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A origem das Drogas !!!!

Autor Mensagem
teuabreu
Veterano
# dez/05 · Editado por: teuabreu


A maconha

Maconha, marijuana, diamba, liamba, fumo de angola são alguns dos nomes populares da Cannabis. Originária da Ásia Central e Ocidental, a maconha se estendeu por todas as regiões temperadas e quentes até a Índia (nota 7).

Há mais de 2.000 anos a.C. a maconha já era conhecida na Índia, china e Egito pelos seus efeitos medicinais. Suas fibras, longas e flexíveis, também já eram empregadas desde a mais remota antiguidade na manufatura têxtil.

Não se sabe ao certo desde quando os asiáticos preparam o haxixe, mas a origem de seu nome é atribuída a uma lenda que pode dar indícios de sua antiguidade. Conta a lenda que houve no Líbano um príncipe, Hassabem-Samar-Homaisi, apelidado de velho da montanha, que viveu por volta de 1.090 e 1.160 d.C. Dizia-se que o príncipe conseguia tudo o que queria, até mesmo o assassinato de seus adversários mediante a ação do haschisch (nota 8). O príncipe fazia com que seus soldados tomassem o haschich para fanatizá-los e dar-lhes, assim, fúria e intrepidez quando fossem assassinar os inimigos. A lenda chamou-lhe, por isto, príncipe dos haschichinos, daí a origem árabe da palavra assassino (nota 9).

Curiosidades à parte, até o início do século a maconha era empregada, inclusive no Brasil, no tratamento de pessoas com asma. Naquela época, à semelhança de outras drogas cujo consumo hoje é proibido por lei, a maconha era vendida como uma espécie de maravilha curativa. Entre 1842 e 1900, a erva respondia por metade do receituário médico prescrito nos Estados Unidos (nota 10: Veja, 07/06/95).

No Brasil do início do século, o uso da maconha era restrito aos morros e favelas. Entre os intelectuais e milionários que iam estudar na Europa, o uso da morfina já era uma moda, assim como o da cocaína entre artistas e membros da alta sociedade. Entretanto, o maior ímpeto repressivo era aplicado sobre os usuários da maconha, que eram acusados de envolvimento com a criminalidade (nota 11).

A partir dos anos 60 podem ser observadas mudanças no perfil do usuário da maconha. Saindo dos meios miseráveis, a maconha conquistou a classe média, especialmente a geração hippie e os jovens. O aumento da criminalidade deixa então de ser associado com os usuários da maconha e passa a ser relacionado com a estrutura do tráfico.

A coca e a cocaína

A coca é o nome popular do gênero Erytroxylum, que tem cerca de 250 espécies em todo o mundo. As únicas que contêm cocaína são as duas espécies sul-americanas: Erytroxylum coca e Erytroxylum novogranatensis. A Erytroxylum coca é originária da Bolívia e do Peru e tem duas variedades: a coca e o epadú. Esta espécie é considerada de melhor qualidade e é a mais usada para a fabricação da cocaína, já que tem um maior teor deste alcalóide. A Erytroxylum novogranatensis cresce no Peru e na Colômbia e também tem duas variedades: a novogranatensis propriamente dita (de Nueva Granada) e a variedade truxillense (a coca de Trujillo). Também chamada de tupa coca, coca noble ou coca dulce, a truxillense era preferida pelos incas pelo seu gosto mais doce. É esta coca que é exportada legalmente para a fabricação de refrigerantes (nota 12).

Segundo Cabieses (1992), desde épocas imemoriais a coca vem sendo reverenciada pelos povos da região andina e, em alguns casos, chegou a ser considerada uma divindade. Fazia parte de uma multiplicidade de cerimônias religiosas, ritos funerais e mágicos em quase todas as culturas pré-colombianas desta região. Seu efeito sobre o organismo humano abolindo a fadiga, a dor e a fome sempre foi considerado como algo sobrenatural e seu culto não somente teve uma importância religiosa, mas também política ao extremo de que uma das imperatrizes, esposa do inca Mayta Ccapac, adotou o nome sagrado de Mama Coca (nota 13: CABIESES, Fernando. Op. cit.).

