Mundial e Arte Moderna) em Munique, Alemanha *1972); o Festival Pablo Casals em Puerto Rico (1974); o Festival "Musicultura" de Fundação Gaudeamus, Amsterdam, Holanda *1979); o 1° Festival Internacional de Música Contemporânea de La Habana, Cuba (1984); o Fórum Internacional de Música Nova no México (1984 a 2000); o 2° Festival Internacional de Música de Morélia, México (1990); "BrazilFest" Festival, Universidade de Akron, USA (1991); V Festival Latino-americano de Música de Caracas, Venezuela (1991); Festival "New Music New Haven", Universidade de Yale, USA (1992); Festival "Piano Marathon II", McGill University, Canadá (1992); Festival "New Music from the New World, Illinois Wesleyan University, USA (1992); Festival "Junifestwochen Zürich 92", Salzbourg, Áustria (1992); 1° Encuentro Internacional de Música Contemporânea de Montevideo", Uruguay (1992); 8° Festival Internacional de Música Contemporânea de Alicante, Espanha ( 1992); 6° Festival Latinoamericano de Música de Caracas, Venezuela (11993); Festival "Summergarden 1993" da Juilliard School of Music e Museum of Modern Art, New York (1993); XX Festival Internacional de Música de Espinho, Portugal (1994); Congresso Ibero-americano "Música e Sociedade nos anos 90", Madrid, Espanha (1994); Festival "Mayo Musical" de Murcia, Espanha (1995); Concerto Inaugural da temporada 1995/96 da Juilliard School, no Lincoln Center em New York (1995); Festival Internacional de Guitarra de Weikersheim, Alemanha (1995); Festival "Sonidos de las Américas-Brazil", Carnegie Hall de New York com a American Composers Orchestra (1996); 22° Festival Internacional Gulbenkian, Lisboa, Portugal (1998); IX Festival Internacional de Música Contemporânea de Bucarest, Romênia (1999); II Festival Latino-americano de Música", Texas Christian University, USA (2000); Festival Bayreuth de Música Nova, Bayreuth, Alemanha (2000 e 2001).

Recebeu encomendas de prestigiosas instituições nacionais e internacionais entres as quais se destacam: Companhia Brasileira de Ballet do Rio de Janeiro (1968); Serviço de Radiodifusão Educativa do Brasil (1987); Instituto Goethe de Munique, Alemanha *1972); Orquestra Sinfônica Brasileira (1973); Guitar Society de Toronto, Canadá (1977); Festival de Música de Maracaibo, Venezuela (1977); Universidade de Indiana, USA (1981); Companhia de Petróleo (Corpozulia) da Venezuela para o Bicentenário de Simon Bolívar (1982); Orquestra de Câmera de Neuchâtel, Suíça (1989); Radio Suisse Romande, Genebra, Suíça (1983); Sala Cecília Meireles, Rio (1989);XV Festival Internacional de Música de Bolzano, Itália (1989); Ministério da Cultura da Espanha para o 500° Aniversário de Descobrimento das Américas (1992); GHA Records da Bélgica (1995); Irmãos Maristas do Brasil (1997); Fundação Carlos Gomes do Pará (1999); a Universidade Livre de Música de São Paulo (1999); a Fundação Apollon de Bremen, Alemanha (2000 e 2001).

Foi compositor-residente na Brahms-Haus (Casa de Brahms) em Baden-Baden, Alemanha a convite da Sociedade Brahms (1980/1981); em Berlin, como convidado do programa DAAD "Deutscher Akademischer Austauschdfienst" do Alemanha (1982-1983) e em New York com a Guggenheim Fellowship (1985/1986).

Foi Professor-Visitante (Visiting Professor) da Universidade de Indiana (1981), da Yale University (1992) e das Universidades de Arizona e Oklahoma em 1997. Foi "guest-composer" (compositor convidado) das Universidades de Georgia, Athens (1999) e da Texas Christian University, TCU,Texas (1999).