Em tempos pré-incaicos, era um costume generalizado, freqüente em todas as classes sociais e econômicas, colocar pequenas bolsas (chuspas) cheias de folhas de coca nos túmulos para reconfortar o morto em sua viagem prolongada até o “outro lado”. Segundo Cabieses (1992), esse costume manteve-se também em período incaico, mas o consumo da coca durante a vida era um privilégio muito exclusivo da elite imperial e o cidadão comum só a consumia em ocasiões muito especiais.

Durante a conquista espanhola, a coca se converteu em centro de uma agitada discussão. Depreciada pelos conquistadores que consideravam seu uso um hábito repugnante, as massas indígenas, famintas e fatigadas, passaram a ter fácil acesso à coca. Aliás, esta era um barato substituto do salário e da alimentação do trabalhador índio (nota 14: CABIESES, Fernando. Op. cit.).

Seu uso se generalizou durante a colonização. Entretanto, a coca não constitui apenas um mero estimulante capaz de aliviar a dor e o cansaço, mas também um meio essencial de integração social e de solidariedade humana no mundo andino.

Chamada por Cabieses de “filha maldita da coca”, a cocaína foi sintetizada em 1857 pelo alemão Albert Niemman, que publicou sua descoberta em 1860. Em 1863, Angelo Mariani já havia consolidado seu uso em Paris. A coca era vendida em chás, elixires e nos vinhos Mariani, que logo ficaram muito populares por toda a Europa. O sucesso destes produtos logo chegou aos Estados Unidos, onde eram comercializados pelos laboratórios Parke Davis. O prestígio dos cordiales da coca e dos vinhos Mariani era tanto que estes produtos chegaram a ser recomendados por Thomas Edson e pelo presidente Mac Kinley (nota 15: CABIESES, Fernando. Op. cit.).

Sua popularidade desde então passou por altos e baixos. Inicialmente vendida como a panacéia de todos os males, a cocaína foi perdendo o prestígio quando foram descobertos seus efeitos perigosos, até ser finalmente proibida pela Convenção de Haia, em 1912.

Os opiáceos (nota 16)

As propriedades calmantes, soníferas e anestésicas do ópio já são conhecidas há mais de 4.000 anos. O ópio é extraído da papoula, planta anual herbácea da família das papaceráceas. Originária da região mediterrânea oriental, a papoula está adaptada aos climas quentes. O processo de extração de seu sumo é relativamente complexo, portanto, os antigos comiam a flor inteira ou a maceravam para obter o sumo (nota 17). Na Mesopotâmia, os sumérios curavam doenças com infusões obtidas a partir da papoula. Mais tarde, os assírios e depois os babilônios herdaram a arte de extrair o suco leitoso dos frutos para fazer remédios.

Hipócrates foi um dos primeiros a descrever seus efeitos medicinais contra diversas enfermidades. Mais tarde, um médico grego em Roma, dois séculos depois de Cristo, padronizou a preparação do ópio com uma fórmula (o mitridato) que receitava aos gladiadores.

Por volta do século VII, turcos e árabes islâmicos da Ásia Ocidental descobriram que efeitos mais poderosos da droga eram obtidos pela inalação da fumaça do suco da papoula solidificada. Ampliam seus cultivos e passam a obter grandes lucros com sua comercialização em novos mercados. Seu uso logo se difundiu na Índia e na China, para aliviar a dor, a fome e as agruras da subnutrição.

Apenas no começo do século XI é que os médicos árabes notam que o organismo desenvolve tolerância aos efeitos do ópio, isto é, que uma pessoa precisa usar mais ópio para obter os mesmos efeitos de antes.

No começo do século XVI, o uso do ópio já era difundido pela Europa, mas diminui quando a Igreja Católica passa a controlar os remédios. Nesta época, um médico e alquimista suíço, Paracelso, elaborou um concentrado de suco de papoula - o láudano. As teorias de Paracelso e as de seus seguidores de que o uso do láudano tinha o poder de curar muitas doenças e até de rejuvenescer, disseminaram o seu uso em todo o mundo ocidental tornando-o popular durante o século XVIII. Com a expansão das rotas comerciais, o ópio já se tornara uma droga universal.

No início do século XIX, autorizada pela Coroa britânica, a Companhia das Índias Ocidentais passa a deter o monopólio da venda do ópio no sudeste asiático e chegam ao controle do comércio com o oriente, até então dominado pelos árabes. As guerras do ópio na China, já suficientemente conhecidas, só tem seu desfecho em 1856, com o Tratado de Nanquim.

Em 1803, Frederick Sertuener, um cientista alemão, tendo observado que os diferentes subprodutos da papoula produziam diferentes efeitos, procurou isolar os elementos narcóticos do ópio. No mesmo ano, obteve um cristal alcalóide de efeitos muito intensos a que denominou morfina. Seu uso popularizou-se sobretudo a partir de meados do século XIX, devido à invenção e ao aperfeiçoamento da seringa hipodérmica, que tornou a aplicação da droga mais eficaz, dada a rápida absorção pela corrente sanguínea.

Em 1874, C. R. Wricht, um químico inglês, sintetizou a diacetilmorfina, que só 25 anos depois ficou conhecida do público. Em 1898, Heinrich Dresser, um químico da Bayer, também obteve a diacetilmorfina. Logo, a empresa alemã Bayer iniciou a produção industrial da substância, batizando-a com o nome de heroína que, com o tempo, deixou de ser marca comercial tornando-se o nome comum da droga.

No final do século XIX, a heroína foi objeto de intensa campanha comercial. Era indicada contra a tosse e outras enfermidades. Entretanto, os pesquisadores logo descobrem que a heroína produzia a mesma dependência característica da morfina. A Bayer suspendeu a propaganda, mas continuou a distribuir o produto, que permaneceu disponível por toda uma geração em laboratórios de todo o mundo.

Nenhuma droga teve o prestígio medicinal do ópio e de seus derivados.

Cola de sapateiro e lança-perfume

– Possuem substâncias classificadas entre as drogas inalantes. O toluene é o ingrediente ativo na cola. Tem efeito similar ao do álcool: euforia, perda da coordenação motora e, no extremo, vômitos e coma. Descoberto no século XIII e usado como anestésico, o éter, principal ingrediente do lança-perfume, passa a ter uso recreativo por volta de 1700, na Inglaterra. A substância deprime o sistema nervoso e pode provocar gastrite e enfarte.


<a href="http://www.igeo.ufrj.br/fronteiras/pesquisa/droga/p01mono0104.ht m

teuabreu
Veterano
# dez/05
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fonte

Lokko_
Veterano
# dez/05
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está preparando uma palestra sobre drogas?

Peter P
Veterano
# dez/05
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q droga

Jason
Veterano
# dez/05
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achei q seria aquele texto do "veríssimo" denovo.

asda
Veterano
# dez/05
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Tem amostra grátis aí???

seila
Veterano
# dez/05
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jamais 'lerei' isso tudo

Rato
Veterano
# dez/05
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pélinha da minha rua perguntou se Cannabis. era nome de pinga.

eita

Thio
Veterano
# dez/05
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Droga hoje em dia é droga por causa do uso... digo, do uso indevido, descontrolado e inconsciente.

faith_girl
Veterano
# dez/05
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só mais lsd

sorata_X
Veterano
# dez/05
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caralho... 2000 a.c.

será que jesus num deu uns 2 não?
vai sabe... a biblia já foi editada umas par de veiz?

asda
Veterano
# dez/05
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Alguém aí tem um isqueiro?

LeandroP
Moderador
# dez/05
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sorata_X

caralho... 2000 a.c.