Foi membro do jurado internacional de concursos internacionais de composição entre os quais se destacam: Reine Marie-José Prize, Genebra, Suíça (1978); Festivais Internacionais de Música Contemporânea da SIMC (New York 1976 de Montreal 1983); Prêmio ANCONA, Itália (1981 e 1983); Concurso Internacional de Violão, da Radio France, Paris (1979 e 1980); Prêmio Simon Bolívar, Caracas, Venezuela (1982); Tribuna Internacional do Filme-Música, Alemanha (1980); Concurso Internacional de Piano de Santander, Espanha (1987); Arthur Rubinstein Piano Máster Competition, Israel (1989); Prêmios Nacionais de Música de Colcultura, Bogotá, Colômbia (1996); Prêmio "Cidade de Alessandria", Itália (1997 e1999); membro de Honra do Concurso de contrabaixo "Werther Benzi", Itália (1997).

Muito ativo como pianista e diretor de orquestra, atuou notadamente com: Orchestre de la Suisse Romande, Genebra, Suíça; Orchestre Philharmonique de Radio France, Paris; Collegium Academicum de Genebra; Orquestra Filarmônica do Teatro Colón de Buenos Aires; Orquestra Filarmônica de Nice, França; Orquestra Sinfônica do SODRE de Montevideo, Uruguay; as Orquestras Nacionais de Portugal, Espanha, México, Caracas, Maracaibo, Simón Bolívar da Venezuela, Peru, Guatemala e todas as orquestras do Brasil. Em 1988 dirigiu em Londres a St. John´s Smith Square Orchestra em em 1990 também el Londres a Royal Philharmonic Orchestra.

Foi Diretor Musical da Radio MEC, da Orquestra Sinfônica Nacional e dos "Concertos para a Juventude" com a Rede GLOBO (1971 a 1976); primeiro Diretor do Instituto Nacional de Música da FUNARTE (1976 a 1979); Presidente do Conselho Internacional de Música da UNESCO (1986/1987); Presidente da Academia Brasileira de Música (1985/1993); membro do Comitê Executivo do CIM/UNESCO (1980-84 e 1985-89).

Na atualidade é Presidente do Comitê Brasileiro de Música do CIM/UNESCo; Presidente da Juventude Musical do Brasil e da Editorial Música Nova do Brasil e Diretor de Música Contemporânea da Rádio MEC Brasil.

Recebeu inúmeras condecorações importantes: a Medalha de Ouro de Mérito Cultural de Pernambuco (1978); Grande Oficial da Ordem do Mérito de Brasília (1988): Oficial da Ordem do Rio Branco do Itamaraty (1989); Oficial da Ordre des Arts et des Lettres da França; Medalha de Ouro de Mérito da Fundação Joaquim Nabuco de Pernambuco.

Recentemente recebeu as mais altas láureas concedidas pela Texas Christian University, USA a "Cecil and Ida Green Honors Professor" (2000) e pela Universidade de Indiana a "Thomas Hart Benton Medallion" (2000).

Fonte: http://marlosnobre.sites.uol.com.br/biografia.html

gustavo_ractz
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# out/05 · Editado por: gustavo_ractz
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gustavo_ractz
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Ernesto Júlio de Nazareth

Ernesto Júlio de Nazareth foi mais que um pianista de bailes e saraus do final do séc. XIX e início do séc. XX. Ele foi a pessoa que encontrou a maneira mais eficaz de se reproduzir um conjunto de choro no piano, criando um estilo inigualável.

Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 1863, e influenciado pelos estilos europeus, especialmente franceses, que chegavam torrencialmente ao Brasil, Nazareth passou a compor polcas, tangos, valsas, lundus, schottisches, à sua maneira, e em pouco tempo recebeu reconhecimento nacional.

Suas peças começaram a ser gravadas assim que a Casa Edison abriu suas portas, e suas partituras eram tocadas por toda a “cidade dos pianos”, uma perífrase adequada para o Rio da Belle Époque.

Hoje Ernesto Nazareth é conhecido mundialmente, sendo gravado por pianistas desde o Japão até o Brasil, e é recebido com especial carinho por grupos de choro de todos os tipos e formações. Porém, de sua vasta obra de 213 músicas, apenas cerca 70% já foram registrados em disco. Do restante, algumas nunca foram editadas. Resta-nos aguardar que um dia toda a obra de Nazareth seja gravada.

Por Alexandre Dias

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