Este mundo é mais velho do que você pensa e a maconha não foi uma invenção do homem... as drogas sintéticas sim. Essas drogas eram muito utilizada em rituais religiosos, na grande maioria em rituais pagãos.


teuabreu

Legal o texto.

stratopeido
Veterano
# dez/05
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quando exterminarem esse lixo humano de drogados do pais, ai sim q o brasil vai pra frente

LeandroP
Moderador
# dez/05
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stratopeido

Não sem antes expurgar os preconceituosos.

squee
Veterano
# dez/05
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stratopeido
ahh, não fica nervoso, acende um e relaaaaxa

stratopeido
Veterano
# dez/05
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LeandroPanucci

foda-se o preconceito quando vagabundo alimenta o trafico, quem é usuario de maconha e principalmente d cocaina da no mesmo q vc comprar acoes do cv ou pcc

squee

nao to nervoso, só sou contra a hipocrisia

asda
Veterano
# dez/05
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Vou comprar ações do CV...

stratopeido
Veterano
# dez/05
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qual a credibilidade da asna?

asda
Veterano
# dez/05 · Editado por: asda
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nenhuma.....
eu sou uma asna... e asnas nao sao incredibilitaveis.


agora vou comprar uma do pcc

stratopeido
Veterano
# dez/05
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asda

ok, mas n deixa de ser asna

asda
Veterano
# dez/05
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stratopeido
Nao qero deixar de ser asna...
Vc já viu uma asna brisada?!



agora vou compra acoes da PM...

LeandroP
Moderador
# dez/05
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stratopeido

foda-se o preconceito quando vagabundo alimenta o trafico, quem é usuario de maconha e principalmente

Esta é a desculpa mais esfarrapada que arranjaram... bote a culpa do tráfico de drogas nos usuários e tiram o cu da reta.

...se eu pudesse plantar o meu pézinho de cânhamo certamente eu não compraria de ninguém.

Toda essa violência está embutida na sociedade.... ninguém tem culpa de nada... muito estranho isso.

teuabreu
Veterano
# dez/05 · Editado por: teuabreu
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Interessante que as drogas mais pontecialmente destrutivas como a heroina,LSD, cocaina, foram criadas por cientistas e comercializados como elixires para boa saude, como a Bayer que mesmo descoberto os efeitos nocivos de sua invenção, a heroina, continuou comercializando o produto, pois as classes ricas ultilizavam tanto a coca como a heroina e a morfina, enquanto a maconha era relega a vagabundos, delinquentes, tudo em função do interesse comercial, os grandes traficantes "eram" as industrias farmeceuticas e os paises colonizadores!

stratopeido
Veterano
# dez/05
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LeandroPanucci

Esta é a desculpa mais esfarrapada que arranjaram... bote a culpa do tráfico de drogas nos usuários e tiram o cu da reta.


As autoridades responsaveis tb tem culpa pela negligencia q um assunto tao serio vem sendo tratado, mas sobre essa questao do usuario, é muito simples: Quando a policia vai la prende tantos bandidos, apreende toneladas d maconha, quilos de cocaina, oq o traficante faz? taca o preço lá em cima, e pq ele faz isso? pq ele tem a segurança de que existe demanda suficiente, o vício é uma merda, se eles resolverem botar merda na maconha e triplicar o preço, ainda vao comprar maconha, nem q o viciado tenha q roubar, dever pro traficante, matar ele vai fazer isso pra sustentar o vício, tanto q sempre q é apreendido narcoticos, desses q aparecem nos noticiarios, pode ter certeza: vai ter muito neguinho sofrendo na unha do traficante, é uma mafia miseravel. Entao nao tem como combater o crime organizado (q é sustentado pelo trafico) se nao acabar com a raiz dele, q é o usuario, e quando digo acabar, nao me refiro a matar, e sim prevenir e tratar a doença.

...se eu pudesse plantar o meu pézinho de cânhamo certamente eu não compraria de ninguém.

O problema ta na velha historia do "desde que sua liberdade nao prejudique a dos outros", tanto faz se é o cara que enche o cu de cachaça vai dirigir, e mata um q nao tem nada haver com a historia, quanto um q vai comprar maconha e financia o "caixinha" q no outro dia é usado pra comprar a 765 q estoura a cabeça de um outrem. So acho q o povo parece q esquece q quando compra droga ta financiando o trafico. Quanto a fazer mal ou nao, por mim tanto faz


Toda essa violência está embutida na sociedade.... ninguém tem culpa de nada... muito estranho isso.

eu é q digo

stratopeido
Veterano
# dez/05
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asda

Vc já viu uma asna brisada?!

acredito q n seja um ser muito inteligente,


btw: continua sendo asna, so pra relembrar

asda
Veterano
# dez/05 · Editado por: asda
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stratopeido
Entao nao tem como combater o crime organizado (q é sustentado pelo trafico) se nao acabar com a raiz dele, q é o usuario, e quando digo acabar, nao me refiro a matar, e sim prevenir e tratar a doença.

Raíz? O usuário é culpado então???
Eu trabalho, pago imposto pra caralho, e não é uma lei que beneficia aqueles que vivem da extorsão, muito menos pessoas que assistem muita campanha ilusória anti-drogas que vai me subestimar por fumar um beck.

prevenir e tratar a doença.
Doença é a sua ignorância.

So acho q o povo parece q esquece q quando compra droga ta financiando o trafico.

De uma certa forma sim, mas isso é de interesses maiores. Se não tiver tráfico, não há grana extra.
Usuário é vitima... Obrigado a comprar pq nao pode plantar.
Ou vc acha que os usuarios gostam de ter que passar veneno na boca, pra depois de 1 hora a PM ir lá e catar metade da sua grana...?!!

asda
Veterano
# dez/05
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É Assim Que Me Querem - Ira!

Estou sonhando de olhos abertos
Estou fugindo da realidade
Todas as cervejas já bebi
Todos os baseados já fumei
O que há de errado no mundo
Meus olhos já não podem ver
Eu estou do jeito certo
Pra qualquer compromisso assumir

É assim que me querem
Sem que possa pensar
Sem que possa lutar
Por um ideal
É assim que me querem
Ao ver na TV todo o sangue jorrar
E ainda aprovar
A pena capital

É assim que me querem


E me vendem essa droga
E me proibem essa droga
Para os desavisados poderem pensar que o governo combate
Invadindo a favela
Empunhando fuzis
Juntando dinheiro corrupto para a platina no nariz


É assim que me querem
É assim que me querem...

stratopeido
Veterano
# dez/05
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asda

Raíz? O usuário é culpado então???
Eu trabalho, pago imposto pra caralho, e não é uma lei que beneficia aqueles que vivem da extorsão, muito menos pessoas que assistem muita campanha ilusória anti-drogas que vai me subestimar por fumar um beck.


Total incoerencia. Eu tb pago impostos, e n é isso que me isenta de minhas responsabilidades p/ com o estado e ao proximo. Pagar impostos nao lhe da o direito de encher o cu cachaça dirigir e matar alguem, da mesma forma que n justifica eu financiar o trafico que tb mata pessoas. É a velha historia, do "meu direito prejudicando o seu", q eu ja falei antes, e vc n entendeu, perdoe a grosseria, mas n tenho paciencia p/ ensinar gente burrinha

Doença é a sua ignorância.

Ignorancia não é doença, mas burrice sim (q é o seu caso). O instituto de neurociencias e psiquiatria da USP considera dependencia quimica uma doença sim, que deve ser tratada. Convenhamos que vc nao tem credibilidade nem capacidade intelectual p/ discorrer sobre o assunto mais do q eles n é?


De uma certa forma sim, mas isso é de interesses maiores. Se não tiver tráfico, não há grana extra.
Usuário é vitima... Obrigado a comprar pq nao pode plantar.
Ou vc acha que os usuarios gostam de ter que passar veneno na boca, pra depois de 1 hora a PM ir lá e catar metade da sua grana...?!!


Ok troxa, discorra sobe esses "interesses maiores", "Grana extra" p/ quem? Vc ja se mostrou imbativelmente burra e incoerente so nessas linhas q vc escreveu, acho q isso é um dom, n é atoa q te chamam de "asna".

Em nehum momento deixei de frisar q o usuario é a vítima, tanto q falei q a dependencia é uma doença q deve ser tratada.


Haja paciencia...

asda
Veterano
# dez/05
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stratopeido
Tá....
Pelo menos vc é engraçado... E eu, uma asna \o/ ... Uh!....

Eu prefiro fumar um do que debater isso com vc.
Fica na vontade... Troxa.

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